Tratamentos para diabetes tipo 2: Conheça os melhores!

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A Diabetes Tipo 2 pertence a um grupo de doenças de transtorno metabólico que resultam de problemas no controle da insulina, afetando a forma como o corpo processa o açúcar no sangue. De acordo com a Organização Mundial da Saúde existem 422 milhões de Diabéticos Tipo 2 no mundo, afetando 01 em cada 11 pessoas. Esse número é alarmante, pois 50% dos diabéticos não sabem que possuem a doença. Felizmente, há diversos tipos de tratamentos para Diabetes Tipo 2, sendo que a melhor prevenção é manter hábitos saudáveis e conservar um peso adequado.

O perigo da doença é o fato de que o alto nível de açúcar no sangue pode danificar as fibras nervosas que afetam os vasos sanguíneos, coração, olhos, membros e outros órgãos. Por isso, a diabetes deve ser tratada desde o início do seus sintomas e diagnóstico. Pois, quando não tratada pode causar complicações como doenças cardíacas coronárias, problemas para engravidar ou gravidez de risco, perda de visão, problemas digestivos, entre outros.

Embora não tenha cura e não se sabe ao certo porque ocorre a doença, os tratamentos para ajudar a reverter a diabetes naturalmente, controlar seus sintomas e prevenir maiores complicações do diabetes têm sido eficazes quando há comprometimento do paciente.

Não é fácil conviver com a diabetes, no entanto, é possível aprender a controlar a doença e viver tranquilamente. Neste artigo vamos aprender sobre os diversos tratamentos para Diabetes Tipo 2 e como fazer para controlar a doença, essencial para uma vida longa, feliz e saudável.

Diabetes: O que é?

Tratamentos para diabetes tipo 2: mulher medindo a diabetes no médico com aparelho
Tratamentos para diabetes tipo 2: A diabetes é uma doença crônica associada ao acúmulo de açúcar no sangue.

Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Meatabologia, a Diabetes Mellitus é uma doença caracterizada pela elevação da glicose no sangue. Ela pode ocorrer devido a defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido pelas células beta do pâncreas.

A principal função da insulina no nosso organismo é promover a entrada de glicose para as células para que ela seja aproveitada para diversas atividades celulares. A falta de insulina ou um defeito na sua ação acaba resultando neste acúmulo de glicose no sangue, chamado de hiperglicemia.

Classificação da Diabetes

Existem diversas condições que podem levar à diabetes, porém a grande maioria dos casos está dividida em dois grupos mais comuns: Diabetes Tipo 1 e Diabetes Tipo 2.

Diabetes Tipo 1 (DM 1)

É um tipo de diabetes autoimune em as próprias células de defesa do organismo passam a reconhecer o pâncreas como um corpo estranho e começam a “atacá-lo”, destruindo as células produtoras de insulina (células beta) em um processo imunológico, levando a deficiência de insulina.

Por esse motivo, o seu tratamento é feito com insulina, sendo que as causas que levam a este defeito nas células ainda são desconhecidas e, por isso, não é possível tratá-las. Em geral, a diabetes tipo 1 costuma acometer crianças e jovens adultos, mas pode afetar qualquer faixa etária.

Os seus principais sintomas são sede, diurese e fome excessiva, emagrecimento rápido, cansaço e fraqueza. Se o tratamento não for realizado rapidamente, os sintomas podem evoluir para desidratação severa, sonolência, vômitos, dificuldades respiratórias e coma. O quadro mais grave é conhecido por Cetoacidose Diabética e necessita internação.

Diabetes Tipo 2 (DM 2)

É o tipo mais comum de diabetes, presente em cerca de 90% dos pacientes diabéticos, tendo como causa principal o aumento da gordura abdominal. Nesse caso, o acúmulo de gordura gera um processo inflamatório que aumenta a resistência à ação da insulina nas células do corpo. Essa resistência insulínica faz com que o pâncreas necessite produzir cada vez mais insulina para tentar manter a glicose em níveis normais e vencer a resistência. Tudo isso gera um processo lento de morte das células beta do pâncreas.

Os principais sintomas são sede, aumento da diurese, dores nas pernas, alterações visuais entre outros, podendo demorar vários anos até se apresentarem. Caso a doença não seja detectada e tratada a tempo, pode evoluir para um quadro mais grave de desidratação e coma.

Ao contrário do Diabetes Tipo 1, a Diabetes Tipo 2, normalmente está associada a um aumento de peso ou obesidade, e acomete adultos a partir dos 50 anos. Contudo, a incidência da doença vem aumentando entre jovens adultos e crianças. Principalmente, pelo alto consumo de gorduras e carboidratos aliados à falta de atividade física.

Diabetes Gestacional

A diabetes gestacional é diagnosticada durante a gestação, podendo ser transitória ou não. Assim, ao término da gravidez, a paciente deve ser investigada e acompanhada para saber se irá carregar a doença ou se passou.

Na maioria das vezes, a diabetes gestacional é detectada no 3o trimestre da gravidez, através de um teste de sobrecarga de glicose. Recomenda-se que gestantes com história prévia de diabetes gestacional, perdas fetais ou malformações fetais, hipertensão arterial, obesidade ou histórico familiar de diabetes sejam testadas antes do 3o trimestre de gravidez, devido a chance maior de desenvolverem a doença.

Pré-diabetes

A Pré-diabetes é uma condição em que o açúcar no sangue fica elevado, mas não o suficiente para ser classificado como Diabetes do tipo 2. As glicemias maiores que 100 mg/dL e glicemias pós-prandial (após alimentação) de 2 horas entre 140 e 199 mg/dL caracterizam uma pré-diabetes. O seu tratamento segue uma orientação nutricional e a prática de atividades físicas, ou medicação para evitar o aumento da hiperglicemia.

Outros Tipos de Diabetes

Outros tipos de diabetes são bem mais raros e incluem defeitos genéticos da função da célula beta. Isto é, defeitos genéticos na ação da insulina, doenças do pâncreas (pancreatite, tumores pancreáticos, hemocromatose), outras doenças endócrinas (Síndrome de Cushing, hipertireoidismo, acromegalia) e uso de certos medicamentos.

Causas da Diabetes Tipo 2

tratamentos para diabetes tipo 2: mulher checando o peso na balança
Tratamentos para diabetes tipo 2: a obesidade é um dos fator de risco para diabetes.

A insulina é um hormônio natural produzido pelo pâncreas que é liberada durante a alimentação. Ela ajuda a transportar o açúcar da corrente sanguínea para as células do corpo para ser usado como energia. No caso da Diabetes Tipo 2, o corpo gera uma resistência à insulina, e força o pâncreas a trabalhar mais para produzir ainda mais o hormônio. Ao longo do tempo, isso acaba danificando as células, eventualmente impedindo que o pâncreas seja capaz de produzir insulina.

O fato de não produzir insulina suficiente ou o corpo não usá-la de forma eficiente, faz com que a glicose aumente na corrente sanguínea, privando as células do do corpo de energia. Isto se dá devido à uma combinação de fatores que levam à diversas causas que aumentam o risco de Diabetes tipo 2:

  • Hereditariedade: Pesquisas mostraram que em alguns pacientes, a hereditariedade pode ser decisiva para aumentar as chances de diabetes tipo 2;
  • Excesso de açúcar no fígado: O excesso de açúcar no fígado pode ser uma das causas mais evidentes de diabetes tipo 2, pois em algumas pessoas o fígado produz muita glicose;
  • Obesidade: Ter excesso de peso ou obesidade pode causar resistência à insulina, especialmente se você carrega seus quilos extras na área abdominal;
  • Síndrome Metabólica: Pessoas com resistência à insulina muitas vezes têm um grupo de condições, incluindo alta glicemia, gordura extra ao redor da cintura, pressão alta e colesterol alto e triglicerídeos;
  • Problemas de comunicação entre as células: Um problema de comunicação entre as células encarregadas de transportar a insulina pode prejudicar a saúde e estimular o desenvolvimento de diabetes tipo 2;
  • Maus hábitos de estilo de vida: sedentarismo,tabagismo, dormir pouco, se alimentar mal.

Diagnóstico da Diabetes do Tipo 2

Normalmente, o diagnóstico da Diabetes Tipo 2 é feito através de um simples exame de sangue que revela a Diabetes. Ou seja, apenas uma gotinha de sangue e três minutos de espera, já é possível determinar alguma alteração na taxa de glicemia no sangue. Caso o resultado do nível de alteração seja considerável, são necessários outros exames para aprofundar ainda mais o diagnóstico.

Antes de começar o tratamento, é muito comum o médico solicitar o teste oral de tolerância à glicose, mais conhecido como Curva Glicêmica. O exame é feito em diversas etapas, em que são coletadas amostras de sangue em um tempo determinado. Sendo que, durante os intervalos, geralmente de 30 em 30 minutos, o paciente ingere um xarope de glicose. Os resultados são dispostos em um gráfico e permitem o diagnóstico mais preciso.

Como medir a Diabetes

tratamentos para diabetes tipo 2: mulher medindo diabetes com caneta apropriada.
Tratamentos para diabetes tipo 2: a diabetes pode ser medida e monitorada em casa através de alguns aparelhos

Existem alguns aparelhos que permitem que o próprio paciente monitore a diabetes. Portanto, há casos em que a automonitorização da glicemia é recomendada. A medição pode ser feita por meio de um monitor de glicemia ou por meio de bombas de insulina. Os dois tipos de aparelho devem ser adquiridos e usados com orientação médica.

A automonitorização dos níveis de glicose no sangue é importante tanto para avaliar quando há excesso de glicose no sangue (hiperglicemia), como quando os níveis de glicose estão abaixo do normal (hipoglicemia). Com o tempo, esses equipamentos irão ajudar a entender melhor a resposta do seu corpo após a alimentação, prática de exercícios, ingestão de álcool e medicamentos, por exemplo.

É importante seguir as orientações corretamente para que a medição seja feita nos horários, nas situações necessárias e com a frequência ideal. De posse desses dados, você tomará melhores decisões quanto ao que fazer para controlar a doença. Portanto, tente anotar os resultados. Assim, vai ser possível perceber claramente a interação entre os medicamentos, a atividade física, a alimentação e o modo como você está se sentindo. Além disso, você poderá mostrar ao médico na próxima consulta, para ajudá-lo a avaliar a eficácia do tratamento.

A glicemia normal em jejum, por exemplo, não deve ultrapassar os 100 mg/dL, sendo que
2 horas após a refeição, a glicemia não deve ultrapassar 140 mg/dL. Esses aparelhos são encontrados em farmácias ou lojas especializadas em artigos médicos e cirúrgicos. Normalmente, algumas farmácias ou postos de saúde costumam oferecer esse serviço.

Consultas e check-ups regulares

Além da automonitorização, as pessoas com Diabetes Tipo 2 devem fazer visitas médicas regulares, a fim de avaliar o controle da doença, a necessidade de mudança de tratamento medicamentoso ou ainda a necessidade de tratamento multidisciplinar para auxiliar na adoção das mudanças no estilo de vida (nutricionista, educador físico, etc.). A cada novo sintoma, o médico também deve ser procurado para reavaliar o quadro de saúde do paciente.

Tratamentos para Diabetes Tipo 2

tratamentos para diabetes tipo 2: aparelhos e remédios para diabetes
Existem vários tipos de tramentos para diabetes tipo 2 que pdoem ser combinados.

A Diabetes é uma condição grave normalmente associada a muitos riscos e sintomas. Apesar de não haver cura, a doença pode ser controlada com tratamento correto e mudanças de estilo de vida e na alimentação. Além disso, muitos diabéticos precisam de um tratamento a base de medicações próprias para diabetes ou de terapia com insulina. No entanto, muitas pessoas encontram bons resultados, aliando o tratamento médico convencional com o tratamento de uma medicina alternativa e métodos naturais.

No caso da Diabetes Tipo 2, uma porcentagem alta de pessoas conseguem reverter e gerenciar os sintomas da doença de forma natural, mantendo a glicemia (açúcar no sangue) controlada através da adoção de um estilo de vida mais saudável. Ou seja, melhorando suas dietas, níveis de atividade física, sono e níveis de estresse. Sendo assim, controlar o nível de glicose no sangue é uma das coisas mais importantes para evitar maiores complicações.

O melhor tratamento clínico para o Diabetes Tipo 2 é aquele que, em terapia combinada, age contra as causas da doença e preserva ao máximo a massa de células beta do pâncreas. No entanto, o primeiro passo nos tratamentos para a Diabetes Tipo 2 é, frequentemente, uma dieta com restrição calórica, abstenção do consumo de açúcar, perda de peso e incorporação de atividades físicas na rotina.

Contudo, em alguns casos, estas medidas nem sempre são suficientes para diminuir os níveis de açúcar no sangue. Por isso, existem diversas opções de tratamentos para Diabetes Tipo 2, cada uma atuando de forma diferente para baixar os níveis de glicemia. Só um médico especializado é capaz de recomendar o tipo de tratamento ou medicamento mais indicado.

Opções de tratamentos para Diabetes Tipo 2

remédios para tratamentos para diabetes tipo 2
São muitas as opções de tratamentos para diabetes tipo 2

É possível que alguns pacientes com diabetes tipo 2 consigam alcançar o controle do diabetes com a mudança no estilo de vida e a redução da massa corporal. No entanto, a grande maioria das pessoas necessita de tratamento medicamentoso para alcançar o controle adequado da Diabetes Tipo 2, minimizando seus riscos.

Os medicamentos para controle do diabetes estão sempre evoluindo, eles ajudam o pâncreas a produzir mais insulina, diminuem a absorção de carboidratos e aumentam a sensibilidade do organismo à ação da insulina. A escolha dos tratamentos para Diabetes Tipo 2 é feita com base em diferentes fatores, como a idade, as taxas de glicose no sangue e o quadro geral de saúde do paciente. Entre as classes de medicamentos disponíveis estão:

  • biguanidas (metformina);
  • sulfoniureias;
  • metiglinidas;
  • glitazonas;
  • inibidores da alfaglicosidade;
  • inibidores da DPP4 (gliptinas);
  • inibidores da SGLT2;
  • miméticos e análogo do GLP1;
  • insulina.

Como todos esses medicamentos agem possuem mecanismos de ação diferentes, os médicos costumam combinar mais de uma abordagem terapêutica, para os melhores resultados. Em alguns casos, ao longo do tempo, também ocorrem substituições de tratamentos para diabetes tipo 2, sempre com intuito de melhores resultados terapêuticos na redução dos efeitos colaterais.

       

Isto porque a diabetes é uma doença evolutiva, portanto deve ser tratada desde o seu diagnóstico. Os resultados podem ser melhores quando são utilizadas medicações combinadas. Hoje, ainda existe a vantagem das medicações terem um ou mais medicamentos em um mesmo comprimido, melhorando a adesão e diminuindo o número de comprimidos administrados por dia.

1. Biguanidas (Metformina)

Essencialmente, as biguanidas como a metformina são drogas que reduzem a quantidade de glicose produzida pelo fígado. Elas melhoram a sensibilidade das células à ação da insulina do paciente.

2. Inibidores de DPP-4 e GLP 1

Estes induzem a diminuição da glicemia, aumentando a quantidade de insulina produzida no pâncreas, diminuindo a quantidade de açúcar produzido no fígado.

3. Inibidores da alfa glucosidase

Após as refeições, abrandam a decomposição e a absorção dos hidratos de carbono.

4. Sulfonilureias e meglitinidas

Estimulam diretamente o pâncreas para libertar insulina, aumentam a produção de insulina pelo pâncreas. Porém, seu uso tem sido limitado pelas complicações causadas no organismo, como hipoglicemia e até ganho de peso.

5. Glitazonas (também designadas por TZDs ou Tiazolidinedionas)

Essencialmente ajudam o organismo a utilizar a insulina e a transportar a glicose para o interior das células.

6. Insulina

tratamentos para diabetes tipo 2: mulher aplicando injeção de insulina na barriga
As injeções de insulina são uma das opções de tratamentos para diabetes tipo 2

Hormônio injetável que substitui a insulina produzida pelo organismo para ajudar a controlar os níveis de glicemia. Apesar de levar a um aumento de peso e aumentar a chance de hipoglicemias, se faz necessária se as medicações orais não foram suficientes para atingir a meta de controle das glicemias necessária para evitar complicações da doença no rim, olhos, extremidades (pés principalmente) e vasos (coração e cérebro).

Algumas pessoas necessitam receber esta substância ao mesmo tempo em que fazem uso de outros medicamentos. A frequência depende de quanto o corpo produz insulina e de como o médico pretende controlar o nível glicêmico. A aplicação pode ser feita por meio de seringas, canetas próprias e por meio das bombas de insulina.

Importante: Tipos diferentes de insulina têm tempo de ação diferente. O médico determina quanto de cada tipo você necessita e com que frequência. Deve-se aprender a técnica correta de aplicar as injeções de insulina e sempre modificar o local do corpo onde são aplicadas, para evitar problemas degenerativos. Os melhores locais são a barriga, evitando uma área de 5 cm ao redor do umbigo; região superior das nádegas; face anterior e lateral das coxas; e região lateral e posterior do braço.

7. Cirurgia metabólica

A cirurgia metabólica é qualquer intervenção no tubo digestivo, com a finalidade de controlar a diabetes do tipo 2, com ou sem medicação através de mecanismos independentes de perda de peso, e também secundariamente por perda de peso.

Tratamentos naturais para controlar a Diabetes Tipo 2

tratamento para diabetes tipo 2: alimentos saudáveis
Tratamentos para diabetes Tipo 2: uma alimentação saudáveis são excelentes formas de tratar a diabetes naturalmente

O tratamento da Diabetes tipo 2 não é complexa, mas exige o comprometimento do paciente para sua eficácia. Além de uma mudança no estilo de vida, os paciente devem também ter disciplina quanto à adesão ao tratamento medicamentoso prescrito ao longo de toda a vida.

De acordo com médicos endocrinologistas, com os recursos atualmente existentes de medicamentos e monitorização, o paciente de diabetes pode ter uma vida praticamente normal, desde que siga as recomendações médicas. Segundo eles, o estigma de que o diabetes é uma doença incapacitante e que leva a complicações fatais em 100% dos casos não é verdadeiro, pois quando há adesão ao tratamento, a qualidade de vida melhora exponencialmente.

Dentre os pilares dos tratamentos para Diabetes Tipo 2, estão:

  • alimentação saudável, com baixa ingestão de gorduras e açúcar;
  • atividades físicas regulares (30 minutos, 5 vezes por semana);
  • perda do excesso de peso e controle do peso;
  • adesão aos remédios prescritos pelo médico;
  • monitoramento periódico dos níveis de glicose no sangue;
  • visitas médicas regulares para avaliação do controle da doença e monitoramento dos riscos associados.

1. Mantenha exames regulares

É comum pacientes com complicações de diabetes não ter sintomas visíveis. Por isso, é muito importante verificar a doença regularmente para monitorar seus níveis de açúcar no sangue, progressão, olhos, pele, níveis de pressão arterial, peso e coração. Para não correr riscos de problemas cardíacos, mantenha a pressão arterial normal, níveis de colesterol no sangue e triglicerídeos (lipídios).

2. Mantenha uma alimentação saudável

Um plano de dieta saudável para ajudar a manter o açúcar no sangue normal, pode incluir alimentos inteiros não processados ​​e evitar açúcares, gorduras trans, grãos processados, amidos e produtos lácteos convencionais. Inclua alimentos ricos em fibras e carboidratos saudáveis em sua dieta. Coma em intervalos regulares e somente quando sentir fome. Saiba quais são as melhores dietas para Diabetes.

3. Pratique Exercícios físicos

A inatividade física e a obesidade estão diretamente associadas ao desenvolvimento de Diabetes tipo 2. Por isso, o exercício é importante para baixar as taxas de glicemia, controlar os sintomas e reduzir o risco de complicações, como doenças cardíacas.

Além disso, diversas pesquisas já comprovaram que a atividade física melhora o humor, o sono e a disposição para outras atividades, além de evitar doenças cardiovasculares e até degenerativas, como o Mal de Alzheimer.

A atividade física não precisa ser, necessariamente, na academia. Ou seja, caminhadas e percursos de bicicleta podem ser ótimas opções. Outras medidas como trocar a escada rolante e o elevador pela escada comum , parar o carro mais longe e andar alguns quarteirões, ajudam bastante. Uma boa meta é meia hora de atividade moderada, três vezes por semana.

4. Pare de fumar

Para diabéticos fumantes, a melhor opção é tentar parar de fumar. Este péssimo hábito acelera todos os problemas associados ao diabetes, pois diminui o fluxo sanguíneo e a oxigenação das células.

5. Controle o açúcar no sangue

A melhor maneira de ajudar a prevenir ou evitar danos dos nervos é regular diariamente seus níveis de açúcar no sangue.

Inibidor diabético natural: Chá da Vida

Existem vários chás e remédios caseiros para diabetes, mas o Chá da Vida é um extrato concentrado de plantas selecionadas e de excelentes qualidades, que promete trazer diversos benefícios ao organismo. O chá da vida mostrou-se muito eficiente em pacientes com Diabetes Tipo 2 por tratar o pâncreas e aumentar a produção natural de insulina. Entre os seus benefícios:

  • Elimina o açúcar;
  • Desintoxica seu pâncreas;
  • Aumenta o metabolismo;
  • Auxilia na perda de peso;

Principais ingredientes

Pata de Vaca: É formada por substâncias como os alcaloides e, além de reduzir a taxa de açúcar no sangue, também diminui os triglicerídeos, colesterol total e o colesterol “ruim”.

Pau Ferro: Ajuda no tratamento da anemia, filtra o sangue e melhora o sistema cardiovascular, contribui para a melhora na digestão.

Insulina Vegetal: A insulina vegetal é uma planta medicinal que contém elevada quantidade de flavonóides e canferol livre que podem ajudar a normalizar a glicemia no sangue.

Cana do Brejo: Anti-inflamatória dos rins e bexiga, antilítica, antidiabética, antirreumática, aperitiva, calmante das excitações nervosas e do coração.

Graviola: Fruta controla a pressão arterial, tem ação anti-inflamatória e pode proteger contra o câncer.

Beringela: Diretamente ligada a problemas sanguíneos naturalistas aconselham seu consumo, tanto para evitar pressão alta e diabetes como para saciar a fome.

Insulina vegetal: É uma planta medicinal que contém elevada quantidade de flavonóides e canferol livre que podem ajudar a normalizar a glicemia no sangue.

Modo de preparo:

O seu preparo é extremamente simples:

Dilua uma colher de sopa das ervas em 1/2 litro de água, ferva por 3 minutos. Esfrie e tome 3 vezes ao dia, todos os dias.

O produto deve ser usado diariamente e sem interrupções, para um resultado mais duradouro. Por se tratar de um produto 100% natural, o Chá da Vida não apresenta efeitos colaterais ou/e contra indicações, ou seja, qualquer pessoa pode desfrutar dos seus benefícios sem riscos à saúde.

       

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