Tinea Corporis: Tratamento, Remédio Caseiro e Sintomas

Tinea corporal ou tinea corporis é mais conhecida popularmente como micose.

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Tinea corporal ou tinea corporis é mais conhecida popularmente como micose. Para ser mais exato, ela é uma entre diversas formas de micose, com características próprias.

Mas não subestime os danos que essa infecção pode causar para a saúde pelo fato de ser “apenas” uma micose. Neste artigo, vamos conhecer um pouco mais sobre como ela age e de que forma podemos tratá-la. Acompanhe.

Sobre as micoses

Antes de falarmos especificamente da tinea corporis, vamos entender melhor a micose de uma forma geral.

Micose é uma infecção de pele causada por fungos que adquirimos a partir de diversas formas de contágio e que podem proliferar em diferentes regiões do corpo. Existem dezenas de espécies de fungos causadores de micose. O que todos eles têm em comum é o fato de se desenvolverem melhor em ambientes quentes, úmidos, escuros e em organismos que apresentem baixa imunidade.

Entre os diversos tipos de micose, podemos destacar:

  • A pitiriase versicolor, também conhecida como micose de praia, que ocorre principalmente nos braços, tronco, pescoço e rosto;
  • A onicomicose, que ataca as unhas;
  • A candidíase, que ataca a boca e os órgãos genitais;
  • A tinea pedis, também conhecida como pé-de-atleta ou frieira, que ataca a sola ou a região entre os dedoss dos pés;
  • A tinea cruris, que ataca a região da virilha;
  • A tinea capitis, que ataca o couro cabeludo;
  • Atinea corporis, também conhecida como impingem, que pode atacar praticamente qualquer região do corpo, exceto o couro cabeludo, a palma das mãos, a sola dos pés e a virilha.

Fungos são o quê exatamente?

Fungos são organismos tão específicos que a ciência atualmente os classifica num reino à parte.

No passado, foram primeiro classificados como vegetais, depois agrupados dentro do reino dos protistas, juntamente com protozoários e algas. Ao contrário dos vegetais, fungos não produzem seu próprio alimento e precisam ingerir matéria orgânica, viva ou morta.

Existem milhares de espécies de fungos, que estão presentes na natureza em variadas formas, desde seres microscópicos invisíveis ao olho humano até os conhecidos cogumelos.

As espécies de fungos são tão diferentes umas das outras que podemos encontrá-las cumprindo os mais diversos papeis na natureza. Por exemplo:

  • Os fungos que se alimentam de matéria orgânica morta cumprem um papel importantíssimo na cadeia alimentar, como decompositores;
  • Algumas espécies de fungos são comestíveis e fazem parte do nosso cardápio, como é o caso do champignon e do shitake. Um grande problema existente aqui é a dificuldade em diferenciar fungos comestíveis, venenosos e alucinógenos. Muitos têm aparências similares;
  • Outras espécies são usadas para produzir alimentos através de processos de fermentação, como ocorre com os pães, com a produção de álcool a partir da fermentação do açúcar, com a produção de vinhos a partir da fermentação das uvas ou com a produção de cerveja a partir da fermentação da cevada;
  • Existem também fungos que produzem compostos capazes de matar bactérias. São utilizados na fabricação de antibióticos como a penicilina;
  • Como nem tudo é perfeito, existem também fungos que se comportam como parasitas, prejudicando a saúde de seres humanos, animais e vegetais. É o caso dos fungos que provocam a tinea corporis.

Tinea corporis: agentes causadores

Os fungos causadores da tinea corporis são classificados como dermatófitos, seres que parasitam tecidos que contenham queratina (é o caso da nossa pele, dos nossos cabelos, dos nossos pelos e das nossas unhas).

Esses fungos podem ser antropofílicos, zoofílicos ou geofílicos.

São chamados de fungos antropofílicos aqueles que se desenvolvem essencialmente em seres humanos. Dificilmente contaminam animais.

Já os fungos zoofílicos desenvolvem-se  em animais, mas podem contaminar seres humanos.

E há ainda os fungos geofílicos, que se desenvolvem no solo e podem contaminar pessoas e animais.

Existem dezenas de espécies de fungos dermatófitos, pertencentes a três gêneros distintos: o gênero Microsporum, o gênero Epidermophyton e o gênero Trichophyton.

O gênero Microsporum reúne 19 espécies de fungos, alguns antropofílicos, outros zoofílicos e outros ainda geofílicos.

Dentre todas essas espécies, as mais associadas à tinea corporis são a Microsporum audouini, a Microsporum canis e a Microsporum gypseum. O gênero Microsporum também está associado à tinea capitis e outras micoses.

O gênero Trichophyton é o que apresenta maior incidência nos casos de tinea corporis. Também possui espécies antropofílicas, zoofílicas e geofílicas. As espécies mais importantes são a Trichophyton tonsurans, a Trichophyton mentagrophites, a Trichophyton shoenleinii e principalmente a Trichophyton rubrum. O gênero Trichophyton também está associados à tinea capitis, à tinea pedis, à onicomicose e à tinea cruris.

O gênero Epidermophyton é composto por uma única espécie, a floccosum, que é antropofílica e está associada à tinea corporis, à tinea cruris, à tinea pedis e à onicomicose.

Como se adquire tinea corporis

O contágio pode ocorrer no contato com pessoas infectadas, com animais infectados, com o solo ou mesmo com objetos em que esses fungos conseguem sobreviver.

Após o contato da pele com um desses fungos, há um período de incubação que dura de uma a três semanas. Depois disso, os fungos efetivamente invadem o tecido da pele, formando placas.

A ação dos fungos geralmente fica restrita à camada mais externa da pele. Eventualmente, pode ocorrer uma ação mais profunda, que dá origem a um quadro mais grave da doença.

O sistema imunológico normalmente é capaz de combater e eliminar essa infecção, exceto quando ela é causada por fungos mais resistentes, como o Trichophyton rubrum. Por sinal, quase 50% dos casos diagnosticados de tinea corporis têm esse fungo como agente causador.

Todas as pessoas estão sujeitas ao contágio, mas há uma incidência maior entre crianças, quando comparada à incidência em adultos. Uma das razões para tal está no fato de o sistema imunológico das crianças ser menos fortalecido que o dos adultos.

Formas de prevenção

Alguns cuidados pessoais ajudam a prevenir o contágio, como por exemplo:

  • Usar luvas, caso tenha que entrar em contato com o solo;
  • Não andar descalço em pisos úmidos ou em pisos públicos;
  • Não compartilhar toalhas e roupas;
  • Não entrar em contato físico com pessoas ou animais infectados.

Outros ajudam a evitar a proliferação dos fungos:

  • Secar bem o corpo após o banho;
  • Usar roupas de fibras naturais, como o algodão;
  • Evitar o uso de roupas quentes e justas;
  • Não manter a pele molhada por muito tempo;
  • Não usar roupas molhadas.

Ao não observar esses cuidados, criam-se condições favoráveis à infecção e a seu desenvolvimento.

Sintomas de tinea corporis

O principal sintoma de tinea corporis é o surgimento de placas na pele. Elas são arredondadas, de cor rosada ou avermelhada, com bordas escamosas elevadas e cor mais clara na parte central. Algumas vezes elas coçam. A região afetada apresenta um leve inchaço.

As placas tendem a permanecer por alguns dias e a se espalhar por outras partes do corpo, caso nenhum tratamento seja adotado. Elas podem se assemelhar a placas formadas por outros tipos de infecções da pele ou ainda a reações provocadas por alguns medicamentos, por isso é necessária uma avaliação médica.

Entre as doenças cujos sintomas podem ser inicialmente confundidos com a tinea corporis estão:

  • Impertigo, uma infecção causada por bactérias;
  • Dermatite seborreica, cujas causas são ainda desconhecidas, mas possivelmente relacionadas a disfunções no organismo;
  • Psoríase, uma doença crônica autoimune;
  • Eczema discoide (dermatite numular), outra doença cujas causas continuam desconhecidas, mas possivelmente associada a alergias;
  • Líquen plano, outra possível doença autoimune;
  • Dermatite de contato, uma reação alérgica a determinadas substâncias;
  • Pitiríase rósea, uma infecção da pele, possivelmente causada por um vírus;
  • Sífilis secundária, corresponde a um dos estágios da sífilis, doença causada por uma bactéria;
  • Dermatite atópica, doença crônica de natureza possivelmente genética;
  • Candidíase cutânea, uma infecção causada por um fungo não dermatófito;
  • Lúpus eritematoso discoide, mais uma doença crônica autoimune;
  • Piodermas bacterianas, infecções provocadas por bactérias.

Diagnóstico de tinea corporis

O dermatologista é o profissional mais indicado para avaliar os sintomas da tinea corporis. Clínicos gerais e pediatras (no caso de crianças) também podem fazê-lo.

O primeiro passo do diagnóstico requer o conhecimento do histórico do paciente e um exame físico. A avaliação de variáveis como a localização e o aspecto das lesões, a forma de manifestação dos sintomas, episódios e tratamentos anteriores, entre  outras, em geral é suficiente para um diagnóstico bastante preciso.

Eventualmente, pode ser necessário colher material para um exame laboratorial.

Conforme observado, outras doenças podem apresentar sintomas assemelhados e gerar alguma dúvida. Nesses casos, realiza-se uma raspagem de pele na região infectada, obtendo-se o material necessário para um exame microscópico e uma cultura.

Persistindo a dúvida, pode-se ainda recorrer a um novo exame microscópico, agora dissolvendo o material colhido na raspagem de pele em hidróxido de potássio (KOH). O hidróxido de potássio facilita a visualização de elementos estranhos presentes no tecido analisado, como fungos por exemplo.

Tratamentos para tinea corporis

Todo tratamento deve seguir rigorosamente as orientações médicas. Para tinea corporis, o mais usual é a utilização de medicamentos antimicóticos, sejam eles aplicados diretamente sobre a região infectada ou ingeridos por via oral.

A aplicação de gel, loção ou creme no local infectado normalmente é feita uma ou duas vezes ao dia durante todo o período em que a placa permanecer na pele, continuando por mais alguns dias após o seu desaparecimento. Uma interrupção do tratamento durante esse período pode fazer a placa voltar a se manifestar.

O tratamento com medicamentos ministrados por via oral é indicado para quadros mais graves da infecção.

Entre os medicamentos mais indicados pelos médicos estão:

  • Pomada Clotrimazol;
  • Pomada Cetoconazol;
  • Pomada Miconazol;
  • Comprimido Fluconazol;
  • Comprimido Itraconazol;
  • Comprimido Cetoconazol.

Esses são os nomes genéricos dos medicamentos. Para cada um deles existem inúmeros produtos com nomes comerciais próprios, alguns bastante conhecidos.

O princípio básico dessas substâncias (Clotrimazol, Cetoconazol, Miconazol, Fluconazol e Itraconazol) é impedir que os fungos consigam fazer a síntese do ergosterol, um processo vital para sua sobrevivência.

Não há de antemão uma definição sobre qual desses tipos de medicamento é mais eficaz. Para cada quadro diagnosticado, o médico terá uma indicação do remédio mais adequado.

       

Tratamento com Cetoconazol

Cetoconazol é um medicamento indicado para o combate a fungos causadores de diversas formas de micose. Existem versões dele em comprimidos, cremes e shampoo. Para o tratamento da tinea corporis, é mais indicado o uso do creme.

Eventualmente, o uso do medicamento pode produzir efeitos colaterais como coceiras,  irritações na região tratada e alguma sensação de picadas.

O medicamento é contraindicado para:

  • Grávidas;
  • Lactantes;
  • Portadores de doenças hepáticas;
  • Portadores de alergias aos componentes da fórmula.

Soluções caseiras para tinea corporis

Como ocorre com a maioria das doenças (senão todas), também para a tinea corporis existem recursos naturais de fácil acesso que ajudam no seu tratamento, sem é claro substituir a orientação médica.

Listamos a seguir algumas soluções caseiras que podem ser muito úteis no combate a essa forma particular de micose.

Chá de folhas de mandioca

Por ser tóxico para o organismo, o chá não deve ser bebido, mas aplicado com compressas sobre a região infectada, duas ou três vezes ao dia.

Logo após retirar as compressas, hidrate a região com um creme ou com óleo de amêndoas. Repita o procedimento até dois ou três dias após o desaparecimento da placa.

A preparação do chá é bastante simples: acrescente duas ou três folhas de mandioca a um recipiente com 250 ml de água e leve ao fogo, deixando ferver por um período entre cinco e sete minutos. Depois é só esperar o chá esfriar para fazer as compressas.

Solução de alfazema e melaleuca

Duas vezes por dia, passe sobre a região infectada uma bem misturada solução de três gotas de óleo essencial de melaleuca com três gotas de óleo essencial de alfazema. A melaleuca tem propriedades antissépticas e antifúngicas.

A alfazema alivia as irritações causadas pela tinea.

Pomada de alfafa

A pomada deve ser feita a partir de um pouco de alfafa, duas colheres de azeite de oliva, um dente de alho, meia cebola e o suco de um limão, que devem ser misturados até formarem uma pomada homogênea.

Deve ser aplicada sobre a ferida à noite, enquanto as placas persistirem.

Óleo de orégano

Aplicar óleo essencial de orégano diariamente sobre a região afetada é outra boa solução para o combate aos fungos. Alternativamente, pode-se misturar azeite de oliva ao óleo de orégano.

Iogurte natural

O iogurte natural também contém propriedades que combatem fungos.

Diariamente, aplique o iogurte no local afetado e deixe-o por trinta minutos. Em seguida, lave e seque bem o local. Misturar algumas gotas de limão ao iogurte aumenta a eficácia desse tratamento.

Suco de limão

Aplique suco natural de limão por cinco minutos sobre o local afetado e em seguida lave com água morna.

Outras soluções

Muitas outras soluções caseiras podem ser aplicadas no combate à tinea corporis, entre elas:

  • Óleo de sálvia;
  • Compressas de chá de aipim;
  • Gel de aloe vera com óleo de melaleuca;
  • Gel de aloe vera com cravo da índia e álcool;
  • Compressas de chá de ervas;
  • Alho;
  • Merthiolate com alho;
  • Óleo essencial de lavanda com água;
  • Vinagre de maçã com óleo de lavanda;
  • Óleo essencial de tea tree com água;
  • Gel de aloe vera;
  • Sal e vinagre;
  • Cebola ralada;
  • Suco de cúrcuma com mel (para ingerir);
  • Pasta de folhas de cássia;
  • Folhas de manjericão;
  • Chá de capim limão (para ingerir);
  • Levedura de cerveja e água (para ingerir);
  • Pasta de folhas de repolho;
  • Alecrim-pimenta e água.

CID da doença

A Classificação Internacional de Doenças (CID) é o catálogo de todas as doenças oficialmente conhecidas pela medicina.

Resulta de um esforço da Organização Mundial de Saúde (OMS) no sentido de unificar e padronizar toda a informação médica existente a respeito de cada doença. O nome completo dessa publicação é “Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde”.

Esse catálogo padronizado facilita a comunicação entre profissionais que lidam com a saúde, mesmo de países diferentes, evitando entendimentos incorretos nessa troca de informações.

Além disso, permite à OMS e outros órgãos um melhor monitoramento da incidência das doenças em todo o mundo.

A versão 10 do catálogo (CID10) foi lançada em 1992 e deve manter-se vigente até 2021. Nesse intervalo de tempo, ela vem recebendo pequenas atualizações anuais.

A versão 11 deve entrar em vigor a partir de 1º de janeiro de 2022. Ela foi divulgada em junho de 2018, para que as instituições e os profissionais de saúde de todo o mundo possam se adaptar a ela, providenciando as traduções de texto e os treinamentos necessários.

Na Classificação Internacional das Doenças (CID), a tinea corporis pertence ao grupo B35, que engloba as dematofitoses. Fazem parte desse grupo as seguintes doenças:

  • Tinea da barba e do couro cabeludo (código B35.0);
  • Tinea das unhas (código B35.1);
  • Tinea da mão (código B35.2);
  • Tinea dos pés (código B35.3);
  • Tinea do corpo ou tinea corporis (código B35.4);
  • Tinea imbricada (código B35.5);
  • Tinea cruris (código B35.6);
  • Outras dermatofitoses (código B35.8);
  • Dermatofitose não especificada (código B35.9).

Tinea corporis em animais

Se você tem animais de estimação ou contato com outros animais (em ambiente rural, por exemplo), precisa redobrar os cuidados, pois eles também são vítimas em potencial da ação dos fungos e estão sujeitos tanto a contaminar pessoas e animais quanto a serem contaminados pelo ambiente ou por outros animais.

Nos bovinos, as lesões costumam aparecer na cabeça e no pescoço. Nos equinos, elas começam no lombo, na garupa e na cabeça. Em ambos os casos, as lesões podem depois se espalhar por outras partes do corpo. Os locais afetados apresentam perda de pelos.

Em cães, as regiões lesionadas apresentam perda de pelos, descamação, pelos quebradiços e eventualmente espinhas. Nos gatos as lesões são de mais difícil percepção, ocorrendo descamação e pelos quebradiços.

Diagnóstico em animais

O diagnóstico de tinea corporis em animais não tem a mesma eficiência e precisão do diagnóstico para humanos. Devem ser avaliados os resultados de três diferentes exames para minimizar os riscos de um erro de diagnóstico.

O exame da lâmpada de Wood tem, estatisticamente, um índice de acerto de apenas 40% nos diagnósticos, mas é um dado a mais na avaliação. Ele por vezes aponta para resultados falsamente negativos, ou seja, animais infectados são dados como não infectados. Dificilmente ocorre o contrário, de animais não infectados serem considerados infectados.

Nesse exame, o animal é colocado em um local escuro e exposto à luz negra. Se houver lesões, elas aparecerão com uma coloração verde fosforescente.

O segundo exame é o de microscopia direta, que apresenta um índice de confiabilidade nos resultados variando entre 64 e 80%. Consiste em retirar uma amostra de pelos da parte infectada para observação direta no microscópio.

O terceiro exame, considerado mais confiável, é o de cultura fúngica. É feita a raspagem de pelos na área afetada e esse material colhido é colocado em condições ideais para que os fungos se reproduzam. Isso acontecendo, a análise torna-se mais fácil e precisa.

Uma vez diagnosticada a ação dos fungos, é importante seguir os cuidados  recomendados pelo veterinário. Cães e gatos requerem cuidados específicos.

Fotos que indicam a doença

Conforme salientado, a tinea corporis pode manifestar-se em diversas partes do corpo. Mesmo que inicialmente apareçam placas isoladas, se não forem tratadas elas podem se alastrar.

A forma arredondada e o aspecto rosa / avermelhado nas bordas e mais claro no centro são bem típicos.

Você não precisa sentir na pele os males da tinea corporis

Tinea corporis então é só uma micose? Sim, é uma micose (sem o “só”).

Embora micoses sejam popularmente vistas como uma coisa corriqueira, existem algumas boas razões para não subestimá-las:

  • Elas podem ser a porta de entrada para outras infecções, como as de natureza bacteriana, por exemplo;
  • Ocorrem casos em que as infecções tornam-se mais graves, não se restringindo a lesões superficiais;
  • Em pacientes com aids ou câncer, a ação dos fungos pode ser muito mais agressiva;
  • Além de tudo, micoses incomodam e carregam o agravante e o inconveniente de serem contagiosas. O que seria do convívio social se ninguém se preocupasse em tomar os devidos cuidados com elas?

Não se descuide. Você não precisa sentir na pele os males causados pela tinea corporis.

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