Sintomas da menopausa aos 50 anos

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O corpo feminino e o masculino necessitam de uma diversidade hormonal para os seus funcionamentos. Os hormônios têm a responsabilidade de modificar o humor, alterar questões corporais e ainda, pelos altos e baixos emocionais, referente a muitos aspectos diários femininos, incluindo a sexualidade da mulher. É dessa forma que os sintomas da menopausa aos 50 anos correspondem com a questão hormonal que entra em conflito.

Isso ocorre em todas as etapas da vida feminina, como na primeira menstruação, até atingir maiores experiências, quando acontece a perimenopausa, menopausa e, então, o climatério.

O assunto em questão aborda, principalmente, a pré-menopausa, que é o período conhecido como o dos fogachos, em que há a percepção nítida de muitas modificações corporais da mulher, comprometendo o teor qualitativo sexual e da vida, por vezes.

Como, de fato, saber o que é a menopausa e se você realmente está nesse período da vida feminina? É o que o público feminino entre os 50 anos quer entender. É nesse momento, que os sintomas da menopausa aos 50 anos começam com os fogachos, calores que vão e vêm repentinamente.

O foco do artigo será sobre o início da menopausa, para um maior entendimento hormonal e de seu funcionamento, verificando os sintomas da menopausa aos 50 anos e os influenciadores destes sinais em nosso cotidiano, relações e sexualidade.

Pré-menopausa, menopausa e climatério: o que são?

Anteriormente a qualquer coisa, é importante definir os três termos mencionados. A razão disso é que, ainda que exista um senso comum a respeito dos temas, cada uma das etapas tem sua definição a ser desenrolada e entendida para melhor adaptação da mulher.

A terminologia “menopausa” é definida, de forma exata, como o último período de menstruação, demarcado pelo final da fertilidade feminina e começo da etapa do climatério.

Esta é a fase em que o público feminino tem uma pausa na produção de óvulos. Portanto, os ovários destacam a parada dessa funcionalidade no corpo da mulher. Por isso, o que as mulheres passam são três etapas, que têm o costume de ocorrer na faixa etária dos 50 anos:

  • a pré-menopausa;
  • a menopausa;
  • climatério.

Essa fase marca de forma geral a vida de uma mulher. Ela é a representação do final da faixa etária de reprodução, em que há ovários sem funcionamento, o organismo da mulher se modificando e alterações com muito significado para as questões hormonais.

O público feminino sente diferença no corpo, convivendo com fatores desconfortáveis, muito comuns nos sintomas da menopausa aos 50 anos e podem buscar um acompanhamento médico.

Dentre uma diversidade de modificações em que o público feminino está sujeito nessa etapa da vida, está a redução das taxas de hormônios. Alguns elementos que resultam em modificações de humor e uma inibição da libido, assim como a secura vaginal, são fatores que têm início na pré-menopausa.

Etapas do ciclo de reprodução feminina

Para a compreensão melhor sobre o comportamento do corpo feminino é importante prestar atenção em alguns fatores.

Todas as mulheres têm um ciclo que deve ser cuidado, a contar o entendimento de como são e como os corpos têm funcionamento, em que há um controle mais amplo e uma melhora da qualidade vital.

A mulher em etapa de fertilidade passa por várias fases, que são etapas do ciclo de reprodução feminina.

Menarca

Primeiro ciclo menstrual.

Pré-menopausa

Ocorre nos anos anteriores da menopausa e costuma durar de 3 a 7 anos.

Menopausa

Último ciclo menstrual.

Climatério

Fase que começa posteriormente a última menstruação.

Perimenopausa

É a duração que se destaca desde a pré-menopausa e o ano, primeiro, posterior à menopausa.

Se a mulher estiver em período da pré-menopausa, não é preciso o desespero. Há muitas modificações, e a necessidade é compreender o que está ocorrendo em seu corpo e como lidar com essas etapas.

Primeiro, é preciso pesquisar e entender a situação do seu corpo, os sintomas da menopausa aos 50 anos e sinais, e o que pode-se fazer para uma melhora desses fatores.

Sintomas: menopausa e climatério

Ao passo que o período da menopausa começa a se aproximar, os fluxos de menstruações começam a ter irregularidades, e podem ter níveis menores ou maiores do que normalmente.
A duração do sangramento tem o hábito de ser mais curto, porém, o quantitativo de sangue perdido pode ter uma elevação. É muito natural que a mulher passe 60 ou mais dias sem a menstruação, o que dificulta a compreensão antecipada do último fluxo menstrual.

Para uma definição da data da menopausa, e conseguir a afirmação de que a mulher realmente está em período de climatério, é necessário que esteja, no mínimo, um ano sem menstruações.

Fogachos

As tão conhecidas ondas calorosas da menopausa, também denominadas fogachos, são os sinais mais comuns e naturais do climatério. Eles começam, ao passo que a menopausa comece a se aproximar e permanecem pelos anos iniciais do climatério. Essas ondas calorosas têm o costume de perdurar por doze até 60 meses, porém, existem muitas mulheres que percebem o sintoma do calor até a faixa etária dos 70 anos.

Os fogachos, de forma geral, iniciam com uma repentina sensação calorosa no peito e na face, que, logo, generalizam-se. Essa sensação de quentura tem duração por dois a até quatro minutos, relacionada com frequência ao suor excessivo e, de forma ocasional, palpitações.

Nesse momento, as mulheres recorrem a métodos relacionados a como eliminar o calor da menopausa. Terapias e chás são bem vindos nessa etapa da vida feminina.

Diversas vezes, os fogachos são seguidos por tremores e calafrios, e, ainda, algumas crises de ansiedade. Os fogachos, de forma geral, acontecem diversas vezes ao dia, e são caracterizados pelas ocorrências noturnas.

Sinais urogenitais

A parte de tecido que promove a cobertura da vagina, denominada de epitélio vaginal, é extremamente sensível ao hormônio intitulado estrogênio. Posteriormente à menopausa, a falta de estrogênio suficiente acaba desencadeando um epitélio vaginal mais fino, e a consequência é uma atrofia vaginal – ou a denominada vaginite atrófica – que destaca os sinais de secura vaginal, pruridos e dores nas relações sexuais.

A deficiência de estrogênio também provoca uma redução do fluxo de sangue vaginal e da vulva. Esta redução promove uma diminuição da libido, inibindo também a lubrificação da vagina. A ausência de estrogênio também pode motivas a diminuição da elasticidade da parede da vagina, apresentando uma vagina menor e com estreitamente menor.

A uretra, que é o canal onde há a urina drenada da bexiga, também tem dificuldades com produções baixas do hormônio de estrogênio posteriormente a menopausa. A atrofia da uretra pode desencadear à incontinência da urina.

Infecções de urinas que ocorrem sempre também destacam um problema para diversas pessoas do sexo feminino em etapa de climatério. A insuficiência do estrogênio pode fazer com que o pH da vagina aumente e modifique a flora bacteriana, reduzindo as bactérias naturais da vagina que promovem a proteção da mulher em relação às infecções de urina.

Depressão e modificações relacionadas ao humor

No momento transitório da etapa de reprodução para a etapa do climatério, algumas pessoas do público feminino podem ter o desenvolvimento de modificações do humor, oscilando entre a tristeza, a irritação, e ainda a dificuldade em se concentrar, mostrando-se desinteressada por tarefas comuns. Modificações relacionadas ao sono são muito naturais, e podem fazer com que a mulher durma muito ou tenha dificuldade para o início ou mantimento do sono.

Problemas que duram vários períodos

O desassossego da diminuição de produção de hormônio posterior ao momento da menopausa também motiva aos sinais consequentes que duram por vários períodos.

Dentre as mais simples se destacam a elasticidade da pele que vai se perdendo, a elevação da probabilidade da osteoporose, dores nas articulações: pés, mãos, etc. e, ainda, a elevação da incidência de patologias cardíacas e vasculares.

Outras modificações comuns do organismo em virtude da menopausa, destacam-se a elasticidade dos seios que também vai se perdendo, a força e brilho dos fios capilares que reduzem, a diminuição da saúde dentária e gengivas, dor nas costas e em articulações específicas.

Como saber se a mulher já está em pré-menopausa?

A questão da faixa etária é um fator a ser levado em consideração, porém há muitas divergências em relação a isso.

Existem mulheres que começam a entrar nesse período já aos 30 anos de idade, ao passo que outras só começam a sentir essa etapa na faixa dos 60.

       

Entretanto, de um modo geral, o último ciclo de menstruação acontece entre os 45-55 anos de idade.

Atente-se a algumas das características que podem ter influência na faixa etária em que acontece a menopausa:

  • questões genéticas de hereditariedade;
  • pessoas fumantes — essas costumam passar pela etapa em vinte e quatro meses adiantados;
  • a falta de reprodução — o público feminino que não engravida pode iniciar o período da pré-menopausa também de forma antecipada;
  • patologias crônicas — aquelas que passam por tratamentos de câncer, por exemplo, podem destacar o período de menopausa de forma precoce.

Além disso, é preciso que as mulheres prestem atenção em alguns fatores da etapa, considerando os seguintes sinais:

Calor excessivo

Os calorões ou fogachos são os fatores mais mencionados pelo público feminino em época de menopausa. Essas ondas calorosas que acabam surgindo e atingindo mais de 80% desse público em menopausa, podem também apresentar a característica de sudorese noturna.

Todos esses fatores ocorrem em virtude dos níveis do hormônio denominado estrogênio que reduz, promovendo a alteração da sensação da temperatura no organismo das mulheres.

Esse sinal inicia na pré-menopausa e pode ter uma extensão até vinte e quatro meses posterior à ocorrência da menopausa.

Falta de sono

Em razão do fator desconfortável, é bem comumente ao público feminino em período de pré-menopausa a apresentação de distúrbios relacionados ao sono, como a insônia. Ainda que ela não apresente os fogachos repentinos, há a possibilidade de não conseguir dormir por várias vezes. Esse fator pode ter agravamento, caso a mulher tenha algum quadro desencadeador da depressão ou ansiedade.

Variação da menstruação

Logo que a mulher inicia o processo de pré-menopausa, os fluxos da menstruação começam a variação, sendo muito comum um espaçamento curto ou extenso desses ciclos.

Ainda, o quantitativo e fluxo intenso do sangue caracteriza-se pela sua diminuição. Esses ciclos começam a ficar bem desregulados até que não ocorram mais, dando lugar para a etapa de menstruação.

Mudança constante de humor

Em virtude dos graus de estrogênio que se modificam, a parte emocional feminina fica alterada, oscilando as questões relacionadas ao humor.

Essa variação repentina do humor é muito comum na pré-menopausa, destacando todos os sentimentos em mesmos momentos como a raiva, a euforia, tristezas, e sentimentos que precisam ser entendidos pela pessoa do sexo feminino que está passando por isso, e muito mais pelas pessoas que estão ao seu redor. O papel da família nesse momento da etapa feminina é imprescindível para que o momento seja menos doloroso e desconfortável.

Falta de lubrificação vaginal

Outro fator comumente do período da pré-menopausa é a vagina seca. Isso acontece em razão dos tecidos vaginais que têm dependência do hormônio estrogênio para que permaneçam intactos.

Ao reduzir este estrogênio no organismo feminino, há a possibilidade de desenvolvimento de atrofia da vagina. Os sinais que promovem a indicação do quadro são prurido, vagina seca e dispareunia – que seriam as dores no momento das relações sexuais –, o que, de fato, podem ter uma minimização com exercícios específicos da vagina.

Inibição da libido

Com diversas modificações hormonais das mulheres, não existe libido que consiga resistir! O público feminino destaca que o apetite sexual acaba sendo desfalcado na pré-menopausa, em virtude, por vezes, do próprio hormônio de estrogênio ou, ainda, pelo teor desconfortável da relação sexual relacionado à vagina seca.

Ao juntar isso com a ansiedade e as modificações de humor, muito comuns nesse momento, é isso que acontece. O público feminino não consegue sentir o prazer, e consequentemente, a libido fica em baixa no período da menopausa.

Baixa autoestima

Como há muitas modificações no organismo, com a inclusão de um possível aumento do peso e dos pelos da face, em conjunto com a queda dos fios capilares – e também questões relacionadas ao humor – há uma tendência de que a mulher, em questão, sofra com a baixa autoestima nesse período, podendo ser prejudicial até mesmo para os seus relacionamentos.

Um cuidado maior, todos os dias, em relação a si mesma, pode ser um forte aliado para que a mulher não crie falsas visões sobre a sua imagem e consiga harmonizar a relação própria com ela mesma.

É relevante que as mulheres procurem o auxílio especialista para esse momento, caso percebam que há a necessidade dessa ajuda. Assim, é possível encontrar formas muito boas e qualitativas para vivenciar essa etapa da vida feminina.

Ainda, em virtude de situações em que há a remoção de ovários em cirurgias, ou o útero – histerectomia, não ocorre a pré-menopausa.

Acompanhe alguns dos fatores relacionados a parte física, emocional e psicológica que surgem em período da pré-menopausa:

  • infecção de urina;
  • modificações na memória e dificuldades em se concentrar;
  • desencadeadores da depressão e questões ansiosas;
  • problemas e articulações doloridas;
  • secura da pele;
  • queda dos fios capilares;
  • unhas fracas;
  • fadiga;
  • peso elevado;
  • seios doloridos;
  • enxaquecas;
  • batimento cardíaco acelerado;
  • pelos na face;
  • inchaço no abdômen;
  • constipação;
  • tendência elevada ao desenvolvimento da osteoporose.

São diversos os sinais da pré-menopausa. O que se torna relevante nesse momento da vida feminina é a busca por se autoconhecer e entender de forma exata o funcionamento do organismo. Ainda, é importante conversar com os familiares, parceiro ou parceira, praticar atividades físicas, ter uma boa alimentação e procurar realizar atividades saudáveis sempre. Na medida em que a mulher enfrente todas essas etapas, é também imprescindível que ela se ame muito, sempre!

Tratamentos para os sintomas da menopausa aos 50 anos

Ainda que o termo “tratamento” seja mencionado de forma muito ocasional, não seria o léxico mais correto. Até porque, a menopausa não é uma doença e, sim, uma etapa da vida das mulheres.

Entretanto, esse procedimento de muita naturalidade do organismo das mulheres produz muitos incômodos e podem ser diminuídos com recomendação médica.
Acompanhe algumas das dicas e possíveis formas de amenizar os desconfortos da etapa:

Reposição de hormônios

O tratamento a partir dos sinais da pré-menopausa, correspondem a repor o hormônio em escassez que é o estrogênio. É relevante que, anteriormente ao início dessa terapia, sejam providenciados exames para a verificação dos graus dos hormônios e uma avaliação clínica.

A partir disso, é possível evitar muitos outros sinais, inclusive os fogachos, modificações de humor, as articulações doloridas, e afins.

Medicamentos antidepressivos

Determinados medicamentos para a depressão podem ter atuação conjunta ao cérebro, sendo um estímulo para produzir a serotonina, o que promove o auxílio em controlar os calores da menopausa e aprimora a qualidade da vida feminina, em relação aos aspectos de emocional ansioso e depressivo.

Prevenção e cuidados com a osteoporose

Em razão da mulher ter o desenvolvimento da osteoporose na pré-menopausa e ao climatério, é relevante que haja um cuidado maior. Dentre as indicações de tratamentos para tal, estão o fator de repor o cálcio e incluir a vitamina D e bifosfonatos.

Alimentação adequada e atividades físicas

Uma alimentação com equilíbrio, a partir de alimentos que auxiliem o corpo a repor hormônios, aumenta as oportunidades de o público feminino, em questão, sofrer menos com os sinais e sintomas da menopausa aos 50 anos. Em seguida, estão os exercícios físicos ao longo desse processo, que auxiliam de forma exponencial o fator qualitativo de vida.

Pompoarismo

Uma técnica simples e muito auxiliadora para a pré-menopausa é o pompoarismo que combate vários sinais físicos da etapa, como a vagina seca, infecções de urina e a constipação. Além disso, essa técnica auxilia de forma eficaz na autoestima da mulher e aumenta a libido, o que contribui muito para a diminuição da ansiedade e uma melhora nas relações.

Nesse procedimento, todo o público feminino pode ganhar em autoconhecer e conscientizar-se sobre a corpo, compreendendo o seu funcionamento.  Conversando sobre sexualidade no envelhecimento, é possível encarar a etapa, em questão, de forma mais tranquila.

De forma especial, em razão dos baixos graus de estrogênio, que acometem o tecido da vagina, o pompoarismo atua como um reforço de todo o assoalho da pelve e também facilitando a irrigação vaginal, o que promove a contribuição para uma lubrificação aprimorada, a fim de evitar as possíveis dores em momento do sexo, favorecendo o alcance do orgasmo.

As movimentações do pompoarismo também agem como um auxílio para o bom funcionamento intestinal e do trato da urina, proporcionando benefícios em combate a inchaços abominais. Com a ação do intestino em dia, também é facilitado o aumento do peso e outras questões relacionadas.

O público feminino que pratica as movimentações do pompoarismo na pré-menopausa aderem a um autoconhecimento corporal, com exercícios respiratórios, controle de movimentos da vagina, reforço do músculo e irrigação vaginal, estímulo da lubrificação, evitando as dores em relações sexuais, aumentando a libido e diversos outros fatores benéficos.

Tudo isso promove uma melhora do humor e compete a um trabalho que favorece a autoestima.

A pré-menopausa deve ser encarado com um momento de respeito ao próprio organismo, pelo qual o público feminino destaca maturidade suficiente para a busca do autoconhecimento.

O pompoarismo é uma das melhores ferramentas para uma qualidade de vida excelente, evitando os possíveis desconfortos e atingindo níveis incríveis da sexualidade.

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