Sintomas de câncer de mama. Fotos, idade, etc.

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É no mês de outubro que há uma atenção maior sobre o assunto que envolvem os sintomas de câncer de mama. O mês em questão aborda uma campanha de prevenção e combate ao câncer de mamas – Outubro Rosa – que é uma maneira de alertar o público feminino dos problemas relacionados a câncer.

Entretanto, é necessário ressaltar a relevância de compreender sobre os tipos do câncer de mama, não somente em um mês específico durante o ano, mas em todos. Os sintomas de câncer de mama são uma realidade que acomete muita gente, pelo simples motivo de não conhecer as informações necessárias para preveni-lo.

O que é o câncer de mama

Para uma melhor compreensão do tema, é importante saber o que de fato é o câncer. Com isso, partimos da premissa de que o organismo humano é constituído por vários tecidos que, de forma consequente, têm a composição por vários elementos celulares. Os sintomas de câncer de mama têm características por seu amadurecimento célere e sem ordenação de vários outros elementos das células, sem distinção de partes corporais, provocando tumores.

Ao passo que não possua diagnóstico e tratamento precoce, o tumor destaca a tendência de aumentar de maneira totalmente agressiva, sendo caracterizado por seu caráter de malignidade.

A partir desse parecer, é possível então dizer que os sintomas de câncer de mama, de mesmo modo que sua nomenclatura, prejudica os elementos celulares das mamas, glândulas compostas por estruturas de:

  • Ductos – canais pequenos que se conectam lóbulos até os mamilos;
  • Produção de leite – lóbulos;
  • Gordura;
  • Tecido conjuntivo – que faz a ligação, nutrição e proteção, bem como a sustentação a outros tecidos;
  • Vasos linfáticos;
  • Vasos de sangue.

De modo geral, essa categoria cancerígena inicia na região dos lóbulos ou ductos. Entretanto, é possível ter início também em outras regiões estruturais mamárias, como os tecidos denominados estromais, tecidos que fazem a inclusão de gorduras e do tecido conjuntivo de glândulas.

De acordo com o INCA – Instituto Nacional de Câncer –, o câncer mamário é a categoria de câncer que tem o maior acometimento entre o público feminino e caracteriza 25% de situações novas da patologia no país. Contudo, a patologia pode ter acometimento ao público masculino, de uma maneira rara, mas que acontece. Somente 1% desse público disponibiliza o tumor.

Estatísticas do INCA promovem a afirmação de que, em 2013, o câncer de mama desencadeou a morte de 14.388 portadores da doença. Deles, 181 faziam parte do público masculino e 14.206, do público feminino. Ainda, de acordo com o Instituto, em 2016, houve uma média de 58mil novos acometimentos da patologia.

Sintomas do câncer de mama

Não há uma razão única para a patologia do câncer das mamas. O fato desencadeante, de fato, é o conflito de diversos fatores que podem gerar o começo da patologia.

Um aspecto determinante do risco é o que prejudica a chance de contrair a patologia cancerígena. Diversos tipos dos sintomas de câncer de mamas são caracterizados por vários fatores determinantes do risco. Determinados hábitos como o tabagismo, por exemplo, possibilitam ter controle. Entretanto, outros como histórico da família e potenciais de faixa etária, não.

Ainda que tais fatores possibilitem influências para desenvolver os sintomas de câncer de mama, grande parte deles não provocam de forma direta a patologia. Alguns indivíduos com diversos fatores de riscos jamais terão o desenvolvimento de um câncer, ao passo que outras pessoas, que não apresentam fatores algum podem ter.

Por isso, disponibilizar de fator de risco específico ou diversos, não quer dizer que você terá a patologia. Diversos indivíduos que são enfermos possibilitam não estarem sujeitos a nenhum fator de risco muito comum.

Caso o indivíduo com a patologia de mama apresente fatores de riscos, diversas vezes é muito complicado conhecer a potência desse fato para a contribuição de que a patologia se desenvolva.

De acordo com as tipologias dos sintomas de câncer de mama, determinadas situações não disponibilizam nem ao menos os nódulos anormais que são a maior característica da patologia de mama. Entretanto, de todo o modo, há a recomendação de que o público feminino tenha o conhecimento das mamas e seu aspecto, visto que, ao passo que existam alterações, o especialista deve ser consultado.

Os sintomas mais comuns que cometem as mamas a partir da patologia são:

  • Nódulo único em formato duro;
  • Alterações da pele em uma região da mama;
  • Pele com inchaço e tom avermelhado;
  • Mamilo invertido;
  • Sensações de nódulo ou massa em uma mama;
  • Sensações de nódulo elevado na região axilar;
  • Retração ou espessamento do mamilo ou da pele;
  • Secreções purulentas ou sanguinolentas na região dos mamilos;
  • inchaços do braço;
  • dores no mamilo ou na mama.

Tipos de câncer de mama

A patologia de mama apresenta 5 estágios, que têm variação de 0 a 4 e constituem subdivisões específicas. São elas:

Estágio 0

Os elementos celulares cancerosos ficam dispostos no interior do ducto mamário, sem invadir o tecido que existe ao seu redor.

Estágio 1A

O tumor contém dimensão de até 2cm e ainda não se disseminou para a parte exterior da mama. Além desse fato, não existem gânglios linfáticos relacionados.

Estágio 1B

O estágio em questão pode acontece de duas formas:

1 – em vez de possuir um tumor mamário, existem diversos grupos pequenos de elementos celulares de câncer, medindo entre 0,2mm a 2mm na região dos gânglios linfáticos.

2 – existe um tumor na região da mama, porém não é maior que 2cm. Ainda, existem vários grupos de elementos celulares do câncer situados em nódulos linfáticos.

Estágio 2A

Este estágio denominado 2A é caracterizado pela possível apresentação de 3 formas diferenciadas:

1 – não existe tumor, porém há elementos celulares cancerosos encontrados nos gânglios linfáticos que se apresentam na região axilar.

2 – o tumor possibilita ter dimensão de até 2cm e se dissemina aos linfonodos das axilas.

3 – o tumor disponibiliza de um tamanho maior que 2cm, porém não maior que 5cm, e não se disseminou para os gânglios linfáticos axilares.

Estágio 2B

A partir desse estágio, é possível que o tumor se apresente de 2 maneiras:

1 – disponibiliza uma dimensão maior que 2cm, porém não maior que 5cm e se disseminou para os gânglios linfáticos das axilas.

2 – o tumor tem dimensão maior que 5cm, porém não se disseminou para a região dos gânglios linfáticos das axilas.

Estágio 3A

De novo, o estágio em questão pode ser apresentado de duas formas:

1 – e não existe tumor. A patologia é encontrada em nódulos linfáticos axilares que estão próximos a ela e outros elementos estruturais, ou, ainda, que permaneçam próximos ao esterno.

2 – é possível que o tumor tenha quaisquer tamanhos e ele já está disseminado na região dos gânglios linfáticos axilares que estão próximos a eles ou a outros elementos estruturais, ou do esterno.

Estágio 3B

Com o estágio 3B, a patologia é possível de apresentar quaisquer tamanhos, já se disseminando pelas paredes dos seios ou para as peles das mamas. Ainda, é possível que tenha se disseminado também para a região dos linfonodos das axilas ou que tenha furado outros elementos estruturais. Ainda, a patologia pode ter a sua disseminação para os gânglios linfáticos que permanecem próximos ao esterno.

       

Estágio 3C

A partir deste estágio, é possível que não existam sinais de tumor nas mamas ou que o tumor tenha se disseminado para as paredes peitorais e/ou na pele que faz o revestimento da mama. Além disso, a patologia pode ter se disseminado também para a região dos gânglios linfáticos da parte posterior ou inferior da clavícula.

Ainda, a patologia do câncer possibilita a disseminação para a região dos linfonodos das axilas ou para os elementos gânglios linfáticos que estão perto do esterno.

Estágio 4

A patologia se disseminou para outras regiões do corpo – acometimento denominado de metástase.

Tratamentos para câncer de mama

As mamografias são as únicas formas capazes de fazer o diagnóstico dos sintomas de câncer de mama em etapa inicial, em virtude de que os nódulos menores de 1cm ainda não são possíveis de terem o apalpamento, quebrando o tabu de autoexames.

Em razão disso, a recomendação é que o público feminino que tenha mais que 40 anos façam consultas regulares com mastologistas – que são os médicos de afecções e funcionamento mamário realizando, pelo menos, um exame de mamografia todos os anos.

Um informativo relevante e pouco divulgado é que:

Por meio da Lei Federal de nº 11.664/2008, o público feminino a contar a faixa etária dos 40 anos possui o direito de realização da mamografia todo o ano pelo SUS.

O tratamento da patologia mamária teve muita evolução nas últimas décadas. Não há muitos anos, ao passo que aparecia o tumor, que a mama tinha a remoção completa, com a inclusão do músculo que permanece embaixo da mesma e todos os elementos gânglios da área das axilas.

Hoje, os procedimentos cirúrgicos habituam-se a ter menor teor invasivo. Frequentemente, há a necessidade somente de retirar elementos pequenos das mamas e de determinados gânglios que ficam embaixo da região do braço. Para grande parte das situações, mutilar a mulher é algo totalmente obsoleto.

Para a opção da melhor forma de tratamento, consideram-se vários fatores como características de tumor, portador da doença e quantitativo de linfonodos das axilas com comprometimento.

Em ato de diagnóstico, é possível identificar portadores de risco com maior elevação de apresentação de focos microscópicos de elementos celulares de tumores em determinados outros órgãos. Nessas situações, há a indicação de tratar de forma denominada adjuvante, que disponibiliza o intuito de redução do risco da recidiva, que se caracterizam por quimioterapia, hormonioterapia, terapia-alvo e radioterapia.

A opção da maneira como tratar de forma adjuvante terá que depender, de forma principal, do tamanho do risco da recidiva. Isso, portanto, tem dependência do estágio da situação clínica da patologia – grupo de situações que se assemelham separadamente em instâncias que se relacionam com o teor de gravidade da patologia – dos elementos característicos do tumor descritos na anatomia da doença, faixa etária e condições clínicas do portador.

Ao passo que seja maior o risco da recidiva da patologia, maior agressividade deve ter a maneira de tratar com denominação adjuvante, de forma a empregar esquemas de quimioterapia com maior intensidade e eficácia.

Não há a possibilidade de fazer discussões relacionadas aos métodos ideais para cada cenário, em virtude de que, caso haja a combinação de todos os possíveis procedimentos cirúrgicos, quimioterapias, radioterapias e afins, serão mais de 400 formas de tratar a patologia. Em razão disso, é importante fazer a relação de condutas gerais, conforme o estadiamento de forma clínica.

I e II

Cirurgia

Em tumores de menores dimensões, o especialista de modo geral faz a remoção de fragmento da mama que constitui a lesão – denominada de quadrante. De mesmo modo, faz a realização da pesquisa do elemento linfonodo sentinela – que geralmente um, porém pode surgir mais – em que os elementos celulares malignos disponibilizam maior possibilidade de alojamento, em situação de “fuga” do tumor de teor primário.

Em tumores que são caracterizados como grandes – entre 2 a 5cm – podem disponibilizar da necessidade de mastectomias. Porém, posteriormente a discussões com o especialista cirurgião, oncologistas clínicos são aptos a promover a administração de quimioterapias pré-operatórias com o intuito de fazer a redução das medidas de lesão.

Caso haja possíveis grandes reduções ou ainda o desaparecimento do tecido lesionado, em determinadas situações há a possibilidade de preservação da mama, eliminando apenas o quadrante em que existe o tumor.

Não existe uma norma geral para esses pareceres. Decisões a respeito deles devem ser tomadas de situação a situação.

Hormonioterapia adjuvante e quimioterapia

Posteriormente ao procedimento cirúrgico, o especialista fará a verificação de existência ou não da recomendação de quimioterapia ou de hormonioterapia adjuvante, objetivando a redução dos riscos de que a patologia recidive.

Existem situações em que há a recomendação de quimioterapias adjuvante – pós-operatórias – tem caráter controverso, sendo que as opiniões médicas divergem.

Dessa forma, é importante sempre procurar segundas opiniões. Hoje, exames genéticos procedidos no próprio tumor que obteve a remoção possibilita o auxílio, em determinadas situações, a especificar o tratamento que melhor se adequa ao caso, de forma específica, em situação da quimioterapia ser ou não precisa.

A hormonioterapia adjuvante tem recomendação em todas as situações em que o tumor tenha receptores de hormônios positivos. Ao passo que tenha a prescrição, ela deve ter início posteriormente a quimioterapia.

O anticorpo trastuzumabe adjuvante

Em portadores do tumor que tem a expressão do elemento proteico HER-2 de maneira intensa, há a indicação de utilização de anticorpo denominado de trastuzumabe, que combina com quimioterapia adjuvante, visto que promove a elevação da taxa de cura que se relaciona a utilidade da quimioterapia em isolação.

Radioterapia adjuvante

Todos os portadores, com exceção de casos raros, que apresentaram a remoção por procedimento cirúrgica de apenas um quadrante mamário, precisam de radioterapia adjuvante para a destruição de possíveis focos microscópicos com malignidade persistente.

Nos portadores que tiveram a submissão a mastectomias, o procedimento de radioterapia adjuvante tem indicação em situações em que o tumor é caracterizado por um tamanho grande – maior que 5cm – ou ao passo que tenha mais de 3 linfonodos com metástases, de forma principal as mais jovens.

III

A partir de tumores de mama que disponibilizam um avanço num local específico, os portadores de forma geral têm a submissão ao procedimento de mastectomia radical alterada, que se trata de remover a mama inteira e os linfonodos das axilas.

É bem comum que ocorra a indicação de quimioterapia anteriormente ao procedimento cirúrgico, a depender da resposta e dos teores característicos do tumor, havendo a possibilidade de consideração de preservar a mama, porém em situações bem selecionadas.

O que de fato acontece muito é que a mastectomia que tem seguimento de quimioterapia adjuvante e, também, do procedimento de radioterapia adjuvante. Posteriormente a quimioterapia, caso o tumor tenha receptores de hormônios positivos, o portador da doença deve disponibilizar o recebimento da hormonioterapia adjuvante, como em situações de estágios I e II.

IV

A opção de fazer o tratamento dos portadores que estão apresentando a patologia da mama, em composição de metástases em órgãos que se distanciam a depender da quantidade em que o tumor está disseminado, de seu teor característico da anatomia cancerígena e da faixa etária do portador.

Como norma geral, caso as metástases da patologia cancerígena da mama causem sinais de interferências significativas em relação a qualidade da vida, começa o tratamento quimioterápico, sendo possível que esta apresente melhores resultados, de forma mais rápida.

Em portadores que disponibilizam tumores de característica de hiperexpressão do HER-2, precisam utilizar medicações que tenham anticorpos que façam a combinação da quimioterapia para o aumento de terapia eficaz.

Ao passo que o tumor tenha receptores de hormônios positivos e as metástases causam pouco ou nenhum sinal, a hormonioterapia trata-se de um tratamento a ser escolhido. As respostas alcançadas são, de fato, muito mais lentas, porém têm o costume de possuir maior duração de eficiência.

Na patologia espalhada, o procedimento de radioterapia é somente utilizado em situação de envolvimento dos ossos com as dores que são difíceis de serem controladas, das metástases do cérebro e em diversos outros casos de maior raridade.

A prevenção é sempre a melhor maneira de controlar a qualidade de vida. Neste caso, por se tratar de uma patologia que não se pode medir exatamente esforços para que ela não acometa o organismo, o melhor mesmo é que se faça os exames rotineiros de saúde, a fim de diagnosticar precocemente quaisquer possíveis sintomas de câncer de mama.

Em caso de sinais ou caroços na região das mamas, dores ou quaisquer anormalidades que possam identificar sintomas de câncer de mama, procure o seu médico imediatamente.

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