Sabendo um pouco sobre técnicas para estimulação cognitiva: a famosa ginástica cerebral

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Como funcionam estas técnicas?
São utilizadas diversas atividades capazes de estimular a mente quanto aos seus fatores cognitivos, ou seja: percepção, ação, linguagem, emoção e… a memória!

Porque é importante estimular a mente?
Nossa memória faz parte de nossa mente e é formada por um processo de: aprendizagem, formação, conservação e recordação. Para isso tudo acontecer precisamos utilizar sempre os nossos neurônios – sem atividade neuronal não há como formarmos memória. E para manter neurônios vivos precisamos ativá-los, caso contrário eles desaparecem!

Qual a vantagem em estimular neurônios formadores de memórias?
É simples: com os neurônios ativos fica mais fácil aprendermos algo novo, guardar dados importantes e fatos interessantes que constituem nossa história além de podermos realizar atividades simples ou complexas em nosso dia-a-dia. Isso também significa maior independência na realização destas atividades.

O que é importante saber para estimular os neurônios?
Os neurônios constituem nosso cérebro, o qual é o centro gerador de informações e comandos que movimentam nosso corpo, desencadeiam nosso processo de raciocínio e pensamento. É importante saber que para cada comportamento nosso (seja motor, seja mental) um certo conjunto de neurônios situado em áreas específicas no cérebro é ativado. E cada conjunto desse é ativado de forma diferente. Portanto é necessário utilizarmos tipos variados de atividade para colocá-los para funcionar! Mas cuidado: o excesso de atividade mental causa fadiga cerebral e pode ter como conseqüências: dores de cabeça, ansiedade, tensão muscular, nervosismo e esquecimentos freqüentes além de outros. Justamente os efeitos contrários aos que buscamos para uma vida mental saudável.

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Há idade específica para surgir os famosos “brancos” ou dificuldades com a memória?
Os famosos “brancos” geralmente surgem em pessoas estressadas devido sobrecarga de inúmeras tarefas diárias ou sobrecarga emocional, como por exemplo estudantes em véspera de prova e executivos. A falta de estímulos também afeta a memória. É o que acontece geralmente com as pessoas que se aposentam deixando de realizar inúmeras tarefas, reduzindo bruscamente sua atividade mental. Isso pode fazer com que sua mente trabalhe mais vagarosamente tendo dificuldades para guardar informações novas. Costuma-se atribuir “perda de memória” ao envelhecimento, o que necessariamente não acontece. Podemos envelhecer preservando ao máximo nossa memória mantendo os neurônios ativos. Em casos específicos, pessoas com determinados problemas neurológicos também têm lapsos freqüentes de memória.

Como utilizar as técnicas aprendidas durante as aulas no nosso dia-a-dia?
Primeiro é importante conscientizar que NÃO EXISTE SUPER CÉREBRO nem mesmo o de Einstein! Ou seja: não subjugue suas capacidades mentais quando esquecer algo. Talvez você se esqueceu porque não foi importante guardar no momento ou por ter vivenciado um momento de forte emoção. Quantas coisas difíceis você já deve ter se lembrado pela vida!

Segundo: pense em situações cotidianas as quais necessitam de suas capacidades mentais (ex: Reconhecer pessoas e lugares? Realizar várias tarefas ao mesmo tempo? Lembrar das datas de pagar as contas? Organizar a casa?). Frequente um bom grupo de ginástica cerebral e sempre quando for para as aulas procure prestar bastante atenção no propósito das atividades e se pergunte: “para que elas me servem?”. Eleja as técnicas que considerar melhores e procure aplicá-las no dia-a-dia, em situações variadas.

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