Remédio para parar de beber definitivamente: Gotas e Pó

A procura por remédio para parar de beber, seja pelo objetivo de compra ou para certificar-se quanto a eficácia dessas medicações, vem crescendo nos últimos anos.

0 82

A procura por remédio para parar de beber, seja pelo objetivo de compra ou para certificar-se quanto a eficácia dessas medicações, vem crescendo nos últimos anos.

Muito devido aos produtos do gênero que pipocam nas farmácias e nas telinhas em forma de merchans, ou banners publicitários, e pelas reportagens veiculadas na imprensa sobre os benefícios dos fármacos.

E se há volumoso interesse sobre remédio para parar de beber é porque há uma grande parcela do público que sofre, direta ou indiretamente, com os males provocados pela dependência química derivada do álcool, sinalizando um problema social de amplo alcance configurando uma triste realidade enfrentada em nosso país.

Os números corroboram essa percepção: segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2014, o Brasil tem 4 milhões de alcoólatras. E o cenário não melhorou em atualização posterior publicada em 2016.

Constatou-se que o Brasil bate a média mundial de consumo de bebidas alcoólicas, 6,2 litros, atingindo a marca de 8,7 litros por pessoa. A pesquisa considerou o público a partir de 15 anos de idade. Público jovem que, aliás, foi percebido como um dos que mais consome alta dosagem no planeta.

Além desse cenário de momento preocupante, outro dado que aponta que remédio para parar de beber será cada vez mais requisitado diz respeito ao futuro. No mesmo relatório, estima-se que a média brasileira de litros de álcool por pessoa deve chegar a 9,6 litros em 2020 e 10,1 litros em 2025, se nada for feito para alterar o hábito de consumo do brasileiro.

E por que deve aumentar?

Fazendo um exercício especulativo com base nos dados de presente e pelo comportamento histórico, esse quando tende a piorar pelos seguintes fatores:

  1. O álcool é uma droga psicotrópica que promove mudanças fisiológicas condicionando o usuário a dependência, vício, de maior ou menor proporção a depender de fatores ambientais e culturais, fazendo necessário o uso de remédio para parar de beber em conjunto com outras medidas de tratamento;
  2. Apesar dessa característica viciante que, em seu estado avançado, pode ocasionar mudanças bruscas de humor e déficits de natureza neurológica, temporária ou permanente, entre outros tantos problemas orgânicos, não é tida como uma droga ilegal, mas de uso social;
  3. Seu consumo, ao longo de séculos, tornou-se hábito cultural extremamente arraigado na população. A simples proibição ou medidas mais restritivas tem potencial de gerar repercussões sociais, políticas e econômicas desastrosas, ao considerar que grandes conglomerados empresariais se sustentam pelo fornecimento de tais bebidas, além de gerarem milhares de empregos;
  4. A falta de uma política educacional pública mais efetiva quanto aos transtornos que o consumo exagerado do álcool pode provocar no indivíduo, e em todo o coletivo que o cerca, de modo a conseguir combater hábitos nocivos transmitidos por gerações (e tudo indica que nos próximos anos essa tarefa será cada vez mais desprestigiada pelo poder público, ao se avaliar a crise financeira que o país atravessa e o congelamento de gastos aprovado há não muito no congresso).
Remédio para parar de beber

Tendo em vista esses fatores, é notória a impossibilidade de mudanças drásticas a curto ou médio prazo, o que por si só é motivo para se lamentar, pois toda uma cultura que alimenta e sustenta o vício continuará em voga nas gerações ascendentes, prolongando ainda mais a resolução desse grave problema social que destrói indivíduos e famílias, que precisarão recorrer a soluções como remédio para parar de beber em vez de investirem em projetos de retorno mais imediato a sociedade.

Mas não é suficiente para explicar o agravamento projetado sobre a média de consumo de álcool no Brasil nos próximos anos.

É preciso uma análise que compreenda o panorama atual para projetar o futuro, mas que leve em consideração componentes históricos para fornecer indícios suficientes que demonstrem que remédio para parar de beber será cada vez mais necessário – e a sua procura por mais informações a respeito é interesse que se revelará de grande valor.

Logo após, discorremos a respeito sobre remédio para parar de beber, tanto de sua fórmula em gota como em pó.

O álcool na sociedade

Desde os primórdios da civilização o álcool é usado como instrumento para promover a interação social dos integrantes que compõem a sociedade, seja para celebrar o fato de se terminar mais um dia de trabalho e contar com a oportunidade de confraternização com os mais achegados, seja para ocasionar investidas amorosas de solitários ou para possibilitar a viabilização de transações comerciais.

No entanto, o consumo de bebidas alcoólicas também sempre foi atrelada a finalidade de aliviar as tensões que cercam o cotidiano dos indivíduos, como os desafios advindos do trabalho, as incertezas sobre a garantia dos provimentos básicos no futuro próximo, os problemas familiares típicos, angústias relacionadas ao campo afetivo e a projetos pessoais que denotam grandes aspirações.

Hábito onde se origina o vício em razão das qualidades entorpecentes quase que imediatas proporcionadas pela substância etílica.

E conforme o desenvolvimento da civilização, com seus notáveis avanços em proporção a complexidade dos novos desafios, com o emprego de ritmo mais acelerado, com a caoticidade que lhe passou a ser típica, essas tensões só se multiplicaram e aumentaram de intensidade, fazendo com que o consumo de toda qualidade de drogas passassem a ser vistas como recursos necessários, senão indispensáveis, para suportar as atribulações da vida moderna (impressão que pode ser atestada em Ulisses, por exemplo).

Concepção que obviamente só tende a provocar agravamentos dos casos de pessoas mais vulneráveis aos efeitos do álcool, as que detêm visão distorcida sobre essa necessidade ou que definitivamente não sabem lidar com as adversidades calamitosas que as vitimizam, o que fornece mais uma explicação sobre o momento que vivemos onde a procura por remédio para parar de beber cresce sem intervalo.

Apreciando essa análise de cunho historicista e mantendo em vista as circunstâncias citadas que impedem mudanças abruptas de comportamento, ao focarmos no presente, onde o país passa por onda de desemprego galopante por motivo de desempenho econômico pífio, sem perspectiva de melhora em curto prazo, congelamento de gastos, que inevitavelmente redundará em precarização de serviços e infraestrutura, e retorno de moléstias há muito esquecidas, parece claro que as tensões que abalam toda sorte de gente ganharão mais potência em futuro próximo, estimulando que as pessoas busquem com mais frequência alívio nas válvulas de escapes mais corriqueiras e acessíveis, conforme preza a tradição apontada.

Remédio para parar de beber

O custo Brasil

Com a escalada da procura de remédio para parar de beber alimenta-se a esperança, uma vez que seu modo de uso seja absorvido pela população corretamente e seus efeitos promovam apoio decisivo no processo de tratamento, que o gasto anual investido em pacientes que sofrem dos males provocados pelo excesso de álcool ingerido de forma contumaz diminua.

Em levantamento publicado pelo Ministério da Saúde em 2016, por meio de estudo que avaliou 8 casos de enfermidades diretamente ligadas ao vício de bebidas alcoólicas, verificou-se que o Brasil gasta 8,2 milhões de dólares por ano nos cuidados de pacientes alcoólatras.

Como expresso, esse estudo mensura apenas um pequeno universo desse problema intricado (o número de doenças que o alcoolismo pode ocasionar ou agravar pode chegar a 200), não inclui o custeio dos acidentes provocados por motoristas ébrios e os valores despendidos para o tratamento de dependentes químicos, pois a soma, nesse caso, provavelmente, duplicaria, triplicaria.

Destruidor de lares

Além da economia, o consumo adequado de remédio para parar de beber pode salvar muitos casamentos e ambientes familiares.

Um estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), divulgada em 2017, envolvendo 7.939 domicílios em 108 cidades brasileiras, apontou que houve 35% de ocorrências de violência doméstica, sendo que em 17% desses casos o álcool apareceu como um dos principais componentes responsáveis pelo evento desditoso.

Para os melindrados com a ascensão das pautas feministas, mais um número a se esquivar: 90% dos agressores foram homens.

Mesmo que o álcool não provoque situações de selvageria, ainda pode gerar estragos que influenciam pedidos de divórcio.

Outro estudo, dessa vez de autoria da Universidade de Buffalo, EUA, tornado público em 2013, que acompanhou 634 casais por 9 anos, verificou que metade dos casais em que um dos parceiros era abstêmio e o outro empedernido beberrão acabaram se separando.

E os casais que ambos os parceiros mantinham o costume de virarem o barril, o índice de separação foi de 30%.

 Consequência do álcool (em excesso) no corpo

Para falarmos sobre remédio para parar de beber, diante desse panorama todo apresentado, vale uma pequena amostragem sobre os efeitos nocivos que o consumo de álcool diário, e em doses excessivas, podem provocar no nosso corpo e os tipos de doenças que pode vir a promover ou alavancar:

  • Arritmia;
  • Azia;
  • Câncer de esôfago;
  • Câncer de fígado;
  • Câncer de laringe;
  • Câncer de mama;
  • Câncer de orofaringe;
  • Cirrose;
  • Colesterol;
  • Coma alcoólico;
  • Depressão;
  • Diarreia;
  • Dificuldade para respirar;
  • Dor de cabeça;
  • Falhas de memória;
  • Gastrite;
  • Hipertensão;
  • Pancreatite crônica;
  • Úlcera;
  • Visão e audição alteradas;
  • Vômitos;
  • Perda de julgamento da realidade;
  • Perda de reflexos.

Nos casos de dependentes químicos gestantes, o vício pode ocasionar a síndrome fetal alcoólica, doença que ocasiona alterações genéticas que propiciam deformações físicas e diminuição da capacidade intelectual.

Remédio para parar de beber

Remédio para parar de beber definitivamente

Para evitar todos esses problemas relacionados a saúde, impedir o desmantelamento da harmonia familiar que sempre culmina em traumas com desdobramentos para as gerações seguintes, pois no caso dos filhos o desarranjo familiar tende a ser desastroso para a formação dos infantos, e colaborar com o coletivo evitando gastos adicionais que poderiam ser investidos em áreas tão urgentes quanto, o primeiro passo é reconhecer a condição dependente, ou convencer o familiar, amigo etc, da condição dependente e procurar ajuda, apoio médico.

Mas remédio para parar de beber não é autossuficiente, ou seja, capaz de resolver o problema sem necessitar de apoio médico?

Remédio para parar de beber definitivamente vem demonstrando ótimos resultados, sim, revelando ser um importante instrumento no tratamento de alcoolismo, pois ajuda a superar um dos períodos mais complicados para quem procura se livrar desse mal: o período de abstinência.

No entanto, a comunidade médica considera tal medicação como um complemento ao tratamento supervisionado, que inclui assistência psicológica e participação de grupos de apoio.

O consumo de remédio para parar de beber por si só pode não ser tão eficaz sem o suporte dos profissionais da área da saúde ou ter o período para resultados concretos estendido.

Esse medicamento inibe consideravelmente os efeitos reativos do organismo viciado na substância etílica, mas não os eliminam de todo, ainda se necessita da força de vontade de quem se submete ao tratamento. Por isso, a presença em grupos de apoio é importante para fornecer a motivação necessária para impedir recaídas.

Acresce que toda a automedicação sem a consulta ao médico é um risco a saúde, pois uma dosagem extra, mistura de medicamentos ou alergia a determinados componentes da fórmula podem acarretar em consequências gravíssimas.

A seguir listaremos os principais remédios para parar de beber, a forma de preparo/consumo, os efeitos colaterais, as contraindicações e outros cuidados necessários antes e depois da ingestão do medicamento.

Existem duas categorias de remédio para parar de beber: em gotas e pó.

Comecemos pela primeira.

Remédio em gotas para parar de beber

Como o título já deixa evidente trata-se de um remédio para parar de beber por via oral em forma de gotas a ser misturada em outra substância, que pode ser líquida ou sólida, em dosagem específica diariamente em intervalos também especificados.

Sua principal contribuição ao tratamento de alcoolismo, e aqui fala-se do medicamento de forma geral, em pó ou em gotas, é diminuir a vontade de beber e provocar reações adversas bem incômodas aos que tiverem uma recaída e retornar ao alcoolismo após o início da ingestão do remédio.

Esses efeitos adversos desagradáveis acabam se tornando mais um instrumento persuasório para impedir o consumo de álcool, pois além da reprovação social típica a esse tipo de hábito, e que fique claro a total ciência de que se trata de um problema de saúde, as tensões provocadas no âmbito familiar, as dificuldades extras proporcionadas no trabalho ou em uma recolocação no mercado de trabalho e todos os problemas de saúde provenientes do vício, as referidas sensações excruciantes serão também associadas ao ato de beber, formando uma gama de argumentos e experiências de difícil ruptura, esquecimento.

O período para ingerir diariamente o remédio para parar de beber pode variar de pessoa para pessoa, depende do estágio de alcoolismo que se encontra.

       

Um dos remédios em gota para parar de beber mais conhecidos é o:

Antiálcool

Esse remédio para parar de beber é produzido a base da planta Spiritus Glandinum Quercus.

Recomenda-se a adição de 20 a 30 gotas do medicamento em alguma substância de preferência, como em um suco ou comida, no entanto, sempre lembrando, cabe ao médico, estando a par da condição do consumidor, definir a quantidade que julgar ideal, essa quantidade é para os casos mais corriqueiros.

Como descrito acima, todo remédio para parar de beber tem como característica provocar reações severas em quem insistir no consumo de álcool mesmo após iniciado o tratamento. E com o Antiálcool não é diferente. Veja algumas das reações:

  • Depressão;
  • Diarreia;
  • Dificuldade para respirar;
  • Dor de cabeça;
  • Insônia;
  • Fraqueza;
  • Pressão baixa;
  • Vômitos.

Não consuma esse remédio para parar de beber junto com qualquer bebida que contenha cafeína, pois essa substância tem condição de anular os efeitos.

Se começar a sentir náuseas logo após o início do consumo, não se desespere. É sinal de que está surtindo efeito e logo a sensação irá melhorar.

Remédio para parar de beber

Remédio em pó para parar de beber

Essa modalidade de remédio para parar de beber segue a mesma lógica da anterior. Ingere-se uma quantidade específica de miligramas por dia por tempo determinado. Quantia e tempo sempre calculado por um médico especialista. Também provoca reações adversas no consumo de álcool e há contraindicações.

Um dos mais populares, na verdade o primeiro a ser aprovado pelo FDA, uma espécie de ANVISA dos EUA, foi o:

Antietanol

Remédio para parar de beber também conhecido como Antabuse ou Sarcoton.

Normalmente, nos casos mais típicos, administra-se 2 colheres rasas de 1 grama em uma solução líquida no primeiro dia. A partir do segundo, 1 colher de 500 gramas.

Atenção nesse detalhe: só se pode fazer uso desse medicamento após 12 horas de ingestão de uma bebida alcoólica. Assim como nos demais casos citados, o consumo de álcool após o medicamento acarretará em consequências desagradáveis.

Naltrexona

Outro remédio para parar de beber. Esse é vendido comercialmente, em cápsula, como Revia.  Tem como característica inibir os efeitos agradáveis, viciantes, do consumo de álcool.

Nos casos corriqueiros, recomenda-se dose diária de 50mg por até 12 semanas.

É contraindicado para os seguintes casos:

  • Para os que estiverem em tratamento a base de analgésico opióides (droga sintética ou natural com substâncias assemelhadas a morfina);
  • Dependentes de opióides;
  • Aos que estiverem com síndrome de abstinência de opióide (nesse caso, deve ser medicado entre 7 a 10 dias do desaparecimento dos sintomas);
  • Aos sensíveis aos componentes da fórmula;
  • Casos de hepatite aguda ou deficiência hepática;
  • Gestantes (exceções via orientação médica).

Acamprosato

Remédio para parar de beber comercializado como Campral.

A dose diária leva em consideração o peso do adulto (terminantemente proibido para crianças).

Aos que pesam menos de 60 kg, 3 vezes ao dia. Dois comprimidos pela manhã e 1 nas doses restantes.

Aos que pesam mais de 60 kg, também 3 doses diárias. Dois comprimidos em todas as ocasiões.

Recomendado para o início das principais refeições.

É contraindicado para:

  • Gestante;
  • Lactante;
  • Crianças;
  • Idosos;
  • Problemas renais ou no fígado.

Remédio para parar de beber que passou no Fantástico

Talvez tenha ouvido falar do Bacoflen em uma reportagem de grande repercussão no Fantástico, da TV Globo, anos atrás.

O motivo do alarde foi porque a reportagem exibiu a história Olivier Ameisen, cardiologista que escreveu um livro em que afirmava que o Bacoflen, medicação utilizada para relaxamento muscular e epilepsia, foi o responsável por livrá-lo do alcoolismo, que podia ser considerado um remédio para parar de beber.

Ele chegou apresentar uma pesquisa favorável a sua afirmação. No entanto, o caso dividiu opiniões na comunidade médica e levantou muitas dúvidas.

Após alguns anos, porém, estudos patrocinados pela Assistência a Hospitais Públicos de Paris (AP-HP) revelaram que o Bacoflen teve resultados positivos na redução de consumo de álcool.

Em uma amostragem de 320 pacientes entre 18 e 65 anos que tomaram o medicamento por 1 ano, a taxa de redução ou abstinência foi de 56,8% contra 36,5% dos que receberam placebo.

O trecho do livro de Ameisen, que já foi publicado com vários títulos, “O fim do meu vício”, “O último copo”, “A última bebida”, pode ser conferido aqui.

Remédio para parar de beber que passa na Record

Se for telespectador dos programas da TV Record, é provável que tenha visto, em algum momento, o merchan de outro propagado remédio para parar de beber de nome:

Dr. Drink

É um remédio para parar de beber em gotas, para ser colocadas junto a comida ou bebida, em doses diárias de “15 gotinhas de amor” pela manhã e tarde. O tempo de consumo estimado é de 6 meses.

Ao se fazer uma breve pesquisa na internet a respeito do medicamento, que na verdade é um suplemento alimentício e que por isso não precisa de registro na ANVISA, verá muitas queixas de consumidores alegando que o produto não funciona.

Em sua defesa, a empresa responsável pela fabricação, e comercialização, argumenta que o produto deve ser utilizado de acordo com as instruções prévias e o tempo para os primeiros resultados pode variar dependendo do caso do consumidor, o que não deixa de fugir da realidade, tendo em vista as informações acima sobre os outros remédios para parar de beber.

Na dúvida? Já sabe, né?

Consulte o seu médico de confiança.

Remédio para parar de beber

Considerações finais

A procura por remédio para parar de beber vem crescendo no Brasil, um país que supera a média mundial de consumo de álcool por pessoa, que tem espalhado por seu território milhões de dependentes químicos confirmados pela OMS e que a considerar questões culturais, políticas e econômicas não parece indicar que mudanças drásticas sejam possíveis nesse cenário em curto prazo.

Remédio para parar de beber deve ser tratado como um complemento do tratamento de dependência química, pois comprovadamente reduz os sintomas do período mais difícil da fase de recuperação, o de abstinência, e não como uma solução autossuficiente capaz de resolver a questão do alcoolismo por si só, já que seus efeitos não excluem a necessidade da força de vontade do paciente, que para se fortalecer nesse aspecto precisa de acompanhamento psicológico e participar de grupos de apoio.

Os remédios para parar de beber existem em forma líquida (gota) ou em pó e são capazes de minar as sensações prazerosas provocadas pelo consumo da bebida alcoólica. Também provocam reações adversas em casos de recaídas após o início da ingestão do medicamento.

Reações como:

  • Depressão;
  • Diarreia;
  • Dificuldade para respirar;
  • Dor de cabeça;
  • Insônia;
  • Fraqueza;
  • Pressão baixa;
  • Vômitos.

Remédio para parar de beber, lista dos mais populares:

  • Acamprosato (Campral);
  • Antiálcool;
  • Antietanol (Sarcoton);
  • Bacoflen;
  • Naltrexona (Revia).

Esse conteúdo foi útil para você? Então curta, compartilhe, opine. Veja mais de nossa página. Sua opinião é muito importante para nós.

Recomendados Para Você:

       

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.