O que é Peritonite? Sintomas e Tratamentos

0 277

Você já ouviu falar em peritônio? Pois, o peritônio é membrana que reveste toda a cavidade abdominal, promovendo a sustentação de órgãos como estômago, intestino, pâncreas, rins etc. Quando inflamado, causa uma condição chamada peritonite, uma infecção por bactérias ou fungos resultante de uma ruptura ou grave inflamação em um dos órgão abdominais.

Em geral, o peritônio não costuma sofrer infecções tão facilmente. Por isso, quando esta complicação aparece, é sinal de que a infecção está localizada em algum outro órgão e já atingiu a membrana.

Assim, podem haver inúmeros fatores que levam ao desenvolvimento de uma peritonite, como doenças gastrointestinais, lesões na cavidade abdominal ou até procedimentos médicos que podem inflamar ou irritar o peritônio. Normalmente, os principais sintomas de peritonite são dor e sensibilidade abdominal, febre, vômitos ou prisão de ventre.

O seu tratamento vai depender muito do que está causando a peritonite, e em geral, é feito em meio hospitalar até identificar a causa e estabilizar o paciente, administração de antibióticos para conter a infecção, ou até cirurgia, no caso de uma apendicite, por exemplo.

Neste artigo, vamos explicar o que é peritonite, quais as suas possíveis causas, sintomas, tratamentos e meios e prevenção. Segue abaixo!

Peritonite do peritônio: O que é isso?

peritonite inflamatória
A peritonite é causada pela inflamação do peritônio, membrana que cobre os órgãos da região abdominal.

O peritônio é uma membrana serosa de duas camadas que reveste toda a cavidade abdominal (peritônio parietal), a parede interna do abdômen e algumas vísceras (peritônio visceral), recobrindo todos os órgãos da região abdominal.

Essa membrana promove a sustentação do estômago, intestino, pâncreas, rins etc. Entre essas duas camadas, existe uma cavidade preenchida com cerca de não mais que 50ml de um líquido que permite a movimentação sem atrito, formando uma espécie de saco.

Chamamos de peritonite a inflamação do peritônio provocada por infecção bacteriana ou fúngica, podendo também ser originada por processo não infeccioso, como a perfuração do abdômen. Na maioria das vezes, a inflamação é resultado direto de complicações e outros problemas no organismo, como infecção em um dos órgãos abdominais.

A peritonite precisa de atendimento médico imediato, pois a infecção pode não cessar sozinha e, dependendo da causa, se tornar generalizada. Ou seja, atingir vários outros órgãos e todo o organismo. Neste caso, a causa que deu origem à inflamação deve ser tratada. Muitas vezes, a peritonite leva à cirurgia emergencial.

Tipos de peritonite

tipos de peritonite
Os tipo de peritonite se classificam de acordo com a origem, localização e duração.

Os tipos de peritonite são classificados de acordo com sua origem, localização e tempo de duração. Sendo assim, a peritonite pode ter três classificações diferentes ao mesmo tempo. Ou seja, quanto à origem, pode ser primária, secundária e terciária. Podendo também ser difusa ou localizada (localização), e aguda, crônica ou espontânea, quanto à sua duração.

Peritonite Primária

É o tipo de peritonite mais raro, resultante de uma infecção via hematógena (pelo sangue) ou diretamente pelo sangue ou da cavidade abdominal, sem que haja perfuração de uma víscera oca ou atinja outros órgãos no local.

       

Peritonite Secundária

Normalmente, é o tipo mais comum de peritonite, resultante de infecção em algum dos órgãos abdominais causadas por bactérias e/ou suas toxinas. Por exemplo, muito comum uma infecção intestinal se espalhar para o peritônio causando a inflamação quando há o rompimento de alguma víscera oca, como intestino, apêndice e estômago.

Peritonite Terciária

Casos mais raros nos quais a peritonite se mantém mesmo após o tratamento médico e cirúrgico, geralmente causados pela resistência das bactérias aos antibióticos.

Quanto a sua localização, a peritonite pode ser Difusa, quando atinge todo o peritônio; ou Localizada, quando a infecção atinge apenas uma parte do peritônio. E no caso da duração da infecção, a peritonite pode ser Aguda, durando apenas poucas semanas; ou Crônica, podendo durar mais de 1 mês.

Já a peritonite bacteriana espontânea (PBE), é um tipo de peritonite que ocorre durante uma infecção aguda do líquido peritoneal contido entre as duas camadas da membrana. Ela é muito parecida com a peritonite primária, e ocorre principalmente devido a complicações de doenças do fígado, como a ascite cirrótica, devido ao acúmulo de líquidos no peritônio. Esse acúmulo de líquidos na região fica mais suscetível à infecção bacteriana, levando à peritonite.

Os sintomas podem incluir febre, mal-estar, sintomas de ascite e agravamento da insuficiência hepática. O diagnóstico é por meio de exame do líquido ascítico, com tratamento através de cefotaxima ou outro antibiótico. É o tipo mais grave peritonite, pois pode causar sequelas graves ou morte. As bactérias mais comuns são Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae gram-negativos e Streptococcus pneumoniae gram-positivos.

Sintomas da peritonite

peritonite sintomas
Os principais sintomas da peritonite são dor e sensibilidade abdominal.

Como a peritonite depende da causa que iniciou a inflamação, normalmente, os sinais e sintomas são de ascite. Sendo assim, o desconforto como dor e sensibilidade abdominal normalmente está presente; tipicamente difuso, constante e leve a moderado em termos da gravidade. Isso costuma piorar ao se movimentar ou ao pressionar a região, por exemplo.

Já os sinais de uma peritonite espontânea podem incluir febre, mal-estar, encefalopatia, agravamento da insuficiência hepática e deterioração clínica inexplicável. Outros sinais e sintomas muito comuns que podem ocorrer, dependendo da causa, são:

  • Dor abdominal ao tossir ou respirar;
  • Distensão abdominal (inchaço), devido ao acúmulo de líquidos, fezes ou gases;
  • Febre e calafrios;
  • Rigidez abdominal difusa;
  • Perda de apetite;
  • Diarreia;
  • Taquicardia sinusal (arritmia cardíaca com frequência superior a 100 batimentos por minuto);
  • Íleo paralítico e prisão de ventre, com incapacidade de evacuar ou de soltar gases;
  • Diminuição da urina;
  • Dificuldade em digerir os alimentos;
  • Náuseas e vômitos;
  • Sede intensa;
  • Fadiga.

Fatores de risco da peritonite

Qualquer pessoa pode desenvolver peritonite ao longo da vida, mas alguns fatores podem aumentar os riscos e auxiliar no seu desenvolvimento, são eles:

  • Problemas no fígado, como a cirrose, levam ao vazamento de líquidos para o peritônio, causando a inflamação;
  • Necessidade de realizar diálise peritoneal devido a certas condições médicas, como cirrose, apendicite, doença de Crohn, úlceras estomacais, diverticulite e pancreatite pode resultar na inflamação do peritônio;
  • Histórico de peritonite aumenta o risco de desenvolver a doença novamente;
  • Alcoolismo pode levar à doenças no fígado;
  • Ascite, acúmulo de líquidos no peritônio, facilita a proliferação de bactérias, causando a infecção;
  • Sistema imunológico enfraquecido não consegue combater a infecção;
  • Doença inflamatória pélvica, como infecção nos órgãos reprodutores femininos pode se espalhar para o peritônio;
  • Outras condições médicas no trato digestivo, como diverticulite, doença de Crohn, úlceras gástricas e pancreatite podem causar complicações que evoluem para peritonite.
  • Causas da peritonite

    A infecção do peritônio pode acontecer por uma variedade de razões. Na maioria dos casos, a causa é por infecção bacteriana, resultado da origem de muito outros fatores, como uma ruptura (perfuração) na parede abdominal. No entanto, apesar de raro, a condição também pode se desenvolver sem que haja uma ruptura abdominal, como na peritonite espontânea.

    No caso de rupturas no peritônio, as causas mais comuns que levam à peritonite incluem:

    • Procedimentos médicos como a diálise peritoneal por conta de condições inadequadas, como falta de higiene ou equipamentos contaminados;
    • Complicação de cirurgia gastrointestinal;
    • Ruptura do apêndice, presença de úlcera no estômago ou cólon perfurado, que permite a entrada de bactérias que causam a inflamação;
    • Pancreatite;
    • Diverticulite;
    • Complicações renais ou hepáticas;
    • Alterações nos vasos sanguíneos;
    • Lesão ou trauma na região.

    Vamos entrar em mais detalhes em cada um desses fatores, abaixo:

    1. Infecção bacteriana

    Normalmente, essa é a causa mais comum e pode ocorrer de diversas maneiras. Uma delas é através de uma infecção secundária, quando um outro órgão na região possui uma infeccção espalhando as bactérias para o peritônio.

    Uma outra maneira se dá através de uma infecção sistêmica, quando as bactérias chegam ao peritônio através da corrente sanguínea. As bactérias frequentemente associadas à peritonite infecciosa são a Escherichia coli,Klebsiella pneumoniae e Streptococcus pneumoniae.

    2. Apendicite

    Apesar da apendicite ser uma condição rara, ela pode acometer uma pessoa a qualquer momento da vida, sem que haja um motivo aparente. É uma das principais causas de peritonite, pois geralmente quando apêndice inflama, pode se estender através da cavidade abdominal atingindo o peritônio. Isso ocorre, principalmente se não for rapidamente tratada, apresentando complicações como ruptura ou formação de abscesso.

    3. Inflamação da vesícula biliar

    Também chamada de colecistite, a inflamação da vesícula biliar acontece quando um cálculo da vesícula provoca obstrução do ducto biliar, causando a inflamação do órgão. Neste caso, a inflamação deve ser tratada imediatamente através de cirurgia e de antibióticos.

    Caso não seja tratada, a inflamação pode se estender a outros órgãos e ao peritônio, provocando a peritonite e outras complicações como abscessos, fístulas e risco de infecção generalizada.

    4. Pancreatite

    A pancreatite é uma inflamação do pâncreas, que quando não tratada pode resultar em complicações como peritonite, necrose e formação de abscesso, colocando em risco a vida do paciente. Seus principais sintomas incluem: dor abdominal que irradia para as costas, enjoo e vômitos.

    5. Lesões na cavidade abdominal

    As lesões nos órgãos abdominais seja por rupturas, lesões por traumatismos, complicações após cirurgias ou mesmo por inflamações são todas causas de peritonite. Isto porque todas essas lesões podem liberar fluidos à cavidade abdominal que irritam a região ou provocar contaminações por bactérias.

    Quando o abdômen ou algum órgão da área sofre uma perfuração ou trauma, o peritônio reage com uma resposta inflamatória, que se não tratada, pode levar a peritonite.

    6. Procedimentos médicos

    Alguns procedimentos médicos como diálise peritoneal, cirurgias gastrointestinais, colonoscopias ou endoscopias, podem causar peritonite devido a complicações durante ou depois dos procedimentos. Sejam elas devido à perfurações, como também por contaminação por bactérias do material cirúrgico.

    A agressão que os tecidos abdominais sofrem durante uma cirurgia também provoca uma resposta inflamatória no peritônio. Assim como, pacientes que sofrem de insuficiência renal em geral fazem hemodiálise, ou seja, a filtração do sangue por fora do corpo. Às vezes, essa diálise precisa ser feita através do peritônio, podendo ocasionar peritonite.

    7. Íleo paralítico

    O íleo paralítico é uma deficiência no intestino que causa a paralisação do seus movimentos peristálticos. Em geral, ocorre após cirurgias abdominais ou situações como inflamações, hematomas, efeito colateral de certos medicamentos.

    Os sintomas mais comuns incluem perda do apetite, prisão de ventre, vômitos ou mesmo obstrução intestinal que em casos mais graves pode levar à perfuração do intestino, propagando bactérias que provocam a peritonite.

    8. Vazamento de fluidos

    O corpo humano é cheio de fluidos estéreis (isentos de bactérias), como sangue, suco gástrico, urina, entre outros. No entanto, quando esses fluidos vazam para outras partes do corpo, como o peritônio, a inflamação local é a resposta natural do organismo. Em geral, a peritonite causada por vazamento de fluidos vira uma peritonite infecciosa de 24 a 48 horas.

    Doenças como úlceras gástricas, inflamação da vesícula biliar, pancreatite, diverticulite, doença de Crohn e outras inflamações intestinais, podem causar facilmente esses vazamentos.

    9. Diverticulite

    A diverticulite é uma inflamação e infecção dos divertículos, pequenas pregas ou sacos que surgem nas paredes do intestino, especialmente na última porção do cólon. Ela causa dor e sensibilidade abdominal na parte inferior do lado esquerdo (diferente da apendicite que é do lado direito), além de diarreia ou prisão de ventre, enjôos, vômitos, febre e calafrios.

    O seu tratamento deve ser imediato, através do uso de antibióticos, analgésicos, alterações na dieta e hidratação, para evitar piorar a inflamação e contribuir para complicações como sangramentos, formação de fístulas, abscessos, obstrução intestinal e a própria peritonite.

    10. Doenças hereditárias ou autoimunes

    Algumas doenças genéticas ou autoimunes podem inflamar o peritônio causando a peritonite. Por exemplo, o lúpus eritematoso sistêmico, em que o próprio organismo ataca células saudáveis do organismo, provocando a resposta inflamatória do peritônio.

    Diagnóstico da peritonite

    Normalmente, o diagnóstico da peritonite pode ser feito por um clínico geral. No entanto, também pode ser realizado por um médico especialista como o nefrologista, hepatologista, gastroenterologista ou até mesmo um infectologista, já que pode ter inúmeras causas.

    Para confirmar o diagnóstico de peritonite, o médico faz primeiramente uma avaliação clínica levando em conta o histórico médico e a descrição dos sintomas pelo paciente. Em seguida, ele realiza um exame observando também os sinais da doença através da palpação e ausculta do abdômen. O sinal de Blumberg, dor intensa ao tocar o abdômen do paciente, pode ser facilmente detectado durante esse exame.

    Quando a peritonite está associada à diálise peritoneal, os sinais e sintomas manifestados geralmente são suficientes para realizar o diagnóstico. No entanto, casos de peritonite por outras condições médicas (peritonite secundária) ou por acúmulo de líquido na cavidade abdominal (peritonite espontânea), o médico costuma recomendar outros exames para confirmar o diagnóstico.

    Como por exemplo, exames de sangue para avaliar infecções e inflamações, como por exemplo, a presença de antígenos. E para completar o diagnóstico, caso paire alguma dúvida, ele pode pedir exames de imagem como radiografia, ultrassom ou tomografia, para visualizar melhor os órgãos por dentro do corpo.

    Por fim, a última opção é a paracentese diagnóstica, um procedimento em que o médico coleta uma amostra do líquido no peritônio através de uma agulha fina, para análise laboratorial.

    Tratamento da peritonite

    peritonite tratamento
    Em geral, o tratamento para a peritonite é a cirurgia e antibióticos.

    A peritonite tem cura através da erradicação da infecção. No entanto, quando não devidamente tratada, pode representar um risco à vida do paciente. Portanto, aos primeiros sinais e sintomas, como dor ou sensibilidade no abdômen, além de inchaço abdominal e outros sintomas clássicos de peritonite, consulte um médico imediatamente.

    O tratamento da peritonite depende da sua causa, mas na maioria dos casos, a internação é necessária por se tratar de uma emergência médica, para estabilizar o paciente. Durante a hospitalização, são administrados analgésicos para aliviar a dor e anti-inflamatórios para diminuir a inflamação. Assim como antibióticos, como Amicacina, Ceftriaxona Sódica ou Dissódica, Ciprofloxacino ou Clocef, para conter e tratar a infecção, impedindo a propagação das bactérias.

    Além disso, são usados oxigênio caso o paciente apresente dificuldades para respirar, ou fluidos administrados na veia para hidratar e compensar a perda de líquido por vômitos ou diarreias. Às vezes, até uma transfusão de sangue é necessária, quando há muita perda. Além de uma drenagem com sonda para drenar o líquido na região do peritônio, já que as bactérias se reproduzem menos sem a presença do líquido.

    Contudo, caso estas medidas não sejam suficientes para tratar o problema, é necessária a intervenção cirúrgica, como a remoção do apêndice, remoção de uma área de necrose ou drenagem de uma abscesso, por exemplo.

    Prognóstico da peritonite

    Quando tratada adequadamente, a peritonite é curada, mesmo que volte a aparecer, no caso de doenças preexistentes e fatores de risco. No entanto, quando o tratamento não é realizado de forma eficaz, a peritonite é quase sempre fatal.

    A taxa de mortalidade é de 10% em pacientes jovens e de 40% em idosos e pessoas com doenças subjacentes. Para conviver melhor a doença, o paciente pode recorrer aos medicamentos de venda livre para aliviar os sintomas, como a dor e a sensibilidade. Mas, o mais importante é tratar a causa subjacente que leva à peritonite.

    Complicações possíveis

    Como é uma condição médica emergencial, e se não for tratada logo podem haver complicações, o quadro de peritonite pode levar também a:

    • Distúrbios eletrolíticos e hipovolemia, devido ao acúmulo de fluídos e eletrólitos fora dos seus órgãos de origem, resultando em choque e insuficiência renal aguda, além de hipovolemia, falta de líquidos na corrente sanguínea, que leva ao óbito por sobrecarga no coração;
    • Formação de abscesso peritoneal, espécie de cápsula que evita que a bactéria se espalhe. No entanto, há o risco da cápsula estourar e acabar liberando espalhando as bactérias no corpo novamente;
    • Entrada de fluído no diafragma pelo acúmulo de líquido, resultando compressão do diafragma, músculo responsável pela respiração, gerando dificuldades respiratórias.

    Além disso, a peritonite pode se estender para além do peritônio, causando uma infecção na corrente sanguínea (bacteremia) ou, ainda, uma infecção generalizada pela proliferação das bactérias para todo o organismo (sepse), que costuma ser progressiva e, quando não controlada a tempo, pode comprometer a função de diversos órgãos e levar uma pessoa à morte.

    Prevenção

    Não existe uma forma específica para prevenir a peritonite. No entanto, recomenda-se prevenir seus fatores de risco que podem gerar a inflamação, segue abaixo:

    • Evite o consumo exagerado de álcool para evitar danos ao fígado;
    • Mantenha uma dieta equilibrada;
    • Pratique exercícios físicos regularmente para manter-se saudável.
    • Caso faça hemodiálise via peritônio, faça a higiene das mãos antes de usar o cateter, mantenha o local de aplicação do cateter higienizado, assim como os seus suprimentos e equipamentos em uma área devidamente higienizada e esterilizada;

    A peritonite pode ser uma emergência grave, mas o seu tratamento quando adequado é muito eficaz. Não deixe de compartilhe essas informações com quem precisa e não esqueça de cuidar da sua saúde sempre e consultar seu médico regularmente.

    Referências:

    Ministério da Saúde
    Mayo Clinic

    Recomendados Para Você:

           

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.