Obstrução Intestinal: Cirurgia, Riscos, Tratamentos

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A obstrução intestinal é uma condição em que a alimentação ou os líquidos que passam pela região do intestino são bloqueados ou encontram um difícil acesso dessa passagem. A obstrução do intestino pode ter motivação por faixas com fibras e cicatrizes de tecido de aderências, no interior da região abdominal, com composição posteriormente a cirurgias, inflamação ou infecção de “bolsas” na área intestinal – denominada de diverticulite, tumores ou hérnias.

Quando não há tratamento, as áreas bloqueadas da região intestinal podem necrosas, desencadeando problemas maiores. Entretanto, a partir de cuidados com acompanhamento especialista, a obstrução do intestino, pode ter tratamento efetivo.

Obstrução intestinal aguda

A obstrução intestinal ocorre ao passo que as fezes não consigam a passagem pela região intestinal, em virtude de interferências em sua trajetória, como pelo contato de bridas do intestino, inflamações ou tumores. Nessas situações, de modo geral, aparecem sinais como transtornos para evacuação ou eliminação de gases, inchaços na barriga, dores do abdômen ou náuseas.

Em virtude de que a obstrução impeça que os alimentos passem pela região intestinal, as fezes, as secreções da digestão e os gases do intestino vão se acumulando, o que promove um aumento da pressão na região intestinal e causa riscos de complicações mais graves como o intestino perfurado, infecções generalizadas e, ainda, a morte dos tecidos do intestino.

Dessa forma, caso existam suspeitas de obstruções da região intestinal, aconselha-se procurar um especialista de forma imediata, para a confirmação do diagnóstico e início do tratamento que, geralmente, é realizado com a dosagem de líquido através das veias, a passagem de sonda no aparelho de digestão ou procedimento cirúrgico, a depender da gravidade.

É possível classificar a obstrução intestinal em três tipos, conforme grau, mecanismo e gravidade.

Obstrução intestinal através do grau

É a classificação de forma íntegra, em que não existem passagens de elementos, tanto por líquido ou pastoso, desencadeando o agravamento do risco à saúde, e parcialmente, em que existem dificuldades de compostos específicos terem o encaminhamento para o fim do tubo do intestino, fazendo o bloqueamento de parte do fluxo de digestão.

Obstrução intestinal através da gravidade

A síndrome é caracterizada de forma simples, em que existe apenas o ato de impedir ou de dificultar o trânsito do intestino, ou complicar, em que existe o estrangulamento do intestino.

Obstrução intestinal através de estrangulamento

É denominado de estrangulamento em alça com fechamento, a categoria complicada que destaca o comprometimento do sangue irrigado e o agravamento dos sinais, promovendo o aumento da possível morte do tecido.

Nessa situação, existe um impedimento da circulação provocado por torções, hérnias ou, ainda, invaginação no tubo, que configura nó na região de dobras intestinais. Portanto, o processo circulatório e irrigatório do sangue permanece comprometidos, possibilitando o acarretamento em tecidos necrosados e mortos.

Obstrução intestinal através do mecanismo

As categorias de mecanismos têm divisão por funcionalidade, em que esta obstrução é provocada por um caráter anormal da região intestinal, e por mecanismo, em que existe um elemento que desencadeia a obstrução.

Obstrução pelo íleo paralítico ou funcionalidade

Este tipo de obstrução tem definição pela região intestinal que se identifica através de incapacidade de procedimento de movimentos peristálticos, onde não há contrações regulares das fibras musculares do intestino que encaminham os excrementos ao longo da região intestinal.

Os fatores principais de obstrução são a utilização de remédios que fazem interferência em processos de intestino, bactérias, distúrbios de metabolismo ou, ainda, vírus que prejudicam a região intestinal, intoxicação por alimentos, distúrbios de hidratação ou por elementos como o chumbo, que é denominado saturnismo. 

Íleo paralítico, denominado também como síndrome pela funcionalidade, acomete o organismo em situações pós-operatórias quando relacionada ao fragmento do intestino.

Obstrução de teor mecânico

A obstrução de teor mecânico, é motivada devido à presença de certo elemento que impeça o funcionamento digestivo adequado, geralmente, tumor, inflamação, anomalia da região muscular e substâncias que possibilitam a causa de achatamento ou compressão do tubo intestinal.

A área do corpo que acontece a obstrução mecânica, não tem uma causa específica. Em relação ao intestino delgado – obstrução alta – as ocorrências, normalmente, são:

  • Aderências – pós cirurgias;
  • Hérnia;
  • Tumor do intestino delgado;
  • Invaginação ou deslocamento de parte do tubo do intestino;
  • Patologias de inflamação;
  • Torção intestinal;
  • Cálculos da bílis – com pressão ou bloqueamento do fluxo do intestino.

Já em relação ao cólon ou intestino grosso – obstrução baixa – com menor recorrência, é possível que acometam em resultados de oclusões, de modo geral com:

  • Fezes mais densas e ressecadas;
  • Câncer na região do reto e do cólon;
  • Estenose – cicatriz e inflamação na região do intestino que resultam no estreitamento de cólon.
  • Torção de cólon;
  • Diverticulite.

Cirurgia de obstrução intestinal

Depois a digestão no nosso estômago, os alimentos passam pela região intestinal. A primeira região é denominada intestino delgado, onde é absorvido os nutrientes. Os outros resíduos permanecem no intestino grosso, também denominado cólon e no reto, regiões onde acontece a absorção da água e após são eliminados.

Nas regiões do reto e do intestino grosso – cólon – é frequente o surgimento de patologias como os divertículos, os tumores e os pólipos.

Exame para avaliação do intestino

O exame necessário é denominado colonoscopia sendo, basicamente, a introdução do endoscópio na região do ânus. Possibilita o diagnóstico e o tratamento de diversas patologias, por ser possível a imagem interna do intestino.

É feito com o uso de anestesia, com isso, o paciente permanece confortavelmente sedado no período do exame.

Como é feita a cirurgia do intestino?

Antigamente, era feito um corte de tamanho razoável na região abdominal em casos de operação do intestino. Este corte resultava em dor intensa, sendo necessário o internamento do paciente na clínica médica durante cerca de uma semana e, a recuperação completa em casa por mais seis semanas ou até mais.

Devido os recentes progressos, a técnica cirúrgica foi modificada. Atualmente, é usado a laparoscopia, sendo um método mais avançado menos invasivo, possibilitando também que não haja um grande corte abdominal.

Assim, a dor é muito menor, o período de internamento na clínica médica é reduzido entre dois e quatro dias e, a volta aos afazeres rotineiros acontece em até três semanas.

Preparação para a cirurgia

Para a preparação são necessárias avaliações completas feitas através do médico, diversos exames e algumas vezes é preciso o uso de laxantes um dia anterior a cirurgia.

Alguns dias antes da operação é recomendado que seja feita uma dieta pastosa líquida, denominado preparação do cólon. Oito horas antes a operação deve-se fazer jejum.

Um dia antes a cirurgia, ou no mesmo dia, é necessário um banho concentrando-se no abdômen.

Guias para internação e exames pré-operatórios precisam ser levados para a clínica médica.

Em casos que o paciente administra remédios durante a manhã, conversar com o médico antes.

O que deve esperar no dia do procedimento?

  • Chegar na clínica médica no dia marcado com antecedência.
  • O cadastro de uma guia como consentimento que autoriza a realização da cirurgia.
  • Será inserida na sua veia uma agulha pequena ou um cateter, para passagem de remédios antes, durante e depois a cirurgia.
  • Quando a cirurgia terminar, você ficará de repouso em uma sala para a recuperação onde seu pulso, respiração e pressão serão monitorados, assim que desperte completamente será transferido ao quarto.

Resultados do procedimento laparoscópico do cólon retal

  • Internamento hospitalar com menor prazo;
  • Dores pós-operatória menores;
  • Alimentação oral mais aceitável;
  • Melhor eficiência da funcionalidade do intestino;
  • Prazo menor para retornar ao ambiente profissional e demais atividades;
  • Cortes menores na região do abdômen;
  • Ótimo resultado esteticamente;

Os riscos de procedimento cirúrgico laparoscópico do cólon

Assim como todas as intervenções cirúrgicas, existem riscos, mas, normalmente, são menores do que quando a cirurgia é feita através de uma estratégia aberta. As complicações que podem acontecer são as possíveis infecções, lesionamento de alguns órgãos, vazamento nas emendas ou anastomoses, hemorragias, coágulos sanguíneos nos pulmões.

Por isso, é importante o esclarecimento de todas as dúvidas com o seu médico em relação aos benefícios e riscos da cirurgia.

Situações em que a videolaparoscopia não pode ser procedida

Muitas vezes, a técnica laparoscópica não pode ser feita, sendo solicitado o procedimento aberto. Os fatos que aumentam a possibilidade deste procedimento são as cicatrizes na região abdominal anterior, a obesidade, a dificuldade de localizar com segurança os órgãos abdominais e casos de sangramento ao longo da operação.

Quando deve-se contatar um especialista

Deve-se contatar um especialista em situações de existência do aparecimento dos sinais de:

  • Recorrentes vômitos e náuseas;
  • A vermelhidão em volta a região da incisão aumentou;
  • Volumosa drenagem dos líquidos nas incisões;
  • Febre contínua acima de 37,8 graus;
  • Prolongamento de dores na região do abdômen que não passam com medicamentos devidamente prescritos;
  • Dificuldade para respirar e tosse forte;

Riscos da cirurgia de obstrução intestinal

A obstrução intestinal, quando não tratada corretamente, pode gerar intensos problemas e complicações com riscos diversos. Tais fatores são caracterizados por:

Tecidos mortos

A obstrução intestinal possibilita o corte do fornecimento de sangue a uma região do intestino. A ausência do sangue age de forma com que a parede do intestino se dissipe. Estes tecidos mortos podem gerar o resultado de aberturas – como perfurações – nas paredes intestinais, que gerar infecções na cavidade do abdômen – peritonite – até que se infeccione de maneira generalizada – septicemia.

Infecção

Peritonite é a denominação médica para infecções que acometem a cavidade do abdômen. Trata-se de situações de riscos de vida, que requerem atenção de especialistas, uso de medicações antibióticas, e, ainda, procedimentos cirúrgicos de forma imediata.

Obstrução intestinal tem cura?

Ao passo que a obstrução do intestino não tem tratamento, a área em que há prejuízos intestinais pode ser prejudicada pela isquemia e acabar morrendo. A morte desses tecidos pode desencadear perfurações intestinais, infecções graves e choques sépticos.

De modo geral, as circunstâncias relacionadas ao modo de tratar a obstrução do intestino variam das situações clínicas de seus motivadores. Ao passo que grande parte dos cenários de obstrução de intestino são passíveis do tratamento clínico, outras razões – como por exemplo o câncer – precisam de cirurgias e devido acompanhamento duradouro.

Como prevenir?

A prevenção de uma obstrução de intestino dependerá da razão da condição. Em geral, é preciso ser realizada uma alimentação adequada, que seja rica em elementos líquidos e fibrosos, além de exercícios físicos regulares. O procedimento de avaliação médica periodicamente também é extremamente relevante.

Essas são atitudes que auxiliam a prevenir diversas patologias que possibilitam ser a razão da obstrução de intestino.

Os sinais mais comuns da obstrução do intestino são os problemas relacionados a redução ou parada total do ato de eliminar gases e fezes. Entretanto, em situação de obstruções parciais, há a possibilidade de que o organismo consiga eliminar gases. Outros sinais comuns fazem a inclusão de:

  • Inchaço protuberante na região da barriga;
  • Dores do abdômen de forma intensa ou cólicas;
  • Redução do apetite;
  • Vômitos e náuseas.

Os sinais intensos têm variação conforme a razão e teor de gravidade da patologia que causa a obstrução.

Ainda, os sinais presentes também têm variação conforme o lugar prejudicado, a ponto que náuseas e vômitos são mais comuns na região que tem a obstrução intestinal do delgado, ao passo que gases excessivos e prisões de ventre são frequentemente ocorrentes no intestino grosso, exemplificando.

A obstrução do intestino prejudica, de maneira demasiada, aqueles que têm submissão a procedimentos de operações, que são diagnosticados com infecções ou inflamação no trato da digestão, além de doenças que são associadas a região intestinal, bem como patologias infecciosas e inflamatórias.

É possível que pessoas em período pós-operatório ou, ainda, que tenham doenças crônicas, apresentem quedas em relação a imunidade, facilitando a instalação de elementos infecciosos no organismo, gerando prejuízos ainda maiores.

Ao passo que exista histórico na família em relação a câncer ou que o indivíduo apresente doenças de recorrência inflamatória de trato do intestino, os riscos caracterizam-se ainda com maior elevação e é necessário atentar-se aos sintomas.

Sintomas

Todas as manifestações sintomáticas da obstrução intestinal variam de forma essencial em relação a gravidade que pode ser parcial ou completa, além do local do intestino. Observa-se de forma frequente os sinais de:

  • Cólicas e dores;
  • Modificação na consistência das fezes e na evacuação frequente;
  • Distensão do abdômen;
  • Prisão de ventre;
  • Gases;
  • Redução do apetite;
  • Inchaços;
  • Taquicardia e febre – em situações de obstrução de forma estrangulada.

Existe também a ocorrência de náuseas e vômitos provocadas por descompensação de água, que prejudica os graus de hidratação do corpo, desencadeando à uma fadiga extrema e, ainda, as quedas da pressão.

Tratamentos para obstrução intestinal

A obstrução intestinal disponibiliza tratamento e, de modo geral, consegue atingir bons resultados aos portadores da condição. Ao passo que este cenário seja um sinal de diversas outras doenças ou elementos externos, exemplificados em tumores ou, ainda, a reação do organismo contra medicações, o processo deve ser conduzido ao cuidado pela condição principal.

       

Nas situações em que não existem agentes desencadeadores do funcionamento ruim intestinal, é preciso buscar atendimento emergencial para o procedimento de lavagens intestinais ou, em situações de maior gravidade, a realização de cirurgias.

O uso de soros e repositor hidroeletrolítico são necessários para que ocorra a estabilização do organismo, ainda mais se existem sintomas de vômitos e desidratação.

Em situações da fadiga e modificação da respiração e do coração, os cilindros de oxigênio são indicados para que haja um melhoramento das situações cardiorrespiratórias.

Como tratar a obstrução parcial?

A obstrução parcial é caracterizada por uma situação de menor gravidade da condição, visto que ainda é possível que a manutenção por alimentação ou líquidos consigam transitar pelo intestino, reduzindo os sinais intensos.

Ainda nas situações mais leves, a recomendação é que ocorra um internamento clínico do paciente para que seja possível acompanhar o processo de evolução da condição e tratamento.

Nessa situação, posteriormente a desobstrução, a redução de fluidos e a estabilidade do sistema do intestino, é importantíssimo ter um cuidado com os alimentos e a ingestão de bastante líquidos para hidratar o corpo, bem como elementos de fibras, para a garantia de uma condição boa do trato da digestão.

Como tratar a obstrução funcional?

Em situação de obstrução funcional, é preciso que se observa e identifique as circunstâncias do sinal.

De modo geral, a recomendação é jejuar e aspirar o conteúdo do intestino, a partir de procedimentos corretos das modificações hidroeletrolíticas.

O íleo paralítico, ou a obstrução por funcionalidade, de modo normal, trata-se de uma situação temporária e é preciso de tratamentos que não sejam invasivos, com medicamentações que desencadeiem o aumento da contratação dos músculos do intestino.

Sucção por meio de um tubo nasogástrico

Este tratamento clínico é urgente e ocorre a partir de uma introdução de sonda nasogástrica que hidratará o organismo e corrigirá os distúrbios hidroeletrolíticos. Este aparato consegue chegar até o estômago por meio da narina, promovendo uma drenagem de secreções, que podem ter um aspecto claro e bilioso – que vem da produção de bile – ou com cor marrom e fétidos.

Tratamentos intravenosos

O processo tem o intuito de promover o reestabelecimento dos graus de hidratação do corpo e estabilização de distúrbios hidroeletrolíticos provocados pelo sódio descompensado, bem como o do cloro e do potássio.

Como tratar a obstrução completa?

A obstrução completa é caracterizada como a de maior gravidade e, de forma comum, necessita de procedimento cirúrgico emergencial para que se evite ou combata prejuízos efetivos ao organismo.

Em situações de paciente de risco ou que sejam portadores de câncer de cólon, há a possibilidade de que o especialista recomende um stent de autoexpansão como uma forma de tratamento. O dispositivo tem inserção através de endoscópio, com intuito de auxiliar a abertura da passagem, proporcionando um cólon aberto.

Obstrução intestinal em bebês

É possível também que recém-nascidos e crianças apresentem obstruções do intestino. Entretanto, em virtude da dificuldade de estabelecimento de sinais, fazer o diagnóstico pode levar um tempo para acontecer. De modo geral, o cenário não disponibiliza causas aparentes, visto que somente 5% de situações em relação a infecções, tumores do intestino, gânglios que cresceram ou supressão de paredes do intestino.

Posteriormente ao parto, aguarda-se que o primeiro ato de evacuação do bebê aconteça em até 24h, de modo a expelir o mecônio – que é um elemento pastoso e esverdeado encontrado na região intestinal do recém-nascido. Em decorrência do tempo, há a suspeita de obstrução do intestino, em que a confirmação ocorre ao passo que atinja 48h sem evacuar.

As razões de maior recorrência de oclusão do intestino em bebês correspondem a:

  • aresias do intestino – estreitamento intestinal;
  • vícios de rotação – má formação intestinal;
  • patologia de Hirschsprung;
  • íleo meconial – obstrução pelo mecônio;
  • síndrome da rolha meconial;
  • anomalias anorretais.

A criança, geralmente, tem quadros de apresentação de cólicas, dores, vômitos e distensão de abdômen. O fato de irritar o órgão é uma tendência que surge como um sinal e, em recém-nascidos, ao passo que a criança chore bastante, isso pode ser um sinal da síndrome.

O processo de diagnóstico da obstrução segue um padrão especialista adulto, em que há procedimento de exames de raio x e ecografia.

Obstrução intestinal tratamento caseiro

O intestino irregular é queixa comum da saúde, com dados de mais de 4 milhões de americanos adultos, geralmente sofrem da condição de constipação. Existem modificações relacionadas ao estilo de vida e acréscimo de medicações caseiras, que podem auxiliar o tratamento de constipação para um intestino regular.

Os hábitos do intestino variam de forma ampla, sendo que as movimentações do intestino, ou a evacuação, acontece 1x ao dia a cada 2 a 3 dias. Porém, geralmente, é importante considerar que a pessoa constipada é aquela que não tem a movimentação por três ou mais dias.

Essa condição pode acometer o organismo por questões de estilo de vida, como consumir inadequadamente os líquidos, alimentação com teor baixo de fibras e alimentação altamente refinada, além da não prática de atividades físicas.

Um intestino irregular pode gerar problemas médicos e efeitos colaterais de remédios com prescrição. É comum que essa condição ocorra ao público feminino e, diversas vezes, refere-se como um acontecimento adverso de período gestacional.

Caso não tenha tratamento, a constipação pode apresentar um quadro negativo em relação a saúde, com a inclusão de fezes impactadas, obstrução do intestino e o desenvolvimento de possíveis hemorroidas que decorrem da força para a evacuação.

Medicamentos caseiros

Um jeito fácil de promover a redução da constipação crônica é o aumento de fibras na alimentação.

Deve-se fazer o consumo de elementos de panificações ricos em fibras, bem como pães, massas e cereais da categoria integral, ao invés de produtos que são fabricados em farinha branca. Alimentos como o brócolis, folhosos verdes e repolho, possuem um teor alto de fibras, e pode ter utilidade quando consumidos de forma crua ou suavemente cozidos em vapor para o mantimento de fibras.

Grande parte dos feijões disponibilizam teor alto de fibras, bem como a castanha de caju, amêndoas e a noz-pecã. Entre os elementos ricos em fibras se destacam as ameixas, a manga, os figos e o mamão. A ingestão de frutas, como peras com casca e maçãs, aumento de fibras, o que é a situação também de frutas que têm sementes, a exemplo de uvas e bagas.

Outras medicações de cozinha auxiliam, de forma particular, no alívio de constipação aguda por promover uma movimentação do intestino com açúcar ou algum elemento que seja composto por pectina, utilizando óleo para a lubrificação ou estímulo da produção do volume de fezes.

Uma medicação utilização de forma geral para crianças com constipação é ingerir 2 colheres de xarope de milho escuro ou melaço em um copo com água em temperatura quente. O óleo de oliva, deve promover uma mistura com suco para o auxílio da lubrificação do trato de digestão.

É possível também adquirir as sementes de linhaça, erva-doce ou psílio em estabelecimentos de produtos naturais, ao passo que se embebe-as na água, a fim de promover um líquido laxativo caseiro.

Remédios

Em situações de constipação aguda, o óleo mineral trata-se de um elemento laxativo de venda livre.

É possível ingerir uma ou duas colheres de óleo mineral puro ou com diversos outros líquidos para a lubrificação do trato de digestão.

O sal de Epsom é composto por cristais de sulfato de magnésio, que podem ter a mistura em água para ação laxante salina parecida aos elementos utilizados para procedimentos cirúrgicos do intestino.

Não é recomendado utilizar as duas metodologias para constipações crônicas por muito tempo, visto que isso pode desencadear a deficiência de elementos vitamínicos e minerais, bem como o desequilíbrio eletrolítico.

Estilo de vida

A atividade regular auxiliará o estímulo do sistema de digestão ao desenvolvimento do suporte de músculos precisos para a movimentação do intestino, de forma adequada. É imprescindível que se beba muita água, todos os dias, para o mantimento de fluidos suficientes ao trato de digestão.

Isso é, de fato, importantíssimo, caso esteja ingerindo a suplementação de fibras, porque necessitam do líquido para a produção de movimentação do intestino. A indisposição em ato de evacuação em ambientes públicos ou não familiares podem fazer a contribuição para um intestino constipado.

Ao passo que maior seja o tempo em que as fezes continuem em porção do intestino inferior, maior a quantidade de água absorvida dos elementos fecais, desencadeando em aspecto dura e seco das fezes, bem como a sua impactação. Por isso, é fundamental que ao realizar o tratamento dessa condição, evacue assim que o organismo apresentar os primeiros sinais.

As circunstâncias possíveis são a intolerância e alergias do indivíduo a determinados alimentos, estresse elevado, hormônios desequilibrados e diversas patologias como o super crescimento de bactérias e a gastroenterite.

Esta é uma situação comumente ocorrente, e pode ter a cura com modificações na alimentação, em relação ao grau de estresse e ao estilo de vida. Ainda, há algumas vitaminas e batidas que são saudáveis e fáceis de produzir, que auxiliam a tornar o intestino mais calmo, aliviando os sinais.

As seguintes receitas são simples e caracterizadas como curativas para o tratamento da condição em questão. Acompanhe:

Mix de kiwi com aloe vera

Essa alternativa pode ser utilizada com apenas três elementos:

1 colher de gel de aloe vera – babosa
1 kiwi
1 copo com água

Para a preparação da batida, é importante esquentar um copo com água e dissolver a ele o gel de babosa, até que se obtenha uma mistura bem homogênea. Em seguida, descascar o kiwi e bater no liquidificador para o procedimento de suco, juntando-o na mistura com água e babosa.

Esta mistura de elementos tem a capacidade de fazer a desinflamação intestinal, a redução do inchaço do abdômen e o alívio de cólicas e dores abominais. O mamão pode agir de forma eficaz na digestão e melhora do funcionamento intestinal, em combate a prisão de ventre.

A camomila consegue tratar a inflamação e acalmar o cólon, ao passo que a hortelã dê a permissão do controle de contratação intestinal, de modo a relaxar a musculatura do intestino e atenuar dores.

Mix de pera, bálsamo e melancia

Essa é uma alternativa que, além de fazer a cura do intestino irritado, promove hidratação e resfrescância. Os elementos necessários são:

1 pedaço de melancia
1 pera
1 saquinho de bálsamo
1 copo com água

Bater a pera e o pedaço de melancia no liquidificador para que se obtenha um suco com bastante consistência. A partir disso, fazer um chá de bálsamo em copo com água em temperatura fervendo, e adicionar ao mix de frutas. Misturar os dois e beber quando estiver em temperatura ambiente para a facilitação da digestão.

O mix apresenta elementos curativos e anti-inflamatórios, além de promover a calmaria intestinal da condição de irritação, visto que o bálsamo produz relaxamento e evita a contração do intestino que provoca dores. A pera, por conseguinte, é uma fruta rica em nutrição, de forma especial as vitaminas do complexo B, e ainda facilita a digestão.

A melancia, por sua vez, tem teor de hidratação e diurético, com vários minerais e vitaminas imprescindíveis para o organismo. Ela auxilia na desinflamação intestinal e na cura da irritação, além de ser um elemento rico em fibras e antioxidantes, agindo na prevenção da prisão de ventre e favorecendo a saúde do trato gastrointestinal e da saúde.

Obstrução intestinal cuidados de enfermagem

A obstrução do intestino maligno normalmente é associada à sobrevida com limitação – cerca de 10 semanas. O intuito de tratar a condição deve oferecer uma qualidade de vida melhor ao portador do problema e envolvimento de multiprofissionalismo, fundamental para a garantia do objetivo.

É imprescindível a realização de exame de imagem como o raio-x, o TC do abdômen endovenoso e com contraste oral e o exame do reto para a exclusão de fezes impactadas. Isso excluirá motivadores como:

  • neuropatia paraneoplásica
  • constipação crônica
  • disfunção intestinal relacionada à Morfina
  • íleo adinâmico
  • patologia inflamatória do intestino
  • desidratação
  • trombose mesentérica
  • complicações radioterápicas e brida

Lembrete: os procedimentos operatórios precisam ser analisadas conforme o desejo pessoal, de acordo com o desempenho de cada paciente e o modo recomendado do procedimento. É possível até que os processos mais simples como o procedimento endoscópico, ostomias percutâneas e as ressecções multiviscerais se tornem fúteis e aumentem a morbidade e mortalidade.

Possíveis complicações e fatores de risco em relação a cirurgias

  • Câncer intra-abdominal difuso, com quantitativo maior que um ponto de obstruções;
  • Massa intra-abdominal palpável e difusa;
  • Ascite com volume;
  • Patologia metastática extra-abdominal, ainda que não apresente sintomas;
  • Portadores frágeis de doenças, idosos com desnutrição e performance diminuída;
  • Radioterapia do abdômen ou pelve prévia
  • Obstrução do intestino múltipla em órgão delgado

Manipulação não farmacológica

Fazer o mantimento de portador de condição em jejum de forma absoluta, ainda mais em momento de período agudo – dois a três dias ou até aprimoramento dos sintomas.

Posteriormente ao período agudo, é possível dispor de cubos de gelo ou quantitativos pequenos de comida ou líquido de acordo com aceite;

Cuidar frequentemente a boca – umedecer a mucosa oral, fazer uso de enxaguantes de boca, escovar os dentes;

É preciso que se evite utilizar demasiadamente os antieméticos – sedativos podem causar o aumento de risco de aspiração

Levar em consideração o modo IV ou SC de hidratação, em caso de portadores da condição que estejam desidratados e que não estejam na iminência de óbito;

Considerar a utilização de sonda nasogástrica para aliviar início de vômitos ou de refratários, conforme as manipulações farmacológicas. A sonda, de modo geral, não tem tolerância por muito tempo, porém pode ser uma alternativa nas situações de fecaloides ou vômitos incoercíveis.

Indivíduos magros podem ter o benefício gastronômico para que se aliviem os sintomas, ainda mais em situações de obstrução jejunal ou gastroduodenal.

Os nutrientes por opção parenteral total são possíveis para somente um grupo estreito de pacientes.

Essa nutrição é destinada para portadores de prognóstico duradouro. Os benefícios desse modo de tratar devem ter discussão especialista.

Manipulação farmacológica

Aqueles que possuem a obstrução do intestino de teor maligno, de modo geral, têm a apresentação de náuseas, dores e vômitos. O intuito deste tratamento é fazer a minimização ou erradicação dos sinais e, caso haja a possibilidade, permitir que se desobstrua a partir da luz do intestino de forma mais rápida que seja possível.

Todos os cuidados em relação a saúde do intestino e demais órgãos devem ser devidamente consultados por um médico especialista, que prescreverá tratamentos necessários para a melhora da condição clínica. Bons hábitos alimentares e a prática de exercícios físicos são atitudes imprescindíveis para uma qualidade de vida aprimorada.

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