Melhores cidades brasileiras para viver após os 60 anos

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Como é a sua cidade com relação às adaptações, segurança, saúde e convivência social para se viver na idade mais avançada?

Muitos nem pensam com esta profundidade, sobre a qualidade de vida e bem estar após os 60.

Buscamos na íntegra esta notícia do Portal G1. Sabemos da raridade de se ter em uma única cidade todos os itens ideias para o melhor envelhecimento.

Aliás… ainda bem que consideramos o verdadeiro “envelhecer bem” como sendo um bem estar que deve começar de dentro pra fora. Aflora da parte espiritual. E então a física corresponde se mantendo saudável, cheia de motivação e entusiasmo.

Mas vamos confiar que em algum lugar haverá de existir a cidade ideal para o envelhecimento. Será que existem mesmo?

As melhores cidades para se viver após os 60 anos foi listada por uma grande pesquisa do Instituto Mongeral Aegon:

“Mais de 20 milhões de brasileiros já chegaram à terceira idade, de acordo com o IBGE. É quase o dobro de toda a população de Portugal. E cada vez mais a preocupação é garantir qualidade de vida. Uma pesquisa feita em quase 500 municípios mostra quais são as melhores cidades do país para viver depois dos 60 anos.

Clique aqui para ver todos os detalhes da pesquisa

Santos, litoral de São Paulo, é conhecida por sua população de idosos. Atraídos pela praia e boa qualidade de vida, muitos aposentados foram para lá.

“Realmente é fantástico, isso rejuvenesce, a natureza e as pessoas”, afirma um senhor.

Santos aparece em primeiro lugar no ranking que aponta as melhores cidades brasileiras para quem tem mais de 60 anos. Entre os municípios com mais de 100 mil habitantes, depois de Santos vem: Florianópolis, Porto Alegre, Niterói, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Jundiaí, Americana, Vitória e Campinas.

Centros de convivência ajudaram Jundiaí a ficar em sétimo lugar.

“Para mim, é muito importante saber dançar, conviver com as outras pessoas, e ser feliz na terceira idade”, conta uma aposentada.

“O idoso em si, sozinho, não consegue ter uma roda social muito importante. Você ir ao teatro, ao cinema, participar de uma dança, de um baile, é uma sociabilidade”, aponta o geriatra José Eduardo Martinelli.

É importante notar que para fazer o ranking os pesquisadores levaram em conta não só as ações especificas para idosos. Pesou também a condição geral da cidade, em termos econômicos, sociais, culturais, a rede hospitalar, a educação. A ideia é que quanto melhor for a vida das crianças, dos jovens, do adulto jovem, melhor será o bem-estar dos idosos. Tratar bem de todos para que todos sejam beneficiados.

Os pesquisadores usaram mais de 60 indicadores. Da violência urbana ao número de pessoas que se casaram já maduras.

“Ela é da Congregação Cristã do Brasil e eu sou da Igreja Católica, mas eu frequento as duas. Porque nós sempre estamos juntos, graças a Deus”, diz o aposentado Cido Santos.

O levantamento fez também um ranking para cidades com população entre 50 mil e 100 mil habitantes. A lista é encabeçada por São João da Boa Vista, no interior paulista. Lajeado, ficou em sétimo lugar acolhendo aposentados rurais.

“Quando a gente veio pra cá, a gente caiu fora da roça, mas aqui estou me achando feliz”, conta uma mulher.

Rio do Sul valorizou o esporte. “Conviver com mais grupos, fazer atividade, andar, não ficar fechada dentro de casa”, diz outra mulher.

A intenção da pesquisa é mostrar o que dá pra fazer para os idosos viverem bem.

“A ideia central é que o munícipio tenha condições de uma forma objetiva cobrar o seu vereador, cobrar o seu prefeito, pra melhorar especificamente alguns indicadores que estão mal na sua cidade”, diz Nilton Molina, presidente do Inst. Longevidade. (…) ”

 

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Equipe A Terceira Idade .com