Herpes Labial: conheça os tratamentos caseiros

Terapia inclui alho, chá preto e até aloe vera. Descubra o que é o herpes, suas causas, sintomas e outras características!

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Parece que é só o tempo esquentar um pouco, ou então uma gripe derrubar seu sistema imunológico, que bolhas avermelhadas aparecem na sua boca? Ou quem sabe na parte interna dos lábios, ou ainda na gengiva? Bom, você provavelmente vem sofrendo de herpes labial! O problema provoca feridas vermelhas na boca, bolhas com um líquido amarelo em seu interior. Em geral, elas provocam dor, mas trazem mais incômodo por sua aparência.

A má notícia quanto ao herpes labial é que ele não possui cura. A pessoa infectada permanece com o vírus por toda a vida. A boa notícia é que o herpes não causa problemas maiores, e com simples tratamentos caseiros pode desaparecer em apenas um dia!

Herpes labial: o que é?

O herpes labial é uma infecção causada, na maioria das vezes, pelo vírus do herpes simplex, conhecido como herpes do tipo 1 (HSV-1). O herpes do tipo 2 (HSV-2) também pode levar à infecção, mas neste caso é mais comum no herpes genital.

A maioria das pessoas se contamina pelo vírus na infância. Nessa época da vida, é comum que o indivíduo compartilhe utensílios, como bebendo do copo de outras pessoas. É comum também que insira objetos diversos na boca, como um brinquedo. Destas práticas, surge o contágio pelo agente.

Só que o vírus normalmente não necessariamente se manifesta de forma imediata. Habitualmente, ele se associa ao sistema nervoso, e permanece no chamado estado de latência. Isso significa que ele se mantém adormecido por toda a vida, podendo se manifestar em situações específicas.

Ainda assim, uma pessoa pode possuir o vírus do herpes em seu organismo, mas não o manifestar. Segundo pesquisas, apenas 10% das pessoas contaminadas manifesta o herpes labial. As que não o fazem, não apresentam nenhum outro problema, a não ser a possibilidade de transmiti-lo.

A manifestação da doença ocorre quando o indivíduo apresenta baixa em seu sistema imunológico. Isso pode ocorrer por uma série de fatores, como um resfriado, gripe, mudanças bruscas do clima, situações de estresse ou grandes mudanças na rotina.

Normalmente, as crises do herpes aparecem de quatro a seis vezes por ano. Elas se manifestam pelo aparecimento de feridas nos lábios, de aspecto avermelhado e um líquido amarelo em seu interior. Os machucados são dolorosos, e podem arder principalmente em contato com comidas picantes e produtos como a pasta dental.

Além dos lábios, a infecção também pode provocar lesões na gengiva, céu da boca, interior das bochechas, faringe e língua. Em casos mais raros, as feridas podem aparecer também no rosto ou pescoço.

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Causas do problema

O indivíduo infectado pelo vírus do herpes labial pode nunca apresentar sintomas. Em algumas pessoas, o vírus permanece adormecido, sem provocar lesões durante a vida. No entanto, como já citado, alguns fatores podem levar ao desencadeamento da doença. Além do estresse e baixa no sistema imunológico, estão entre esses fatores de risco alterações hormonais e outras infecções, que modificam a sistemática de funcionamento do organismo por um período.

Também são fatores de risco ocorrências de febre, pequenos traumatismos no lábio (como um corte ao se barbear) e o período de tratamento com antibióticos. O clima merece igual atenção: o vírus herpes do tipo 1 é sensível ao frio e ao calor.

Indivíduos que convivem com doenças autoimunes, como os lúpus ou o HIV, são ainda mais suscetíveis ao surgimento dos sintomas. Por último, o consumo excessivo de alimentos industrializados enriquecidos com arginina é identicamente perigoso, uma vez que o composto provoca alterações no corpo.

Transmissão do Herpes

O herpes labial é um problema altamente contagioso. Sua principal forma de transmissão está no compartilhamento de objetos pessoais, o que muitas vezes não recebe muita atenção. Pense, por exemplo, quantas vezes você já não compartilhou um copo com um amigo, ou a tolha de rosto em casa! Há inúmeras situações para contágio no dia a dia.

Isso não quer dizer, entretanto, que o uso de um objeto compartilhado obrigatório irá lhe transmitir herpes. Isso só ocorre por meio do contato com o sangue ou saliva de alguém com o vírus no organismo. O problema é que, muitas vezes, o indivíduo nem mesmo manifesta o vírus, mas o possui. Por isso a necessidade de cuidado.

Assim, a transmissão do herpes labial acontece pelo compartilhamento de toalhas, louças, lâminas, objetos de uso pessoal, como escovas de dentes, e outros. A contaminação pelo vírus também ocorre por meio do beijo.

No período em que o indivíduo apresenta lesões pela doença, a possibilidade transmissão é muito maior. Isso uma vez que o líquido amarelo, comumente no interior das feridas, tem altíssima concentração do vírus.

No entanto, mesmo que não apresente feridas, o infectado pode disseminar o agente causador. Afinal, em período alternados durante a vida, o vírus torna-se presente na saliva do indivíduo. Logo, o contato com essa saliva pode passar a doença para outra pessoa.

Quando é infectado, o indivíduo pode demorar entre 3 a 7 dias para apresentar um sintoma. Durante essa fase de incubação do agente, não há a possibilidade transmissão, ou seja, a pessoa não é contagiosa

Herpes labial X herpes genital

Outra forma de contaminação pelo herpes labial é o sexo oral. O contato oral-genital pode infectar nos lábios uma pessoa anteriormente saudável. O contrário também é possível: um indivíduo pode ser infectado no genital por um vírus que estivesse na boca de seu parceiro. Nesse caso, surge o herpes genital, com sintomas e tratamentos específicos.

De qualquer forma, é importante lembra que o herpes genital é mais comumente causado pelo HSV-2, visto que o vírus tem maior facilidade em se multiplicar na pele da região genital. O herpes labial é habitualmente causado pelo HSV-1.

Sintomas da doença

O herpes labial é uma doença caracterizada principalmente pelo surgimento de bolhas ao redor dos lábios. Essas feridas, no entanto, não aparecem repentinamente. Antes disso, o corpo apresenta alguns sinais: coceira no lábio, sensação de formigamento e dor, e aumentam de forma gradual. Essa fase se sintomas é chamada de “prurido”, e pode levar também à coceira do nariz e queixo.

Logo em seguida, vem a “fase da bolha”. Nessa etapa, surgem grupos de pequenas bolhas ao redor dos lábios, nariz ou queixo. Na fase seguinte, da “ulceração”, o paciente sofre com o crescimento e aumento das feridas, que se tornam avermelhadas e com o interior purulento, ou seja, com um líquido amarelo. Essa é a etapa mais contagiosa do herpes.

Logo, vem a propriamente dita “fase da ferida”, em que as lesões se secam e formam uma crosta. Essa casca tem cor castanha, e tende a se descolar. Caso isso ocorra, há sangramento e o indivíduo sente maior dor e sensação de ardência. Na última etapa da crise do herpes, surgem crostas amarelas, que mostra a cicatrização da ferida.

Na primeira vez que surgem lesões no paciente, ou seja, na infecção primária, os sintomas do herpes costumam ser muito mais intensos. Isso quer dizer que a dor e as feridas são maiores.

Na criança, além dos machucados, podem aparecer como sintomas da doença a inflamação da gengiva, chamada de gengivite. Na pessoa adulta, crises mais fortes levam à faringite, o que provoca pus e úlceras na faringe e nas amígdalas. Além disso, é comum a ocorrência de febre, perda do apetite, dor na garganta e mal-estar geral.

Atenção às possíveis complicações!

O herpes pode ainda provocar feridas em outras regiões, como o rosto e pescoço. Nessas situações, a infecção é mais grave, e requer atenção imediata do médico. Órgãos podem, da mesma forma, sofrer consequências da contaminação.

As infecções são chamadas “herpéticas”, e podem ocorrer no cérebro (encefalite), esôfago (esofagite), pulmões (pneumonite) e fígado (hepatite). As lesões ocorrem apenas em pessoas com doenças imunossupressoras, como o HIV, ou que recentemente tenham passado por transplante ou quimioterapia.

Diagnóstico

Apesar de provocar feridas características, o herpes deve sim ser diagnosticado por um médico. Isso porque, ao verificar a real presença do vírus, o especialista pode analisar a ocorrência de complicações e indicar o melhor tratamento. De qualquer forma, a visita ao consultório não costuma ser comum, pois é considerada comum pelos pacientes. Por isso, tenha atenção à recorrência do problema: caso apareça muitas vezes num período de seis meses, é fundamental procurar auxílio!

O médico dermatologista é o especialista mais indicado para o diagnóstico do herpes, mas outros médicos também podem fazê-lo. Na consulta, o profissional vai buscar conhecer os sintomas do paciente. Em seguida, irá analisar as feridas causadas pela doença.

Em caso de dúvidas, o especialista poderá ainda colher amostras das feridas na boca do paciente. A fase em que o indivíduo apresenta as bolhas com líquido amarelo é a mais indicada para esse procedimento, pois o material terá maior concentração do vírus.

Finalmente, é possível realizar a sorologia e o exame de PCR (detecção DNA do vírus). Os testes são feitos por meio da coleta de sangue, e auxiliam na distinção entre os vírus simplex tipo 1 e tipo 2.

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Tratamento

Após o diagnóstico correto, será hora de tratar o herpes labial. O problema não possui cura, uma vez que o vírus não é eliminado do corpo. No entanto, alguns remédios e técnicas colocam o herpes simplex novamente, eliminando os sintomas da doença.

A terapia também acelera a cicatrização das feridas e previne complicações. É necessário tomar medidas assim que os primeiros sinais aparecerem, para que a enfermidade não leve a problemas maiores.

O herpes labial, em geral, desaparece sozinho em até uma semana. Nesses casos, é comum que o paciente utilize algum medicamento contra a multiplicação das bolhas e outro para diminuição da dor.

No entanto, caso o indivíduo apresente mais de quatro crises de herpes labial no ano, é interessante buscar algo mais eficaz. Assim, o médico costuma receitar o uso contínuo de retrovirais, que previnem a ação do vírus.

Em qualquer situação, é essencial manter as feridas causadas pelo herpes limpas. Afinal, apenas deste modo o paciente poderá se prevenir contra bactérias, fungos e vírus que podem adentrar o organismo por machucados desse tipo.

Assim, se você tiver uma crise de herpes, deve umedecer uma gaze em soro fisiológico e passa-la por toda a região ferida. O ideal é que esse contato do pano com a boca seja leve, com pequenos toques rápidos. De forma alguma você deve raspar a gaze no lábio, ou forçar a ruptura da ferida. Após essa primeira limpeza, o paciente deve então fazer os mesmos movimentos com uma gaze umedecida com álcool cirúrgico. O cuidado pode ser finalizado com uma pomada antiviral, aplicada com o auxílio de uma haste com algodão nas pontas.

Aciclovir e outros remédios

O tratamento medicamentoso do herpes nos lábios pode ser realizado de três formas: por via oral, intravenosa ou tópica, ou seja, por pomada. Os medicamentos antivirais são mais indicados sentes do aparecimento das feridas, quando o paciente percebe os primeiros sintomas de coceira ou queimação. Quando há recorrência de sintomas várias vezes por ano, o médico costuma indicar o uso diário do remédio.

Já as pomadas antivirais tópicas devem ser aplicadas a cada duas horas sobre as feridas do herpes. De forma geral, todos os medicamentos amenizam os sintomas e encurtam o tempo de crise da doença.

Importante lembrar que nem sempre as feridas do herpes aparecem do lado de fora da boca. Algumas delas, por vezes, são até mesmo confundidas com aftas! Por isso, o tipo de pomada e a própria terapia podem variar.

Entre todas as substâncias de terapia, o mais indicado por especialistas é o Aciclovir. Ele está disponível no mercado primeiro em forma de comprimido, opção mais eficaz. Já a versão pomada do Aciclovir precisa ser aplicada cinco vezes ao dia na região ferida pelo vírus, por pelo menos quatro dias seguidos.

Há ainda medicamentos como o Valaciclovir e o Fanciclovir, com o mesmo efeito. Não é indicado que estes remédios sejam utilizados por melhores grávidas ou que estejam amamentando, nem em casos de problemas nos rins ou fígado. Nessas circunstâncias, a consulta ao médico antes do tratamento se faz ainda mais essencial.

Para o alívio da dor causada pelo herpes labial, o indivíduo pode ainda utilizar anti-inflamatório, como o Paracetamol.

Tratamentos caseiros para herpes

Além do uso de medicamentos, o indivíduo afetado pelo vírus do herpes pode utilizar-se de algumas medidas em casa. As técnicas permitem, em sua maioria, a melhor cicatrização das feridas da doença. No entanto, é fundamental sempre procurar um especialista. Assim, caso seja necessário, o médico poderá indicar o tratamento medicamentoso.

·         Bicarbonato

O bicarbonato é um conhecido componente para limpeza e desinfecção de feridas. Por isso, um bom método caseiro de terapia do herpes labial é utilizar de uma pasta do produto. Basta utilizar um pouco de água filtrada e bicarbonato de sódio. Em seguida, o paciente deve aplicar a mistura sobre as feridas do herpes.

·         Aloe Vera

O aloe vera, também conhecido como babosa, é boa opção para acalmar inflamações na pele. Por isso, o paciente pode utilizá-lo em forma de gel, adquirido facilmente em farmácias. O gel consegue oferecer alívio da dor e evita a ação de bactérias na ferida, o que poderia gerar outros problemas. Assim como o bicarbonato e pomadas, basta aplicar o componente sobre os machucados.

·         Mel e própolis

O mel, assim como a própolis, possui propriedades antibióticas e curativas. Por isso, o uso separado dos produtos ou do próprio mel com própolis podem ser eficazes para a cura das feridas do herpes. Nesse caso, porém, não é interessante permanecer com os produtos nos lábios: passe o mel e/ou o própolis no machucado, deixe agir por mais ou menos 10 minutos, e retire-o com um pouco de água. A prática torna o processo de cicatrização das feridas mais rápido.

·         Chá preto

Outra alternativa eficaz é fazer uma compressa de chá preto e aplicá-la sobre os lábios. O chá tem propriedades anti-inflamatórias e antivirais, e pode ser útil até mesmo para a prevenção de outras doenças. A receita é bastante simples: para 500ml de água adicione 2 sachês de chá preto e ferva. Deixe esfriar, e quando a mistura se tornar morna, aplique o líquido nas regiões afetadas.

·         Amido de milho

O amido de milho é capaz de neutralizar o pH da ferida do herpes. Ele também consegue acalmar a irritação provocada pelo vírus, e por isso é um bom tratamento caseiro. Para isso, o indivíduo deve produzir uma pasta, misturando água e amido, e antão aplica-la sobre os machucados. A aplicação deve ser feita antes de dormir, retirando o produto pela manhã com água.

·         Leite

O leite, por sua vez, consegue diminuir a dor, além de promover a rapidez da cicatrização. Esses efeitos devem-se às proteínas do alimento, que atuam como anticorpos. Para a terapia, você pode embeber um algodão ou gaze no leite e aplicar na ferida por alguns minutos. Em seguida, deve-se lavar o local com água.

·         Gelo

Para diminuir a dor, também é possível se utilizar do gelo. Para isso, o indivíduo deve aplicar cubos de gelo (feitos de água filtrada) diretamente sobre a ferida do herpes labial. Isso várias vezes ao dia. Você não deve esfregar o gelo, apenas mantê-lo sobre a ferida por algum tempo.

·         Erva Cidreira

A erva-cidreira, assim como o aloe vera, tem efeito calmante e anti-inflamatório. Desta forma, é eficaz aplicar chá da folha nos lábios, o que trará alívio da coceira e do ardor.

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Livre-se do problema em 1 dia!

Além de um problema para a saúde, o herpes labial é um enorme problema estético. Imagine, por exemplo, que você tem um grande evento planejado, e ele acontecerá daqui a apenas um dia. Impossível aparecer com uma ferida de herpes, não é mesmo?! Para evitar situações assim, é possível contar com um poderoso aliado: o alho, que em apenas um dia elimina as feridas!

O alho possui potentes propriedades antibióticas e antivirais. Utilizando-se dessas características, o indivíduo consegue secar as feridas rapidamente, trazendo um aspecto muito mais suave às bolhas.

A receita é simples: o paciente deve picar o alho em finas lâminas, e então colocá-lo diretamente sobre o herpes labial. Se a bolha for grande, você deve repetir esse processo algumas vezes durante uma hora.

O ideal é que, por aplicação, essa lâmina permaneça no lábio por dez minutos. Passado este tempo, é preciso lavar a região com água morna.

De forma geral, essa aplicação oferece ardor ou coceira momentânea. Após algumas aplicações durante o dia, o herpes tende a desaparecer consideravelmente.

Para um efeito ainda mais rápido, você pode realizar a terapia à noite. Nesse caso, é necessário triturar o alho com algumas gotas de água, e aplica-los sobre a ferida. Em seguida, é fundamental cobrir a pasta com uma gaze, para que ela não saia durante o sono. Na manhã seguinte, é importante lavar o herpes com água morna.

Cuidados no tratamento

Durante o tratamento do herpes, é importante que o paciente tome algumas medidas que tanto evitarão complicações, quanto potencializarão a terapia. A primeira providência é evitar o contato íntimo com outras pessoas. Ou seja: é importante evitar beijar outras pessoas ou realizar sexo oral. Do contrário, são grandes as chances de transmissão do vírus.

Fundamental também evitar estourar ou coçar as feridas da doença. Caso isso ocorra, o tempo de cicatrização torna-se maior. Além disso, as práticas favorecem a contaminação por bactérias, fungos ou outros vírus nos machucados.

Após manipular as feridas, o indivíduo deve ainda lavar as mãos. Isso porque o vírus permanece em contato com a pele, e o toque em objetos ou até mesmo outras partes do corpo pode levar à contaminação destes.

Se você perceber feridas do herpes, é interessante ainda jogar sua escova de dentes fora e adquirir uma nova logo após a cura da ferida. A escova é um bom condutor do vírus, e o uso de um objeto infectado pode levar a outra crise do problema rapidamente.

Por último, o indivíduo pode realizar a limpeza da área ferida por mais alguns dias após seu desaparecimento. Basta aplicar soro fisiológico, creme desinfetante ou similares.

Prevenção do Herpes Labial

A principal forma de prevenção contra o vírus do herpes é evitar o compartilhamento de objetos pessoais. Talheres, copos, louças, toalhas, escovas de dente devem ser sempre de uso individual, uma vez que o uso comum pode levar à transmissão do vírus.

Além disso é fundamental o uso do protetor solar. O calor é um importante fator desencadeador das crises do herpes, e por isso se manter horas a fio na exposição aos raios é perigoso. Assim como a exposição ao frio excessivo: caso o clima da sua região seja gelado, tenha sempre o cuidado de utilizar roupas quentes.

O uso continuo de medicamentos antivirais é igualmente eficaz à prevenção. Nesse caso, porém, é importante contar com a indicação médica. Apenas o especialista pode analisar o vírus causador do problema e o método mais eficaz para seu combate.

Também é necessário cuidado na alimentação. Para evitar o herpes, o indivíduo deve sempre manter uma dieta balanceada, principalmente rica em lisina e pobre em arginina. A arginina é um aminoácido que auxilia o vírus HSV a se reproduzir, e por isso facilita a ocorrência das crises da doença. A lisina, por outro lado, provoca a queda da arginina.

Assim, é importante manter o consumo frequente de alimentos como a soja, o queijo, verduras, frango e peixe. Fundamental ainda diminuir a ingestão de uvas, amêndoas, laranja, castanhas e chocolates, produtos estes ricos em arginina.

Uma medida também interessante é preservar sempre a imunidade do corpo. Para isso, o indivíduo deve manter hábitos saudáveis de vida, praticar esportes, evitar o estresse e outras medidas.

Finalmente, como o herpes labial pode ser transmitido pela prática sexual, deve-se ter cuidado durante o ato. Assim como para a penetração, o uso do preservativo é essencial no sexo oral, para homens e mulheres.

Com atenção e práticas saudáveis, as crises de herpes labial se tornarão logo, logo, apenas algo bastante ocasional em sua vida!

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