Herpes Genital Tem Cura? [MÉTODO DEFINITIVO]

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O herpes genital caracteriza-se por uma patologia sexualmente transmissível, onde o vírus que é denominado herpes simplex, destaca-se por provocar ferimentos nas mucosas e na pele dos órgãos genitais do homem e da mulher. Trata-se de um vírus que quando está dentro de um organismo, raramente é eliminado, e aí, então, questiona-se, por muitas pessoas, se o herpes genital tem cura.

O fato é que não existe uma cura definitiva. Pode-se, entretanto, fazer um controle dos sinais, diminuindo sua permanência e evitando que as feridas na pele apareçam repetidamente.

O Aciclovir é um dos remédios antivirais que podem ser usados para tratar o herpes dos órgãos genitais. Eles ajudam na prevenção ou a diminuir a duração da doença, fazendo com que as bolhas que aparecem na pele perto da área genital, desapareçam.

O vírus do herpes simples, quando está dentro de um organismo, acomoda-se nas terminações nervosas, onde os medicamentos não conseguem alcançar. Ainda assim, as medicações antivirais diminuem a procriação do vírus, fazendo com que o seu tempo de atuação diminua e as chances da doença ser transmitida para outras pessoas, diminuam também.

Por isso, quando as feridas do herpes aparecerem num indivíduo, a mesma precisa seguir o tratamento indicado pelo seu médico, para que, desse modo, não contamine outras pessoas. É importante consultar um especialista para que a sua qualidade de vida melhore, diminuindo o desconforto e a dor provocada por esse vírus.

Herpes tem cura?

O herpes dos órgãos genitais é uma patologia que pode ter o controle por meio de tratamento médico. Entretanto, uma vez contaminado por esse vírus, permanecerá infectado pelo resto da vida. Não existe uma cura definitiva. Muitas vezes, esse vírus fica camuflado por muito tempo. Em virtude disso, pode ou não apresentar sinais de infecções recorrentes.

Contágio de herpes genital tem cura?

O herpes dos órgãos genitais é uma patologia, transmitida por meio do sexo sem proteção, com um vírus motivador denominado herpes simplex tipo 2.

Estudos revelam que, apesar de muitas pessoas não apresentarem sinais e não terem conhecimento da contaminação através do vírus, ao menos uma a cada 5 pessoas adultas estejam infectadas.

O herpes genital é normalmente transmitido quando o vírus já se manifestou, ou seja, quando há aquelas feridas visíveis na região genital do sexo masculino ou do sexo feminino.

Apesar disso, mesmo nos períodos que não tenha infecção visível, ou seja, quando não há bolhas visíveis, pode acontecer de existir o vírus nas secreções dos órgãos sexuais de mulheres e homens, ajudando no contágio. Usar camisinha ajuda a diminuir o risco de transmissão, mas não completamente.

O herpes genital é uma infecção motivada pelo vírus herpes simplex tipo 2, que é sexualmente transmissível. Há também o vírus simplex tipo 1, que é normalmente o herpes labial, mas também pode causar a categoria genital.

O herpes simplex do tipo 2, é um vírus transmitido por meio da relação sexual, ao passo que o indivíduo apresente feridas na pele – as bolhas próximas a região genital. O vírus é altamente contagioso, mas o problema maior é que nem sempre essas lesões são visíveis.

Por isso, ainda que sem as crises, o indivíduo permanece extraindo o vírus constantemente. Normalmente, o paciente passa 2 ou 3 dias fazendo a eliminação do vírus, em um prazo de 100 dias, podendo assim ser transmitida para outras pessoas, como já mencionado, pela relação sexual.

O vírus eliminado  aquém das crises, é mais frequente nos três meses iniciais posteriores à infecção de início. Esta eliminação se torna menos contínua ao longo dos anos depois do primeiro acometimento do herpes na pele

Ao longo de dez anos infectado com o vírus, a possível transmissão fora das crises, torna-se cada vez mais incomum.

Uma pesquisa científica selecionou uma média de 400 pessoas com o vírus de herpes genital, onde foram coletadas fragmentos dos seus órgãos íntimos, sem a ocorrência das crises, por aproximadamente 30 dias seguidos. Somente 9% desses indivíduos apresentaram, neste intervalo, o vírus classificado para transmissão.

Sempre que uma pessoa apresenta uma crise, a possibilidade de transmitir esse vírus para outra pessoa é aumentada de novo. Uma média de 70% das transmissões do herpes genital, são acometidas fora de uma crise, visto que ao longo de uma crise, os pacientes procuram evitar ter relações sexuais.

A transmissão fora de uma crise ocorre com maior frequência em pessoas que possuam o vírus do herpes genital e que, também, são pacientes HIV positivos.

O vírus herpes simplex tipo 1, de forma geral, causa apenas algumas feridas menores na região da boca, porém em situações de sexo oral pode acometer a transmissão para as regiões íntimas.

As pessoas contaminadas com herpes genital, pelo tipo 1, passam a transmitir a patologia da mesma forma que as pessoas contaminadas com o tipo 2. A diferença é que as crises têm manifestações com feridas mais calmas e com menor frequência. Geralmente, não ocorrem fora das crises.

No ambiente, o vírus herpes simplex tipo 2, não sobrevive muito tempo, sendo menos comum ser transmitido por meio de roupas ou toalhas. É improvável ser contaminado pelo vírus herpes genital em piscinas ou em banheiros.

Em períodos de crises, as feridas podem surgir em partes da região genital que não são cobertas pela camisinha. Por isso, o uso de preservativos reduz a possibilidade de transmissão, mas não é completamente nula.

Um exemplo é quando a feridinha do herpes surge na bolsa escrotal. Ainda que ocorra a utilização correta do preservativo, ela continua exposta.

Sintomas de herpes genital

A maior parte das pessoas que são infectadas pelo vírus herpes simplex tipo 2, não manifesta a patologia, não tendo nenhuma crise e sem nenhum conhecimento do contágio. Estudos apontam que até 80% das pessoas contaminadas não desenvolvem sinais.

Os estados clínicos do herpes genital tem cura temporária e aparecem em duas situações: as infecções primária e recorrência.

Infecção primária

É chamada de infecção primária, o primeiro momento em as feridas surgem depois do paciente ter sido acometido pelo vírus do herpes genital.

Os sinais do vírus herpes genital tem cura temporária, costumam se manifestar entre três a sete dias depois a relação sexual que foi transmitida a infecção, existem casos que demoram mais, podendo chegar a até duas semanas.

O sinal mais frequente do herpes genital são as feridas em formato de bolhas, que surgem perto à região genital do homem ou da mulher. Quase sempre, essas bolhas aparecem e, logo, estouram formando úlceras. Essas feridas em forma de bolhas são muito dolorosas, acompanhadas de coceira, principalmente na infecção primária.

Na infecção primária, além das feridas em forma de bolhas do herpes, normalmente aparecem outros sinais, como mal-estar, dores no corpo e febre alta. Podem aparecer ínguas na virilha e também, sentir muita dor ao urinar se caso as úlceras estiverem perto à saída uretra.

As lesões de herpes genital tem cura temporária nos homens, e normalmente surgem no pênis ou perto do mesmo. Nas mulheres, as feridas normalmente costumam surgir na parte interior da vagina, onde permanecem escondidas, mas podem ser visíveis na parte exterior também.
Quando as feridas são internas, os sinais da doença podem surtir por meio do desconforto durante a relação sexual ou o corrimento vaginal. Podem aparecer também em quaisquer instâncias do períneo e nas pessoas que fazem sexo anal, podendo surtir ao redor da região do ânus.

Quando a infecção primária já ocorreu, as feridas do herpes genital tem cura temporária e somem se tornando invisíveis por muitos meses seguidos. Em grande parte dos casos, a infecção aparece de épocas em épocas, há situações que acometem mais de uma vez no ano.

Estudos revelam que uma média de 90% das pessoas tem uma nova crise, posteriormente a um intervalo de um ano e seis meses à infecção primária.

Recorrência

A recorrência do herpes dos órgãos genitais, normalmente aparece após um momento em que o organismo do paciente está sofrendo algum tipo de estresse. Os momentos mais frequentes são: estresse emocional, diagnóstico de uma doença, procedimento cirúrgico recente, exaustão física exagerada, exposição excessiva ao sol, entre outros.

Até mesmo nos momentos da menstruação pode ser um fator nas mulheres. Há também, muitos casos de crises frequentes, em que não houve a necessidade de um motivador.

Em alguns casos, o paciente pode ter dez ou mais crises durante o ano. As pessoas que, normalmente, têm recorrências contínuas são aquelas que a infecção primária teve longa duração, com feridas do herpes durando um mês ou mais.

As crises contínuas costumam não ser tão doloridas e se prolongam por metade do prazo das infecções primárias, que é aproximadamente 20 dias, é menos comum ter outros sinais, como por exemplo, febre alta, dor no corpo e mal-estar. Ao longo dos anos, as crises vão se destacando cada vez menos e em menor intensidade.

Muitas vezes, algumas pessoas podem sentir alguns sinais de alerta, momentos antes de as feridas reaparecerem, como se fosse um aviso, que podem ser: pênis dormente, área em formigamento no órgão genital, coceira excessiva nos grandes lábios.

Por meio destes sinais, muitas pessoas conseguem fazer a identificação de que uma recorrência está por vir.

Há situações em que o indivíduo não teve manifestações de infecções primárias, posteriormente a contaminação.

Muitos anos posteriores surgem as úlceras, provocadas por algum fator que reduziu a imunidade. Quando isso acontece, mesmo sendo o primeiro momento em as feridas surgem, a patologia tem uma manifestação menos duradoura e não muito dolorosa.

Sendo assim, é uma recorrência e não infecção primária. Também não costumam ser frequentes os sinais como mal-estar e febre. Por ser o primeiro acometimento das feridas, o paciente tem o costume de pensar que foi infectado de forma recente, e isso pode gerar conflitos entres casais com relações estáveis há muito tempo.

Em virtude disso, é quase impossível saber de maneira mais precisa, o momento em que a pessoa foi infectada e quem a transmitiu.

Transmissão de herpes genital

Estudos revelam que, quando não há feridas, o vírus do herpes genital permanece latente no tecido nervoso, e assim, não é transmitido. Mas o herpes manifesta outros sinais além das feridas, que são mais difíceis de identificar.

Quando a região do órgão genital do homem ou da mulher começa a arder e doer, neste período, torna-se contagioso e estes sinais são, de modo geral, confundidos com herpes zoster, pênfigo e candidíase.

O vírus herpes simplex tipo 1, pode se manifestar logo na fase da infância, já o vírus herpes simplex tipo 2, por ser transmitido por meio de relações sexuais, normalmente, acontece a partir da etapa da adolescência, no começo da vida sexual.

Herpes genital: tratamentos

O tratamento para combater o vírus herpes genital é à base de medicamentos antivirais em posologias de pomadas ou comprimidos, por exemplo, o Valaciclovir ou o Aciclovir, com indicação pelo seu médico.

       

Em uma média de sete a dez dias de tratamento, as lesões cicatrizam e somem, com isso diminui a dor, coceira e a vermelhidão da região da pele afetada.

É necessário não ter nenhum contato mais íntimo com outras pessoas e não emprestar a toalha de banho durante o período de crise, evitando infectar alguém ou até mesmo que o vírus se espalhe.

O consumo de frutas ricas em vitamina C, como os sucos de laranja com acerola, ou também a ingestão de alimentos que sejam ricos em lisina, como o amendoim, duas ou três vezes ao dia, é uma opção dotada de eficácia para que as feridas desapareçam mais rápido, pois fortalece o sistema imunológico.

No caso dos homens, o tratamento para herpes genital deve ser indicado pelo urologista e, e o especialista das mulheres, o ginecologista.

Ambos podem ser feitos por meio de medicamentos antivirais via oral, como Aciclovir, Valaciclovir ou Fanciclovir, com duração inicial de 10 dias, podendo chegar a 14 dias de tratamento.

O método indicado pelos médicos além dos comprimidos antivirais, também pode ser o uso de pomadas específicas para herpes genital, como a Aciclovir creme, podendo ser aplicada até cinco vezes ao dia na parte afetada.

É imprescindível ter o conhecimento de que o creme não pode ser compartilhado, pois corre-se o risco do vírus ter o contágio ao outro.

Para o melhor funcionamento do tratamento, recomenda-se que tenha início logo nas primeiras 72h dos sinais apresentados. O primeiro sinal de herpes genital é tratado, de forma geral, por 7 a 10 dias por via de medicamentos orais, se caso não tiver melhora, pode ser tratado por uma semana a mais.

Em situações de crises contínuas, mais comumente chamadas de recorrência, a forma de tratamento pode durar somente 5 dias.

Os pacientes que já tem conhecimento da doença, e possuem um histórico de crises frequentes, para maior facilidade, podem ter sempre em casa, alguns medicamentos anti-vírus e vitaminas para melhorar a imunidade, para que logo surgindo os sinais, começar um tratamento imediato.

Quando a pessoa apresenta recorrências muito raramente e quando surgem, se manifestam com poucos sinais, não tem necessidade de fazer o tratamento com medicamentos anti-vírus, principalmente se esta pessoa não estiver tendo relações sexuais.

Há casos de pessoas que são apresentados seis ou mais crises durante o ano. Para estas pessoas, pode ser indicada a terapia supressiva, que basicamente é o uso contínuo de um medicamento antiviral em doses menores, assim evitando que haja recorrências.

O benefício desta terapia é que ela diminui a frequência e o tempo de duração das crises contínuas, podendo também diminuir a possível transmissão do vírus herpes dos órgãos genitais.

Estudos demonstram a necessidade de fazer uma pausa durante o tratamento da terapia supressiva, para saber se ainda é necessário fazer este tratamento, mas não há uma quantidade exata do quanto deve ser esta pausa. Se durante a pausa as crises aparecerem, o tratamento deve ser reiniciado.

A terapia supressiva diminui cerca de 50% o risco de possível transmissão e pode ser utilizada também, em casos de pessoas onde o/a parceiro/a não tenha a infecção com o vírus e se, além disso, durante a relação sexual houver a utilização de preservativo, o risco de contágio é quase nulo.

Um ótimo tratamento fitoterápico para herpes simplex tipo 2, é fazer um banho de assento com manjerona ou um banho com hamamélis, que devem ser usados juntos com o tratamento indicado pelo médico. A majerona e o hamamélis são plantas com efeitos anti-inflamatórios, analgésicas e antivirais.

O paciente precisa ter certos cuidados para ajudar no tratamento, além do tratamento caseiro e do tratamento indicado pelo médico, tais como:

  • Lavar a região infectada com água e sal ou água e sabão;
  • Fazer compressas frias em cima do herpes, para o alívio da dor;
  • Usar pomada anestésica, como Lidocaína e Xilocaína, ou vaselina, depois de urinar, aliviando a queimação;
  • Não usar roupas apertadas com frequência;
  • Beber bastantes líquidos, como chá, água ou água de coco;
  • Não partilhar objetos que tenham entrado em contato com a região afetada;
  • Usar camisinha sempre, em todos os contatos mais íntimos, para não haver a transmissão do vírus para outras pessoas;

Em determinas situações, o herpes genital pode manifestar o aparecimento de fissuras anais, que precisam ser tratadas com pomadas cicatrizantes.

Herpes genital recorrente

O herpes dos órgãos genitais contínuo pode ser tratado através do uso de um medicamento antiviral, como Zovirax ou Penvir somente quando o vírus se manifesta menos de seis vezes durante o ano, e quando surgem os sinais de formigamento na área genital, para bloquear o aparecimento das feridas.

Nas situações em que o vírus se manifesta em quantitativo maior que seis vezes ao longo do ano, ou quando os sinais são mais fortes, pode ser prescrito pelo especialista o uso do Aciclovir comprimido em um período de até 12 meses de tratamento, diminuindo os riscos de transmissão e o aparecimento de sinais.

Herpes genital na gravidez

Na gravidez, o tratamento para herpes genital deve ser prescrito pelo obstetra e, geralmente, é à base de medicamentos antivirais orais. Se a gestante apresenta sinais de herpes recorrentes, a forma de tratar a patologia é através do medicamento Aciclovir.

Nas situações em que a gestante é infectada durante a gravidez, deve ser procedido o tratamento durante o tempo restante da gravidez e, normalmente, é indicado fazer o parto cesárea para evitar que o vírus seja transmitido para o bebê.

Quando a gestante possui o vírus de herpes no estado recorrente, e a mesma não apresenta feridas nas regiões genitais, pode ser feito o parto normal, pois a possibilidade de infecção é quase nula.

Quando não é procedido o tratamento adequado, o vírus de herpes possivelmente será transmitido para o bebê, causando infecções que afetam o sistema nervoso e coloca a vida do bebê em perigo, denominado herpes neonatal.

Quadro de melhora de herpes genital

Os sinais de melhora de herpes genital, acontece a partir do quinto dia de tratamento e com isso as dores diminuem e as feridas na região genital do paciente começam a cicatrizar.

Nas situações de pessoas que utilizam tratamentos com terapia supressiva, nos períodos em que elas precisam fazer pausas, muitas vezes os sinais aparecem novamente depois de muito tempo.

Quadro de piora de herpes genital

Podem surgir alguns sinais de piora do herpes genital, quando a doença não é tratada de forma correta, podendo se manifestar através de vermelhidão da região afetada, inchaço e até mesmo o pus nas feridas.

Quando a pessoa infectada, toca a região do corpo afetada com o herpes genital, não lava as mãos e em seguida toca outra parte do corpo, o vírus pode ter transmissão para este local.

Possíveis complicações

A infecção das feridas é a mais séria complicação do herpes genital, acontece quando os cuidados durante o tratamento não estão sendo feitos de forma correta, quando isso acontece, é necessário que o paciente se dirija até o hospital, pois pode ser necessária a administração de um antibiótico.

Quando a pessoa tem relações íntimas sem a utilização de preservativos e com as feridas não totalmente cicatrizadas, o risco do contágio de HIV é muito maior, se o parceiro/a estiver infectado.

 

Tratamento caseiro para herpes genital

Um ótimo medicamento caseiro para o herpes genital é colocar uma compressa de calêndula nas feridas todos os dias, ou também um pouco de óleo de melaleuca, por serem plantas com efeitos cicatrizantes, antissépticos e anti-inflamatórios, ajudam e amenizam os sinais da doença.

Não se pode esquecer que, o sistema imunológico é também muito importante para que se trate a patologia. Tomar um chá de equinácea reforça este sistema.

Remédios caseiros

Compressas de calêndula

Planta medicinal, a calêndula é bastante utilizada para tratar patologias da pele, por ter um efeito analgésico, cicatrizante e anti-inflamatório, tem também efeito antivirais. Os ingredientes são:

2 colheres (de chá) de flores secas de calêndula;
150ml de água fervente;

O modo de preparo é: na água fervida, adicione as flores secas de calêndula e deixe descansar por uns 10 minutos totalmente tapado. Quando morno, coar e molhar um pedaço de pano de algodão ou uma gaze neste chá e colocar sob a ferida de herpes nas regiões da pele, deixando agir por mais ou menos 10 minutos e repita esta operação cerca de três vezes ao dia.

Em uma farmácia de manipulação, peça um gel preparado com extrato de calêndula, é uma ótima opção também.

Óleo de melaleuca:

O óleo de melaleuca ajuda a aliviar o desconforto e a eliminar as verrugas que aparecem devido ao herpes dos órgãos genitais, pois possui efeitos antivirais, cicatrizantes e anti-inflamatórios. Os ingredientes são:

Óleo de melaleuca;
1 cotonete.

O modo de preparo é: com um cotonete, aplique o óleo de melaleuca puro sobre toda a verruga, cuide para não escorrer na pele, porque pode ocorrer irritação. Pode também ser aplicado em toda a região do órgão genital, mas para isso, você deve diluir o óleo melaleuca em uma mesma quantidade de óleo de amêndoas.

Chá de equinácea:
Planta que reforça o sistema imunológico, a equinácea é ideal para ajudar a combater o vírus do herpes dos órgãos genitais. Os ingredientes são:
2 colheres de chá de folhas frescas de equinácea;
1 xícara de água fervente.

O modo de preparo é: em uma xícara de chá com água fervida, coloque as folhas frescas de equinácea, e deixe descansar por aproximadamente 10 minutos; tampe para que os óleos não escapem. Após os 10 minutos, coar e deixar esfriar, e então tome uma xícara de 2 a 3 vezes ao dia.

O banho denominado “de assento” com água em temperatura fria pode reduzir por um tempo o desconforto e a dor nas lesões na região genital. Em casos que as mulheres sentem dores ao eliminar diurese, uma opção menos dolorosa é urinar durante o banho no chuveiro ou em banhos de assento com a água em temperatura morna.

É imprescindível que a região genital esteja sempre limpa e seca e que não se utilize roupas íntimas apertadas. Não devem ser utilizados os cremes, loções e pomadas. Evitar também os banhos de espuma e, se tiver dores, é possível fazer uso de anti-inflamatórios ou analgésicos.

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