Esporão: Tratamento, Cirurgia, Causas

O esporão é um prolongamento irregular do calcâneo, o principal osso da região do calcanhar.

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Quando se fala em esporão, muitos logo pensam em dores agudas e insuportáveis, como se um prego estivesse sendo fincado no pé.

Mas você sabia que muitas pessoas têm o esporão formado no osso do calcanhar e não sentem absolutamente nenhuma dor? E que, por outro lado, outras pessoas convivem com dores intensas no pé mesmo sem ter um esporão?

Como assim? Talvez este artigo ajude a esclarecer essas e outras dúvidas sobre o esporão. É só seguir a leitura.

O que é esporão?

O esporão é um prolongamento irregular do calcâneo, o principal osso da região do calcanhar. Ele se forma a partir de um processo de calcificação que cobre partes do tecido em volta do osso. Essa calcificação é uma reação natural do organismo ao surgimento de pequenas lesões no local.

O esporão pode se desenvolver em duas regiões diferentes do calcâneo: na sua base ou na sua parte posterior.

Quando o esporão surge na parte posterior do calcâneo, forma-se o popular “esporão de galo”, também chamado de esporão dorsal do calcâneo. Alguns ainda usam o termo “síndrome de Haglund” como sinônimo. Essa forma de esporão é a causadora de dores na parte de trás do calcanhar.

Já o esporão que surge na base do calcâneo dificilmente provoca dores. Ao contrário do que se pensa, o formato pontiagudo do esporão não é o responsável pelas dores agudas que batizamos de “esporão no pé”. Essa dor é causada pela fascite plantar, uma outra forma de lesão que nada tem a ver com o esporão, a não ser o fato de ocorrer em um local muito próximo a ele.

Na prática, encontramos então a palavra “esporão” associada aos seguintes contextos:

  • Como uma referência à estrutura calcificada que se forma como um prolongamento do calcâneo, seja na base, seja na parte posterior do osso;
  • Como uma referência às dores sentidas na parte de trás do calcanhar, tendo como sinônimos “esporão de galo”, “esporão dorsal” ou “síndrome de Haglund”;
  • Como uma referência às dores sentidas na planta do pé (o “esporão no pé”), que na realidade são causadas pela fascite plantar e não guardam nenhuma relação direta com o esporão propriamente dito.

Esporão de galo

Um dos locais em que pode ocorrer o acúmulo de cálcio é na parte posterior do calcâneo, isto é, na parte de trás do calcanhar, um pouco abaixo do tornozelo, onde fica a ligação com o tendão de aquiles.

Popularmente, o esporão que se forma nessa região é chamado de esporão de galo, justamente pela localização, similar à das esporas dos galos. Outros nomes que identificam essa forma de esporão são “esporão calcânea dorsal” e “síndrome de Haglund”.

A região afetada forma um volume que provoca dores quando pressionado. Devido à localização da inflamação, o esporão de galo pode contribuir para que outras dores se manifestem, como a tendinite de aquiles ou a bursite do retropé.

Esporão

Quais são as causas do esporão de galo?

As principais causas para a formação do esporão de galo são:

  • O uso de sapatos rígidos e apertados na parte posterior;
  • O excesso de sobrecarga no retropé.

Outros fatores que também contribuem para agravar o quadro são:

  • A obesidade, que aumenta o peso suportado pelos pés;
  • A anatomia dos pés (pé muito plano ou arco do pé muito alto);
  • A prática de atividades que provocam um elevado impacto dos pés sobre a superfície;
  • O modo inadequado de pisar.

Quais são os sintomas do esporão de galo?

Tipicamente, o esporão de galo apresenta os seguintes sintomas:

  • Formação de uma saliência na parte posterior do calcanhar;
  • Dores intensas na região que liga o calcanhar ao tendão de aquiles;
  • Inchaço na parte de trás do calcanhar;
  • Vermelhidão próximo ao tecido inflamado do calcâneo.

Um quadro de esporão de galo pode muitas vezes se assemelhar ao de uma artrite ou de uma tendinite do calcâneo. Para confirmar o diagnóstico, além do histórico do paciente e do exame na região lesionada, o ortopedista pode recorrer a uma radiografia e, eventualmente, a outros exames.

Como tratar o esporão de galo?

De acordo com o diagnóstico revelado, o médico pode recomendar:

  • O uso de palmilhas ortopédicas para aliviar a dor;
  • Sessões de fisioterapia;
  • O uso de medicamentos analgésicos e cicatrizantes;
  • Acupuntura;
  • Iontoforese, que introduz medicamentos antiinflamatórios diretamente na pele a partir de correntes elétricas;
  • Alguns cuidados pessoais, como o uso de sapatos abertos e a aplicação de gelo para aliviar a inflamação (20 a 30 minutos por dia).

Em último caso, o médico pode indicar a realização de uma cirurgia para a retirada do excesso de osso formado no local.

Esporão no pé

Outro local em que ocorre o acúmulo do cálcio é na base do calcâneo, ou seja, na sola do pé. Mas, conforme já ressaltado, as dores que normalmente atribuímos ao “esporão no pé” são na realidade causadas pela fascite plantar.

O esporão propriamente dito, tão facilmente identificado nos exames de imagens, acaba funcionando mais como um bom indicador de que a região sofreu ou sofre um importante processo de calcificação.

A fascite plantar é uma inflamação sobre o tecido que liga o calcâneo aos dedos do pé. Esse tecido que atravessa praticamente toda a planta do pé chama-se fáscia plantar.

Quais são as causas da fascite plantar?

A inflamação da fáscia plantar está relacionada à tensão e ao uso excessivo que ela sofre em decorrência das atividades diárias da pessoa. Alguns fatores contribuem para intensificar esse desgaste. Exemplos:

  • A idade (a partir dos 40 anos aumentam as chances de fascite plantar);
  • A prática de atividades que provocam um elevado impacto sobre o calcanhar e sobre a fáscia plantar;
  • tipo de pisada (pé chato, pé cavo);
  • A obesidade, que aumenta o peso suportado pelos pés;
  • O tempo prolongado de permanência em pé ou caminhando;
  • A prática de atividades que causam muita tensão sobre o tendão de aquiles;
  • O uso de calçados inadequados, com solas macias demais ou que não dão o suporte necessário à curvatura do pé.
Esporão

Como identificar os sintomas da fascite plantar?

As maiores queixas dos pacientes com fascite plantar são dores, rigidez e queimação na sola do pé. As dores surgem principalmente quando os pés saem de uma situação de repouso, ou então, quando já estão há muito tempo suportando o peso do corpo e o impacto de atividades exigentes.

Tendem a desaparecer quando os pés voltam para uma situação de repouso ou, às vezes, quando há uma acomodação em movimento mesmo.

Para confirmar o diagnóstico, o ortopedista recorre a:

  • Uma análise do histórico do paciente, onde poderá avaliar fatos como:
    • o momento em que os sintomas surgiram;
    • a ocorrência dos sintomas em períodos específicos do dia;
    • o dia a dia do paciente em termos de atividades físicas;
    • o local exato em que o paciente sente dor;
    • ações que resultem em alívio.
  • Um exame físico em que será possível constatar:
    • A sensibilidade na sola do pé;
    • A anatomia do pé (pé chato, pé cavo);
    • A ocorrência de inchaço ou vermelhidão;
    • A rigidez ou a tensão do arco do pé;
  • Eventualmente, uma radiografia do pé ou outros exames.

Como tratar a fascite plantar?

De acordo com o diagnóstico revelado, o médico pode recomendar:

  • Para quadros mais simples, repouso e uso de gelo no local inflamado;
  • Sessões de fisioterapia, com foco em exercícios e alongamentos para os pés e a panturrilhas;
  • O uso de palmilhas ortopédicas para aliviar a pressão sobre o calcâneo e a fáscia plantar;
  • Cuidados para a redução da obesidade, se for o caso;
  • O uso de medicamentos antiinflamatórios;
  • Injeções de corticoides no calcanhar, caso outros medicamentos não façam efeito.

Em último caso, o médico pode indicar a realização de uma cirurgia, mas a maior parte dos pacientes reage bem com tratamentos mais conservadores.

Simpatia para esporão no pé

Diante das dificuldades de se tratar as dores provocadas pelo esporão, a sabedoria popular desenvolveu algumas soluções alternativas para o seu tratamento. Apresentamos a seguir três exemplos bem típicos, três simpatias.

A simpatia da palma

Palmas são folhas muito usadas no nordeste para alimentar o gado. Segundo a “simpatia da palma”, você pode curar o esporão de uma outra pessoa seguindo os seguintes passos:

  • Pegue uma folha de palma de um tamanho que seja suficiente para caber nela o pé da pessoa com esporão;
  • Retire da folha os espinhos mais duros;
  • Coloque o pé com esporão em cima da folha;
  • Com uma faca de cabo branco, desenhe da melhor forma possível o pé na folha de palma;
    • Comece pelo calcanhar e siga para frente,
    • Contorne todo o pé até voltar ao ponto de partida;
    • Enquanto faz o desenho, mentalize o corte da calcificação e sua imantação na folha da palma.
  • Após terminar o desenho, destaque-o da folha (sem que a pessoa tire o pé de cima da folha);
    • Enquanto faz o recorte, pergunte à pessoa: “Quem te corta?”;
    • A pessoa deve responder três vezes: “A luz que me gerou.”;
  • Retire o pé da pessoa de cima da folha;
  • Enrole a palma em um pano branco e tire-a imediatamente da vista da pessoa;
  • Coloque a palma embrulhada em um telhado ou lage e deixe-a secar;
  • À medida que a palma vai secando, o esporão vai diminuindo, até desaparecer.
Esporão
       

A oração do esporão

Outra simpatia para curar o esporão é conhecida como “oração do esporão”. Essa oração traz uma receita de como combater e vencer o esporão usando os pés de um galo. Ela diz o seguinte:

“Dois pés de galo que tenham esporão, passe dos joelhos para baixo nos dois pés, mesmo que não esteja doente e reze: ‘esporão, esporão! Leve este mal para onde eu não vejo’, e de três vezes, reze três pai-nosso, três ave Maria, pede a Jesus que leve essa enfermidade. Enterra os pés em lugar onde a pessoa não vai passar.”

A oração da saia branca

  • Consiga uma muda de uma planta conhecida como saia branca;
  • Plante-a em um vaso grande;
    • Antes de plantar a muda efetivamente, reze três vezes o Pai Nosso e três vezes a Ave Maria, passando a muda em cruz na sola do pé;
    • Reze mais um Pai Nosso e uma Ave Maria; depois diga “Não estou plantando essa planta, estou plantando meu esporão”;
    • Repita o procedimento acima por mais duas vezes;
    • Finalmente, plante a muda;
  • Regue sempre a planta; depois que a muda “pegar”, seu esporão desaparecerá.

Tratamento caseiro para esporão

O tratamento caseiro para o esporão deve ocorrer de duas formas: através de alguns cuidados pessoais e através de medicação natural e de fácil acesso.

Cuidados pessoais importantes

  • Aplicar gelo para reduzir a inflamação e as dores nos momentos mais agudos;
  • Colocar os pés em água quente nos momentos menos agudos;
  • Em caso de obesidade, incluir dieta e atividades específicos para a perda de peso;
  • Reduzir a carga de atividades de alto impacto sobre os pés;
  • Massagear os pés, passando um creme hidratante após lavá-los;
  • Massagear os pés deslizando-os sobre uma bola de tênis ou uma garrafa pet contendo água gelada;
  • Puxar os dedos dos pés para cima, forçando o alongamento da fáscia plantar;
  • Alongar a panturrilha com uma toalha;
  • Fazer alongamentos para pés e pernas;
  • Evitar andar descalço, principalmente na parte da manhã;
  • Usar calçados adequados;
  • Usar palmilhas ortopédicas ou “bota walker”, conforme recomendação do ortopedista, para uma melhor distribuição da pressão sobre o calcanhar;
  • Realizar sessões de fisioterapia, que podem incluir atividades voltadas para o realinhamento das estruturas do corpo, como a osteopatia e a RPG, também de acordo com recomendação médica.
Esporão

Medicação caseira

Sais de epsom

  • Mergulhe os pés por vinte minutos em uma solução de água morna com sais de epsom.

Compressa de espinafre

  • Envolva a região do esporão com folhas amassadas de espinafre;
  • Para que as propriedades antiinflamatórias desse vegetal possam agir, mantenha-as bem presas ao local por cerca de vinte minutos;
  • Depois, lave o local com água morna.

Tintura de nove ervas

  • Misture dois litros de álcool, uma colher de chá de manaka, uma colher de chá de mirra, uma colher de chá de panaceia, uma colher de chá de sene, uma colher de chá de angélica, uma colher de chá de açafrão, uma colher de chá de ruibarbo, uma colher de chá de aloe vera e um quadradinho de cânfora;
  • Coloque essa mistura em um recipiente de vidro escuro;
  • Guarde-a em um local limpo e escuro por vinte dias; uma vez por dia, mexa a mistura;
  • Ao final do período, coe a mistura e ela então estará pronta para uso;
  • Antes de dormir, molhe um pano limpo (ou gaze) na mistura e enfaixe o pé de tal forma que principalmente a sola fique em contato com a mistura por toda a noite.

Tintura de caroço de abacate

  • Rale um caroço de abacate e adicione a ele 500 ml de álcool e quatro pedras de cânfora;
  • Guarde essa mistura em uma garrafa escura por vinte dias, mexendo-a uma vez por dia;
  • Ao final do período, a mistura estará pronta para uso;
  • Antes de dormir, molhe um pano limpo (ou gaze) na mistura e mantenha-o aplicado durante toda a noite sobre a região dolorida.

Emplastro de couve

  • Amasse algumas folhas de couve até que elas comecem a liberar um sumo esverdeado;
  • Coloque essa pasta em um plástico filme e envolva-o sobre a região do calcanhar, prensando a pasta contra a pele;
  • Use mais plástico para enfaixar o pé e prender o emplastro;
  • Com uma faixa para curativo e esparadrapo, cubra o emplastro;
  • Depois de sete horas, retire o emplastro e lave o local;
  • Repita a operação a cada sete dias, por mais três vezes.

Vinagre de maçã

  • Molhe uma toalha de algodão com vinagre de maçã;
  • Aplique sobre o calcanhar;
  • Com uma fita, fixe a toalha no local.

Cloreto de magnésio

  • Dissolva 33 g de cloreto de magnésio PA em um litro de água;
  • Misture bem e conserve na geladeira;
  • Tome uma dose da mistura diariamente, usando como medida de referência um copinho descartável de café.

Emplastro de cebola

  • Corte uma cebola em fatias;
  • Antes de dormir, coloque a parte mais interna das fatias de cebola em contato com o local da dor;
  • Com um plástico filme, faça um emplastro, mantendo a cebola bem presa junto à pele;
  • Ao acordar, remova o emplastro e enxágue os pés.

Outras receitas

  • Bicarbonato de sódio;
  • óleo de coco;
  • óleo de linhaça;
  • açafrão;
  • alfafa;
  • bórax;
  • etc.

Existe cura para o esporão?

Primeiro é importante ter em mente que os tratamentos em geral contribuem para aliviar e até mesmo prevenir as dores.

Quanto à cura, a cirurgia é uma possibilidade para quem sofre com esporão de galo, mas não há como garantir que ela seja definitiva. O esporão pode voltar a se formar depois de algum tempo.

Já para o esporão no pé, ou melhor, para a fascite plantar, existe cura através de tratamentos, desde que seguidos à risca. Também nesse caso não há garantia de cura definitiva. É preciso observar alguns cuidados para não voltar a agredir a fáscia plantar.

Por outro lado, o não tratamento ou o tratamento inadequado dos sintomas de esporão pode levar a um quadro de dores crônicas no calcanhar.

Esporão

Cirurgia de esporão

A cirurgia é uma opção a que os médicos recorrem apenas em casos mais graves, após um período sem resultados satisfatórios com tratamentos menos agressivos.

Para o esporão de galo, o objetivo da cirurgia é retirar o excesso de formação óssea na parte posterior do calcâneo. Já para o esporão no pé, a cirurgia deve ser voltada principalmente para liberar a fáscia plantar, sem necessidade de remover o esporão.

Essa cirurgia pode ser realizada de forma aberta ou através de uma artroscopia, com o uso de uma anestesia local ou loco-regional.

Após a realização da cirurgia, normalmente são necessárias algumas semanas de recuperação, sem que se exerça força sobre o pé. Podem ainda surgir algumas complicações, tais como:

  • A permanência dos sintomas na região;
  • A atrofia muscular da panturrilha;
  • A perda de mobilidade e de força nos dedos;
  • A fibrose (tecido cicatricial);
  • A perda de sensibilidade no local;
  • A dor neuropática por lesão do nervo.

Conforme já salientado, não há como garantir uma cura definitiva, mesmo com a realização da cirurgia.

Medicamentos antiinflamatórios

Quadros inflamatórios surgem como uma resposta natural do organismo contra lesões ou infecções sofridas. Mas a inflamação se intensifica a tal ponto que passa a prejudicar a própria saúde. Medicamentos antiinflamatórios agem inibindo a ação da enzima responsável pela geração da substância que provoca a inflamação.

Antiinflamatórios são medicamentos essenciais no tratamento do esporão e de inflamações em geral. Eles normalmente apresentam uma ação antipirética para baixar a febre, uma ação analgésica para reduzir as dores e a ação antiinflamatória propriamente dita.

Os diversos antiinflamatórios existentes no mercado diferenciam-se entre si pela forma e intensidade como realizam essas três ações. Cada um deles apresenta também seus efeitos colaterais específicos.

A questão é que esses medicamentos podem produzir diferentes efeitos colaterais como:

  • Agravamento de um quadro de hipertensão já existente;
  • Inibição da ação de diuréticos;
  • Agravamento de problemas de insuficiência cardíaca;
  • Agravamento de disfunção renal;
  • Síndrome nefrótica;
  • Hepatite medicamentosa;
  • Interação com varfarina;
  • Reações alérgicas;
  • Perda de audição (para idosos);
  • Aumento do risco de doenças cardiovasculares.

Antiinflamatórios podem também ser contraindicados para diversos grupos de pessoas como:

  • Idosos;
  • Grávidas;
  • Pacientes com insuficiência renal;
  • Pacientes com cirrose;
  • Pacientes com hipertensão;
  • Pacientes com insuficiência cardíaca;
  • Pacientes que ingerem mais que três doses de bebida alcoólica por dia;
  • Pacientes medicados com varfarina;
  • Pacientes com risco de hemorragia;
  • Pacientes com histórico de úlcera péptica ou gastrite.

Por tudo isso, o uso de medicamentos deve ser sempre feito com acompanhamento médico.

Pés no chão, não existem milagres

Como vimos, há muita informação e conhecimento acerca do esporão. Os tratamentos e até mesmo a cura, ainda que não definitiva, estão ao alcance das pessoas.

Se você convive com esse problema e ainda não foi em busca de ajuda, mexa-se. Não é um esporão que vai impedir você de dar seu próximo passo.

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