Esofagite Erosiva Tratamento

A esofagite erosiva é uma doença extremamente desagradável e que acaba passando despercebida por uma grande quantidade de pessoas em todo o mundo.

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A esofagite erosiva é uma doença extremamente desagradável e que acaba passando despercebida por uma grande quantidade de pessoas em todo o mundo, que acabam minimizando seus sintomas, como azia e dores no estômago.

Estima-se que cerca de 20% da população mundial sofra com os sintomas diretos ou indiretos decorrentes do desenvolvimento da esofagite erosiva. Por isso é preciso saber identificar o momento certo de procurar um médico e buscar tratamento antes que surjam complicações que podem exigir até mesmo uma intervenção cirúrgica.

Aprenda mais sobre a esofagite erosiva, seus sintomas, causas e tratamentos e descubra se é o momento de procurar seu médico para diagnosticar e tratar a doença.

O que é esofagite erosiva?

Esofagite erosiva é uma inflamação do esôfago, canal responsável por conduzir os alimentos ingeridos até o estômago.

Essa inflamação ou irritação acontece quando o estômago não consegue mais manter os ácidos que produz em seu interior, e esses acabam subindo pelo esôfago, causando desde irritações mais leves até lesões mais profundas.

Tipos de esofagite erosiva

A esofagite erosiva pode ser dividida em 4 tipos diferentes:

  • Infecciosa: causada por bactérias, fungos ou vírus;
  • De refluxo: ocasionada pelo refluxo do ácido presente no estômago para o esôfago;
  • Medicamentosa: decorrente do uso constante de certos medicamentos via oral que agridem as paredes do esôfago;
  • Eosinófila: acontece quando existem grandes quantidades de agentes alérgicos no estômago.

Graus da esofagite

Dependendo da gravidade do caso, é possível classificar a esofagite em diferentes graus. Para que seja feita a classificação, são utilizados dois sistemas de avaliação: o sistema de Savary-Miller e o Sistema de Classificação de Los Angeles.

O sistema de Savary-Miller classifica a esofagite em quatro graus, sendo:

  • Grau I: uma ou mais manchas avermelhadas não confluentes, com ou sem exsudato (líquido produzido em reação a danos nos tecidos e vasos sanguíneos);
  • Grau II: lesões erosivas e exsudativas que podem ser confluentes, mas não circunferenciais;
  • Grau III: erosões circunferenciais cobertas por exsudatos hemorrágicos e pseudomembranosos;
  • Grau IV: presença de complicações crônicas, como úlceras profundas.

No Sistema de Classificação de Los Angeles, a classificação da esofagite erosiva também é feita em quatro graus:

  • Grau A: uma (ou mais) ruptura não superior a 5mm que não se estende entre as partes superiores de duas dobras da mucosa;
  • Grau B: uma (ou mais) ruptura com mais de 5mm que não se estende entre as partes superiores de duas dobras da mucosa;
  • Grau C: uma ou mais rupturas contínuas entre os topos de duas ou mais dobras da mucosa. Envolvem menos de 75% da circunferência;
  • Grau D: uma ou mais rupturas que envolvem, no mínimo, 75% da circunferência do esôfago.
Esofagite erosiva

Causas da esofagite erosiva

As causas da esofagite podem ser atribuídas basicamente a dois fatores: irritação ou infecção.

A esofagite por infecção normalmente é causada por patógenos como Herpes e Candida. Esses tipos de casos de esofagite por infecção são muito raros, e acabam sendo mais comuns em pessoas que apresentam um sistema imunológico debilitado, como os pacientes com Aids.

A infecção normalmente é causada pelo Candida albicans, fungo presente nas mucosas da boca, mas outros agentes podem fazer com que a infecção se desenvolva.

Já a esofagite por irritação pode ter diferentes causas, como reação alérgica a alguns tipos de alimentos até a presença do refluxo gastroesofágico.

Muito mais comuns, os casos de esofagite por irritação podem ser causados por:

  • Doença por Refluxo Gastroesofágico (DRGE);
  • Vômitos;
  • Intervenção cirúrgica;
  • Reações alérgicas;
  • Uso de anti-inflamatórios;
  • Ingestão de comprimido sem água;
  • Ingestão de substância tóxica;
  • Lesão por radiação causada durante tratamentos para câncer.

Além dessas causas, a hérnia de hiato é uma das principais causas do desenvolvimento da esofagite erosiva.

Acredita-se que a hérnia de hiato se desenvolva graças a um enfraquecimento do tecido que reveste o estômago, fazendo com que o órgão inche através do diafragma, músculo que separa o tórax da região abdominal e utilizado na respiração, fazendo com que o conteúdo presente no esôfago não consiga chegar ao estômago, ficando literalmente entalado no meio do caminho.

Sintomas da esofagite

Os sintomas da esofagite podem ser bem desagradáveis como, por exemplo, os que elencamos a seguir:

  • Azia;
  • Queimação;
  • Tosse seca;
  • Dor de garganta;
  • Mau hálito;
  • Amargor na boca;
  • Regurgitação.

Fatores de risco

Alguns fatores podem colaborar para o desenvolvimento da esofagite erosiva, como:

  • Obesidade;
  • Gravidez;
  • Infecções esofágicas por cândida ou vírus, que refletem algum grau de imunodeficiência;
  • Doenças autoimunes, como a esclerodermia e a esofagite eosinofílica;
  • Ingestão acidental, ou não, de produtos químicos cáusticos (esofagite cáustica);
  • Vômitos excessivos, como os que ocorrem nos casos de bulimia;
  • Consumo de álcool e cigarro;
  • Cirurgia ou radiação na área do peito e pescoço;
  • Uso prolongado de medicamentos como, por exemplo, os corticoides e os anti-inflamatórios;

Erosiva e não-erosiva

Também conhecida como esofagite não erosiva distal, essa forma da doença possui uma diferença básica da sua forma erosiva.

Enquanto na esofagite erosiva há a presença de uma lesão no esôfago, na esofagite não-erosiva distal ocorre apenas um inchaço na região do esôfago, sem a existência de qualquer tipo de lesão.

A ausência de lesões no esôfago faz com que essa forma da doença seja considerada apenas uma inflamação leve, que pode ser tratada facilmente e a melhora acontece em um período muito curto.

Gastrite e esofagite erosiva

Diferente do que muitas pessoas afirmam, gastrite e esofagite erosiva são doenças diferentes.

A gastrite é uma lesão ou inflamação resultante da erosão do revestimento do estômago, também conhecido como mucosa gástrica.

Sua principal causa é atribuída aos danos causados ao tecido que reveste o estômago pelos sucos estomacais, graças a fragilidade da barreira mucosa responsável por proteger as paredes do órgão.

Os casos onde a inflamação dura pouco tempo, apenas algumas horas, são chamados de gastrite aguda. Já para os pacientes que apresentam casos com duração mais longa, que podem chegar a durar meses ou anos, a doença acaba recebendo o nome de gastrite crônica.

Em muitos pacientes a gastrite pode acabar passando sem ser notada, mas também é possível que se notem alguns sintomas, principalmente:

  • Queimação;
  • Vômito;
  • Perda de apetite;
  • Dores abdominais;
  • Indigestão.
Esofagite erosiva

Caso ocorra sangramento das paredes do estômago, também podem ser notadas fezes escuras e vômitos de sangue.

Alguns fatores considerados de risco, como o uso excessivo de analgésicos, idade, alcoolismo, uso de drogas e estresse aumentam as probabilidades de que uma pessoa que apresente esses fatores de risco venha a desenvolver gastrite aguda ou crônica.

Como diagnosticar esofagite erosiva?

Ao notar a recorrência de sintomas como azia, indigestão e dor no estômago, a melhor providência a ser tomada é realizar uma consulta com o seu gastroenterologista.

Ele é o profissional que cuida de todo o nosso sistema digestivo, portanto, é ele que possui o conhecimento necessário para que se possa fazer o diagnóstico com exatidão e orientar qual o tratamento mais indicado para cada paciente.

Além de consultar detalhadamente todo o histórico do paciente, o médico gastroenterologista poderá solicitar que sejam realizados alguns exames para que seja possível diagnosticar a doença com precisão:

  • Raio X de bário: o paciente ingere uma solução que conta com Bário em sua composição. Assim, a substância reveste o estômago e o esôfago para que seja mais fácil a visualização de anormalidades que confirmem o diagnóstico;
  • Endoscopia: uma pequena câmera é acoplada a um tubo longo, que será introduzido pela garganta até chegar ao esôfago, onde serão coletadas amostras para testes em laboratório. Em alguns casos, apenas a observação da área pode confirmar o diagnóstico;
  • Exames laboratoriais: as amostras retiradas do esôfago são analisadas para que seja encontrada a causa da infecção;
  • Testes de alergia: normalmente esses testes são realizados apenas em casos de esofagite de eosinófilos, para descobrir se o paciente é ou não alérgico a algo que possa estar causando a infecção.

Esofagite erosiva em crianças

Mesmo com a esofagite erosiva sendo mais diagnosticada em pessoas acima dos 55 anos de idade, as crianças também podem ser acometidas pela doença em qualquer um de seus tipos.

O diagnóstico em crianças é um pouco mais difícil, já que dificilmente elas conseguem dizer claramente que sintomas estão sentindo. Ainda que exista essa dificuldade, observar dois sinais que podem apontar para esofagite erosiva pode acelerar o diagnóstico.

É comum que a criança que está com esofagite apresente dificuldade para ingerir os alimentos, portanto ela passará a se recusar a comer com mais frequência. Como consequência dessa dificuldade na ingestão dos alimentos, certamente a criança apresentará problemas de crescimento, diretamente ligados ao fato de ela não conseguir se alimentar.

Tratamentos para esofagite erosiva

Antes de dar início ao tratamento para esofagite é essencial saber com qual tipo de infecção estamos lidando.

Para dar início ao tratamento da esofagite eosinófila primeiro é preciso garantir que nenhum tipo de reação alérgica aconteça. É comum que o médico determine ao paciente uma dieta restrita sem alimentos aos quais ele seja alérgico.

Dependendo da reação do organismo perante a dieta, o médico pode entrar com a prescrição de medicamentos específicos para reações alérgicas.

O tratamento mais indicado para os pacientes diagnosticados com esofagite medicamentosa é a substituição dos medicamentos. A alternância entre líquido e pílulas, por exemplo, de um mesmo medicamento também costuma apresentar bons resultados, diminuindo ou extinguindo definitivamente a infecção.

Esofagite erosiva

A esofagite de refluxo pode ser tratada de duas formas, por medicamentos ou cirurgia. Os medicamentos são utilizados para que a produção do ácido estomacal seja interrompida, e assim a válvula que divide o estômago e o esôfago possa se regenerar, voltando a cumprir sua função.

Somente quando o tratamento com os medicamentos não surte efeito é que passa a ser considerada a possibilidade de uma intervenção cirúrgica, com a mesma finalidade do uso dos medicamentos.

Nos casos de esofagite infecciosa o médico receitará um medicamento para combater especificamente a infecção que acomete o seu paciente, independente de se tratar de uma infecção bacteriana, viral ou fúngica.

Remédios naturais para esofagite erosiva

       

Conheça algumas receitas de remédios naturais que podem ser grandes aliados para quem tem esofagite erosiva e procura maneiras de minimizar seus sintomas incômodos.

Suco de aloe vera

A aloe vera é rica em substâncias que ajudam a diminuir a irritação no esôfago, como vitamina B e aminoácidos, controlando a produção dos sucos ácidos responsáveis por essa irritação.

Os ingredientes para preparar o suco de aloe vera são:

  • 5 colheres de sopa de gel de aloe vera;
  • ½ xícara de água;
  • 1 colher de de mel.

Junte todos os ingredientes no liquidificador e bata até que obtenha uma bebida homogênea.

Faça o consumo da bebida uma vez ao dia notar que os sintomas da esofagite erosiva estão diminuindo.

Bebida à base de alcaçuz

A composição do alcaçuz possui um efeito calmante para a queimação abdominal, além de controlar o retorno dos sucos ácidos responsáveis pela irritação no esôfago.

Para preparar esse remédio natural você precisará apenas de:

  • 1 colher de chá de raiz de alcaçuz;
  • 1 xícara de água;
  • 1 colher de mel.

Em uma xícara de água fervente, acrescente a raiz de alcaçuz e deixe a xícara tampada. Após 10 minutos coe e utilize o mel para adoçar.

Consuma a bebida sempre que sentir sintomas como dor no estômago ou queimação, no máximo duas vezes ao dia.

Chá de marshmallow

O chá de marshmallow ajuda a reforçar a proteção das mucosas do estômago da acidez, minimizando a dor e irritação causada pela esofagite erosiva.

Esse chá tem um preparo muito simples. Você precisa apenas de:

  • 1 colher de chá de marshmallow;
  • 1 xícara de água.

Ferva a água da xícara e acrescente o marshmallow, deixando descansar por cerca de dez minutos e depois coe.

Beba o chá diariamente, não mais do que duas vezes ao dia, até que sinta uma melhora dos sintomas.

Chá de alface

O chá de alface é uma bebida rica em enzimas que causam a redução das inflamações das mucosas.

Os ingredientes para preparar o chá de alface são:

  • 500 ml de água;
  • Folhas de alface (cerca de 30 gramas).

Coloque toda a água e as folhas de alface em uma panela e deixe ferver por cerca de 10 minutos. Deixe a mistura descansar por mais 5 minutos, para depois coar o chá.

O chá de alface pode ser consumido diariamente, no máximo quatro doses ao dia.

Esofagite erosiva

Chá de gengibre

Os ingredientes necessários para preparar o chá de gengibre são:

  • 1 xícara de chá de água;
  • 1 colher de chá de gengibre ralado.

Coloque o gengibre ralado e a água em uma panela e leve ao fogo. Antes que a água levante fervura, quando começam a aparecer aquelas bolinhas, desligue o fogo e coe. Você pode consumir esse chá até quatro vezes por dia.

Bicarbonato de sódio

O bicarbonato de sódio é ótimo para restaurar o Ph do estômago e reduzir a queimação na garganta. Para contar com esse poderoso antiácido no tratamento da esofagite separe:

  • ½ colher de chá de bicarbonato de sódio;
  • ½ xícara de água

É só diluir o bicarbonato na água e consuma sempre que sentir algum dos sintomas da esofagite, de preferência duas vezes ao dia, no máximo.

Outras terapias também podem auxiliar para minimizar os sintomas da doença, como técnicas de respiração e acupuntura, que ajudam a diminuir o estresse e a ansiedade, diminuindo sintomas como azia, regurgitação e refluxo.

Mesmo se tratando de remédios naturais que podem parecer totalmente inofensivos, antes de começar a utilizá-los é preciso conversar com seu médico. Somente ele poderá lhe orientar sobre os benefícios, dosagem e duração do consumo dessas bebidas.

Medicamentos utilizados no tratamento da esofagite

Os medicamentos utilizados para o tratamento da esofagite erosiva vão depender de qual tipo da doença foi diagnosticado.

Apesar de muitos casos necessitarem apenas de uma reeducação alimentar, outras vezes a prescrição de medicamentos se faz necessária. Nesses casos é comum que os médicos optem por utilizar medicamentos como Omeprazol, antiácidos e bloqueadores e redutores de produção de ácidos. Confira mais alguns medicamentos utilizados para combater os sintomas da esofagite:

  • Antidin;
  • Canditrat;
  • Delixant;
  • Domperidona;
  • Esomeprazol Magnesio;
  • Label;
  • Lansoprazol;
  • Motilium;
  • Nexium;
  • Pantoprazol;
  • Cloridrato de ranitidina.

Complicações da esofagite erosiva

Apesar de ser considerada uma doença de tratamento simples, quando não tratada de maneira correta a esofagite erosiva pode apresentar algumas complicações mais graves.

  • Esôfago de Barret: complicação decorrente da Doença do Refluxo Gastroesofágico, se caracteriza pela alteração das células responsáveis pelo alinhamento do fundo do esôfago. Quando irritadas pelo refluxo, essas células podem causar câncer de esôfago;
  • Anéis esofágicos: forma-se um anel de tecido na parte inferior do esôfago, bloqueando parcialmente a região.
  • Estenose esofágica: caracteriza-se pelo estreitamento do esôfago, dificultando ou impedindo a passagem de alimentos e bebidas.

Cirurgia

A grande maioria dos casos de esofagite erosiva costuma responder muito bem ao tratamento clínico, sem necessidade de intervenção cirúrgica, sendo considerada curada após poucos dias de tratamento, entre cinco e sete dias.

Ainda assim é possível que, em alguns casos, a doença evolua para complicações como Esôfago de Barret, sendo necessária a intervenção por meio cirúrgico. Basicamente a cirurgia tem como objetivo manter o conteúdo gástrico no interior do estômago, impedindo sua subida pelo esôfago.

Também pode ser feita, caso seja confirmada a necessidade, a retirada da hérnia de hiato, responsável por empurrar o conteúdo estomacal para fora.

Como prevenir a esofagite erosiva?

Alguns cuidados simples podem evitar o aparecimento dos sintomas da esofagite erosiva.

Ingerir muito líquido ajuda a diminuir qualquer irritação que possa surgir na região do esôfago. Seja durante o dia, ou sempre que for ingerir algum medicamento, a água minimiza a possibilidade de qualquer irritação ou inflamação.

Atenção redobrada à alimentação também pode ajudar a reduzir a probabilidade de desenvolvimento da doença. Alimentos como pimentas, carnes gordurosas, chocolates, balas e frituras são agressivas e podem acelerar o processo de irritação ou inflamação do esôfago.

Esofagite erosiva

Frutas cítricas como laranja, limão e tomate, assim como bebidas alcoólicas ou com gás, como cervejas e refrigerantes também devem ser evitadas sempre que for observado algum sinal de azia ou queimação, mesmo que a doença ainda não tenha sido diagnosticada por um especialista.

Após o diagnóstico confirmado por um médico, o paciente deve optar sempre por ingerir alimentos crus, cozidos ou assados, sempre sem molhos. Substituir as frutas cítricas por alternativas menos agressivas, como bananas também ajuda a fazer com que o esôfago sofra menos com seus ácidos.

Esofagite erosiva tem cura?

Assim como qualquer outra doença, quanto mais cedo é feito o diagnóstico mais fácil se torna o tratamento, e as possibilidades de sucesso são muito maiores.

Mesmo nos casos onde o diagnóstico é feito muito tempo depois da manifestação dos primeiros sintomas, as chances de cura para a esofagite erosiva, independente do seu tipo e do grau em que as lesões se encontram são muito grandes.

Considerações finais

Sintomas considerados inofensivos como queimação e mau hálito podem estar nos avisando sobre a necessidade de ficarmos atentos a um possível quadro de esofagite erosiva.

Mesmo acometendo principalmente pessoas acima dos 55 anos de idade, é possível que crianças também desenvolvam a doença, por isso é preciso estar atento aos comportamentos da criança no que diz respeito aos hábitos alimentares, onde dificuldades para ingerir alimentos podem ser sinais da presença da doença.

É importante que se faça o diagnóstico o mais rápido possível, para que seja possível identificar o tipo de esofagite que lhe acomete, assim como o grau da inflamação. Somente após esse diagnóstico é possível que o médico prescreva o tratamento mais adequado para cada paciente.

Fazer uso de medicamentos como Omeprazol, ou recorrer às receitas naturais de chás e infusões pode ajudar a obter um resultado rápido, mas é preciso que o tratamento seja sempre orientado e acompanhado por um médico. A automedicação é um risco e pode acabar criando mais problemas.

A adoção de alguns hábitos como a prática de exercícios, a substituição de alimentos mais agressivos ao esôfago como frutas cítricas e carnes gordurosas por alimentos mais saudáveis e a ingestão de água em abundância sempre ao tomar medicamentos podem ser de grande ajuda, muitas vezes sendo suficientes para resolver o problema definitivamente.

Você costuma sentir algum dos sintomas da esofagite erosiva com frequência? Quais os remédios naturais que ajudam a diminuir os sintomas desagradáveis causados pela doença? Ficou alguma dúvida? Deixe sua experiência registrada aqui nos comentários, queremos saber como podemos ajudar.

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