Edema Cerebral: Sintomas, Sequelas, Cirurgia

Edemas cerebrais são lesões que surgem de várias formas e não existem duas iguais.

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Quando se fala em edema cerebral, a primeira reação pode ser desesperadora!

Os edemas são danos causados ao cérebro que produzem deficiências significativas a uma pessoa, causando déficits de atenção, memória ou disfunção motora.

Elas têm sido alvo de muita atenção, pois cada dia mais cresce o número de pacientes com algum tipo de edema no cérebro.

Essas lesões surgem de várias formas e não existem duas iguais. Elas podem ser internas, ocasionadas em virtude de derrames e pressão intracraniana, ou externas, provocadas por acidentes, golpes e outros fatores.

Algumas causas são visíveis e outras não. Por isso, é necessário um acompanhamento médico para que o tratamento seja eficiente e adequado para cada tipo de situação.

O que é edema cerebral?

Desencadeado pelo aumento de líquido dentro e fora das células, o edema cerebral pode aparecer em uma área ou em todo o cérebro, aumentando o volume da massa cerebral.

A doença é caracterizada por um inchaço em uma região ou em todo o cérebro, devido ao acúmulo de líquidos nas células que compõem o órgão.

O edema cerebral aumenta a pressão intracraniana, podendo ocasionar também a hidrocefalia.

Essa patologia também provoca o crescimento global do volume do cérebro, causando deslocamentos intracranianos nas áreas afetadas, provocando o surgimento de hérnias que podem levar a morte.

Causas e sintomas

O edema cerebral pode ser causado por fatores como AVC (Acidente Vascular Cerebral), traumatismo craniano, rupturas de vasos, tumores, abscessos, hematomas no cérebro, isquemias, meningites, encefalites, algumas intoxicações, anóxia (ausência de oxigênio no sangue arterial ou nos tecidos), entre outras condições de saúde do gênero.

Além disso, existem doenças sistêmicas que causam o edema cerebral, como a cetoacidose diabética. O abuso de compostos químicos psicoativos também é um agente responsável pela enfermidade.

Com o aumento da pressão intracraniana, é frequente a manifestação de sintomas do edema cerebral como dores de cabeça fortes e as convulsões podem levar uma pessoa da letargia ao coma.

O inchaço do disco óptico, localizado na região atrás do olho, é também muito comum e para os médicos é chamado de edema papilar.

Além disso, são comuns sintomas como tonteira, dormências, distúrbios da visão e da fala, vômitos em jato, enjoos, confusão mental, crises convulsivas, diminuição ou perda da força muscular e coma.

Edema Cerebral

Sequelas de um edema cerebral

As complicações de um edema cerebral podem causar sérias sequelas.

Prejuízos cognitivos, atraso do desenvolvimento, dificuldades de aprendizagem, comprometer a linguagem, perda ou alteração da sensibilidade em partes do corpo, fraqueza, paralisia muscular e deficiências físicas são algumas delas.

Há também aquelas que causam inconsciência, podendo levar o paciente ao estado de coma e morte.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico e o tratamento precoce de um edema cerebral são importantes para diminuir o risco das sequelas. A análise é feita por meio de exames de imagens, como tomografia, ressonância magnética ou angiografia.

O tratamento é complexo e para ter resultados positivos é necessário que o paciente procure ajuda médica.

A medicação pode ser à base de diuréticos e corticoides, que ajudam a diminuir a quantidade de líquido no organismo, reduzindo o inchaço.

Em alguns casos, são utilizados a hiperventilação e a hipotermia controlada para fornecer mais oxigênio ao cérebro, desacelerando as demandas metabólicas.

O tratamento também inclui anti-hipertensivos, anti-inflamatórios e barbitúricos. Além disso, alguns especialistas receitam esteroides, medicação para a microcirculação e metabolismo cerebrais.

Porém, se o edema for originário de uma doença sistêmica, esses remédios não terão efeito, pois o problema deve ser tratado em sua base.

Cirurgia de edema cerebral

A cirurgia de edema cerebral é indicada para aliviar a pressão no cérebro ou revascularizar as veias e células comprometidas.

Em muitos casos, existe a necessidade de retirar tumores ou parte da calota do crânio.

Porém, uma vez que as células cerebrais são atingidas, elas não se regeneradas e não existe tratamento para recuperá-las. No entanto, alguns recursos terapêuticos ajudam a restaurar funções, falas e movimentos.

Pós-cirúrgico

A recuperação de cada paciente varia de acordo com sua idade, condição antes da cirurgia, áreas do cérebro que foram afetadas e o tipo de operação que é realizada.

Se não houver complicações após a cirurgia no cérebro, uma pessoa fica entre 4 a 5 dias de observação no hospital.

Ao passar o efeito da anestesia, o paciente é incentivado a movimentar as pernas e outros membros, mudando frequentemente de posição.

Esse procedimento é para evitar trombose e risco de escaras (feridas). Além disso, eles realizam respirações profundas para abrir as vias aéreas.

Os primeiros dias pós-operatórios são os mais difíceis, pois o paciente pode sentir-se pior do que antes da cirurgia.

Ocorre também a inflamação do couro cabeludo, dando à pessoa a sensação de peso na cabeça. O paciente pode parecer confuso em relação ao tempo e lugar, além de ter episódios de tonteira.

Algumas pessoas apresentam fraqueza, queixando-se de dificuldade para equilíbrio e falta de coordenação motora. Esses problemas são de curto prazo e em poucas semanas o indivíduo volta a ter o controle normal de suas funções.

Existem também os problemas em longo prazo, como dificuldades ao falar, andar e extrema fraqueza nos membros superiores e inferiores. Para lidar com essas situações, o paciente é aconselhado a fazer terapia, sessões de fonoaudiologia e fisioterapia.

Ao sentirem-se aptos, eles são encorajados a normalizarem suas atividades, sem esforço ou carregarem peso. Aos que são empregados, o normal é se recuperarem por até seis semanas para depois retornarem ao trabalho.

No entanto, caso o paciente sinta algum sintoma de tonteira, ataques convulsivos ou dores, é necessário o afastamento por seis meses, para que sua recuperação seja completa.

Tipos de edema cerebral

Existem alguns tipos diferentes de edemas e eles ocorrem de maneiras distintas. São eles:

Edema citotóxico

É o menos frequente é provocado em decorrência da alteração do metabolismo em nível celular, provocando retenção de sódio e água.

Situações de hipotermia severa, intoxicação por medicamentos, isquemia cerebral, enfarte do miocárdio e alguns tumores são favoráveis para esse tipo de edema.

Edema Cerebral

Edema vasogênico

É o mais frequente de todos, sendo a consequência do aumento da permeabilidade dos vasos sanguíneos, em função do rompimento das células que formam a barreira hematoencefálica.

Por isso, proteínas e líquido plasmático passam para o espaço extracelular. Esse tipo de edema pode surgir em situações de traumatismo, acidentes, enfartes, hematomas, encefalopatia hipertensiva, tumores e inflamações.

Edema intersticial

Esse tipo de edema é reconhecido por provocar outra condição severa: a hidrocefalia.

A falha da regulação do líquido encefalorraquidiano dá passagem de líquidos para o espaço extracelular, provocando a lesão.

Edema hiperêmico

É provocado por uma situação de isquemia ou inflamação.

A sua explicação está no aumento da quantidade de sangue no local afetado ou, em alguns casos, a diminuição do retorno venoso.

Edema cerebral traumático

O edema cerebral traumático é causado por acidentes, tombos ou quedas. Em casos de trauma, o edema cerebral tem suas próprias características.

Se a lesão for leve ou grave, o quadro clínico se desenvolve após 1 ou 2 dias. Porém, quando o inchaço estiver em fase crítica, o traumatismo começa quase no primeiro minuto.

O crânio não é uma parte flexível do corpo humano, o que coloca em risco a saúde de uma pessoa toda vez que sofre uma lesão.

Em casos de edema cerebral traumático, o cérebro incha dentro de sua estrutura, ocasionando sangramentos e coágulos, deixando sérias sequelas no organismo.

Edema cerebral difuso

O edema cerebral difuso é uma lesão que afeta todo o cérebro, deixando micros traumatismos e não deixando o neurônio funcionar corretamente.

Ao contrário do que muitos pensam, o cérebro não é fixo na cabeça e o que o protege são os ossos. Quando alguém sofre um acidente, o cérebro se movimenta e o neurônio fica machucado e, em certos momentos, pode perder sua função.

De acordo com estudos médicos, 90% das pessoas que sofrem esse tipo de edema permanecem em coma pelo resto da vida e os 10% restantes passam a viver em estado vegetativo.

Edema cerebral de altitude

Esse tipo de edema é uma alteração ou disfunção grave do sistema nervoso central, ocorrendo em pessoas expostas a hipóxia de altitude. Os órgãos mais atacados são os pulmões e o cérebro.

As causas desse edema ainda são desconhecidas. Vários fatores favorecem esse tipo de lesão e o aumento do fluxo sanguíneo é um deles.

Os sintomas dessa doença são dores de cabeça, irritabilidade, sonolência, aumento da frequência cardíaca, cansaço fácil e, em situações mais sérias, falta de ar, confusão e coma.

O diagnóstico médico é baseado, em especial, nos sintomas. O tratamento inclui repouso, descida para uma altitude mais baixa, medicamentos e, se necessário, oxigênio adicional.

Edema cerebral em recém-nascidos

Em recém-nascidos, as causas de um edema cerebral derivam de patogêneses e são diferentes. O crânio de uma criança é muito maleável e pode ser mais propenso a desenvolver uma lesão se não houver cuidado.

Os fatores de risco são:

  • Trauma do parto é um dos fatores mais diretos e comuns;
  • Tumores e meningites;
  • Abuso de álcool ou medicamentos durante a gestação ou dias antes de dar à luz;
  • Patologias infecciosas – encefalites;
  • Anormalidades congênitas dos vasos cerebrais.

Como evitar um edema cerebral?

O edema cerebral é causado por fatores ligados ao mau cuidado com a saúde. Para evitar a doença, é preciso adotar um estilo de vida saudável. Algumas atitudes favoráveis são:

  • Controle da pressão arterial e o nível de açúcar no sangue;
  • Manter abaixo de 200 o nível de colesterol total;
  • Ter uma dieta equilibrada, reduzindo açúcar, gordura, sal e bebidas alcoólicas;
  • Não fumar;
  • Fazer exercícios físicos regularmente;
  • Procurar reduzir o nível de estresse.
Edema Cerebral

Como saber se você tem uma lesão cerebral?

Existem lesões cerebrais que são visíveis e outras não. No entanto, independente da natureza, é possível perceber se existe ou não uma lesão.

Em muitos casos, uma lesão pode ser detectada por uma razão óbvia, como um transtorno explosivo, onde a pessoa não consegue conter seu comportamento e acaba perdendo o controle. Porém, em outros casos, a lesão não é detectada de forma óbvia.

É necessário que a pessoa observe se existe uma alteração física, como mudança na fala, dores de cabeça ou dificuldades motoras. Frustrações, ansiedades e dificuldades para manter a ordem em casa ou no trabalho também são possíveis sinais de lesão cerebral.

Caso perceba que existe a possibilidade de ter uma lesão, é importante informar aos amigos, familiares e, principalmente, ao seu médico.

Outros tipos de lesões cerebrais

As lesões cerebrais podem envolver pequenas ou grandes áreas do cérebro, sendo causadas por infecções, problemas do sistema imunológico, traumatismos e outros. Alguns tipos de lesões são:

Paralisia cerebral

       

Esse tipo ocorre quando a criança ainda está no útero da mãe e não progride com o tempo. Essa lesão afeta a capacidade motora do bebê, dificultando as habilidades e a comunicação.

Esclerose múltipla

O sistema imunológico ataca e danifica o revestimento nervoso do cérebro e da medula espinhal. Esse tipo de lesão dificulta a comunicação entre o cérebro e o restante do corpo.

Tumor

Os tumores são cancerígenos ou não, sendo formados por células que crescem anormalmente a partir do tecido normal. Nem sempre nascem no cérebro e podem crescer normalmente ou não.

Infarto cerebral

Esse tipo de lesão refere-se à morte do tecido, sendo conhecido como AVC (Acidente Vascular Cerebral). Esse tipo de lesão ocorre quando um grupo de células não recebe sangue suficiente.

Tratamentos de lesões cerebrais

Se houver uma detecção de uma lesão, é imprescindível buscar ajuda médica imediatamente. Afinal, depois que um edema cerebral se instala, é necessário fazer exames para ver se existe sangramento interno ou aumento da pressão intracraniana.

É importante levar uma acompanhante nas consultas, pois se for detectado alguma lesão, o seu cérebro pode ter dificuldades para memorizar datas, horários ou entender alguma instrução. Por isso, uma familiar ou amigo pode ter ajudar nesse momento.

Processo de reabilitação após lesões cerebrais

O processo de reabilitação após o tratamento de uma lesão pode gerar frustrações no início, pois ele leva tempo. Muitos médicos afirmam que a recuperação pode ocorrer dentro de um ano, mas ela pode se estender por um período maior.

Por isso, é necessário que você tenha paciência consigo mesmo e permita-se treinar o seu cérebro de forma que ele tenha novas experiências. Uma lesão que afeta a coordenação motora, por exemplo, precisa de exercício diário para desenvolver novas vias neurais para ajudar o paciente a recuperar essa habilidade.

Evitar comparações também é algo que ajuda bastante. Afinal, o seu desempenho não será o mesmo do que antes, por isso, respeite suas limitações e desenvolva novas habilidades. Assim você evita grandes frustrações.

É normal sentir-se cansado no início da recuperação. Por isso, não lute contra o desejo de descansar, pois você pode acabar criando dificuldades para realizar outras tarefas.

Caso perceba que está desenvolvendo depressão, é necessário conversar com um médico para que ele te ajude a encontrar formas de equilibrar a produção dos hormônios que causam a sensação de conforto, prazer e bem-estar.

Tipos de síndromes ligadas às lesões cerebrais

Normalmente, uma região cerebral é mais atingida do que a outra. Com isso, a dificuldade de falar e/ou escrever foi classificada em quatro tipos:

Afasia de Wernecke

É quando a fala é fluente, mas não tem sentido para quem ouve. Porém, a pessoa acredita que está falando corretamente e com entonação. O paciente que possui a dificuldade de falar e se expressar corretamente pode se irritar com facilidade quando não é compreendido.

Afasia de Broca

A compreensão da linguagem é preservada, mas o paciente tem dificuldades para falar. A leitura silenciosa também é mantida, porém, a pessoa não consegue escrever com facilidade.

Os pacientes com esse tipo de afasia possuem fraquezas na hemiface e no membro superior direito. Por terem consciência do seu déficit, a pessoa pode entrar em depressão com facilidade.

Edema Cerebral

Afasia de Condução

Embora a compreensão esteja preservada, a pessoa apresenta dificuldade para repetir corretamente as palavras.

Afasia Global

É a perda de todas as capacidades da linguagem, compreensão, leitura, fala e escrita. A pessoa também pode perder a força do lado direito do corpo, além de adquirir demência. A possibilidade de recuperação é pouca.

Tratamento das síndromes ligadas aos problemas cerebrais

O tratamento de síndromes lingadas às lesões cerebrais é feito pela estimulação da linguagem, sendo planejado diante de cada caso.

O médico precisa conhecer a real condição do paciente para ajudá-lo a se conectar com as habilidades que foram preservadas e a desenvolver novas.

A reabilitação da linguagem deve ser feita o mais rápido possível, pois as chances de recuperação nos seis primeiros meses após o acidente é maior.

No entanto, se houver a demora em iniciar o tratamento, o cérebro pode se habituar a nova condição.

Alimentos que ajudam na prevenção de problemas cerebrais

Uma alimentação saudável pode ajudar positivamente o seu cérebro, prevenindo problemas cerebrais, inclusive o edema cerebral. Esse órgão abriga estruturas que controlam quase todas as funções do corpo e o consumo de certos alimentos pode ajudá-lo a funcionar melhor.

Além disso, uma dieta balanceada ajuda a você a prevenir não somente lesões, mas doenças como Alzheimer.

Certos tipos de alimentos também ajudam o seu cérebro a funcionar com equilíbrio, mantendo em ordem o fluxo sanguíneo.

Algumas doses desses alimentos podem te ajudar a seguir uma vida mais saudável, tendo uma boa memória e livre de problemas cognitivos.

Azeite extra virgem

Segundo pesquisas, três colheres de sopa diárias de azeite extra virgem ajudam a resolver os problemas cognitivos.

Frutas cítricas

Com funções antioxidantes, as frutas cítricas ajudam o cérebro em sua capacidade perceptiva. O ideal é comer mais esse alimento do que ingerir produtos feitos a partir dele.

Uma dose diária de frutas cítricas ajuda a diminuir os riscos de lesões cerebrais.

Nozes

Um estudo recente mostrou que este alimento ajudou muitas pessoas a melhorarem sua capacidade de concentração. Os compostos encontrados nas nozes estimulam a produção de uma proteína que protege o cérebro.

Além disso, ingerir 30g de nozes por dia ajuda a prevenir pela metade o risco de uma pessoa ter um acidente vascular cerebral.

Peixe

Pessoas que comem peixe constantemente possui um QI mais elevado. O alimento é rico em vitamina D e ajuda a retardar o aparecimento do Alzheimer.

Chocolate

O ideal é ingerir o chocolate 70%, que ajuda a melhorar o pensamento de uma pessoa. Um estudo mostrou que duas xícaras de chocolate quente por dia melhoram as habilidades do pensamento. Esse alimento também auxilia na recuperação de um acidente vascular cerebral.

Frutas vermelhas

Amoras, morangos, framboesas, cerejas, uvas, groselhas e mirtilos possuem compostos chamados antocianinas, produzindo efeito sobre os vasos sanguíneos, melhorando a visão e a memória.

Comer uma porção de frutas vermelhas por dia ajuda a desenvolver as habilidades da memória, atenção aos detalhes e elevar o nível de aprendizagem.

Abacate

Apesar de ser uma fruta calórica, o abacate possui a gordura monoinsaturada, contribuindo para o fluxo de sangue saudável. Além disso, ele reduz a pressão arterial, dando mais saúde ao cérebro.

Beterraba

Nitratos naturais da beterraba aumentam o fluxo sanguíneo do cérebro, melhorando o desempenho mental.

Ovos

As gemas dos ovos são fontes de colinas, um precursor da acetilcolina, um neurotransmissor que está relacionado à memória.

Comer alimentos ricos em proteínas no café da manhã, como o ovo, ajuda a desenvolver a capacidade cognitiva.

Sementes de linhaça

O ácido alfa-linolênico contido nas sementes de linhaça é uma gordura saudável que melhora o funcionamento do córtex cerebral, área do cérebro que processa informações sensoriais ligadas ao tato e paladar.

Grãos integrais

Aveia, pães e arroz integrais podem reduzir o risco de doenças cardíacas. O bom funcionamento do sistema melhora a atividade cerebral.

Brócolis

Excelente fonte de vitamina K, o brócolis fortalece a capacidade cognitiva, melhorando a habilidade de raciocínio e aprendizagem.

Café

A cafeína e os antioxidantes deixam o cérebro em alerta, melhorando a concentração. O ideal é consumir uma xícara de café pela manhã.

Espinafre

O vegetal é rico em nitratos que aumentam a circulação sanguínea no cérebro, ajudando a melhorar seu desempenho.

Frutas amarelas

Caqui e damasco, entre outras frutas amarelas, são ricas fontes de vitamina C, um antioxidante natural que auxilia e preserva a saúde do cérebro.

Edema Cerebral

Dicas e recomendações gerais

Para uma pessoa que sofreu algum tipo de lesão cerebral, como o edema cerebral, estabelecer metas é uma forma de ajudar na recuperação.

É importante que amigos e familiares ajudem o paciente a cumprirem suas metas, estimulando diariamente sua reabilitação. Por isso, segue abaixo algumas dicas:

  • Seja coerente e organizado. Além disso, peça para que as pessoas mais próximas também se organizem e te ajudem nessa fase importante;
  • Tenha sempre uma lista dos medicamentos que você toma, juntamente com os horários e dosagens;
  • Se você não conseguir lembrar o nome de algum objeto, como um livro, por exemplo, tente descrevê-lo ao invés de forçar o cérebro para lembrar o nome;
  • Bom humor diário ajuda a enfrentar as situações do dia a dia;
  • Tenha sempre anotado seus horários, seja de trabalho, viagem, aulas ou outras atividades;
  • Procure não entrar em pânico se acontecer algo que não estava previsto, como se perder ao dirigir. Entrar em desespero aumenta a ansiedade, podendo gerar mais confusão. Se você tiver um celular, ligue para um familiar ou amigo e peça ajuda;
  • Não falte às consultas médicas, pois é por meio delas que você irá progredir na sua recuperação;
  • Mantenha sempre ao seu lado uma lista de atividades que está apto a fazer e as que poderá realizar com o progresso da recuperação;
  • Tudo leva tempo, então, tenha paciência com você mesmo e com as pessoas que estão te ajudando. Afinal, elas estão contribuindo para que o seu processo de recuperação seja mais tranquilo;
  • Acima de tudo, não se sobrecarregue.

Considerações finais

As lesões traumáticas são as mais comuns e as que mais provocam edemas cerebrais.

Hoje, elas são a principal causa de deficiências e déficits cognitivos, especialmente entre as crianças e jovens. Alguns adultos também são afetados por essa lesão.

As principais causas desse tipo de lesão são acidentes de trânsito, quedas, casos de violência e acidentes em função de práticas esportivas.

Vale ressaltar que é mais frequente encontrar homens do que mulheres com lesões ou edemas traumáticos.

Outros tipos de lesão podem ser desencadeados devido a uma vida sedentária, com alimentação incorreta ou outros problemas de saúde. Por isso, é importante manter um estilo de vida saudável, evitando açúcares, alimentos industrializados, bebidas alcoólicas, gorduras e refrigerantes. Manter o nível de hidratação diário também é indispensável.

Adote também o hábito de realizar exercícios físicos regularmente. Se você não gosta de academia, opte por atividades ao ar livre, como caminhadas, corridas ou andar de bicicleta.

A dança também é uma opção, pois ajuda a movimentar todos os membros e a manter o seu corpo em um ritmo, não deixando o sedentarismo tomar conta dele.

Se surgir dúvidas sobre qual exercício fazer, procure ajuda de um profissional.

Em caso de suspeita de lesões cerebrais, procure um médico para fazer os exames necessários. Ter o diagnóstico e realizar o tratamento precoce reduz as sequelas no paciente, tornando o prognóstico mais favorável.

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