Dieta para diabéticos Tipo 1 e 2 – Guia completo

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Você descobriu que tem diabetes, e agora? Uma das primeiras recomendações médicas quando recebemos o diagnóstico da doença, é uma mudança imediata na rotina. Principalmente no que diz respeito à alimentação e aos exercícios físicos. Portanto, será necessário incorporar na rotina de agora em diante, uma dieta para diabéticos específica e equilibrada. Além disso, os exercícios físicos aliados à dieta para diabetes são essenciais e indispensáveis para a eficácia do controle da doença.

Sabemos que essa mudança de hábitos pode ser difícil, principalmente se a sua alimentação nunca foi regrada e a sua vida sedentária. No entanto, não é o fim do mundo. Afinal, todas essas mudanças na sua rotina, além de controlarem a doença vão fazer bem à sua saúde e prolongar a sua expectativa de vida. Portanto, mal não irá fazer, muito pelo contrário!

Na verdade, criar dieta para diabéticos não precisa ser um martírio, de fato, não é nem um pouco difícil. Com criatividade e alguns cuidados, você vai ser capaz de elaborar receitas com determinados alimentos e montar um cardápio variado e nutritivo. Será um prazer essa nova fase da sua vida! No final, você nem vai se lembrar que tem diabetes!

No artigo abaixo, vamos explicar rapidamente o que é diabetes e como o nosso organismo tende a processar certos alimentos na presença dessa doença. Vamos entender quais os alimentos indicados para o controle da diabetes, quais devem ser evitados e a razão. Além disso, vamos dar ideias incríveis de como montar cardápios específicos para a sua dieta para diabéticos. Mãos à obra!

O que é Diabetes?

dieta para daibéticos: quadro negro escrito diabetes
Dieta para diabéticos: a diabetes é uma doença crônica que eleva as taxas de açúcar no sangue.

A Diabetes é uma doença crônica que tem como característica principal o aumento dos níveis de glicose no sangue (glicemia) na corrente sanguínea. Mas de onde vem essa glicose? Ora, ora… A glicose vem da nossa alimentação. Ao ingerirmos qualquer alimento, durante o processo digestivo eles são quebrados em diferentes nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Como por exemplo, vitaminas, proteínas, gordura, carboidratos e sais minerais.

Desses nutrientes, os carboidratos, em particular, possuem maior impacto no controle de açúcar no sangue. Pois, quando quebrados em partes menores, se transformam em glicose (açúcar) e são absorvidos pelo organismo, caindo na corrente sanguínea. Sendo assim, uma vez na corrente sanguínea, a glicose será distribuída para todos os órgãos e tecidos, normalmente entrando em contato com as células através da insulina, hormônio responsável pela redução da taxa de glicose no sangue (glicemia), produzido pelas células beta do pâncreas.

Tipos de diabetes

Existem vários tipos de diabetes, sendo a diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2 as mais comuns. No entanto, ambas podem ser diagnosticadas em qualquer idade, sendo a diabetes tipo 1 a mais grave e a tipo dois mais frequente. Na diabetes tipo 1, um processo autoimune destrói as células beta produtoras de insulina no pâncreas. Na diabetes tipo 2, as células beta produzem insulina suficiente, mas as células do corpo são resistentes à sua ação, fazendo com que o açúcar no sangue permaneça elevado.

Quando os seus níveis aumentam ou diminuem, o impacto é direto no órgão, fazendo com que ele não desempenhe a sua função corretamente. Para compensar, o pâncreas produz mais insulina, tentando baixar esses níveis de açúcar. Mas, ao longo do tempo, as células beta perdem a sua capacidade de produzir insulina suficiente.

Portanto, o controle da glicemia, isto é, os níveis de açúcar no sangue é crucial para quem tem diabetes ou para quem não deseja desenvolver a doença. Por isso, diabéticos costumam precisar injetar doses de insulina e / ou tomar medicação para diabetes, para garantir que a glicose entre nas células permaneça a um nível saudável na corrente sanguínea.

Vale ressaltar que, a diabetes já atingiu proporções de epidemia em todo o mundo. Atualmente cerca de 422 milhões de adultos possuem a doença (dados da OMS – Organização Mundial da Saúde).

No entanto, embora esses dados sejam alarmantes, a dieta para diabéticos tem o intuito de manter o controle de açúcar no sangue, reduzindo a quantidade não apenas do açúcar mas todos os alimentos fontes de carboidratos a fim de evitar maiores riscos de complicações.

A importância da dieta para diabéticos

dieta para diabeticos: medidor de diabetes com alimentos, fita métrica, halteres e equipamento médico em volta
Dieta para diabéticos: uma dieta equilibrada associada a medicamentos e exercícios é fundamental para o controle da doença

É sempre bom lembrar que nenhuma dieta é capaz de curar a diabetes. Infelizmente, a diabetes não tem cura, por isso aprender a conviver e controlar a doença é tão importante. A boa notícia é que as mudanças recomendadas na alimentação não serão ruins, pois a dieta para diabéticos é semelhante a uma rotina de alimentação saudável recomendada a todos que desejam uma qualidade de vida melhor.

Portanto, você não será obrigado a ingerir nada esquisito ou fora do comum, mas terá que regrar a quantidade de certos alimentos e até deixar de comer alguns outros para controlar a glicemia na presença da diabetes. Na verdade, uma dieta para diabéticos, nada mais é que uma dieta equilibrada com alimentos saudáveis capazes de melhorar sua vida em vários outros aspectos.

Ou seja, a dieta para diabéticos não só irá controlar a glicemia como irá obrigar você a se disciplinar, planejar e organizar melhor seus hábitos alimentares em prol de uma vida mais longa e saudável.

Como funciona a dieta para diabéticos

Em primeiro lugar, deve-se dar uma atenção maior na hora de escolher os alimentos. Em seguida, tomar cuidado com a quantidade que consome. Já sabemos que na presença da diabetes, o corpo não consegue processar os carboidratos de forma efetiva, transformando-os em pequenas unidades de glicose, que viram açúcar no sangue.

Quando os níveis de açúcar no sangue sobem, o pâncreas responde produzindo insulina, responsável por transportar o açúcar para as células. Em pessoas saudáveis, os níveis de açúcar no sangue permanecem dentro do normal ao longo do dia. No entanto, na diabetes, o sistema não funciona como deveria, fazendo com que níveis muito altos, ou muito baixos de açúcar no sangue causem graves danos no organismo.

Portanto, a dieta para diabéticos deve ter o mínimo possível de açúcares e carboidratos, para evitar alguns problemas. Como por exemplo, mal-estar, fraqueza, perda de peso, fome e sede excessivas, aumento do volume de urina, má cicatrização. Além disso, se não tratada, também pode levar a pressão alta; nefropatia (doença dos rins); retinopatia, com possibilidade de perda visual; dificuldade de circulação nos pés, podendo causar feridas e até gangrena; angina do peito, enfarte, derrame e até coma.

Por isso é tão importante controlar os níveis de açúcar pela restrição através de uma boa dieta para diabéticos, sempre aliada aos remédios prescritos pelo médico para controlar os picos de glicemia.

Como controlar a diabetes com a dieta para diabéticos

dieta para diabéticos: alimentos abacate, frutas, ovos, leite e castanhas
Dieta para diabéticos: alguns alimentos devem ser evitados ou reduzidos para controlar a doença

Apesar da dieta para diabéticos ser fundamental, o uso das medicações prescritas pelo seu endocrinologista é imprescindível. Assim como a atividade física que não deve ser ignorada, principalmente se você é sedentário, obeso, fumante e tem problemas de circulação (comum em quem possui diabetes).

Essa equação entre as medicações, alimentação e atividade física é determinante para o controle da diabetes. Em termos alimentares, a dieta para diabéticos deve ter valor calórico adequado. Ou seja, deve ser balanceada, variada e principalmente, fracionada, abrangendo todos os grupos alimentares: energéticos, construtores e reguladores.

Alimentos construtores são alimentos de fontes protéica de origem vegetal e animal, e normalmente, não há restrições desde que se controle a quantidade ingerida. Principalmente as proteínas ricas em gordura, como a carne vermelha.

       

Já os alimentos reguladores são os alimentos de origem vegetal que regulam as funções do organismo, sendo ricos em fibras, vitaminas e sais minerais. Como atuam diretamente sobre o sistema imunológico, regulam a digestão, a circulação sanguínea e proporcionam o bom funcionamento dos intestinos. Por isso, devem ser consumidos com regularidade e em maior quantidade. São exemplos de alimentos reguladores as frutas e hortaliças.

O cuidado maior será em relação aos alimentos energéticos, cuja função é dar ao organismo energia, ou seja, glicose. Normalmente, esses alimentos são as maiores fontes de carboidratos e gorduras. Portanto, deve se restringir ao máximo o consumo desses alimentos na dieta para diabéticos. Como por exemplo, a gordura saturada das carnes, derivados do leite, frituras, etc. Já a gordura mono e poliinsaturada é mais resistente à insulina, por isso alimentos como o azeite de oliva, óleos vegetais, sementes oleaginosas, linhaça, abacate e peixes são bem vindos.

Fibras e vitaminas

As fibras devem ter destaque na dieta para diabéticos, podendo ser incorporados em maior quantidade e com regularidade. Como por exemplo, vegetais fibrosos como alface, folhas verde-escuras, aipo, abóbora, cenoura, beterraba e pimentão, pois são ricos em antioxidantes e barram a absorção da glicose.​

As frutas cítricas, além de também conter fibras, vão garantir a vitamina C. São elas: laranja, limão, lima, abacaxi, acerola, mexerica, kiwi, morango e tomate (que além de também ser rico em vitamina E e ferro, ainda é antioxidante). No entanto, é preciso tomar cuidado com as frutas muito ricas em frutose, apesar de serem saudáveis. São elas: banana, frutas secas, damasco, pêssego, figo e tâmara.

Proteínas

As proteínas, de origem animal e vegetal podem fazer parte da dieta para diabéticos sem restrição, desde que reguladas. No caso de diabetes tipo 2, o ômega-3 é um ácido graxo presente em peixes como no óleo de peixe, como tilápia, atum e salmão. Ele atua na proteção das artérias.

O ômega-3 também é encontrado em fontes vegetais, como linhaça, nozes, amêndoas, cereais e folhas verde-escuras, porém em menor quantidade. O importante é consumir essas proteínas grelhadas e fugir das frituras, por causa da gordura saturada. Prefira proteínas como a carne branca de peixes, aves e suínos. A carne vermelha (bovina) deve ser mais regrada, e sem gordura aparente.

Gorduras

Gordura saturada nem pensar. Portanto, tente trocar o leite integral pelo desnatado e optar por laticínios com menor nível de gordura, mantendo a ingestão de cálcio e vitamina D. Evite queijo amarelos e processados. Ao invés, consuma os queijos brancos, pois são menos gordurosos. Como por exemplo, queijo minas fresco, ricota, cottage ou de búfala.

As gorduras saudáveis, mono e poliinsaturada, são provenientes das oleaginosas, como amêndoas, amendoim, nozes e castanhas. O óleo de coco também é uma boa opção e o azeite de oliva extra virgem é excelente opção, pois reduz o nível de açúcar no sangue, além de outros benefícios.

Carboidratos

Quanto aos carboidratos, o importante é regular a quantidade ingerida e o tipo de carboidrato consumido. Pois, nem todo alimento fonte de carboidrato tem o mesmo impacto no nível de glicemia.

Assim, o melhor é optar por carboidratos de baixo índice glicêmico e ricos em fibras (carboidratos complexos). Pois, eles controlam melhor os níveis de glicose no sangue por serem digeridos e absorvidos mais lentamente pelo organismo, demorando mais para atingir a corrente sangüínea e não provocando elevações bruscas na glicemia. Como por exemplo, cereais integrais, vegetais e frutas in natura e com casca, alimentos fibrosos crus ou pouco cozidos.

Quanto aos carboidratos simples, deve-se reduzir consideravelmente o consumo de alimentos que contenham farinha branca (pão francês, macarrão tradicional, biscoitos) e arroz branco. A melhor opção é trocar as massas por vegetais e tubérculos, prestando atenção nas quantidades.

Açúcar

Os açúcares, como os carboidratos, também são grandes vilões nas dietas para diabéticos, e são contra indicados, devendo ser evitados ao máximo. Não só o açúcar puro, mas de qualquer tipo, mel e todos os alimentos que contém açúcar, como sucos de caixinha, refrigerantes, bolos, biscoitos, doces, balas, chocolate, etc. Para substituir, recomenda-se o uso de adoçantes preferencialmente a base de sucralose ou stevia.

Álcool

O álcool deve ser cortado radicalmente, principalmente os destilados, pois a substância atua negativamente no metabolismo da insulina, hormônio responsável por metabolizar os carboidratos no sangue. As bebidas fermentadas, como vinho e cerveja, podem ser consumidas, desde que com muita moderação.

O que devemos comer ou evitar na diabetes

Além de uma dieta para diabéticos equilibrada, é importante ficar atento aos sinais do seu corpo, como fome e saciedade, independente do que for ingerido na dieta. Normalmente, os seguintes alimentos podem fazer parte da dieta para diabéticos tranquilamente:

  • Carnes, aves e frutos do mar;
  • Ovo;
  • Vegetais sem amido (a maioria dos legumes);
  • Abacates;
  • Azeitonas;
  • Canela;
  • Amêndoas;
  • Farinha de coco;
  • Azeite de oliva, óleo de coco, manteiga.

Alimentos com moderação na dieta para diabéticos:

Alguns alimentos podem ser consumidos, desde que consumidos em pequenas quantidades durante as refeições, dependendo da tolerância aos carboidratos:

  • Bagas: 1 xícara ou menos;
  • Iogurte de kefir: 1 xícara ou menos;
  • Nozes e amendoim: 1-2 oz ou 30-60 gramas;
  • Semente de linhaça e semente de chia: 2 colheres de sopa;
  • Chocolate escuro (pelo menos 85% de cacau): 30 gramas ou menos;
  • Abóbora: 1 xícara ou menos;
  • Alimentos ricos em magnésio.

É importante lembrar que restringindo os carboidratos, você reduz os níveis de insulina; fazendo com que os rins liberem sódio e água. Consuma azeitonas ou outros alimentos low carb salgados, para compensar o sódio perdido. No entanto, caso você tenha insuficiência cardíaca congestiva, doença renal ou pressão arterial elevada, consulte um médico antes de aumentar a quantidade de sódio na dieta.

Alimentos que devem ser evitados na dieta para diabéticos:

  • Glúten, cereais, milho e outros grãos;
  • Vegetais ricos em amido, como batatas, batata doce, inhame, beterraba e taro;
  • Leguminosas, como ervilhas, lentilhas e feijão;
  • Frutas com alto teor de frutose, como pera, banana, uva passa e manga;
  • Leite integral;
  • Comida industrializada;
  • Suco, refrigerante, bebida adoçado com açúcar;
  • Bebida alcóolica;
  • Açúcar, sobremesas à base de açúcar refinado, doces, sorvetes, etc.

Alimentos DIET vs. LIGHT

Normalmente, os doces diet são permitidos aos diabéticos. Mas é preciso ter certeza de que são feitos com adoçantes. É importante também prestar atenção ao rótulo: alimentos DIET normalmente não contém açúcar ou outros ingredientes como glúten, por isso são indicados para diabéticos.

Já os alimentos LIGHT possuem níveis calóricos reduzidos comparados aos outros alimentos normais. No entanto, isso não quer dizer que sejam próprios para o consumo de diabéticos. Como por exemplo, o açúcar light que pode até ser menos calórico que o açúcar comum mas que ainda contém sacarose, ingrediente contra indicado para diabéticos.

Dieta Low Carb

As dietas de baixo carboidrato são eficazes para o tratamento da diabetes. Tanto é verdade que, antes da descoberta da insulina em 1921, as dietas com baixa quantidade de carboidratos eram consideradas um padrão de tratamento para quem possuía diabetes. Ao longo prazo, a dieta para diabéticos low carb funcionam, desde que os pacientes sigam à risca.

No entanto, a ingestão de quantidade de carboidratos ideal no caso dos diabéticos sempre foi um tema controverso, mesmo entre quem apoia a restrição de carboidratos. Muitos estudos já mostraram melhorias significativas nos níveis de açúcar no sangue, peso e outros marcadores quanto à restrição de carboidratos a 20 gramas por dia.

No entanto, outras pesquisas mostram que uma restrição mais moderada de carboidratos; com 70-90 gramas de carboidratos totais ou 20% de calorias provenientes de carboidratos, também é eficaz. Por isso, a quantidade ideal de carboidratos pode variar conforme o indivíduo, uma vez que cada pessoa tem uma tolerância específica.

Para descobrir o valor ideal, meça o nível glicose no sangue com um medidor antes de uma refeição, e depois meça novamente após 1 a 2 horas depois de comer. No entanto, tudo vai depender da sua tolerância pessoal, sendo que a regra geral é: quanto menos carboidratos comer, menos açúcar no sangue terá. Por outro lado, ao invés de eliminar os carboidratos por completo, inclua nutrientes, fontes de carboidratos ricos em fibras como vegetais, frutas, nozes e sementes.

Apenas lembre-se que quando os carboidratos são restritos, há uma grande redução de açúcar no sangue. Por esta razão, a insulina e outros medicamentos também devem ser reduzidas. Em alguns casos, os medicamentos podem ser até completamente eliminados. Por isso, converse antes com o seu médico para ajustar a sua dieta junto aos seus medicamentos usados. Pois, quando a insulina e outros medicamentos não são ajustados para uma dieta low-carb; há riscos dos níveis de glicose baixarem no sangue de forma excessiva (hipoglicemia).

Dieta mediterrânea

A “dieta mediterrânea” ficou famosa entre os diabéticos porque foca nos alimentos com ação anti-inflamatória e limita o consumo de massas e pães feitos com farinha branca, justamente os alimentos que um diabético precisa evitar.

Dicas para uma boa alimentação

dieta para diabéticos: maçã, fita métrica e medidor de diabetes
Dieta para diabetes: alimentação saudável e regrada, exercícios físicos e o controle do peso são fundamentais para controlar a doença.

Para uma boa alimentação, através de uma dieta saudável, você deve planejar previamente a refeição para que haja equilíbrio de nutrientes e não sobrecarregar o organismo. Veja abaixo algumas dicas para conseguir fazer uma boa dieta para diabéticos:

  • Faça de 5 a 6 refeições por dia;
  • Não ignore o café da manhã ou qualquer refeição;
  • Opte por frutas in natura nos lanches;
  • Arroz (integral) com feijão é uma excelente opção de almoço e jantar;
  • Vegetais precisam ser metade do prato;
  • Experimente pratos vegetarianos;
  • Escolha alimentos ricos em fibras;
  • Varie as carnes magras, – uma porção média por dia é o suficiente;
  • Dê preferência para carboidratos com baixo índice glicêmico, como arroz integral e batata doce;
  • Diminua o consumo de gorduras animais;
  • Não utilize adoçante à base de frutose e açúcar;
  • Evite alimentos açucarados;
  • Evite frituras;
  • Diminua o sal;
  • Evite alimentos processados;
  • Beba muita água;
  • Evite a bebida alcoólica;
  • Estabeleça horários fixos para se alimentar;
  • Temperos como açafrão ou cúrcuma reduzem os níveis de açúcar no sangue.

Conclusões finais

Aos poucos, com a ajuda do seu médico e um profissional nutricionista a incorporação de uma dieta para diabéticos na sua rotina ficará cada vez mais fácil. Logo todos esses alimentos saudáveis passarão a ser normais no seu dia a dia, e te ajudarão no controle da doença. A determinação de mudar os hábitos alimentares vai refletir na sua saúde e qualidade de vida por muito mais tempo.

       

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