Diabetes: Tipos, Causas, O que é, Sintomas, Como Tratar?

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A diabetes é uma das doenças que atinge mais pessoas em todo o mundo. Quem é portador e não se cuida acaba apresentando vários problemas, incluindo o risco de morte. Todos os anos milhões de pessoas descobrem o problema. Com o avanço da tecnologia está cada vez mais fácil de diagnostica-la, assim como realizar o tratamento. Neste artigo você vai conhecer a doença, os sintomas, como fazer o tratamento e muito mais.

O que é diabetes?

Conhecida cientificamente como Diabetes Mellitus, a diabetes é um tipo de doença que surge devido aos elevados níveis de glicose no sangue. A glicose é reduzida através da insulina, que é produzida automaticamente pelo corpo. Mas algumas pessoas apresentam dificuldades para a produção desse hormônio, que vem diretamente do pâncreas. Desde 1980 o número de pessoas atingidas pela doença no mundo quadriplicou, chegando a mais de 420 milhões de pessoas, isso vem acontecendo devido às mudanças no hábito alimentar. Na teoria a diabetes ainda não possui uma cura total, mas quando a pessoa portadora faz o tratamento da maneira correta e cuida da alimentação, os sintomas se tornam fracos e podem até desaparecer, mesmo sem eles, é fundamental continuar indo ao médico e manter a mesma alimentação.

 

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História da diabetes

Existem relatos de 1.500 a.C. falando sobre a doença, nos registros do antigo Egito. Na Índia também surgiram informações da mesma época sobre a doença. A maioria das informações apontava para um aumento na vontade de urinar. O nome diabetes foi adotado no ano 230 a.C., na Grécia. A diferenciação entre os tipos 1 e 2 aconteceu no século cinco. As primeiras formas de tratamento começaram a ser desenvolvidas no início do século XX. Na metade do século passado, com a industrialização cada vez mais forte, a diabetes começou a se tornar cada vez mais comum, fato que acontece devido ao aumento no peso da população.

Confira o que é insulina

A insulina é um dos hormônios produzidos pelo corpo, sua função é diminuir os níveis de glicose no sangue. A insulina é produzida por células beta do pâncreas. As pessoas que apresentam dificuldades para a produção desse hormônio acabam tendo acúmulo de glicose na urina e na corrente sanguínea. Dessa forma, a falta de insulina pode ocasionar à diabetes, principalmente em pessoas acima do peso. A insulina é um composto que pode ser produzido artificialmente, sendo assim, as pessoas portadoras da doença poderão fazer o tratamento através de medicamentos e injeções. Este hormônio foi identificado pela primeira vez em 1869, poucas empresas conseguem reproduzir a insulina.

A importância do pâncreas

O pâncreas é uma glândula que faz parte dos sistemas endócrino e digestivo. Ele ajuda na secreção de fluidos e também é o responsável pela produção de alguns hormônios, como glucagon e insulina. Em alguns casos o pâncreas cria tumores, que podem resultar em diabetes. Quando ele é atacado por algumas enzimas diferentes, pode parar a produção de insulina. Algumas pessoas nascem com problemas nessa glândula e não produzem nenhuma quantia de insulina, outros estão acima do peso e começam a apresentar dificuldades nessa produção. As pessoas que possuem insulina abaixo dos níveis indicados podem ter diabetes, devido a dificuldade para controlar a glicose. Manter o corpo saudável e proteger o abdômen é fundamental para ficar longe desse problema.

Os problemas causados pela glicose

A glicose é um tipo de carboidrato, sendo um dos mais conhecidos. Funciona como um tipo de combustível para as células do corpo. A glicose também está presente nas plantas, sendo um dos elementos fundamentais para a fotossíntese. No corpo humano a glicose também está presente no sangue, como ela é um elemento doce, quem come muitos produtos desse tipo terá os níveis desse carboidrato elevado. A insulina é o hormônio que ajuda a controlar a taxa de glicose, dessa forma evita doenças, mas algumas pessoas apresentam dificuldades na produção desse hormônio, e acabam contraindo a diabetes. Por tanto, se você está acima do peso, evite consumir produtos com excesso de glicose.

O que causa a diabetes?

Não existe apenas uma causa para a diabetes, muito pelo contrário, existem diversos fatores que colaboram com as possibilidades de contrair essa doença. Entre eles estão defeitos genéticos na célula Beta, do pâncreas; mutação do DNA mitocondrial; problemas relacionados à insuficiência na produção de insulina; mudanças no receptor de insulina; doenças no pâncreas; maior chance nas pessoas com hipertireoidismo; excesso de hormônios de crescimento; maiores possibilidades para pessoas que utilizam drogas; entre outros. Como o tipo 1 é raro de acontecer, a maioria que possui essa doença é por origem genética, já o tipo 2 está relacionado principalmente a obesidade, então procure se alimentar de maneira correta.

Principais sintomas da diabetes

As pessoas com diabetes apresentam maior vontade de urinar, excesso de sede e fome. Existe basicamente um padrão dos sintomas apresentados por essa doença. A Poliúria, que é o aumento excessivo na urina; a Polidipsia, quando a pessoa fica com mais vontade de ingerir líquidos e tem mais sede; Polifagia, quando aumenta o apetite do portador; pode prejudicar a visão, diminuir o peso, entre outros. Normalmente os sintomas são mais intensos na  Diabete Mellitus tipo 1, os sintomas também existem no tipo 2, mas demoram mais para aparecer. As dificuldades para enxergar atingem ao menos 40% das pessoas com falta de insulina, e quando não tratada corretamente pode gerar cataratas ou cegueira.

Saiba como identificar à diabetes

Os primeiros sintomas costumam surgir de repente. Se você estiver apresentando cansaço excessivo, perda de peso, e bastante fome, poderá estar com a Diabetes Mellitus tipo 1. Já no tipo 2, uma das pistas para o problema pode ser a dificuldade na visão ou escurecimento das pernas. Se estiver com dúvida procure um médico e faça o teste. O primeiro procedimento a ser realizado é fazer um exame de sangue, com jejum de 8h. É possível realizar um teste de tolerância a lactose, os índices normais vão até 140 mg/dl 2 horas depois de exame, e 199 mg/dl até 4 horas. Outra opção é o teste de hemoglobina glicosilada, que a taxa normal deve ficar entre 5,6% e 6,3%. Para ter a certeza que possui a doença é necessário realizar ao menos um desses exames.

Fatores de risco para a diabetes

A diabetes é uma doença que pode aparecer em qualquer época da vida, ou já nascer com ela. O grupo mais atingido pela Diabetes Mellitus são pessoas com mais de 45 anos; que sejam obesas, ou seja, possuam 120% a mais do que o peso ideal; que possuam histórico de diabetes na família, principalmente com parente de 1º grau; as grávidas também fazem parte do grupo de risco; para pessoas que possuem hipertensão arterial sistêmica; com problemas de colesterol ou triglicerídeos; e que estejam com problemas relacionados à glicose. Os atingidos pelo tipo 1 em 25% das vezes possuem casos na família, já os do tipo 2 apenas 10%.

Qual o período da vida com mais chances da diabetes aparecer?

A chance de adquirir diabetes acontece durante toda a vida, mas fica maior após os 45 anos. Contrair a diabetes com menos do que essa idade principalmente com pessoas acima do peso, daí a importância de praticar atividades físicas. Outro período da vida com possibilidades de ter diabetes é durante a gestação, as mulheres que tiverem normalmente não apresentam muitos sintomas, mas se não cuidar da maneira adequada poderá continuar com a doença depois do parto. De modo geral, quanto mais velha for à pessoa, mais cuidados deverão ter com a alimentação.

Bebês que nascem com a diabetes

As mães que tem diabetes gestacional podem transmitir a doença para as crianças. Em geral os bebês nascem com a Diabetes Mellitus tipo 1, mas isso acontece com extrema raridade. Poderá ser difícil perceber que a criança tem a doença, então fique atenta. Às vezes o resultado não aparece nem no exame de sangue. O normal é não nascer com a doença, o mais costumeiro é contrair a diabetes nos primeiros meses ou anos de vida. Quando descoberta cedo, a criança vai se acostumar com mais facilidade ao tipo de alimentação sem açúcar. O tratamento terá que ser feito por picadas com insulina.

Alimentos que diabéticos devem evitar

Uma das principais coisas a fazer para evitar a diabetes, ou então para diminuir os seus sintomas é cuidar da alimentação. Quem possui a Diabetes Mellitus deve evitar o consumo de produtos ricos em carboidratos. Entre os alimentos para evitar estão à farinha branca e todos os seus derivados, como pães, bolos e massas; açúcar branco refinado, que além de aumentar à diabetes causa outras doenças; batata e cenoura, os dois vegetais aumentam a produção de glicose, pois rapidamente se transformam em açúcar; abacaxi, melancia, melão e banana também devem ser evitados, essas frutas são muito doces, então não caia na história que fruta pode ser degustada a vontade. Para preparar um cardápio ideal você pode consultar um médico ou nutricionista, pois além dos carboidratos outras substâncias fazem mal para os diabéticos.

Alimentos recomendados para diabéticos

Os diabéticos devem tomar muito cuidado com a alimentação, para não agravar a situação do problema. Quem tem a doença pode consumir carne de aves; peixes e carnes magras; se for tomar leite prefira o desnatado, ao invés do integral; queijo branco, como a ricota; alimentos que sejam ricos em fibra, entre eles estão aveia, farinha de banana verde e semente de linhaça; verduras, como alface e couve, quanto mais verde melhor; feijão, milho e ervilhas, que irão ajudar na sustentação do corpo; sucos naturais; e cereais. Procure consumir produtos com baixos índices glicêmicos, que são os alimentos que causam poucas mudanças nos níveis da glicose.

Veja também: [COMPROVADO] Como controlar a diabetes naturalmente

Pratique exercícios físicos

Uma das principais dicas para se livrar de um problema futuro, como a diabetes, é praticar exercícios físicos. Dessa forma o seu corpo irá queimar o mesmo número de gordura que consumir, e diminuirá as possibilidades de criar sobrepeso. As pessoas sedentárias podem complicar a sua própria saúde, quem não pratica nenhuma atividade física fica cansada com mais facilidade, e pode adquirir a diabetes. As pessoas acima do peso normalmente possuem grandes níveis de glicose no sangue, e em muitos casos a insulina não dá conta de reduzir. Se você não tem esse hábito, comece a praticar uma caminhada aos poucos, ou mesmo andar na rua. Com o avanço da tecnologia, as pessoas não fazem muito esforço físico, e isso não é bom. Para prevenir a diabetes, mecha-se, literalmente.

Problemas causados pela diabetes

Quando a doença não é tratada da maneira adequada, poderá causar graves problemas para a saúde. Entre os principais problemas estão às complicações agudas, como cetoacidose, coma hiperesmolar e até mesmo levar o paciente a óbito. A situação pode se agravar cada vez mais pela falta de tratamento, gerando dificuldades no coração, AVC (Acidente Vascular Cerebral), problemas crônicos nos rins, dores nos pés, entre outros. Por mais que o tratamento seja levado a sério, consuma apenas os alimentos que não fazem mal, alguns sintomas ainda vão continuar aparecendo. Quem possui a diabetes, mas deseja ter uma vida normal, deve procurar o tratamento assim que surgirem os principais sintomas.

Problemas crônicos da diabetes

Quando o tratamento não é feito de maneira adequada à doença pode começar a apresentar problemas crônicos. Entre eles estão: criação de placas de gordura na corrente sanguínea; problemas na retina; aumento de carbono no sangue, causando hipertensão; coágulos e trombose; falta de proteínas, gerando problemas na pele; inchaço nos pés; dificuldades nos rins, atingindo metade dos casos do tipo 1; diminuição da sensibilidade dos pés; problemas no metabolismo em geral; aumentar os problemas cardíacos; e as possibilidades de chances de AVC. Quem possui hipertensão arterial, problemas com triglicerídeos ou colesterol faz parte do grupo de risco dos problemas crônicos.

Veja também: As melhores plantas que curam diabetes

Tratamento para diabéticos

Manter alimentação controlada e praticar atividades físicas com certa regularidade são ações fundamentais para melhorar a qualidade de vida com a diabetes. O tratamento para o tipo 1 é a base de insulina, é necessário utilizar duas ou três vezes por dia. Pode ser feito através de agulha, ou por meio de uma bomba que aos poucos vai liberando o hormônio na corrente sanguínea, também é necessário verificar a taxa de açúcar no sangue diariamente. Já quem possui o tipo 2 pode utilizar medicamentos hipoglicemiantes, na terceira idade os portadores normalmente necessitam de dois medicamentos para controlar o problema. Quem tem diabetes gestacional deve cuidar da dieta e consumir poucos produtos ricos em açúcar.

Diabetes Mellitus tipo 1

A Diabetes Mellitus tipo 1 surge quando uma doença atinge o pâncreas, destruindo as células responsáveis pela produção da insulina. Essa variedade da doença atinge entre 5% e 10% das pessoas com o vírus. O número de contaminados varia de acordo com a posição geográfica, no Brasil apenas sete pessoas a cada 100 mil possuem a Diabetes Mellitus tipo 1. Normalmente os primeiros sinais surgem na infância, tornando a pessoa dependente da insulina por toda a vida. Esse grau da doença faz o corpo não produzir nenhuma quantidade de insulina, diferente do tipo 2, onde existe o desenvolvimento de pequenos níveis do hormônio. A maioria das pessoas que possui o problema teve o início da causa através da genética. Utilizar drogas também ajuda a aumentar a chance de pegar o tipo 1, mesmo para adultos.

Diabetes Mellitus tipo 2

As pessoas que apresentam esse problema até produzem insulina, mas o número é insuficiente para manter a taxa de glicose baixa. Atinge 90% dos casos de diabetes. Atualmente tem o conhecimento que pessoas acima do peso, e que já possuem condições genéticas favoráveis à doença possuem maiores chances de pegar o tipo 2. Seu tratamento pode ser feito com o início da prática de atividades físicas e mudanças na dieta, dessa forma os sintomas irão diminuir consideravelmente. Os portadores que necessitam de constante reposição de insulina deverão ser submetidos a exames, para verificar os níveis da glicose no sangue. A Diabetes Mellitus tipo 2 pode atingir também as pessoas que já possuem problemas no coração, que sofreram AVC ou apresentam dificuldades para a circulação de sangue no corpo. Quem possui o tipo 2 perde em media 10 anos na expectativa de vida, mudanças no estilo de vida ajudam a melhorar essa situação.

Diabetes Gestacional

Uma mulher que não possui diabetes pode ter os níveis de glicose no sangue elevados durante a gestação. O problema não causa graves sintomas, mas pode proporcionar a necessidade de cesariana, ou aumentar as chances de depressão. As crianças que nascerem de mulheres que tiveram Diabetes Gestacional terão maiores possibilidades de adquirirem Diabetes Mellitus tipo 2. É comum em mulheres que já enfrentaram o problema, que possuem casos de tipo 2 na família, ou que tenham sobrepeso. Normalmente aparece no terceiro mês da gravidez e atinge 6% das gestações. Após o parto, 90% dos casos terminam, mas existe risco de evoluir para o tipo 2.

Diabetes Insipidus

Esse grau da doença tem a característica de apresentar muita sede e vontade de urinar. Isso acontece mesmo com a redução do consumo de líquidos. O problema está relacionado ao hormônio antidiurético, que ajuda na limpeza dos rins, quando ele não está presente nos níveis ideias à urina “acaba escapando” diretamente. Os sintomas são semelhantes ao da Diabetes Mellitus tipo 1, para diminuir a incidência do problema é fundamental fazer o tratamento a base de medicamentos, esse procedimento deve seguir ao longo de toda a vida. Algumas pessoas possuem tumor, que ajuda a representar esse tipo da doença, o problema também pode aparecer nas grávidas.

Diabetes tem cura?

Segundo os médicos especialistas, ainda não existe cura para a diabetes. Mas realizar o tratamento com insulina, melhorar a alimentação e também iniciar a pratica de atividades físicas são coisas fundamentais para ter uma vida saudável, mesmo com diabetes. As pessoas que realizam exame de sangue regularmente podem descobrir altas taxas de glicose, mas que ainda não são considerados diabéticos, são conhecidos como pré-diabéticos, e ainda podem evitar a doença, desde que já mudem as suas ações.

É possível ter uma vida normal com diabetes?

A resposta é sim. Para os pacientes que possuem o tipo 1 devem manter sempre estáveis os níveis de insulina. Quem é portador do tipo 2 deve emagrecer, esse procedimento é fundamental para levar uma vida normal. A diabetes não impede a pessoa de realizar coisas do dia a dia, apenas deverá cuidar da alimentação.

Número de diabéticos no mundo

O número de diabéticos no mundo começou a disparar principalmente depois da década de 1980. Esse grande crescimento vem acontecendo devido a industrialização, às pessoas almoçam fora de casa, consomem alimentos perigosos para a saúde, aumento o seu peso, proporcionando maior possibilidade de adquirir a Diabetes Mellitus tipo 2. Atualmente mais de 422 milhões de pessoas sofrem com esse problema em todo o planeta, em 1980 apenas 108 milhões continham a doença. Com a população mundial girando em torno de 7 bilhões de pessoas, o número de adultos com diabetes chegou a 8,5%. De acordo com dados de 2012, 3,5 milhões de pessoas que morreram nesse ano tinham diabetes, sendo 1,5 milhões afetados diretamente pela doença.

Tecnologia é aliada no tratamento para a diabetes

No passado levava muito tempo para descobrir a doença e iniciar o tratamento. Com isso acabava perdendo tempo e o problema se agravava. As seringas utilizadas para colocar a insulina também eram mais grossas e causavam fortes dores aos diabéticos, agora estão cada vez mais finas. Também foram desenvolvidos novos produtos, que diminuíam a necessidade de colocar tanta insulina por dia. O aparelho que mede a taxa de açúcar na corrente sanguínea também é fundamental para o tratamento.

Mitos sobre a diabetes

Algumas pessoas acham que a diabetes pode ser passada de uma pessoa para outra, mas isso não acontece. Não existem estudos científicos que comprovem os benefícios da canela para o tratamento. O diabético não pode comer mel, açúcar mascavo, ou caldo de cana. A insulina não proporciona nenhum vício. Mesmo sem ingerir carboidratos é preciso utilizar a insulina. Bebidas alcoólicas devem ser consumidas com moderação e indicação médica.

Infográfico Diabetes

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Hipoglicemia: o que é?

A definição de hipoglicemia no corpo trata-se da baixa taxa de açúcar na corrente sanguínea, sendo considerada dessa forma, ao passo que seja inferior a 70mg/dl. É possível que aconteça um pouco antes das alimentações e entre os intervalos das mesmas, ao longo da prática de atividades físicas que requisitam muita força ou em situações de pico da insulina.

Determinadas sensações correspondem a fome repentina, sonolências, tremores, tontura, suor frio, formigamentos, irritabilidade, confusão mental, fadiga, tristeza, falta de coordenação motora, dormência na língua e nos lábios, sendo possível a variação entre o organismo de cada pessoa.

A fim de que se evite condições decorrentes da falta de controle da glicemia que variam das situações de desconforto até possíveis crises de convulsão e desmaios, além de idas ao hospital, é relevante prestar atenção nos sintomas e agir de forma rápida, com eficácia e tranquilidade.

Prevenção

O único jeito de fazer a prevenção das situações de hipoglicemia é promovendo o gerenciamento da patologia, procedendo cuidados de necessidade, identificando os sintomas de modificações da glicemia emitida pelo organismo e fazendo a monitoração dos teores glicêmicos de forma constante com a ajuda de aparelhos próprios.

É possível fazer uso também do EasyGlic, que é o Monitor Contínuo de Hipoglicemia. A aparelhagem é um tipo de bracelete que dispõe de design anatômico e com discrição, bateria durável, alerta de luminosidade e sensores de pressão alta que, a partir da tecnologia denominada não invasiva, consegue monitorar e dar pareceres a respeito das crises glicêmicas.

Costumes que possibilitam o desencadeamento de hipoglicemia em pessoas diabéticas:

  • Modificação da categoria e quantitativo de atividades físicas sem recomendações;
  • Deixar de se alimentar adequadamente ou consumir refeições menores do que necessita;
  • Proceder ajustes nos remédios sem recomendações médicas;
  • Ingerir álcool;

Como aferir a glicose?

O modo de maior praticidade e assertivo para identificar a taxa de glicose, é fazer um teste glicêmico a partir da ajuda de tecnologias que farão o devido monitoramento. O resultado trará segurança e é célere.

Atenção alimentar que auxilia a evitar a condição hipoglicêmica:

  • Alimente-se até 6x diariamente, em pequenas porções;
  • Priorize os intervalos entre as alimentações de maneira com que elas sejam realizadas de forma regular e sempre em mesmos períodos;
  • Consuma fibras solúveis, visto que elas absorvem a glicose de forma lenta e traz benefícios ao controle;
  • Consuma muita água;
  • Evite jejuns prolongados;
  • Escolha por ingerir carboidratos que sejam absorvidos de forma lenta;
  • Priorize alimentação saudável e natural, como as frutas e hortaliças;
  • Evite alimentação enlatada, embutida e que disponibilizem a gordura saturada;
  • Ingestão de peixes que sejam fontes de ômega 3.

É relevante dizer que, ao passo que ocorra a hipoglicemia, de nada adiantará consumir grandes quantitativos de alimentos. Além de não fazer o equilíbrio da glicemia, é possível que reverta o cenário para uma crise de hiperglicemia. A atitude adequada é fazer a ingestão de 15 a 20g de glicose e esperar por 15min até que a taxa tenha um reestabelecimento.

Amigos e familiares

Para assegurar e precaver, é muito importante que o paciente prepare os amigos e sua família mais próxima, de modo a compartilhar informações a respeito de como agir em situações emergenciais.

Metformina: o que é?

A Metformina, famosa pelas denominações de Dimefor, Glifage, Glucoformin, Risidon e Glucophage, trata-se de um medicamento oral antidiabético mais utilizado para controlar a glicemia em relação ao diabetes mellitus tipo 2.

De que forma a metformina age no organismo?

Diferente do tipo 1 de diabetes que ocorre por falta de insulina, o tipo 2 de diabetes acontece devido a uma resistência que o corpo apresenta com o efeito da insulina, circulando no sangue sem liberar o seu efeito.

Esta ocorrência do tipo 2 de diabetes faz com seu tratamento não seja feito, inicialmente, através de insulina, mas com medicamentos de via oral, nomeados antidiabéticos orais – hipoglicemiantes orais.

O cloridrato de metformina, ou somente metformina, é um medicamento que contem eficácia em pacientes que produzem insulina, por isso, sem resultados no diabetes tipo 1 e está entre os antidiabéticos orais mais utilizados ultimamente.

A insulina auxilia ao controle glicêmico do tipo 2 de diabetes por meio de três formas:

  • Diminui a formação de glicose através do fígado;
  • A ação da insulina eleva a sensibilidade dos músculos e outros tecidos. O cloridrato de metformina não proporciona o aumento da formação de insulina, mas melhora a ação da que está produzida;
  • Redução pelo trato gastrointestinal da absorção de glicose.
  • O cloridrato de metformina é o medicamento recomendado para pacientes com diabetes e obesidade, pelo fato de não proporcionar aumento de peso, sendo que através de insulina e outros antidiabéticos acontece este aumento. Diferente do pensamento de muitas pessoas, a metformina não é para emagrecer e não é recomendado seu para este fim.
  • Um outro efeito que a metformina proporciona é, uma moderada baixa dos níveis do triglicerídeos e do colesterol LDL. Pode ser utilizada sem perigo no tratamento em casos de diabetes gestacional.

Recomendações da metformina

A patologia com indicação de tratamento destinada ao uso de metformina é o tipo 2 de diabetes. Com tudo, existem outras doenças que demonstram resistência dos tecidos pela insulina e suas formas de tratamento é com metformina em off-label – sem uma validação científica formal. Dentre estas situações, estão:

Síndrome de ovário policístico
Em casos de síndrome do ovário policístico, a administração de metformina resulta em melhoras, principalmente, quando a paciente está acima do peso.

       

Gordura no fígado
Com base na ação que a metformina proporciona, na teórica, diminuiria o nível de gordura no fígado, contudo pesquisas atualizadas não demonstraram efeito produtivo do uso em beneficio desta doença, fazendo com que diversos médicos não utilizem esta forma de tratamento.

Metformina: denominações comerciais

O cloridrato de metformina é um remédio disponível em farmácias de forma genérica ou por meio dos nomes comerciais Dimefor, Formet, Glicomet, Glifage, Glifage XR, Glucoformin, Diaformin, Glicefor, Glucofage, Meta SR, Metformed, neo Metformin, Risidon e Stagid.

Como consumir a metformina em caso de diabetes?

Em diversas situações, não obtemos resoluções clínicas de significância com dosagens que sejam menores de 1500mg diariamente; entretanto, para a minimização dos efeitos colaterais gastrointestinais, indica-se uma dosagem baixa de início, considerando a elevação gradualmente desta dosagem ao longo do tempo.

É possível encontrar os medicamentos de metformina nas dosagens de 500mg, 850mg e 1000mg. Estes comprimidos da metformina que disponibilizam uma ação mais longa, estão disponíveis na dosagem de 750mg ou 1000mg.

Pessoas adultas ou maiores de 17 anos podem consumir a dosagem de início de 500mg, 2x ao dia ou 850mg, 1x por dia. A dosagem pode ter elevação em 500mg, em tempo que varia a cada 2 semanas.

Caso haja a necessidade de doses maiores que 2000mg diariamente, esta posologia precisa ter alteração para 3x ao dia.

Em situações de comprimidos que são liberados de modo prolongado, a dose de início corresponde de 500 a 1.000mg, 1x ao dia. A dose pode ter aumento, sendo o máximo de 2000mg, 1x ao dia.

A metformina precisa ser consumida juntamente das alimentações e o comprimido necessita ser ingerido inteiro, de modo a evitar que se mastigue ou parta.

Como consumir a metformina em caso de síndrome de ovário policístico?

A indicação é de 1500mg a 2000mg diariamente, distribuídos em 2 ou 3 dosagens por dia – a dosagem de início é de 500mg ao dia, com complemento de 500mg a cada uma ou duas semanas.

Nas situações de comprimidos que são liberados de forma prolongada, a dosagem é de 1000mg, 2x ao dia, sendo a dosagem de início de 500mg ao dia, com complemento de mesma forma anterior.

Metformina: contraindicações

A metformina é um medicamento com poucas contraindicações, porém uma delas é importantíssima por se tratar de uma condição frequente em portadores da diabetes: insuficiência do rim.

A metformina não pode ter utilidade em portadores de insuficiência renal, ainda mais em casos que a creatinina está elevada da quantidade de 1,5mg/dl.

Portadores de gordura no fígado ou afins, também não podem consumir a metformina.

Metformina: efeitos colaterais

A metformina é um medicamento, de modo geral, muito bem tolerado, ainda mais quando observada as contraindicações para insuficiência dos rins. Os efeitos colaterais que mais ocorrem são náuseas, a diarreia e um provável gosto de metal na boca.

A acidose láctica – que seria a elevação do ácido láctico da corrente sanguínea – trata-se de uma rara condição, porém gravíssima, que acontece de modo geral em portadores de insuficiência dos rins de caráter avançado, que continuam utilizando a metformina.

A hipoglicemia – que é glicose baixa na corrente sanguínea – é um efeito colateral raríssimo a partir da metformina.

Insulina: definição e uso

A insulina trata-se de um hormônio que tem sua produção a partir do pâncreas, e disponibiliza a funcionalidade de agir na glicose com o metabolismo para que se produza energia. A insulina age como um componente imprescindível nas células corporais, a fim de que o açúcar no sangue entre e tenha utilidade para a produção energética. Por isso, o hormônio auxilia a glicose a entrar nos elementos celulares do organismo.

Ao passo que existam disfunções na insulina produzida, pouquíssima ou nenhuma insulina produzida, o paciente é diagnosticado com Diabetes Mellitus. Para que haja o controle do açúcar no sangue, por vezes, é preciso repor de forma exógena a insulina, com introduções do hormônios diariamente.

É possível classificar as insulinas entre humanas e análogos. O hormônio se origina nos humanos – Regular e NPH – e tem desenvolvimento em clínicas, por meio de tecnologias específicas de DNA recombinantes, ao passo que os análogos têm preparação de insulina que foram modificados na cadeia referente a aminoácidos para aprimoramento em relação ao tempo em que age.

As insulinas costumam ter formatos em canetas ou frascos. Estes são, geralmente, de 10ml para utilidade com seringas, enquanto que os refis são de 3ml, utilizados em canetas que podem ser descartáveis.

A descrição das características das várias categorias de insulinas disponíveis, percorre a definição célere para um melhor entendimento. Acompanhe:

Começo da ação – trata-se da velocidade para que a insulina inicie o trabalho posteriormente a injeção;
Pico da ação – trata-se do prazo de atividade excelente do hormônio
Duração da ação – trata-se do tempo disponível da ação da insulina no corpo.

Pata de vaca para diabetes: funciona?

Uma ótima medicação caseira para diabetes é este chá denominado de pata de vaca – cientificamente chamado de Bauhinia foticata – que é composto por um elemento que se assemelha a insulina e age no organismo de mesmo modo.

Contudo, a utilização deve ter reconhecimento pelo especialista e não há substituição de medicamentos prescritos para controlar a diabetes, ainda que tenha utilidade para reduzir a dosagem dos remédios.

Como preparar?

2 folhas da planta de pata de vaca
1 copo de água

Estas folhas da pata de vaca precisam ser acrescidas na água até que sejam fervidas. Posteriormente a isso, a infusão deve ser coada e está preparada para a utilidade. A infusão deve ser consumida três vezes diariamente, sendo preferível anteriormente à alimentação.

Para aqueles que sofrem da diabetes, a infusão dessa erva medicinal pode ter utilidade em complementação de tratamentos, porém, é imprescindível dizer que os métodos tradicionais não podem ser ignorados.

Insulina NPH

A insulina NPH, denominada cientificamente por Protamina Neutra de Hagedorn, trata-se de uma categoria da insulina humana que é usada para tratar a diabetes, auxiliando no controle do quantitativo de glicose na corrente sanguínea. Ao oposto da insulina regular, a categoria NPH disponibiliza agir de forma prolongada, que atua posteriormente a 4 a 10h e tem duração por até 18h.

Diversas vezes, a categoria da insulina é utilizada em conjunto com a insulina que age rapidamente, sendo esta um auxílio para o equilíbrio dos graus de glicose logo que se faz a refeição, ao passo que a NPH faz o controle desses graus ao longo do dia.

Além da regular e da NPH, há ainda a categoria de insulina análoga que são alteradas em clínicas.

É possível que o valor da insulina NPH varie entre R$50 a R$100 e pode ser adquirida em farmácias comuns, com prescrição médica e nomenclatura de Novolin N ou Humulin N, no formato de frascos para injetáveis ou caneta pré-cheia.

Qual a função da insulina?

Esta categoria da insulina é recomendada para o tratamento de diabetes em situações que o pâncreas não consiga a produção de insulina com suficiência para o controle do quantitativo de glicose na corrente sanguínea.

Como consumir?

A dosagem da insulina NPH e o período em que deve ser administrada precisa seguir orientação médica, observando que há variações conforme o teor de capacidade pancreático para a produção de insulina.

Anteriormente a aplicação da injeção, é importante que se rode e inverta o cartucho de insulina por 10x para a garantia de que o elemento está devidamente diluído.
O modo de administrar este remédio, geralmente, é explicado pelos especialistas.

Efeitos colaterais

A condição mais frequente da utilização de insulina é a súbita queda da glicose sanguínea pela administração em dosagem de excesso. Nessas situações, é possível que os sinais apareçam em forma de muito cansaço, dores de cabeça, frequência cardíaca acelerada, suores frios, náuseas e tremores.

Nessas situações, aconselha-se a ir imediatamente ao hospital para uma avaliação do cenário e início de tratamento coerente.

A insulina não pode ter utilidade quando os graus de glicose na corrente sanguínea têm teor abaixo da recomendação pelo especialista. Ainda, também não pode ter utilidade em situações de alergias a elementos da composição.

Em período gestacional, as dosagens de insulina podem ter alteração, de forma especial em primeiros três meses, e portanto, há a recomendação da consulta de endocrinologista em situação de gravidez ou avisar ao especialista.

Medicamentos para diabetes

Determinados indivíduos estão aptos a manter o controle glicêmico a partir de basicamente um estilo de vida que seja mais saudável. Contudo, caso necessite de auxílio adicional de remédios para diabetes, continue a leitura para um auxílio e compreensão maior das alternativas de tratamento para cada situação.

Alternativas para tratamentos

As primeiras atitudes para tratar a diabetes tipo 2 é, de modo geral, uma alimentação restrita às calorias, abstendo-se da ingestão de quaisquer açúcares, perdendo peso e praticando exercícios físicos. Por isso, essas atitudes têm suficiência para que os níveis glicêmicos desçam para os valores com definição específica para cada um, juntamente ao parecer especialista.

Há várias alternativas de tratamento existentes para portadores de diabetes tipo 2. Estas medicações agem de maneira diferenciada para que baixe os graus glicêmicos. O especialista dará um melhor parecer sobre eles para cada caso.

Várias alternativas para tratar a diabetes tipo 2 correspondem a:

Biguanidas
De forma essencial, promovem a redução do quantitativo de glicose que tem produção através do fígado.

Inibidores de DPP-4 e GLP 1
Fazem a indução da redução glicêmica, gerando o aumento do quantitativo de insulina que tem produção no pâncreas e reduz o quantitativo de glicose do fígado.

Insulina
Um hormônio que pode ser injetável, agindo na substituição da insulina que geralmente tem produção pelo corpo para auxílio do controle dos graus glicêmicos.

Inibidores da alfa glucosidase
Posteriormente às refeições, a decomposição abranda e os hidratos de carbono são absorvidos.

Sulfonilureias e meglitinidas
Promovem o estímulo direto no pâncreas para libertação de insulina.

Glitazonas – com designação por Tiazolidinedionas ou TZDs
De forma essencial, auxiliam o corpo a fazer uso da insulina e ao transporte de glicose para o interior celular.

Formas de tratamento para diabetes

Para tratar o diabetes, de qualquer categoria, é preciso utilizar medicações antidiabéticos que auxiliam na redução de taxas de açúcar na corrente sanguínea, bem como Metformina, Gliclazida, Glibenclamida ou Vildagliptina, ou ainda a insulina sintética aplicada.

A partir do diabetes tipo 1, a preferência é fazer uso da insulina, visto que nesta categoria da patologia, o pâncreas está apto a produção do hormônio.

Já com o diabetes tipo 2, há a possibilidade de fazer uso de categorias diferenciadas de antidiabéticos, possibilitando a combinação, como modo de reduzir taxas de açúcar na corrente sanguínea.

Ainda, nas duas categorias da patologia em questão, a recomendação é seguir uma alimentação adequada, ajustada em relação ao quantitativo de glicose e calorias, procedendo atividades físicas, bem como dança, ciclismo, caminhadas, visto que dessa forma há uma captação da glicose sanguínea de modo aprimorado, além de um organismo mais sensível à insulina.

Diabetes tipo 1: tratamento

No diabetes tipo 1, os elementos celulares do pâncreas não estão dispostos a produção de insulina, o que desencadeia um acúmulo de açúcar na corrente sanguínea. Portanto, o modo principal de tratar a condição, é aplicando dosagens de insulina sintética, todos os dias, para que haja a função do hormônio em deslocar a glicose da corrente sanguínea para tecidos do organismo.

Há diferentes categorias da insulina, distribuídas conforme a velocidade do seu agir, que pode ser lento, intermediário, rápido ou ultra-rápido. De modo geral, o especialista faz a combinação de 2 ou mais categorias de insulina, com aplicação média de uma a três vezes ao dia, para a ação ter mais semelhança com a que tem produção pelo corpo.

Para controlar a diabetes, é imprescindível também que se faça a verificação das taxas de glicose na corrente sanguínea todos os dias, fazendo uso de glicosímetro e tiras reagente. Clínicas e postos de saúde disponibilizam de forma gratuita a insulina, as agulhas, as seringas e as tiras que são necessárias para controlar a diabetes. Há a possibilidade de se inteirar a respeito do tema em centros de saúde.

Diabetes tipo 2: tratamento

É costume que o tratamento em questão seja realizado a partir de medicações antidiabéticas que podem ter atuação tanto elevando a insulina produzida no pâncreas, aprimorando a sensibilidade do corpo ao hormônio, reduzindo a produção de açúcar pelo organismo ou mesmo reduzindo a glicose que é absorvida nos alimentos.

Alguns dos exemplos principais destes medicamentos são a Glibenclamida, Metformina, Gliclazida, Pioglitazona, Acarbose, Vildagliptina, Exenatida ou Siltagliptina.

O consumo ou aplicação destas medicações podem ser realizadas um a três vezes diariamente, dependendo da categoria e teor de gravidade da patologia.

De modo geral, em começo do tratamento é utilizado apenas uma dessas medicações e posteriormente o especialista faz a avaliação do critério de necessidade de outras combinações, incluindo a Insulina, o que tem necessidade ao passo que a patologia piore, durante os anos.

Diabetes na gravidez: tratamento

O diabetes gestacional é tratado a partir de orientação obstétrica ou endócrina, composta por alimentação que seja precária em carboidratos e o exercício físico regular praticado.

Contudo, em situações de maior gravidade, em que o quantitativo de glicose é muito maior que o esperado, o especialista pode fazer a orientação da utilidade de antidiabéticos orais, como Glibenclamida ou Metformina, ou ainda a Insulina.

O diabetes na gravidez tem detecção posteriormente as 22 semanas de gravidez, e aparece em virtude de disfunção relacionada a ação e produtividade de insulina no corpo, em período específico mencionado nas mulheres.

O diabetes é uma doença?

O diabetes é a circunstância que identifica a maior motivação de amputações não-traumáticas no mundo inteiro, eleva-se em 40% o risco de desenvolvimento do glaucoma e 60% de dispor da catarata – males que possibilitam o desencadeamento à cegueira.

É provável a morte em virtude de condições cardiovasculares e os acidentes vasculares do cérebro, 2x maior àqueles que convivem com o mal em questão. A patologia não tem curta e aumenta em ritmo acelerado para condições que podem ser evitadas e controladas.

Diabetes alta

Ao passo que a diabetes seja considerada alta, é fundamental atentar aos informativos a seguir. O correto é que a glicose permaneça entre os 70 e 100 mg/dL. Se estiver acima de 100 mg/dL, em jejum, ou 140 mg/dL posteriormente a 2h a uma alimentação, é considerada a hiperglicemia e, quando menor que 70 mg/dL, a hipoglicemia.

Caso a glicose permaneça alta por longos períodos, é possível que ocorram complicações de longo e curto períodos. É possível também que a hipoglicemia cause sinais indesejáveis e complicações que precisam ser cuidadas.

A insulina e os medicamentos orais podem ter utilidade nesse tratamento. O hormônio é sempre muito útil para tratar a diabetes tipo 1, e pode ter utilidade também nas outras categorias da patologia.

Os remédios orais são uteis para tratar a diabetes tipo 2 e, a depender do princípio ativo, desempenha um papel de reduzir a resistência à insulina ou de promover o estímulo do pâncreas na produção maior do hormônio.

O que fazer?

Praticar atividades físicas pode auxiliar efetivamente no controle glicêmico e na perda de gordura do corpo, além de promover o alívio de estresse. Em virtude disso, portadores da diabetes precisam optar por exercícios físicos e práticas regulares dos mesmos, a partir de recomendações médicas e especialistas da área de educação física.

Contar carboidratos é muito benéfico para a doença. Os carboidratos disponibilizam efeito aprimorado nos graus de glicose, e essa ferramenta age na permissão de flexibilidade e variação dos alimentos, de modo geral, para aqueles que utilizam a insulina, visto que a dosagem varia de acordo com o quantitativo de carboidratos.

Isso elimina a rigidez para tratar a doença, ao passo que as dosagens antigamente eram fixas, os alimentos também tinham que ser. É imprescindível que se busca as indicações específicas do profissional de nutrição.

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