Depressão tem cura? Acabe agora com este mal

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A depressão é um transtorno mental caracterizado por um estado depressivo de humor persistente que afeta o comportamento e o bem-estar da pessoa. Assim, dificultando os relacionamentos e a interação com o exterior, prejudicando demais a vida cotidiana em todos os aspectos. Na maioria dos casos, depressão tem cura, no entanto, deve ser diagnosticada logo no início e devidamente tratada para não acarretar problemas mais sérios.

Segundo a OMS existem 350 milhões de pessoas no mundo todo que sofrem de depressão. Só no Brasil, o transtorno afeta 16% dos brasileiros, isto é, cerca de uma em cada quatro pessoas sofrem de depressão. Ou seja, são muitos os casos de depressão no país e esse número só vem aumentando.

A depressão costuma acometer a todos, sem restrição de sexo ou idade, mas é mais diagnosticada em adultos entre 35 e 49 anos, sendo as mulheres as maiores protagonistas da doença, com 68,9% dos casos. No entanto, casos de depressão entre crianças e adolescentes, que antes eram minoria, hoje já possuem percentual preocupante.

Neste artigo vamos explicar o que é depressão, quais suas causas e sintomas, ensinar como identificar o transtorno e determinar os melhores tratamentos para cada caso.

Depressão: O que é?

depressão tem cura: mulher chorando segurando cartaz de sorriso sobre a boca.
Depressão tem cura: a depressão é um transtorno psicológico sério que deve ser tratado.

A depressão é um distúrbio mental ou transtorno psiquiátrico caracterizado por um estado de humor depressivo persistente e incontrolável, como uma tristeza prolongada aparentemente sem causa, associado a outros sintomas. A doença faz com que a pessoa deprimida perca a vontade de se relacionar e interagir com outras pessoas e com o mundo exterior levando ao isolamento.

Uma pessoa deprimida não tem interesse por atividades que antes considerava agradáveis, sente-se sem energia ou cansada constantemente, perdendo completamente o prazer em viver. A depressão toma conta dos pensamentos, comportamentos, sentimentos e o bem-estar da pessoa, prejudicando totalmente o modo como ela vive e impedindo-a de dar continuidade à sua rotina normal.

A depressão possui várias formas clínicas e pode assumir proporções inimagináveis se não for diagnosticada logo e tratada adequadamente. No entanto, é preciso saber identificá-la corretamente e não confundir depressão com outras patologias psicológicas ou até tristezas comuns e oscilações ocasionais de humor. Para entender melhor os sintomas e as causas desta doença, é importante diferenciar a tristeza da depressão.

Sinais e sintomas de depressão

depressão tem cura: menina com depressão
Depressão tem cura: a depressão é mais comum em mulheres etem aumentado entre as crianças e adolescentes.

Além do humor depressivo diário, os sinais e sintomas da depressão são os mesmos para todos mundo. No entanto um ou mais sintomas podem se repetir ou se ausentar de acordo com a idade da pessoa.
Normalmente, a depressão vem acompanhada de sintomas físicos que impedem ou dificultam algumas funções vitais do organismo. Como por exemplo, modificação do apetite (falta ou excesso de apetite), sono alterado (sonolência ou insônia) e falta de desejo sexual.

Pode ainda acompanhar a depressão sintomas físicos como inibição ou lentidão de movimentos, náuseas ou problemas digestivos resistentes a tratamento. Além de aumento ou perda de peso, fadiga, falta de energia ou vontade que impeça a realização de tarefas antes desenvolvidas com facilidade.

Ao mesmo tempo, o corpo passa a manifestar a presença da depressão através de sintomas psicológicos como mudanças no comportamento. Isto é, pessoas deprimidas frequentemente se sentem tristes, inúteis e sem valor, ansiosas, vazias, desesperadas, preocupadas, impotentes, culpadas, irritadas, agitadas ou inquietas.

Além disso, apresentam auto-estima baixa e problemas de concentração, dificuldade para lembrar detalhes ou tomar decisões. Casos mais sérios, muitas vezes, desenvolvem pensamentos mórbidos constantes e passam a contemplar ou tentar o suicídio.

Sintomas de depressão em crianças:

  • Irritabilidade;
  • Redução no interesse em brincadeiras;
  • Queda no rendimento escolar;
  • Sensação de cansaço;
  • Ansiedade;
  • Dores somatizadas.

Sintomas de depressão em adolescentes:

  • Agressividade;
  • Alteração do apetite;
  • Pensamento suicida;
  • Isolamento social;
  • Sonolência excessiva

Sintomas de depressão em adultos:

  • Isolamento social;
  • Tristeza;
  • Alteração no humor;
  • Alteração no sono.

Diferenças entre depressão e tristeza

Depressão tem cura: menina escondendo o rosto em tristeza profunda.
Depressão tem cura: a depressão não pode ser confundida com a tristeza que é passageira.

É importante ressaltar que a depressão difere de todo e qualquer outro estado de humor deprimido pela presença CONSTANTE, DESPOPORCIONAL e PERSISTENTE de um ou mais sintomas como esses que impeçam a pessoa de levar a sua rotina normalmente. Além disso, a depressão costuma estar acompanhada de ansiedade e/ou síndrome de pânico.

Portanto, o humor deprimido não é necessariamente um transtorno psiquiátrico. A pessoa pode estar triste e não estar com depressão. Pois, a tristeza é um sentimento normal, apesar de um estado desconfortável, que pode ser gerado por inúmeras situações diferentes.

Como por exemplo, desapontamentos, lembranças desagradáveis ou término de relacionamento. No entanto, a principal característica que separa a tristeza da depressão é o fato de que a tristeza é passageira e tem um motivo justificável. Ela diminui à medida que o tempo passa ou a causa da tristeza se afasta. Apesar de haver sintomas de vontade de chorar, sentimento de impotência, desmotivação e angústia, os sintomas são passageiros.

A tristeza ou humor deprimido ainda pode ser uma consequência de uma condição médica, efeito colateral de medicamentos ou tratamentos médicos e não precisa de tratamento. Todas essas diferenças podem ser sutis, e até, difíceis de perceber, portanto caso a tristeza persista por mais de 14 dias, é importante consultar um médico para avaliar se há depressão e orientar um tratamento.

Depressão vs luto

Depressão tem cura: idosa com depressão após luto
Depressão tem cura: o luto pode trazer uma tisteza profunda que pode levar à depressão.

É igualmente importante diferenciar a depressão de um caso de luto. O luto é um período de tristeza profunda após perda de algo ou alguém querido. A situação pode persistir por vários meses ou até 1 ano. No entanto, como tem uma justificativa e sentimentos oscilatórios e que pioram com a lembrança da perda, não são é considerada uma depressão. Por outro lado, se a pessoa não for capaz de se recuperar, fazendo com que o luto seja persistente, ele pode tornar uma depressão.

Depressão causas

depressão tem cura: mulher triste com depressão
Depressão tem cura: A depressão pode ter muitas causas mas é caracterizada pelo humor deprimido constante.

Existem vários fatores que podem influenciar o desenvolvimento da depressão, como causas genéticas ou hereditárias, um acontecimento estressante ou a perda de alguém importante, por exemplo.

Causas por acontecimentos mundanos

Algumas mudanças de vida e diversos acontecimentos podem levar a um humor deprimido quando não estamos preparados psicologicamente ou somos pegos de surpresa. Como por exemplo, o depressão pós parto, a menopausa e o sedentarismo.

Momentos estressantes que geram ansiedade como dificuldades financeiras, problemas de âmbito profissional, casamento, separação ou divórcio. Assim como problemas de relacionamento familiar ou até mesmo a falta de atenção também pode gerar um estado deprimido.

A perda de um amigo ou ente querido, luto, lesão causada por catástrofe ou desastre são também exemplos de acontecimentos que podem gerar um humor deprimido que pode levar à uma depressão se persistirem e não forem tratados.

Causas por tratamentos médicos

Alguns medicamentos também podem causar humor deprimido em certos pacientes. Dentre eles estão os remédios para tratamento da hepatite C e alguns medicamentos usados ​​para tratar a pressão arterial alta, tais como os betabloqueadores e a reserpina.

Causas por doenças não-psiquiátricas

O humor deprimido também pode resultar de uma série de doenças infecciosas, condições neurológicas e problemas fisiológicos. Como por exemplo, o hipoandrogenismo (nos homens), doença de Addison, doença de Lyme, esclerose múltipla, dor crônica, acidente vascular cerebral (AVC), diabetes, câncer, apnéia do sono e ritmo circadiano perturbado. Muitas vezes, é também um dos primeiros sintomas de hipotireoidismo (diminuição da atividade da glândula tireóide).

Causas por doenças psiquiátricas

Várias doenças psiquiátricas apresentam humor deprimido como principal sintoma. Os transtornos de humor são um grupo de distúrbios considerados perturbações primárias do humor, que incluem:

  • transtorno depressivo maior (depressão maior ou depressão clínica) – a pessoa tem pelo menos duas semanas de humor deprimido ou perda de interesse ou prazer em quase todas as atividades;
  • distimia – um estado de humor deprimido crônico, cujos sintomas não atendam a gravidade de um episódio depressivo maior;
  • transtorno bipolar – apresenta um ou mais episódios de níveis anormalmente elevados de humor, cognição e energia, envolvendo um ou mais episódios depressivos.

Quando o curso de episódios depressivos segue um padrão sazonal, a doença (transtorno depressivo maior, transtorno bipolar, etc) pode ser descrita como um transtorno afetivo sazonal.

Além dos transtornos do humor, há também o transtorno de personalidade que comumente apresenta o humor deprimido como sintoma. Assim como o transtorno de ajustamento que é uma perturbação do humor como resposta psicológica a um evento estressante identificável ou em que os sintomas emocionais ou comportamentais resultantes são significativos, mas que não se caracterizam como depressão maior. E o transtorno de estresse pós-traumático, um distúrbio de ansiedade pós trauma, também comumente acompanhado por humor deprimido.

       

Depressão tem cura: Tratamentos

depressão tem cura: mulher sentada triste e sozinha
Depressão tem cura: existem vários tratamentos que podem ser cominados na cura da depressão

A depressão tem cura, entretanto, como suas causas são difíceis de determinar, não existe uma fórmula de tratamento que pode ser seguida por todos. Mas uma combinação de várias alternativas que podem ser usadas para cada caso específico, sempre com o objetivo de modificar a resposta cerebral e melhorar o humor.

Normalmente, o tratamento para depressão é feito com o uso de medicamentos antidepressivos recomendados pelo psiquiatra e por sessões de psicoterapia conduzidas, semanalmente, por um psicólogo. Após o diagnóstico, o médico poderá orientar o tratamento, que deve ser deve ser ajustado aos sintomas identificados de acordo com a severidade do transtorno. Assim, a depressão pode classificada como:

  • Depressão Leve – quando apresenta 2 sintomas principais e 2 sintomas secundários;
  • Depressão Moderada – quando apresenta 2 sintomas principais e 3 a 4 sintomas secundários;
  • Depressão Grave ou profunda – quando apresenta 3 sintomas principais e mais de 4 sintomas secundários.

Depressão tem cura: Tipos de tratamentos

depressão tem cura: mulher escondendo o rosto com depressão
Depressão tem cura: o tratamento com remédios antidepressivos aliado à terapia é muito eficaz

Para curar um quadro de depressão, combinamos alternativas de tratamento, feitos separadamente ou em conjunto, direcionados sempre por um psiquiatra que irá definir o tipo de tratamento necessário de acordo como grau de severidade da doença.

Assim, o melhor tratamento, o tempo necessário e as doses utilizadas podem variar de acordo com cada pessoa. No entanto, o tempo e a dosagem certa são elementos de suma importância durante o tratamento. Pois, se a depressão não for tratada de forma correta, ela pode se prolongar por muito tempo, causando sérios problemas a vida do paciente. Como por exemplo, comprometer suas relações familiares, sociais e profissionais, podendo até levar ao suicídio.

1. Remédios antidepressivos

Normalmente, durante a depressão os neurotransmissores no cérebro, como serotonina, dopamina e noradrenalina estão com seus níveis baixos, por isso são usados medicamentos antidepressivos para equilibrar estas dosagens. Portanto, depressão tem cura com remédios antidepressivos.

O uso de remédios não costuma causar dependência. Sendo que os remédios são indicados principalmente nos casos moderados e graves, e devem ser usados com regularidade para a recuperação da doença. Normalmente o uso se prolonga por, pelo menos, 6 meses a 1 ano.

No entanto, caso não haja melhora, recomenda-se trocar o medicamento ou a dosagem e usar por até 2 anos. Já nos casos graves ou que não apresentam melhoras, ou após um terceiro episódio de depressão, deve-se considerar usar um medicamento para a vida inteira. Os remédios começam a fazer efeito em cerca de 2 a 6 semanas, e o tempo de tratamento pode variar para cada pessoa.

O que irá ajudar o médico a determinar o tempo de tratamento, a dose e o tipo do remédio é a melhoria dos sintomas e a forma como a pessoa está reagindo ao tratamento. Além disso, somente o uso de remédios não é suficiente para curar uma depressão, sendo associado ao tratamento sessões de psicoterapia e atividades físicas e que estimulem autoconhecimento.

Principais antidepressivos para depressão

A depressão tem cura através do uso dos seguintes remédios mais usados, são eles abaixo:

Classificação Nomes genéricos Efeitos colaterais
Antidepressivos tricíclicos Imipramina, Clomipramina, Amitriptilina ou Nortriptilina Boca seca, retenção urinária, prisão de ventre, delírios, sonolência, pressão baixa e tonturas ao levantar
Inibidores seletivos da recaptação da serotonina Fluoxetina, Paroxetina, Citaprolam, Escitaprolam, Sertralina ou Trazodona Enjoos, boca seca, sonolência, produção excessiva de suor, tremores, prisão de ventre, dor de cabeça e problemas de ejaculação
Inibidores da recaptação ou aumento da atividade da serotonina e da noradrenalina Venlafaxina, Desvenlafaxina, Duloxetina ou Mirtazapina Boca seca, insônia, nervosismo, tremores, sonolência, enjoos, vômitos, problemas de ejaculação, excesso de suor e visão turva
Inibidores da Monoaminoxidase Seleginina, Pargilina, Fenelzina ou Toloxatona Aumento da pressão, hipotensão postural, ganho de peso, insônia

2. Sessões de psicoterapia

As sessões de psicoterapia são feitas por um psicólogo ou psicoterapeuta, por pelo menos 8, 4 ou 2 vezes por mês, dependendo da necessidade de cada pessoa. A terapia é um elemento importante na evolução da cura do paciente. Pois, além de ajudar na resolução de dificuldades emocionais e conflitos internos, estimula o autoconhecimento. Assim, é fundamental mesmo com o uso dos medicamentos, pois ajuda a reorganizar os pensamentos e determinar a causa porvável da doença.

3. Eletroconvulsoterapia

A eletroconvulsoterapia é um procedimento que consiste em aplicações de eletrochoques cerebrais. O procedimento é feito de forma controlada e indolor, com o intuito de facilitar a reorganização da atividade cerebral. É um tipo de tratamento recomendado em casos de depressão grave, e que não tenha apresentado melhora com outros tratamentos disponíveis.

4. Terapias de estimulação

Existem outros tipos de terapias mais modernas, que têm demonstrado bons resultados para o tratamento da depressão em pessoas que não apresentaram resultados positivos com outras formas de tratamento. Entre elas estão a estimulação magnética transcraniana, a estimulação do nervo vago e a estimulação cerebral profunda. As alternativas tem como objetivo estimular e reorganizar a atividade do cerebral, através de implantes de pequenos eletrodos estimuladores. Esses tratamentos também são capazes de tratar diversas doenças neurológicas, como epilepsia ou Parkinson.

5. Terapias alternativas

Além dos tratamentos convencionais com remédios antidepressivos e as diversas formas de terapias, existem terapias alternativas ótimas que podem complementar o tratamento da depressão. No entanto, elas não devem substituir o tratamento orientado pelo médico. São elas:

  • Acupuntura: pode aliviar diversos sintomas associados à depressão, como dor, ansiedade e insônia;
  • Meditação: proporciona autoconhecimento e controle dos sentimentos, podendo melhorar a autoconfiança e a auto-estima;
  • Atividade física: os exercícios quando regulares ajudam a liberar serotonina e endorfina, essenciais no tratamento da depressão, além de melhorar o bem-estar. Os exercícios em grupo podem ser ainda mais benefícios, devido a convivência social;
  • Reiki: proporciona relaxamento e bem-estar, podendo ser útil para combater sintomas da depressão;
  • Alimentação antidepressiva: alimentos como banana, amendoim, aveia e leite, aumentam os níveis de triptofano e outras substâncias, como magnésio, que estimulam a produção de hormônios do bem estar.

Para o tratamento da depressão recomenda-se investir em hobbies como música, leitura e atividades em grupo, por exemplo, para melhorar a auto-estima e a autoconfiança, importantes na recuperação.

6. Tratamento de outras patologias

Existem algumas doenças que causam ou aumentam as chances de depressão, como hipotireoidismo, deficiência de vitamina B12, diabetes, Alzheimer, Parkinson ou pós-AVC. Portanto, é necessário fazer o tratamento adequado dessas doenças para combater os sintomas da depressão.

Além disso, alguns remédios utilizados no tratamento dessas doenças que induzem a um humor deprimido, como Propranolol, Sinvastatina e Fenobarbital, por exemplo. Portanto, caso haja sintomas de depressão pelo uso desses medicamentos, é importante consultar um médico para discutir a possibilidade de alteração do tratamento.

Depressão tem cura: Duração do tratamento

depressão tem cura: mulher deitada na cama com depressão
Depressão tem cura: o tratmento contra a depressão não possui prazo determinado e depende do paciente.

Como já dissemos, não há um tempo pré-definido para o tratamento da depressão, podendo variar para cada pessoa de acordo com o grau de severidade e as causas do transtorno. Assim, algumas pessoas melhoram após alguns meses, já outras precisam ser tratadas durante anos ou até pela vida inteira. Além disso, a duração do tratamento depende muito da vontade do paciente em se curar e seguir o tratamento corretamente.

No entanto, existem algumas dicas capazes de potencializar o tratamento da depressão, e permitir uma cura mais rápida, são elas:

1. Trocar o remédio caso não haja melhora

Normalmente, após 6 semanas de uso de medicamento, o paciente já apresenta alguma melhora. Assim, se após este período o paciente não apresentar nenhuma melhora, é importante voltar ao psiquiatra. Ele vai poder analisar o caso, aumentar a dose ou mudar o tipo de remédio;

2. Comparecer às reavaliações do psiquiatra

As consultas de acompanhamento com o médico nos tempos pré-determinados são extremamente importante. Por exemplo, a cada 3 ou 6 meses cada caso deve ser reavaliado para o caso de observar o desaparecimento ou persistência dos sintomas e necessidades de ajuste das doses;

3. Procurar apoio emocional

A depressão é uma doença psicológica muito mais difícil de ser vencida sozinha. Portanto, é fundamental buscar ajuda ou apoio emocional de um amigo, familiar, psicólogo ou médico sempre que não estiver bem, ou observar uma piora dos sintomas;

4. Traçar metas e objetivos

É muito difícil voltar a se interessar por algo durante uma depressão. No entanto é fundamental tentar traçar um objetivo ou meta a ser alcançada. Pode ser algo bem simples que ajude no desempenho das tarefas básicas do dia a dia para dar sentido à vida.

5. Desenvolver a espiritualidade

Ser uma pessoa espirituosa não significa ser religiosa. Mas a espiritualidade ajuda a dar um sentido maior à vida. Adotar uma atitude positiva acreditando que existe um motivo especial para estar vivo ou uma missão na qual somos responsáveis por desempenhar na vida pode ajudar a seguir em frente.

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