Convulsão: Tipos, Dormindo, Infantil, Pode Matar?

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Trata-se de um distúrbio em que ocorrem descarregamentos elétricos anormais na região cerebral, fazendo com que os tecidos musculares entrem em contração e em seguida em relaxamento rápido, de modo desordenado. A convulsão, em diversas situações, faz com que a pessoa esteja prestes a perder a consciência ao longo da crise. É muito confundida com os ataques de epilepsia, porém, é possível que seja motivada por várias situações que o paciente desconhece.

Os ataques provindos da convulsão têm duração habitual de um a dois minutos, e podem alcançar até 5min. Ao passo que acaba, o paciente diversas vezes nem consegue lembrar o que ocorreu e começa a sofrer uma sensação desagradável como confusões e cansaços.

Causas da convulsão

A região cerebral é composta por elementos celulares nervosos que são denominados de neurônios, e atuam por meio de impulsos elétricos, comunicando-se através de estruturas químicas denominadas de neurotransmissores.

O neurônio destaca tendências de permanecer inerte, ao passo que algo estimule o “disparo”, fazendo com que ele tenha a produção e encaminhamento do impulso elétrico. Estes disparos fazem a liberação de neurotransmissores que têm captação através de outros neurônios – procedimento chamado de sinapse – que faz com que estes também sejam disparados, e continuem de forma sucessiva.

A convulsão ocorre ao passo que existam descargas elétricas que fogem da normalidade, em um ato que se assemelha a um curto circuito cerebral. Conforme esses impulsos aconteçam, eles possibilitam prejudicar o suporte cognitivo e todas as movimentações do indivíduo.

Em situações de convulsões, as regiões prejudicadas do cérebro são aquelas que se responsabilizam pelos movimentos musculares. Desse modo, os tecidos dos músculos do paciente começam a agir conforme as sinalizações que o cérebro faz emissões – que se destacam por confusão e não conseguem obedecer uma ordem – sendo que dessa forma o indivíduo perde o controle sobre si mesmo.

De forma não rara, esses disparos desencadeiam uma perda de consciência do paciente. Portanto, é possível que ele necessite de auxílio para que não se machuque ao longo dos ataques de convulsão.

Tipos de convulsão

Há vários modos de classificação das convulsões. A razão disso é que cada classificação depende da motivação e da região cerebral em que o procedimento da convulsão se inicia. Acompanhe os tipos, a seguir:

Convulsão epiléptica e não-epiléptica

As convulsões da categoria epiléptica não disponibilizam nenhum motivador que surja, acontece de forma repentina. Já aquelas que se destacam como não-epilépticas são motivadas por transtornos ou situações que possibilitam afetar a região cerebral, como infecções ou lesões.

Convulsões focais ou parciais

A convulsão parcial – ou focal – acontece ao passo que somente uma região do hemisfério do cérebro sofra com os impulsos desordenados das descargas elétricas. Essa categoria de convulsão possibilita, ainda ter a classificação em subtipos como convulsão parcial complexa e simples:

Convulsão parcial simples
Nessa categoria, os impulsos elétricos iniciam em uma área do cérebro e tem limitação a essa região, sem que se espalhe para outras áreas;

Convulsões parciais complexas
Acontece ao passo que os impulsos elétricos não fiquem confinados em uma área cerebral e passam para outras áreas, provocando outros sinais.

Convulsões generalizadas

Ao passo que os impulsos aconteçam em todas as regiões cerebrais, acontece o que e denominado de convulsão generalizada. Essa convulsão pode ser caracterizada como primária – as descargas começam na região profunda do centro cerebral e tem espalhamento para ambos os lados – ou secundária – iniciam com a convulsão da categoria parcial simples, se espalhando pelo cérebro todo.

Na convulsão generalizada, é possível observar mais subtipos, que têm classificação conforme o exercício dos músculos e regiões prejudicadas do corpo:

Convulsões generalizadas tônicas
Nesse caso, o tônus do músculo se eleva, proporcionando a contração e enrijecimento muscular;

Convulsões generalizadas atônicas
É caracterizada pela perda íntegra do tônus dos músculos, sendo que acontece o relaxamento completo da região muscular, diversas vezes em acompanhamento de consciência perdida;

Convulsões mioclônicas
Acomete espasmos de forma rápida de um ou vários membros corporais, com a inclusão do tronco – área do abdômen e tórax – e possibilita provocar a perda de consciência;

Convulsões tônico-clônicas
De maneira provável, a categoria mais conhecida tem caracterização pela rápida alternância entre relaxamentos e contrações musculares, existindo perdas de consciências temporárias.

Convulsão febril

Acontece nas primeiras 24h de febre, tendo característica comumente nas crianças com menos de 5 anos. É provocada pela elevação de temperatura do corpo, que prejudica o cérebro e sua funcionalidade, proporcionando uma resolução não comum.

De forma positiva, essa categoria de convulsão é inofensiva e tem o costume de acabar quando a febre é curada. Entretanto, é muito relevante que os familiares tenham cuidados imprescindíveis para que a criança não consiga se machucar ao longo das crises, e ainda leva-la imediatamente ao médico para a investigação do caso e tratamento febril.

Convulsão conversiva

Esta é provocada por elementos psicológicos como as denominadas neuroses, a categoria conversiva tem sinais que se assemelham a tipos diferenciados de convulsões, porém não existem modificações nos exercícios do cérebro.

Convulsão dormindo

Há uma estimativa que, uma média de 7 a 45% dos portadores de epilepsia destacam também as convulsões em períodos noturnos, sendo que determinados pacientes também sofrer que os ataques somente em momentos que não estão acordados, sem que possam ter noção do que está acontecendo e da condição.

Essa categoria de convulsão acontece, de modo geral, nas fases mais leves do momento de sono – estágio 1 e 2 – em que há modificações relevantes na maneira em que ocorrem as ondas dos cérebros. Essas fases ocorrem não somente ao momento que o paciente adormece, mas quando acordo, e por isso há a possibilidade de que o paciente destaque ataques em primeiras e últimas 2h do sono.

É, de modo geral, uma convulsão parcial que prejudica o sono e sua qualidade. O portador da condição pode ser prejudicado com hipersonia – que trata-se do sono em excesso ao longo do dia – e alguns súbitos despertares, além da possibilidade de eliminar diurese dormindo, rolando ou caindo da cama, e até mesmo pode atirar objetos próximos para longe – cobertores e travesseiros.

Em virtude desses sinais, a convulsão do período noturno é muito confundida com outros transtornos de sono. O melhor modo de diagnóstico da condição é o teste de polissonografia, que consegue medir as ondas do cérebro e outras funcionalidades que são vitais ao longo do sono.

Há determinados indivíduos que possuem maior risco de serem prejudicados com ataques convulsivos. Estas pessoas são:

Epilépticas

Indivíduos que são prejudicados pela epilepsia já têm apresentação de predisposições maiores para que os seus organismos sofram de ataques de convulsões – de mesmo modo que outras categorias de ataques de epilepsia – de modo especial ao passo que estejam sob estresse emocional e físico, fazendo ingestão de álcool, ao passo que não conseguem dormir direito, ao fato de parar de beber ou utilizar sedativos;

Crianças

Em virtude do sistema nervoso estar ainda em fase de composição e as possíveis lesões ao longo do parto;

Pacientes que sofreram determinados acidentes

Acidentes que envolvem a região da cabeça possibilitam gerar lesões do cérebro e que possibilitam ataques de convulsão. Esses ataques, de forma geral, nem sempre surgem posteriormente a lesões, porém possibilitam tardar para que ocorra a manifestação.

Em virtude de representações midiáticas, há um costume em pensar que, ao passo que indivíduos estão tendo ataques de convulsão, ela simplesmente cai e se debate. Ainda que isso possa ocorrer em determinadas situações, não é sempre que o ataque tem essas características.

É relevante dizer que os sinais têm variação de indivíduo para indivíduo, conforme a categoria de convulsão que está apresentando. Há estimativa de que uma média de 70% dos indivíduos apresenta somente uma categoria de convulsão, ao passo que o restante possa sofrer com duas ou demais categorias.

Convulsão infantil

As convulsões se caracterizam por transtornos dos neurônios súbitos e transitórios que surgem em relação a febre. Há a possibilidade de acometer crianças entre seis meses a cinco anos de idade, de forma frequente em crianças de dois anos. A cada 100 crianças, 3 a 5 já foram prejudicadas pelas convulsões.

A convulsão de febres típicas, trata-se de epilepsia que deve providenciar a cura sozinha ao passar de tempos e, anteriormente aos cinco anos, por isso, apresenta caráter benigno.

Uma convulsão atípica é possível ter carácter benigno – com comprovação de estudos – ou se destacar como epilepsia verdadeira.

A convulsão tem manifestação por:

  • movimentação dos olhos, virando para cima;
  • perda da memória;
  • dentes tensos e cerrados;
  • espumando pela boca;
  • contração dos músculos que tem características por estouros com ritmo enérgico da contração muscular que não há possibilidade de dominação voluntária. As ações musculares do organismo têm contrações em virtude de anormalidade do tempo na funcionalidade do cérebro.

Causas de convulsão em bebês e crianças

Nos bebês, é muito comum que a temperatura corporal se eleve, acompanhando infecções virais. Não há o descarte de transtornos do metabolismo de glicose, sódio, magnésio ou cálcio, redução do oxigênio no cérebro, infecção, tumores nos sistemas nervosos ou hemorragias e intoxicação. Além da situação febril, há predisposições individuais.

Crianças que são predispostas a convulsões juntamente de febre, costumam herdar isso dos familiares. Esta hereditariedade se localiza em 30% das situações. A condição febril por infecção da categoria catarral é a que tem produção maior de convulsão.

Tratamento da convulsão para bebês e crianças

A primeira instância é amenizar a febre do bebê ou criança. É preciso tirar o vestuário da mesma e passar esponjas macias com água em temperatura morna pelo corpo. Não é preciso fazer imobilização ou colocar algo entre os seus dentes. É preciso somente fazer a abertura do espaço em sua volta para que não prejudique a si mesmo. Mantenha a tranquilidade.

Ao passo que a convulsão passe, em prazo que não deve tardar mais que 10 a 15min, encaminhe a criança imediatamente até um pronto socorro mais próximo para que se administre corretamente as medicações.

A crise de convulsão se habitua a momentos de estresse intenso. Por isso, o que se deve ter em mente em primeira instância é que grande parte das crises tem duração por 5min e que a morte em duração da crise é baixíssima. Desse modo, é importante acalmar-se para que seja possível, de forma efetiva, o auxílio do indivíduo. Condições de proteção que devem ser consideradas na situação de crise:

  • Deite a pessoa – se ela estiver de pé ou sentada – de modo a evitar traumas e quedas;
  • Remova objetos – tanto do indivíduo quanto do chão – para que se evite traumas;
  • Afrouxe vestuários muito justos;
  • Proteja a cabeça do indivíduo com as mãos, travesseiros ou roupas;
  • Lateralize a cabeça para que escorra a saliva – evitando aspirar;
  • Limpe secreções de salivas, como papeis ou panos, para que se facilite a respiração;
  • Observe se o indivíduo está respirando;
  • Afaste os curiosos, gerando espaço para o paciente;
  • Reduza estímulos sensoriais – diminua luzes, evite barulhos;
  • Permita que o indivíduo descanse ou que, ainda, possa dormir posteriormente a crise;
  • Procure ajuda de médicos;

Caso haja a possibilidade, posteriormente estar frente a medidas mencionadas, anote o que aconteceu, registrando o começo, duração, eventos relevantes, incontinências fecais ou urinárias, contrações dos músculos, maneira como a crise acabou e o grau de consciência do paciente.

Convulsão pode matar?

O risco de morte de uma pessoa que tem convulsões é, em média, 3x maior que a sociedade em geral.

O óbito inesperado e súbito nas convulsões é, de modo provável, a razão de [óbito mais comum em relação a patologia. Ainda que não tenha frequência, é possível que a convulsão leve a óbito sim, e os portadores da condição necessitam ter ciência do risco.

Convulsão e sequelas

Ao acompanhar uma pessoa ao longo de crises de convulsões aterrorizam, porém é relevante que se mantenha a calma e não tente segura-la ou tome atitudes em exagero para o socorro.

Ainda que se assuste, as convulsões são difíceis de deixar sequelas, como explicam os especialistas. O socorro em relação a uma crise de convulsão é relevante e dotado de muitos mitos.

Mantenha a calma e coloque o paciente em condição segura, posicionada de maneira que não bata a cabeça ou caia. Ainda, se ela estiver salivando, é relevante que deite o paciente com a cabeça de lado para que se evite o sufocamento da mesma pela saliva.

Determinados indivíduos creem que ao colocar canetas, panos ou o dedo na língua do paciente irão auxiliar, porém isso é totalmente errado. A língua não pode gerar engasgos e não existe modo de ser engolida. Ela pode simplesmente ficar dura ao longo da crise, de mesmo modo que as regiões musculares do corpo.

Além disso, aquele que utiliza o dedo para o desenrolamento da língua poderá se ferir, visto que o paciente em crise de convulsão pode, de forma involuntária, morder.

Ainda, não há a possibilidade de segurar o paciente, nem dar tapas ou medicações, além de jogar água no rosto de quem está convulsionando.

Os sinais comumente aparentes da convulsão se destacam pela contração forte por todo o organismo, de forma principal em pernas e braços, olhos virados, lábios azuis, salivação em abundância e inconsciência.

É possível que a convulsão seja motivada por hemorragias, intoxicação por elementos químicos, ausência de oxigênio na região cerebral, efeito colateral por remédios ou patologias como o tétano, epilepsia, meningite e tumores dos cérebros.

Convulsão e epilepsia

A nomenclatura “epilepsia” faz referência, de modo geral, a transtornos epilépticos idiopáticos, em que o indivíduo sofre com várias crises de exercício excessivo e de anormalidade dos elementos celulares do cérebro, com a inclusão, porém não se limita a convulsão.

Dessa maneira, é possível que convulsão tenha consideração por uma categoria de ataque de epilepsia, porém nem sempre faz relação à epilepsia em si.

Tratamento para convulsão

       

Hoje, existem diversas variações de remédios que são muito permanentes para o controle de crises de convulsões e epilepsias. O que mais importa é saber que é possível e deve ter tratamento adequado a epilepsia, para a proteção da pessoa a ter possíveis ataques, ao passo que pode ter fatalidade em momentos que está dirigindo, em travessia de ruas com muitos movimentos, manejos de máquinas ou em escadas.

A convulsão não é fatal pelo simples motivo da crise, porém, ao passo que a crise aconteça em lugares ou condições em que possibilitem acidentes, em virtude da perda de consciência – que aconteça na crise.

Procedimentos cirúrgicos

Este tratamento é destinado para situações em que há a detecção de lesões ou problemas de anatomia que desencadeiam crises ou em situações de epilepsia que são difíceis de controlar, para que se tente o auxílio do tratamento com medicações.

Para aqueles que tiveram ou têm convulsão ou epilepsia

Mesmo que você ou algum familiar tome ou não os remédios em combate a convulsões, estes devem ter consciência que são caracterizados por uma maior sensibilidade em relação ao cérebro, e portanto, precisam evitar:

  • situações de infecções que se prolonguem ou condições febris; sempre que tiver infecções ou febres, já começar o tratamento;
  • períodos de jejum muito prolongados ou o fato de pular alimentações – procure se alimentar de 3h em 3h;
  • evite privação de sono – não passe noites acordado, trabalhando ou se divertindo por longas horas seguidas sem descansar;
  • evite a utilização de álcool em excesso;
  • evite locais que tenham estímulos de luminosidade extrema e repetitiva – exemplo de baladas, ou observar luzes de forma direta;
  • caso tenha a epilepsia, tente controlar as medicações anticonvulsivas. O esquecimento é a razão principal de recorrências de crises em portadores de epilepsia.

Todas as condições acima possibilitam ser precipitantes de crises de convulsão, em que disponibilizam sensibilidade maior.

O que fazer quando alguém tem convulsão?

Caso testemunhe convulsões, é importante tentar manter-se calmo e, anteriormente a qualquer atitude, chamar uma ambulância. Atente-se para toda a situação de crise.

  • Proteger o indivíduo de lesões;
  • Repouse o indivíduo de forma suave ao chão, em situações de sinais que irá ter quedas;
  • Tentar afastar tudo aquilo que possibilita ferimentos ao indivíduo ao longo de convulsões;
  • Caso o indivíduo esteja disponibilizando convulsões já ao chão, colocar algo que proteja a cabeça e seja macio;
  • Não forçar nada;
  • Virar o indivíduo de lado, com a boca pra baixo – se ela resistir ao movimento, não force;
  • Não chacoalhe ou tente soltar o indivíduo;
  • Caso haja vômito, torne o indivíduo de lado;
  • Atente-se ao indivíduo para fazer uma descrição completa a equipe de socorro;

Alimentos que causam convulsão

As convulsões acontecem ao passo que os elementos celulares do cérebro recebam um impulso elétrico anormal ou fortes, o que causa modificações da consciência, convulsões e desmaios.

A convulsão é o sinal principal de síndromes de neurônios denominada de epilepsia, porém diversos aspectos desencadeiam cenários únicos ou situações esporádicas, bem como lesões na cabeça, estresse, desidratações, quedas de glicose, alimentações e vários elementos químicos dispostos neles.

Não há uma alimentação ou aditivos alimentares determinados que causem convulsões em vários indivíduos, porém algumas pessoas que tem maior sensibilidade a glutens, elementos com soja, açúcares refinados, adoçantes artificiais e glutamato monossódico. Evite tais alimentações e elementos que possam prejudicar o organismo e gerar a convulsão.

Glúten

O glúten é a denominação dada ao conjunto de elementos proteicos situados em centeio, trigo, cevada e cereais específicos como massas, pães e barrinhas. A reação alérgica ao glúten e condições de intestinos se assemelham a um aumento nos últimos anos, porém também possibilita o desencadeamento de convulsões em determinados indivíduos por se tratar de uma substância inflamatória natural.

Desse modo, tente fazer a adoção de dietas que não contenham glúten por vários meses ou mais e faça a observação de que as convulsões acabam ou não.

O glúten esteve sempre contido em cereais, porém práticas de agricultura diferenciada, produções de híbridos e alterações da genética modificaram determinados elementos, provocando mudanças em nossa reação orgânica.

Além do produto com glúten, os grãos são compostos por aspartato e glutamato, dois aminoácidos que estimulam e dão impacto aos exercícios elétricos do cérebro.

Além de ser disponibilizado em confeitos, pães, cereais e massa, o glúten também surge em molhos, enlatados, temperos para saladas, elementos vegetarianos e cervejas.

Soja

Atente-se aos elementos que são produzidos pela soja. Essa leguminosa é caracterizada de extrema importância, visto que é rica em elementos proteicos vegetais. Os produtos com soja e possíveis aditivos popularizaram-se em últimos anos, tendo fácil acesso em leite e papinhas para bebês.

Porém, a soja é uma das alimentações que mais provoca alergias entre o público infantil e tem capacidade de causar reação alérgica grave, bem como as convulsões.

Leve em consideração a possibilidade de fazer a retirada de todos os elementos que têm soja nos alimentos de seu filho, se ele tiver convulsões, e note como ele age. É possível que a soja apareça em rotulações de maneira vegetal ou texturizada, e ainda isolada. Entretanto, em algumas situações nem é mencionada.

De mesma forma que grande parte de grãos, a soja disponibiliza alto teor de aminoácidos e glutamina que estimulam e prejudicam o organismo em relação a reações químicas do cérebro.

A soja e seus derivados são localizados em molhos shoyu, tofu, papinhas, vagens, confeitos, enlatados, cereais, carnes processadas, atum, cachorro quente, barrinhas de cereais, laticínios e manteiga de amendoim da categoria light.

Açúcar refinado

Ainda que a glicose tenha a consideração principal do organismo como fonte energética para a região cerebral, consumir em excesso se relaciona a convulsão de determinados indivíduos. Reduzir o consumo do açúcar possibilita o auxílio do controle de convulsões ao tornar reduzida das irrupções sem previsibilidade e de anormalidade do exercício elétrico do cérebro, conforme estudos da ciência.

A medida é muito relevante para quem tem epilepsia, porém também para aqueles que adoram doces e possuam o problema.

A alimentação cetogênica – com redução do açúcar e fonte de gorduras – é excelente para quem tem crises de convulsão, porque há a obrigação do cérebro a deixar de ser dependente da glicose como base energética e consome os elementos cetônicos – provindos da gordura – como substituição.

O açúcar que vem das frutas em caráter fresco e de legumes não se trata do vilão verdadeira. Em vez de fazer a concentração nele, é importante limitar o açúcar refinado, bem como o xarope de milho que é fonte de frutose, o açúcar confeiteiro e o branco.

Laticínios

Estes são outra categoria alimentícia que disponibiliza problemas que causam diversas reações de alergia, bem como a convulsão em adultos e crianças. O leite de vaca, além de possuir diversos elementos hormonais, e por vezes, contaminantes que prejudicam de forma negativa a região cerebral, também é fonte de glutamina.

Em épocas anteriores, os laticínios apresentam valores de nutrição maiores e disponibilizam maiores benefícios em relação à saúde do que os malefícios, porém não é possível dizer a mesma coisa nos dias de hoje.

Adotar alimentações que são livres desses derivados, possibilita uma vida mais saudável a qualquer pessoa, mas de forma principal, aqueles que possuem alergias como intolerâncias ou que disponibilizam da condição de convulsão.

Elementos que são industrializados produzidos com o leite, be como o iogurte e o sorvete, são geralmente dotados de açúcar, o que pode desencadear pioras nas situações que envolvem convulsões.

Os queijos que são baseados ao leite apresentam ser aspectos principais que desencadeiam a convulsão e diversas outras reações ruins. Outros elementos como o cheddar, o parmesão, a mozarela e o queijo suíço se assemelham ao resultado citado.

Uma opção que aparentemente é ótima para aqueles que portam a epilepsia e para aqueles que possuem convulsões é ingerir o queijo de leite de cabra, que trata-se de uma alternativa aprimorada para o problema.

Glutamato monossódico

Diversos aditivos da alimentação, bem como o glutamato monossódico, levam em consideração o caráter “excito-toxinas”, porque promovem o estímulo de elementos celulares do sistema nervoso de maneira muito rápida a ponto de causar danificações, desencadeando a convulsão.

O glutamato monossódico é muito usado em alimentações industrializados e em estabelecimentos de refeições como um realce de sabor, intensificando o paladar de salgados e carnes. Evite a ingestão que possibilita dificuldades, porque muitos elementos disponíveis em mercados e usados em restaurantes são compostos por este elemento.

Determinadas vezes, ele surge nas rotulações somente como um realce de sabor, visto que os produtores conhecem a característica de o glutamato monossódico ter uma fama ruim.

É importante lembrar que as alimentações frescas e naturais não contem realçadores e não necessitam disso. Por isso, prepare sua alimentação em casa com elementos frescos. É o melhor jeito de evita-los. O glutamato monossódico é um dos elementos principais de estímulo neurológico, realizado por meio do aminoácido glutamato.

Adoçantes artificiais

Diversos deles, de forma principal o aspartame, apresentam atividades excito-tóxica de grande intensidade que participam do organismo, provocando estímulos dos neurônios em excesso que eleva o risco de crises epiléticas e outras maneiras de convulsões.

Não se trata de novidades que o aspartame é produzido de aspartato, que se trata de um aminoácido com potente estimulação, que provoca a irritação do sistema nervoso em quantitativos grandes ou em maneiras específicas.

O aspartame ainda é composto por fenilalanina, que é um elemento muito tóxico para os elementos neurais e se relaciona a prejuízos dos neurônios e estimula exercício convulsivo.

O aspartame também é um aditivo composto por excito-toxina e é um dos mais ingeridos no mundo inteiro.

Outras categorias de adoçantes que possibilitam provocar efeitos que prejudicam a região cerebral e elevam a chance de convulsões são a sacarina ou a sucralose.

Adoçantes artificiais têm maior difusão e são localizados em elementos que são denominados “pouco calóricos” ou “sem açúcar”.

Carragenina

A carragenina é, também, um aditivo da alimentação que precisa ser eliminado da dieta, se o indivíduo possuir problemas em relação ao grau de açúcar sanguíneo, inflamações ou irritações intestinais. Trata-se de uma derivação das algas vermelhas em adição frequentemente a bebidas emulsificantes e é encontrada em shakes de nutrição, laticínios e leite de soja.

Também habitua-se a ser localizada em caldos, sopas, chocolates, iogurtes e sorvetes para providenciar um engrossamento da consistência e para deixar algumas alimentações com menor calorias e maior sabor.

A carragenina não disponibiliza valores de nutrição e, de modo geral, está localizada em situações designadas como orgânicos.

Faça a inspeção de rotulações de alimentações. A carragenina provavelmente aparecerá em vários produtos, por isso, analise atentamente para evitar consumir tais alimentações.

Hábitos para evitar convulsões

A epilepsia trata-se de uma condição neurológica provocada pelo crescimento da atividade elétrica neural em determinadas regiões cerebrais. É uma patologia gravíssima que causa convulsão nos pacientes ou ainda movimentações do corpo que têm recorrência e não é possível fazer o controle, conhecida como ataque de epilepsia.

O paciente necessita tratar a situação com especialistas que lhe permitam o desenvolvimento de uma vida normal, da forma que seja possível. Além disso, existem algumas indicações que possibilitam considerar o favorecimento do bem-estar, de maneira totalmente natural.

Em primeira instância, é de muita conveniência fazer referência a epilepsia como transtorne que deve ter tratamento por médicos. Existem diversos métodos para tratar a condição e o especialista deve providenciar requisições de exames, decidindo quais alternativas são mais adequadas para cada situação peculiar, e que auxilie o controle de crises de epilepsia que o indivíduo sofrer.

Os aconselhamentos e medicações de forma natural, mencionadas a seguir, possibilitam o favorecimento de uma vida melhor e condição reduzida da epilepsia, de maneira mais próxima do possível, colaborando para que a gravidade e a frequência das condições de crises também se reduzam, porém, nenhuma das situações podem ser substituídas pelos tratamentos especializados e expostos pelo médico.

Ômega 3

A alimentação dos pacientes que disponibilizam da epilepsia é essencial para o favorecimento do bem-estar próprio. Não pode ausentar-se, por exemplo, o ômega 3, porque se trata de um ácido graxo fundamental para que haja o funcionamento adequado do sistema nervosos e da região cerebral, tanto em adultos ou crianças.

Os ácidos graxos correspondentes ao ômega 3 localizam-se em quantitativo grande no peixe azul como sardinhas, salmão, atum e afins, ainda que seja possível também estarem dispostos em vegetais de folhos verdes, nozes e morangos.

Vitamina E

Este elemento é um potente antioxidante que possibilita o auxílio da prevenção de crises epiléticas. Pesquisas realizadas em Toronto, demonstraram que o elemento vitamínico E em crianças auxilia o controle de convulsão nos ataques de epilepsia e que os indivíduos que sofrem da ausência da vitamina possibilitam a propensão a ter a condição em questão.

Frutas e verduras

Tanto frutas quanto verduras são ótimas alimentações para a região cerebral e seu excelente funcionamento, porque disponibilizam altos quantitativos de elementos antioxidantes, elementos minerais e vitaminas.

Em relação a frutas que tem maior destaque para aqueles que sofrem da epilepsia, disponibilizamos as framboesas, mirtilos, morangos, laranjas, maças, uvas e melões. Em outra situação, são também ótimas opções as verduras de folha verde como a couve, brócolis, os espinafres, a alface, a couve-flor, acelga e as cenouras.

Boas noites de sono

O fato de conseguir ter um sono bom e prosseguir com uma vida de tranquilidade também auxilia no controle de ataques epiléticos. Os descansos adequados, terapias e exemplos como a prática de yoga, possibilitam um grande auxílio das condições em questão. De forma concreta, esta prática aprimora o controle do paciente sobre os ataques da epilepsia, de mesmo modo que facilita o encontro de uma melhor qualidade de vida.

É imprescindível não esquecer de fazer consultas com o especialista anteriormente ao uso de quaisquer metodologias para o tratamento da condição da epilepsia, de modo a certificar-se que realmente favorecerá o paciente, sem causar prejuízos a sua condição de saúde.

Alimentação saudável aliada a uma boa noite de sono e ainda, associada a o tratamento proposto pelo especialista, após exames requisitados, são as soluções para amenizar efetivamente a condição que envolve convulsões.

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