Como abrir o próprio negócio na aposentadoria

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Para quem sempre foi acostumado a manter uma vida ativa, a aposentadoria pode ser um martírio e, em alguns casos, nem sempre é bem aceita. É este o motivo que leva muitas pessoas a buscarem uma oportunidade no mercado de trabalho. O problema é que nem sempre as portas de emprego se abrem ou o trabalho que é oferecido não condiz com a profissionalização. Neste momento, o que fazer? Abrir o próprio negócio pode ser a solução.

Antes de qualquer ação, é preciso saber que para abrir uma empresa não basta apenas ser um bom empreendedor. Algumas documentações são essenciais para a legalização do empreendimento. O ideal é, em primeiro momento, participar de palestras e realizar cursos de especialização antes de se arriscar no mundo empresarial pela primeira vez. Uma indicação de curso e que é oferecido pelo Sebrae, via internet, é o IPGN (Iniciando um Pequeno Grande Negócio pela Internet).

As aulas são realizadas no decorrer de trinta dias e o curso tem carga horária equivalente a trinta horas. Através dele, o aluno aprende sobre a importância de realizar uma pesquisa de mercado, como elaborar pesquisas para conhecer clientes, fornecedores e concorrentes e entende sobre quais comportamentos empreendedores são indispensáveis para alavancar o negócio. Além disso, o futuro empresário estudará sobre enquadramento tributário, análise financeira, custos do negócio e rentabilidade.

Veja outras recomendações para abrir o seu próprio negócio:

       

1. Defina o ramo da atividade: Para fazer essa escolha, o ideal é saber as oportunidades do mercado para a atividade que você pretende realizar. Segundo o Sebrae, existem três tipos de empreendimentos: o empresário individual, a sociedade limitada e a sociedade simples limitada. Isto inclui fazer pesquisa de concorrência e como está o crescimento da área. Assim você saberá se a ideia é viável ou não;

2. Consulte a Prefeitura Municipal: cada município possui suas legislações e restrições, desta forma, a consulta ajudará a verificar o plano diretor. Serve para verificar se as atividades que a empresa desenvolverá podem ser realizadas no local planejado;

3. Oficialização de endereço: após a oficialização do endereço pretendido, registre os documentos de sua empresa junto ao órgão de registro, seja Cartório de Registro de Pessoa Jurídica ou a OAB, conforme a natureza jurídica. Diante disto, o órgão orientará sobre os próximos passos a serem tomados que incluem: Contrato Social, Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e Licenciamento.

Muito importante ter um contador de confiança para te ajudar com o trâmite burocrático.

 

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