Câncer De Ovário: Tem Cura? Sintomas, Sangramento, Fotos

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O câncer de ovário é caracterizado por desenvolver o tecido doente nesses órgãos. O público feminino possui dois ovários, um do lado esquerdo e outro do direito do útero, e suas funcionalidades se destacam pela ovulação e hormônios sexuais (estrógeno, progesterona) das mulheres. A tipologia desse câncer pode surgir em qualquer idade, mas ocorre, de forma principal, em pessoas do sexo feminino de faixa etária maior de 50 anos.

O câncer de ovário possui diagnóstico precoce de difícil visualização, por conta de seus sistemas que se manifestam clinicamente de maneira tardia, em estágios em que doença já está avançada e se espalhou pelo organismo, através da pelve ou região abdominal superior, consequentemente, em outros órgãos.

É um câncer raro, mas ainda altamente fatídico. Em suma, a maioria das pessoas com este câncer são casos hereditários. Conforme o INCA, o Brasil registra em média 5 mil casos anuais, visto que 3/4 desses casos já estão em estágios avançados ao serem diagnosticados.

Os fatores de risco para as mulheres em relação a este câncer são acrescidos, principalmente, de:

  • Câncer na família: quando algum membro da família já teve câncer de ovário, o risco cresce. Caso dois familiares próximos já apresentaram o câncer, o risco será muito mais alto.
  • Hereditariedade: uma das causas do câncer é o gene, por uma modificação genética que é hereditária, de mãe para filha. Essas modificações acontecem, de forma principal, nos genes BRCA 1 e BRCA 2.
  • Quando não há histórico de gravidez
  • Ao início precoce dos ciclos menstruais, geralmente antes dos 12 anos de idade.
  • Menopausa em idade posterior aos 50 anos.
  • Utilização de terapia de hormônios para o tratamento dos sintomas da menopausa.
  • Alguns tratamentos que aumentam a fertilidade.
  • Fumar.
  • A utilização do DIU (dispositivo intrauterino)
  • A síndrome de ovários com características policísticas

Alguns fatores, geralmente, estão ligados à diminuição de riscos:

  • Utilização de anticoncepcionais; ressaltando que, entretanto, este fator pode ter associação a um célere crescimento do risco de câncer de mama e diversos problemas de saúde.
  • Amamentar.
  • As cirurgias de laqueadura ou a histerectomia.

Em situações que há histórico de câncer de ovário ou de mama na família, o indicado é consultar geneticistas ou oncologistas com especializações para o aprofundamento dos informativos sobre possibilidades de hereditariedade das BRCA1 e BRCA2, e afins, e como tratar.

O câncer de ovário não possui uma causa totalmente clara.  O que sabemos é que, este câncer, tem início por meio de mutações genéticas que modificam as definições das células, fazendo com que elas tenham alteração na capacidade de uma célere multiplicação, promovendo uma invasão dos tecidos vizinhos, tendo irrigação dos vasos vizinhos do sangue e de se espalhar, compondo aglomeração das células intituladas tumores, no lugar onde se proliferou ou ainda implicando em tumores distantes do início, denominados metástases.

Câncer de ovário fotos

 

 

Tratamentos para câncer de ovário

A opção do tratamento e os resultados a um período longo para paciente com câncer de ovário têm critério de dependência da tipologia e estágio do câncer. A faixa etária, a saúde geral, a vontade de ter filhos e a qualidade da vida também precisam ser levadas em consideração. As opções essenciais para o tratamento são:

Cirurgia – tratamento principal, que pode ser:

Histerectomia total – a remoção do útero e do colo do útero;
Salpingo-ooforectomia unilateral – a remoção de um ovário e uma trompa de Falópio;
Salpingo-ooforectomia bilateral – a remoção dos ovários e das trompas de falópio.
A procura por gestações posteriores ao câncer de ovário com diagnóstico em estágio de início deve ser debatida com um especialista, visto que a recomendação é variável, de acordo com cada situação e organismo.

Procurar oncologistas ginecológicos com experiência irá auxiliá-la a alcançar o melhor tratamento e permanecer bem por muito mais tempo. Os efeitos colaterais da cirurgia podem apresentar a inclusão de problemas de urina ou do intestino. A cirurgia também pode acarretar as relações sexuais. Caso os ovários sejam retirados, podem haver sintomas relacionados a menopausa.

Quimioterapia – usada para a diminuição do crescimento de tumor, ou em diversos casos, a sua destruição. A quimioterapia é uma recomendação para grande parte dos casos posteriores a cirurgia de início. Entretanto, às vezes, esse tratamento é dado para a redução do câncer antes do procedimento de cirurgia. O quantitativo de ciclos a serem tratados varia de acordo com a etapa da doença.

Os remédios utilizados para a quimioterapia em relação ao câncer de ovário podem ser ingeridos oralmente, intravenosamente ou por meio de um tubo colocado na região abdominal, por onde será aplicada a quimioterapia de forma direta no peritônio (quimioterapia intraperitoneal, ou IP). Em alguns casos, os tratamentos podem ter combinação.

Alguns dos remédios quimioterápicos usados para o tratamento são acrescidos de Carboplatina, Cisplatina, Paclitaxel, Docetaxel, Ciclofosfamida, Doxorrubicina, Gemcitabina, Topotecano, Oxaliplatina.

O tratamento para o câncer de ovário através da quimioterapia pode gerar muitas náuseas e ainda vômitos. Para o auxílio no alívio das náuseas, o médico irá receitar alguns remédios.

Quando se faz dois tipos de quimioterapia, por diversas vezes, há efeitos secundários de maior gravidade, provocados pelos mesmos, do que ter somente IV ou IP. Os efeitos colaterais são somados a dor de barriga, neuropatia e ainda alguns problemas no rim ou hepáticos.

Radioterapia –  para câncer de ovário, ela utiliza raios-X de alta energia para eliminar as células do câncer e promover o encolhimento de tumores. Não é muito utilizado para o tratamento desse tipo de tumor. Nesse caso, utiliza-se um aparelho que reserva a radiação na área onde as células do câncer estão alocadas. Há também a radioterapia interna, que usa agulhas, sementes, fios, ou cateteres que são compostos por materiais radioativos inseridos próximos dos ovários ou no organismo.

Os efeitos colaterais provindos da radiação podem ser ressaltados com náuseas, vômitos, dor, diarreia ou um desconforto ao eliminar diurese e ainda bexiga e cicatrizes inflamadas. Também pode ocorrer o crescimento dos riscos de infecções.

Em situações de câncer avançado, o tratamento pode ser iniciado com a radioterapia.

Medicina personalizada – esta é uma técnica que busca as características específicas do paciente que pode trazer influências no modo como tratar o câncer. Em situações de câncer de ovário, essa medicina promove a avaliação do tumor e dos elementos de mutações no DNA do paciente para a busca de tratamentos com mais eficácia. Ao promover um tratamento que não seja personalizado, existe um risco maior de que o paciente não reaja de forma adequada aos remédios ou quimioterápicos, demonstrando uma resposta diferente do que a da expectativa, em alguns casos, até efeitos colaterais menores.

Os fatores genéticos mais relevantes dentro da Medicina personalizada para câncer do tipo de ovário são o BRCA 1 e BRCA 2. Atualmente, os especialistas já conhecem os tumores com a característica dessa mutação genética, que promovem uma reação diferente ao tratamento quimioterápico ou mesmo com remédios específicos. Conforme esse tumor, que se destaca por um erro de reparo próprio, remédio de inibição de PARP tem se apresentado bons resultados nesse tratamento.

Outros tratamentos –  algumas pessoas buscam terapias de forma a complementar o tratamento, para o auxílio do alívio dos sintomas e efeitos colaterais dos tratamentos contra o câncer. Algumas terapias complementares que auxiliam os tratamentos são:

  • Acupuntura (alívio das dores)
  • Meditação (alívio do estresse)
  • Massagem (redução da dor)
  • Exercícios para o relaxamento através da respiração

 

Estes tratamentos que cuidam do corpo-mente podem auxiliar o paciente na jornada do tratamento, já que não se trata de algo muito fácil de se lidar. Eles também reduzem as dores crônica nas costas, articulações, dor de cabeça e de tratamentos.

Sintomas de câncer de ovário

De modo raro, a doença pode causar sintomas em seu estágio de início. Contudo, em algumas situações, eles podem surgir na forma de:

  • crescimento do volume abdominal
  • dor abdominal ou pélvica
  • dificuldade para ingerir alimentos ou célere sensação de plenitude
  • distúrbios de urina
  • fadiga
  • dor nas costas
  • dor durante as relações sexuais
  • prisão de ventre
  • modificações do ciclo de menstruação

Caso tenha um ou mais desses sintomas, e de forma diária por mais de quatorze dias ou três semanas, consulte um médico.

 

       

Câncer de ovário estágio 4

É provável que a consulta ginecológica se inicia com um exame da pelve, sendo que a parte exterior dos órgãos genitais é inspecionada de forma cuidadosa. Em seguida, introduz-se dois dedos para pelo canal da vagina e, de forma simultânea, há a pressão da outra mão em sua região abdominal para que se consiga sentir o útero e os ovários. Então, um espéculo é introduzido na vagina, de modo a promover a verificação visual de possíveis anomalias.

Entre os exames, há a recomendação de:

Exames de imagem: ultrassom ou tomografia computadorizada, da região abdominal e pélvica. Esses testes podem auxiliar a especificar tamanho, formato e estrutura dos ovários;

Exame de sangue: detecta a proteína AC 125, que se localiza na superfície de células cancerígenas do ovário;

Biópsia: avalia o tecido do ovário e procura por células do câncer.
Os médicos utilizam os resultados da biópsia para o auxílio da determinação da extensão, ou etapa, do câncer. O estágio do câncer auxilia a verificar o prognóstico e as escolhas para o tratamento:

No estágio I, o câncer se encontra em um ou nos dois ovários;
No estágio II, o câncer está disseminado em outras regiões pélvicas;
No estágio III, o câncer está disseminado na região abdominal;
No estágio IV, o câncer é encontrado fora do abdômen, como fígado.

Câncer de ovário sintomas sangramento

Os sintomas de câncer de ovário, assim como o sangramento de modo irregular, barriga inchada ou dor na região do abdômen, são difíceis de serem identificadas, principalmente, por serem confundidas como sendo outros problemas de menor gravidade. Os exemplos são as infecções urina ou ainda as modificações de hormônio.

Assim, as melhores maneiras de identificação precoce das modificações que são possíveis indicações de câncer de ovário, destacam-se pela inclusão da atenção em qualquer sintoma fora do normal, consultar regularmente ginecologista ou realizar exames preventivos.

 

Sintomas do câncer de útero

Geralmente, não existem sintomas iniciais do câncer de colo do útero. Grande parte dos casos tem identificação ao longo dos exames de Papanicolau ou somente nas etapas de câncer de maior avanço. Dessa forma, ao passo que se compreende os sintomas do câncer de colo do útero, o que mais importa é realizar consultas no ginecologista para o procedimento do Papanicolau e começar o tratamento precoce, caso tenha indicação. Entretanto, quando apresenta sintomas, o câncer de colo do útero pode ter sinais de:

  • Sangramento vaginal sem razão aparente e fora do ciclo menstrual;
  • Corrimento vaginal com alteração, com mau cheiro ou cor em tom marrom;
  • Dor do abdômen ou pélvico em constância, que pode prejudicar o uso ao banheiro ou durante relação íntima;
  • Sensação de forte pressão profunda na barriga;
  • Vontade de eliminar urina de forma mais frequente, inclusive a noite;
  • Perda de peso de forma célere, sem dietas.

Já em situações mais agravantes, quando a mulher possui um câncer de colo de útero em estágio avançado, os sintomas podem ainda ser destacados como uma fadiga excessiva, dor e pernas inchadas, tanto quanto perdas sem controle de urina ou de fezes.

Estes sintomas e sinalizações podem também ser a causa de diversos outros problemas, como candidíase ou uma infecção, que pode não fazer relação alguma com o câncer. Por isso, é importante que se consulte o ginecologista para fazer o diagnóstico adequado.

 

Câncer de ovário ultrassom

Os exames mais usados para diagnosticar o câncer de ovário são:

Ultrassom – ao contrário de grande parte dos testes de diagnóstico por imagem, a ultrassonografia é uma ferramenta que não dissemina radiação ionizante para a composição da imagem. Ela usa ondas de som de frequência acima do limite audível para os humanos, que criam imagens, ao vivo, dos órgãos, fluxo do sangue no corpo e tecidos. O ultrassom é o principal exame a ser procedido no início, caso exista a suspeita de um câncer de ovário. É muito utilizado para diferenciar o tumor do ovário em relação a um cisto íntegro de líquido.

Tomografia Computadorizada – a tomografia computadorizada é uma técnica de diagnóstico por imagem que usa a radiação X para a visualização de fatias menores das regiões corporais, através da rotação do tubo que emite raios X em volta do paciente. O equipamento tem uma mesa de teste onde o paciente permanece deitado para o procedimento do exame. Esta mesa corre para o interior do aparelho, que é aberto, não causando a sensação de claustrofobia. Este teste verifica o tamanho e onde está localizado o tumor de ovário, caso os linfonodos estejam maiores, e a doença está disseminada para o fígado ou outros órgãos, ou ainda sintomas de que a doença está prejudicando os rins ou a bexiga.

Enema de Bário – é um teste que analisa se a doença se espalhou para o intestino grosso ou ainda para o reto, além de verificar se há câncer colorretal. Hoje, é pouco usado em mulheres com suspeita de câncer de ovário. Ele teve substituição pela colonoscopia.

Ressonância Magnética – é uma maneira de diagnosticar por imagem, usando ondas eletromagnéticas para a composição das imagens. A ressonância magnética cria imagens que verificam a determinação do tamanho e o local onde há um tumor de ovário, bem como se existem metástases. De mesmo modo que a tomografia, a ressonância também pode ser utilizada com contraste pela veia, para obter maiores especificações corporais, entretanto com menos frequência.

Radiografia de Tórax – os testes de raios X é um processo de imagem para análise corporal, que produz uma imagem das estruturas internas do corpo, usando um quantitativo pequeno de radiação. A radiografia de tórax é usada para a detecção da presença de alguma imagem que suspeita de tumor em nos pulmões.

Tomografia por Emissão de Pósitrons – este teste mensura as variáveis nos procedimentos bioquímicos, quando modificados por uma doença, e que acontecem anteriormente aos sintomas visíveis da mesma que alocados nas imagens de tomografia computadorizada ou ressonância magnética. O PET scan é uma mistura de medicina nuclear e avaliação bioquímica, que permite visualizar a fisiologia humana através de captura eletrônica de radiofármacos que emitem pósitrons de meia-vida curta. Estes radiofármacos, ou moléculas destacadas por um isótopo radioativo, têm a administração ao paciente através da veia, anteriormente ao procedimento do exame. Como as células do câncer se disseminam de forma célere, e continuam ativas, o teste verifica essa propriedade. Moléculas de glicose, fontes de energia, são destacadas por um radioisótopo e introduzidas nos pacientes. Como as células de tumores são muito enérgicas, elas se concentram nas células do câncer, em que o metabolismo das células tem mais intensidade. Alguns instantes depois, há a possibilidade de realizar um mapeamento do organismo, de forma a produzir imagens da parte interna do corpo.

Câncer de útero fotos

Câncer de útero tem cura?

Sim, o câncer de útero tem cura. Ainda mais quando este tem identificação precoce, e seu devido tratamento. De acordo com o INCA, o Instituto Brasileiro do Câncer, ao identificar e tratar já no início, a cura é integral. O câncer de útero pode ser tratado com:

Medicações – utilização do ácido tricloroacético a 70% injetado uma única vez, semanal, em consultório médico e pode ser usado ao longo da gravidez e nas lesões exofíticas;
Cirurgia – a retirada de parte do útero, de útero íntegro, ou ainda, juntamente do útero, as trompas, gânglios linfáticos e ovários, caso estes órgãos também estejam tomados pela doença;
Radioterapia – é a indicação para situações mais avançadas do câncer, ou quando a cirurgia não seja uma escolha hábil.

Em diversos momentos, o médico pode usar estes três tratamentos, e a opção dependerá do estágio do câncer, condições financeiras da paciente e do desejo de engravidar, ou não.

 

Câncer de colo de útero sintomas e fotos

O câncer invasivo do colo do útero possui dois caminhos principais para se propagarem: a extensão contínua das estruturas e proximidade dos tecidos vizinhos, espalhando-se para os gânglios linfáticos. Em fases de início, o câncer é microscópico e continua situado no colo do útero. Em seu processo evolutivo, caso não haja tratamento, o tumor promove a invasão dos tecidos vizinhos, geralmente, a parede da vagina e os ligamentos que seguram o útero, podendo alcançar à parede da pelve e também do útero todo. Em situações avançadas, a neoplasia pode estar estendida até a bexiga e o intestino baixo.

Dessa forma, os sinais e sintomas cancerígenos de colo do útero dependerão da etapa em que o tumor está. As lesões pré-cancerosas e os tumores que invadem o colo do útero nas etapas de início, de forma geral, não demonstram sinais. Por isso, as mulheres não vão ao ginecologista e o tumor permanece aumentando. De forma eventual, pode acontecer corrimento e/ou sangramento de maneira espontânea ou posteriormente ao sexo. Contudo, grande parte destas lesões serão encontradas somente através do exame preventivo (Papanicolaou), que é procedido anualmente pelo público feminino.

As situações mais avançadas do câncer do colo de útero demonstrarão sintomas, de modo geral, que decorrem do aumento e disseminação do tumor pélvico. Os sintomas mais comuns da doença em caráter avançado são os mesmos mencionados para tumores de início, assim como a dor as se relacionar sexualmente. Em várias situações, estes sinais não têm a atenção das mulheres. A paciente pode ter dor contínua na região da pelve, as dores nas costas, a sensação de formigamento e as pernas inchadas, assim como a trombose venosa das pernas. Posteriormente, também se apresentam os sintomas urinários, com sangue, dificuldades e obstruções, e ainda do intestino baixo, em mesmas situações.

Quando analisadas, as mulheres com o câncer em etapas de início, posteriormente à introdução do espéculo, em muitos momentos, não serão apresentadas modificações visíveis em seu colo uterino. Portanto, o exame de Papanicolau – ou preventivo – é imprescindível nesta etapa. Em situações avançadas, analisa-se lesões tumorais ou área obstruídas do colo uterino, com sangramentos ao serem manejados. Estes podem já estar disseminados na região vaginal. Nesse caso, é retirado um pequeno pedaço do tumor para avaliação e confirmação adequada do diagnóstico.

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