Câncer de pele: causas, sintomas e tratamentos

Problema tem como fator de risco a exposição aos raios solares sem proteção.

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A recomendação do uso diário de protetor solar é algo que ouvimos frequentemente. Médicos, a televisão, as pessoas próximas sempre se preocupam em destacar que a exposição ao sol sem proteção pode causar problemas. Problemas que vão além da leve irritação, ou da pele vermelha após algum tempo. O descuido na exibição ao sol é o principal culpado do câncer de pele.

Só em 2016, foram registrados quase 180 mil novos casos de câncer de pele no Brasil. A estatística é característica de um local tropical, em que a incidência de raios solares é forte na maior parte do ano.

Isso significaria o maior cuidado com a pele, uma vez que o risco de problemas, correto? Errado! Num país com população de pouco mais 207 milhões de pessoas, apenas 30% destas utilizam-se do protetor solar diariamente. Mesmo quando a exposição ao sol é maior, como na praia, esta mesma população diz não se lembrar da prevenção. As informações são da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Dados assim são preocupantes, e podem levar aos alarmantes números do câncer de pele na civilização atual.

Câncer de pele: o que é

No Brasil, o câncer de pele corresponde a 25% dos casos de tumores malignos diagnosticados. A pele é o maior órgão do corpo humano, e é responsável pela proteção do corpo contra agentes externos. Sejam eles simples como a luz solar ou agentes infecciosos como bactérias ou agentes químicos como a soda cáustica, bastante utilizada em ambientes domésticos.

Ou seja, a pele é uma capa protetora que recebe todo o primeiro impacto de componentes externos. Ela busca evitar infecções, feridas, inflamações. Ao mesmo tempo, a pele é a responsável por manter a temperatura do corpo humano, e assim impedir que o organismo arda em febre ou congele em ambientes gélidos.

A pele é formada por duas camadas. A epiderme é a superfície visível, externa ao corpo. Já a derme vem logo abaixo à epiderme, e onde ficam localizadas substâncias como o colágeno e a elastina, que conferem flexibilidade ao tecido.

Como muitas das células do corpo, as da epiderme passam por um processo contínuo de renovação. Para isso, elas se dividem, tornam-se maduras, morrem e são eliminadas pelo corpo.

Quando uma destas células sofre alteração em seu DNA, este processo de renovação passa a acontecer de forma desenfreada. Isso significa que as estruturas da epiderme começam a se multiplicar de forma desenfreada, e se acumulam. Essa acumulação de partículas tem como resultado um tumor.

A principal razão para a alteração do DNA de uma célula da pele é a exposição imprudente à radiação ultravioleta do sol. Este fator de risco é a causa de 90% dos casos dos tumores epiteliais.

Qual a causa da doença?

Assim como nos demais tipos de câncer, os estudos para a descoberta das efetivas causas de um tumor são imprecisos. Com as informações hoje disponíveis, médicos e pesquisadores conseguem apenas indicar fatores de risco para a doença. Estes fatores são percebidos frequentemente nas pessoas afetadas pelo problema.

Como já citado, o principal fator de risco para o desenvolvimento de um tumor na pele é a exposição negligente ao sol. A razão ocorre porque a radiação ultravioleta, chamada UV, é capaz de provocar danos no DNA, atingindo genes que controlam a multiplicação das estruturas celulares.

Isso não quer dizer, entretanto, que fatalmente desenvolverá câncer de pele se alguma vez se esquecer de utilizar o protetor solar. O que ocorre é que o dano causado pelos raios UV são cumulativos. Isso significa que a partir de um determinado número de lesões ao longo dos anos, a célula terá seu DNA prejudicado. Por isso é mais comum que pessoas após os 40 anos tenham a doença, uma vez que já passaram por número elevado de episódios de exposição aos raios

No entanto, não apenas a exposição ao sol pode levar ao problema. Cabines de bronzeamento artificial e lâmpadas ultravioleta também emitem raios UV, e ao longo da exposição podem levar aos tumores na epiderme.

Ter a pele mais clara é também um fator de risco. Afinal, indivíduos com esta característica tem menos melanina na pele, proteína eficaz na proteção da epiderme. Pessoas com muitas pintas, sardas, que se queimam facilmente ao sol (por vezes ficando vermelhas), de olhos ou cabelos claros são também mais suscetíveis ao desenvolvimento do distúrbio.

O histórico familiar é outro agente de risco. Quando o indivíduo tem parentes de primeiro ou segundo grau que já sofreram com o câncer de pele, deve tomar cuidado redobrado à prevenção do problema.

Outros fatores de risco

O câncer de pele é também mais percebido entre homens com mais de quarenta anos. Uma das explicações para esta incidência é o cuidado no uso do protetor solar, uma vez que apenas 20% dos homens do Brasil recorrem ao protetor solar. Os dados foram apresentados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Outro grupo de risco para a doença é o de indivíduos que tem a imunidade enfraquecida. Distúrbios como o Vírus do Papiloma Humano (HPV), leucemia, linfoma ou a realização de um transplante de órgãos aumentam a disposição ao câncer.

Por último, um estudo recente da Mayo Clinic, dos Estados Unidos, indicou que indivíduos com a Doença de Parkinson são 4 vezes mais propensos a desenvolver um tumor. Da mesma forma, uma pessoa com melanoma é igualmente mais propensa a sofrer de Parkinson.

Tipos de câncer de pele

O câncer de pele possui três tipos principais. Cada um deles refere-se ao tipo de pele atingida e multiplicada de forma desenfreada.

O primeiro deles, mais grave, mas menos incidente, é o melanoma. Ele se origina nos melanócitos, células da pele que produzem a melanina, pigmento que dá cor à epiderme e protege o corpo de raios UV.

O melanoma pode surgir nas áreas da pele expostas ao sol, mas também nas que costumam ficar “escondidas” sob a roupa. Esta é uma das características que o tona grave, além do fato de que as células cancerígenas deste tumor podem se espalhar por outros órgãos do corpo.

Esta capacidade de disseminação do problema pode levar o paciente ao óbito. Isso se o problema não for descoberto rapidamente. Entretanto, caso o problema seja diagnosticado no início, as chances de cura são altas.

Os outros dois tipos mais comuns do câncer de pele são conhecidos como não-melanoma, e denominados pela medicina como carcinoma basocelular e carcinoma epidermoide. O carcinoma basocelular é o tipo de tumor mais frequente, sendo responsável por 70% dos casos da doença. Ele se desenvolve por uma desordem nos queratinócitos da parte mais inferior da pele. Os queratinócitos são as células bases da epiderme, ou seja, que a compõem quase que exclusivamente.

O carcinoma basocelular se desenvolve lentamente, e tem mortalidade baixa. Porém, se não tratado, ele pode evoluir para tumores abaixo da pele e causar danos a tecidos como os ossos. Habitualmente, ele ocorre no rosto e lóbulo da orelha, mas pode progredir por todo a extensão da pele.

Tumores menos frequentes

Por sua vez, o carcinoma espinocelular ocupa o segundo lugar entre os cânceres de pele mais comuns. Ele atinge os queratinócitos da parte superior da pele. Sua frequência é mais comum em áreas constantemente expostas ao sol e áreas como a boca e cicatrizes de queimaduras antigas.

No caso do espinocelular, o câncer tem progresso mais rápido que o basocelular, e se não tratado pode enviar células problemáticas para outros órgãos.

Indo além dos cânceres de incidência mais comuns, existem também outros cinco tipos de tumores possíveis na pele, que atingem outras células. O primeiro deles é Tumor de células de Merkel, estruturas localizadas no epitélio bucal.

Já o Sarcoma de Kaposi provoca lesões nos tecidos moles, como na pele e nas membranas que revestem a boca, a garganta e o nariz. Neste caso, a doença é mais comum em pessoas com deficiências imunológicas.

O linfoma de cutâneo de células T, por outro lado, é uma disfunção no sistema linfático, que pode acabar atacando a pele. O carcinoma sebáceo, no que lhe concerne, surge nas glândulas sebáceas (que secretam o sebo na pele), enquanto o carcinoma anexial microcístico é um tumor nas glândulas sudoríparas.

Sintomas

O câncer de pele é um problema que pode apresentar sintomas de versos, ou por vezes sinais bastante comuns, que não são considerados um real problema pelo paciente. Por isso, os especialistas definiram um método ABCD para a apercepção de um câncer, que pode ser realizado inclusive pelo paciente.

O A do exame ABCD significa “Assimetria da Lesão”. Para esta percepção, é importante “dividir”, visualmente, uma ferida ou uma pinta. Se ela apresentar características muito diferentes em seus dois lados, pode indicar um tumor desenvolvido ou em progresso.

Em seguida, há a “Borda Irregular”: se o contorno da pinta, mancha ou sinal não é liso, é preciso ligar o sinal de alerta. O C do teste leva à “Cor”, e deve chamar a atenção caso haja variedade de tonalidades na mancha, como preto, vermelho, branco ou marrom.

Por último, o “Diâmetro”: se o tamanho da mancha for maior que 6 milímetros, pode ser sintoma do câncer.

Uma ferida que não cicatriza, ou que sara e logo volta a sangrar, é outro sintoma comum de um carcinoma. As feridas, verrugas ou pintas também podem coçar, doer, serem sensíveis ou brilhar de forma anormal.

Outros sinais

Um novo sintoma que merece atenção do indivíduo é a evolução de alguma mancha no corpo, que após anos cresceu, mudou de textura ou de cor. Estes pontos podem ser rosas ou brancos, até.

Manchas escura debaixo das unhas, na planta dos pés e palmas das mãos são da mesma forma preocupantes. Regiões sem sensibilidade na pele;

       

Obviamente, nem toda alteração na pele é sinal de câncer. Entretanto, é fundamental que cada pessoa realize um autoexame periodicamente. Neste autoexame, é necessário avaliar o surgimento ou evolução de pintas ou borrões. Áreas pouco visíveis, como atrás da orelha e debaixo dos braços também devem contar com esta avaliação.

Caso, então, alterações sejam percebidas, o indivíduo deve comparecer a um dermatologista. No consultório, o especialista poderá indicar se o problema é sinal de um câncer ou algo benigno.

Câncer de pele coça ou dói?

As manchas e pintas sintomas de um câncer de pele, normalmente, apresentar sim alterações na sensibilidade. Isso significa que elas podem coçar ou, ao menor impacto, doer. É igualmente comum que as áreas destas manchas percam a sensibilidade, o que por vezes torna um sangramento na região quase imperceptível ao indivíduo, não fosse o sangue em si.

Complicações

O câncer de pele mais arriscado a complicações é o do tipo melanoma. Isso porque a evolução do problema é rápida, e ele tem a capacidade de se espalhar por outros órgãos do corpo além da pele.

Entre os órgãos possíveis a serem atingidos pela metástase são o cérebro, pulmões e gânglios linfáticos. Quando atingidos pelo câncer, os órgãos podem sofrer diversas dificuldades em seu funcionamento, podendo inclusive levar à morte.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico precoce do câncer de pele é fundamental. É por meio dele que o médico consegue verificar o tipo de câncer instalado e indicar o tratamento mais eficaz para a cura do problema.

Como os sinais do tumor demorar a aparecer, o ideal é que os pacientes realizem exames periódicos. As consultas podem ocorrer com o dermatologista ou outro, e darão maior certeza da manutenção de sua saúde. No autoexame, após a percepção de qualquer alteração ou novas manchas, a visita ao hospital deve ser feita rapidamente, para facilitar a definição da enfermidade.

Na consulta, o médico inicia seu diagnóstico utilizando-se do teste ABCD. O especialista, então, realiza inspeção visual a analisa a assimetria das manchas, se as bordas das pintas são regulares ou não, a coloração diversa num mesmo local e ainda o diâmetro da marca – que se maior de 6 milímetros, é um sinal de alerta.

Este exame é realmente realizado com o auxílio de uma lupa especial, que facilita a visualização dos detalhes da pele, aumentando a imagem.

Um exame chamado dermatoscopia faz algo semelhante. Só que desta vez o aparelho de “leitura” é acoplado em uma câmera e mostra em um monitor de vídeo a pele ampliada. Isso facilita a percepção de alterações e sintomas de tumores.

Demais testes

O especialista responsável pelo diagnóstico também costuma fazer a apalpação dos nódulos linfáticos da virilha, pescoço, axilas e em áreas próximas à mancha suspeita. O aumento anormal destes gânglios pode sugerir a disseminação do câncer para os locais examinados.

Além disso, habitualmente o indivíduo com suspeita de câncer de pele passa por exames laboratoriais como de sangue e urina, básico na maioria dos diagnósticos.

Para verificação do estágio do câncer, são utilizados exames de imagem como o raio X e a biópsia. Na biópsia, uma amostra de tecido é colhida em procedimento cirúrgico e analisada em laboratório.

Nestas situações, os tumores recebem categorizações baseadas na classificação de Clark (que determina o nível de invasão da pele pelo tumor) e de Breslow (que estabelece a espessura da massa do tumor).

Câncer de pele tem cura?

Aproximadamente um terço dos casos de câncer no mundo corresponde ao câncer de pele. Normalmente, os tumores verificados são benignos, e podem ser eliminados com alguns procedimentos. Do mesmo modo, o câncer de pele maligno pode ser tratado e curado, mas oferece risco de retorno ao paciente. Isso significa que, após um tempo curado, o tumor maligno tem maior chance de reaparecer no corpo.

As lesões de qualquer tumor, de qualquer modo, têm maior chance de cura quando descoberta logo no início. Assim, uma lesão de até 4 milímetros será mais facilmente eliminada que outras maiores.

Tratamento da doença

O tratamento do câncer de pele varia de acordo com o estágio, ou seja, a gravidade do tumor, e com o tipo de câncer. De qualquer forma, é de praxe que a terapia do melanoma seja feita por meio de cirurgia, seguida de métodos como a quimioterapia, que auxiliam no pós-operatório.

Para os cânceres do tipo não-melanoma a cirurgia também é um método considerado. Entretanto, se descoberto logo no início, estes tumores têm facilidade de eliminação semelhante por outros métodos.

Entre as alternativas de tratamento do câncer de pele está a quimioterapia, que por meio do uso farmacêutico elimina as células cancerígenas.

O meio é, por vezes, utilizado sozinho. Por vezes para a eliminação de células doentes que não foram retiradas na cirurgia.

Já a radioterapia se utiliza de raios ultravioletas, aplicados diretamente sobre a lesão na pele. A técnica chamada Cirurgia micrográfica de Mohs, por sua vez, é escolhida para o tratamento de câncer no rosto. Nela é realizada a “raspagem” das células doentes, evitando cicatrizes profundas.

Na eletro-curetagem, o tumor em questão é retirado por procedimento cirúrgico. Em seguida, o paciente recebe uma pequena corrente elétrica, o que interrompe o sangramento e consegue eliminar células restantes do tumor.

Outra alternativa interessante é a terapia biológica. Aqui, o indivíduo consome remédios que fortalecem o sistema imunológico, tornando-o capaz de eliminar as estruturas doentes.

Há ainda a terapia fotodinâmica, que aplica um laser na região afetada pela enfermidade. Este laser é capaz de eliminar as estruturas tumorais.

No caso do melanoma, a remoção da massa tumoral por cirurgia é o tratamento primordial. Os tumores pequenos conseguem ser totalmente removidos. Por último, cremes quimioterápicos também podem ser eficazes em estágios iniciais da doença.

“Tratamentos” caseiros

Não existem tratamentos caseiros para a cura do câncer. Afinal, nem mesmo os médicos conseguem hoje entender o problema por completo. Alguns produtos, entretanto, foram indicados por estudos como auxiliadores das terapias aplicadas no hospital.

Um destes produtos é o aloe vera. Ele, assim como outras plantas medicinais, tem a capacidade de potencializar a cura das feridas do pós-operatório. Já substâncias como o resveratrol, presente em uvas vermelhas e o D-glucarato de cálcio elágico pode inibir o desenvolvimento do tumor. Atenção: os compostos não eliminam o tumor, mas podem ajudar em seu combate. As informações são da Universidade do Texas.

Outros estudos também indicam que o café reduz em 25% o risco de desenvolvimento do câncer de pele. Isso porque os antioxidantes encontrados no café diminuem os efeitos dos raios UV na pele. Considerando que esse é o fator mais apontado como a causa dos tumores, é compreensível a capacidade do café no combate, e até mesmo prevenção, do progresso de células cancerígenas.

Como prevenir?

O único real fator externo causa do câncer de pele, e assim o único passível de prevenção, é a exposição os raios UV. Por isso, todo indivíduo deve ter cuidado no dia a dia, ao sair de casa.

Tendo o objetivo de se expor ou não ao sol, é fundamental que os sujeitos façam o uso de protetor solar diariamente. Um bom protetor tem ao menos FPS 30.

O uso, do produto, aliás, deve ser feito em qualquer horário, seja qual for o clima. Diferentemente do que se imagina, mesmo um tempo nublado tem alta incidência de raios solares. Os raios que prejudicam o corpo assim como a radiação de dias mais quentes.

Ao sair ao sol, é igualmente interessante que você utilize chapéu ou boné. “Tome” sol nos horários mais saudáveis (antes das 10h ou depois das 16h).

Lembre-se: a exposição ao sol é importante para o organismo. Apenas por meio dela o corpo é capaz de absorver a vitamina D, que por sua vez sintetiza o cálcio e assim sucessivos benefícios. Assim, você não deve evitar a radiação solar, mas se expor a ela com cuidado.

Ao mesmo tempo, cuidado com seus olhos! É importante usar óculos com real filtro de proteção ocular.

Por último, é pertinente evitar o uso de câmaras de bronzeamento. A utilização contínua deste tipo de recurso expõe a pele a uma incidência de raios “não naturais”. Assim, a pele fica pouco mais suscetível a problemas. De qualquer forma, caso decida optar pela alternativa para obter um belo bronzeado, consulte primeiro um dermatologista. O especialista poderá expor os prós e contras da sua utilização das câmaras, e quem sabe oferecer alternativa mais saudável.

Dicas importantes

Não importa sua idade, a frequência de sua exposição aos raios ultravioleta ou mesmo se há históricos em sua família ou não. Infelizmente, sempre há chance de desenvolvimento do câncer de pele – por isso ele é tão comum no mundo. Assim, tenha sempre atenção quanto ao autoexame, e não adie a visita ao médico ao perceber manchas ou novas pintas, ou então a alteração em marcas que já existiam em seu corpo.

Ao tratar da doença, o indivíduo consegue perceber sinais de melhora e piora, que também devem rapidamente ser levados ao médico. Em geral, quando o tratamento tem resultado eficaz, as lesões na pele diminuem e não há o surgimento de novas marcas. Quando há piora do tumor, costumam aparecer novas lesões, cansaço do corpo e dores no local afetado pelo problema.

       

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