Calvície tem cura? Acabe com a calvície agora!

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A calvície tem cura a partir de tratamentos específicos para cada tipo de alopecia. Este é o nome científico da calvície, que se caracteriza pelos cabelos reduzidos, parcialmente ou em sua totalidade. Este é um problema que acomete tanto homens quanto mulheres. Os sinais de início da calvície correspondem aos fios mais finos, ou ainda a substituição dos cabelos normais para cabelos mais finos e ainda menores, até que o crescimento seja interrompido.

Esse problema acaba eliminando os cabelos, tornando mais aparente a parte da frente da cabeça (testa), em razão de que a linha é afastada dos cabelos implantados. As situações mais avançadas da calvície são definidas pela ausência dos fios na parte frontal e superior da cabeça, sobrando somente os cabelos das áreas ao lado da cabeça e atrás.

 

Causas da calvície

Não é apenas um fator estético a se preocupar. Diversas pessoas conseguem conviver muito bem em relação a calvície. Entretanto, para algumas, a situação é bem diferente. A calvície tem cura e pode ser tratada de diversas maneiras. Mesmo assim, a aceitação natural da calvície é um processo dificultoso.

As causas da queda de cabelos podem ser relacionadas ao:

  • Pós-parto – no momento em que a mulher engravida e durante o processo de gravidez, ocorre uma perda menor dos fios de cabelos, do que poderia perder eventualmente se não estivesse grávida. Entretanto, posteriormente ao parto, muitos cabelos dão início a etapa de repouso do processo. Em uma média de 2 a 3 meses posteriores ao parto, algumas pessoas podem perceber um quantitativo maior de cabelos em escovas ou pentes. Isso pode continuar acontecendo por um a seis meses, porém, há solução natural em grande parte das situações.
  • Febre alta, infecções graves ou resfriado forte – em um prazo determinado que pode variar de 1 a 3 meses, posteriores aos quadros mencionados pode ocorrer a queda de cabelo que, contudo, pode ser corrigido de forma espontânea.
  • Doenças da tireóide – o hipo ou hipertireoidismo são possibilidades de circunstâncias para a queda dos fios de cabelos. Essas modificações da tireoide têm diagnósticos por meio de exames laboratoriais. Quando tratadas corretamente as doenças da tireóide, há também a possível correção da perda de cabelos.
  • Alimentação insuficiente de proteínas – existem pessoas que não se alimentam adequadamente, e dispõe de dietas muito pobres de proteínas, ou ainda possuem hábitos de alimentação inadequados, podendo gerar o desenvolvimento de desnutrição em proteínas. O corpo terá que promover uma economia de proteínas, causando uma ação dos fios, em que se encontram na etapa de multiplicação, passando para a etapa de repouso. Após dois ou três meses, é possível existir uma queda gigantesca dos fios. Em consequência aos pelos mais fracos, há uma maior facilidade em arrancá-los com as raízes. Essa situação pode ter prevenção e reversão, a partir de uma alimentação que tenha bons quantitativos de proteínas.
  • Remédios – determinadas drogas com prescrições podem resultar também na queda de cabelo, de forma temporária, em algumas pessoas. Alguns exemplos desses medicamentos promovem a inclusão de remédios utilizados para tratar patologias como a gota, as artrites, sintomas depressivos, problemas do coração, hipertensão arterial e ainda anemias. A vitamina A em excesso também pode causar a queda dos fios de cabelos.
  • Tratamentos de câncer – algumas formas de tratar o câncer resultam numa pausa de divisão das células que se responsabilizam pelo crescimento dos fios capilares. Os cabelos iniciam, então, um processo de prejuízo aos fios que se tornam finos e extremamente quebradiços. Esse fato acontece de uma a três semanas posteriores ao período inicial do tratamento. Essas pessoas podem ter uma perda dos fios maior que 90%. Após finalizado o tratamento contra o câncer, os cabelos começam a crescer novamente. Determinados pacientes escolhem utilizar perucas antes que o tratamento seja concluído.
  • Anticoncepcionais – o público feminino é alvo da queda dos fios de cabelos, principalmente quando estão utilizando os anticoncepcionais. De forma geral, mediante o uso, já tendem a possuir um quantitativo menor de fios capilares. Caso essa queda ocorra de fato, a mulher, em questão, deve procurar um especialista da ginecologia, para tentar a substituição do anticoncepcional utilizado. Logo que a mulher promove a interrupção da utilização do anticoncepcional ela pode notar que a queda dos fios começa de dois a três meses posteriores ao período interrompido, e podem continuar até seis meses.É uma situação muito parecida com a das mulheres em processo posterior ao parto.
  • Sangue deficiente em ferro – essa deficiência do elemento Ferro também pode gerar a queda dos frios capilares. Pessoas que não se alimentam ou não conseguem a absorção do ferro são propensas a esse tipo de situação. O público feminino que perde muito sangue em épocas menstruais ou que têm período menstrual prolongado, podem ter o desenvolvimento dessa insuficiência. É por meio de exames em laboratórios de sangue que pode-se detectar a diminuição do ferro. A correção dessa deficiência pode ser realizada pela utilização de comprimidos ou remédios que sejam constituídos por ferro.

Há diversas outras razões para a queda de fios capilares. Em oposição a calvície, essas circunstâncias geralmente produzem a perda irregular ou localizada dos fios. Entretanto, em situações difusas, podem ser parecidas à alopecia androgênica. As razões mais convencionais são:

  • eflúvio anágeno – trata-se da queda de fios capilares que acontece, por exemplo, em quimioterapias, radioterapias ou possível envenenamento por meio do mercúrio;
  • eflúvio telógeno – acontece como efeito colateral de diversas drogas, deficiências vitamínicas, estresse relacionado ao psicológico ou patologias da tireoide;
  • alopecia por trauma: acontece através de trauma mecânico e/ou químico dos fios capilares. Pode aparecer posteriormente a algumas técnicas para alisar os cabelos com trações repetitivas ligadas a utilização de elementos químicos. Alguns indivíduos com crises de nervosismo podem ter o próprio cabelo arrancado e disponibilizar esse caso de alopecia;
  • alopecia areata – trata-se de uma patologia autoimune, em que o corpo começa a produção equivocada de anticorpos em combate de seus folículos pilosos. O couro do cabelo é o que mais sofre, mas há possibilidade ainda de perder os pelos em todas as partes corporais;
  • tinea capitis – trata-se de uma infecção relacionado ao couro cabeludo por fungos;
  • lúpus discoide – trata-se de um modo de lúpus que acarreta, de forma preferencial, a pele;

Sintomas da calvície

Os fios capilares e os pelos do corpo correspondem a estruturas em formato cilíndrico constituídos de fontes proteicas, de forma principal a queratina, que aumentam por meio da pele pelos folículos pilosos localizados nas regiões mais aprofundadas da derme. O corpo inteiro tem folículos pilosos ou pelos, com exceção das palmas e plantas dos pés. Em determinados locais, por terem coloração muito clara e finas, os fios podem não ser percebidos, mas permanecem lá.

Os fios possuem características e crescem a uma velocidade diferenciada em cada parte corporal, o que é fácil de perceber quando comparados os cílios, barba, pelos pubianos, axilas, e até mesmo os cabelos. O couro cabeludo tem, aproximadamente, 100.000 fios capilares, e crescem de forma média de um a dois centímetros mensais.

Diariamente, o ser humano destaca uma perda de 70 a 100 cabelos. Conforme o momento em que corresponde o ano, ou a etapa vital, além dos aspectos do ambiente, a perda capilar pode ter um quantitativo bem maior. O ciclo que corresponde a vida dos fios de cabelos tem uma divisão em três etapas:

1ª etapa – anágena ou etapa em que ocorre o crescimento dos fios de cabelos. A duração corresponde a uma média de dois a três anos, e podem alcançar a até sete anos.

2ª etapa – catágena ou etapa involuntária. Ela tem duração de somente alguns dias, aproximadamente 15 a 22 dias. Nessa etapa, os fios param o crescimento e o folículo continua a regressão.

3ª etapa – telógena ou etapa em que o cabelo desprende. A duração corresponde a três a quatro meses. Os fios capilares começam a se soltar da papila e uma outra etapa de crescimento se inicia.

De acordo com o crescimento do cabelo, o cabelo anterior, que está morto, dá lugar ao novo, sendo empurrado para fora do folículo piloso e, em seguida, cai. Esse procedimento de fazer o cabelo crescer e morrer, acontece em todas as partes corporais em velocidades diferenciadas para cada tipo de fios ou pelos. Os pelos que têm destaque pela demora, ou tempo prolongado para o crescimento, acabam caindo anteriormente ao disponibilizarem um tamanho grande. Este ciclo consegue explicar a razão pela qual alguns fios nunca conseguem ultrapassar determinados tamanhos e a razão pela qual os fios capilares ultrapassam de forma rara a linha equivalente a cintura do corpo, ainda que ele não tenha corte nunca.

Dos 100.000 fios capilares do couro cabeludo, neste instante, em média, 85% estão na etapa de crescer, 5% na etapa de involução e 10% na etapa de queda.

Calvície masculina

Engana-se quem acredita que a calvície é somente um fator correspondente a genética. Os problemas relativos a ingestão de alimentos inadequados, ou ainda uma higienização incorreta do couro cabeludo pode, de fato, provocar a calvície. A elevação do quantitativo da oleosidade consegue promover a geração de caspas e descamações no couro cabeludo, e estes podem ser fatos produzem a queda dos fios.

Não há uma razão específica para a calvície, visto que a patologia é resultado de um ou mais aspectos e fatos. Os fatores fundamentais que disponibilizam a calvície são, de forma geral, a predisposição dos genes, a herança genética, tanto vindo da mãe ou do pai, além de distúrbios da fisiologia ou reações do sistema nervoso e emocional.

Fatores que desencadeiam a calvície masculina e também feminina:

  • a utilização excessiva de fixadores de cabelo;
  • a utilização contínua de aparelhos secadores;
  • os banhos com água em temperatura muito quente;

Todos esses fatores causam um provável aumento do óleo no couro cabeludo, fator que acomete os cabelos, gerando a queda dos fios capilares. Modificações correspondentes ao couro cabeludo, relacionadas a tratamentos capilares como pinturas, permanentes ou alisamentos, também, são possíveis circunstâncias da calvície.

A modificação dos graus dos hormônios pode causar a calvície total. Em homens, quando predispostos a testosterona, pode acometer os folículos dos cabelos de forma a promover, no começo, fios mais finos, e depois, uma redução do crescimento, e ao final, a queda em partes ou total dos fios capilares. Em mulheres, as modificações dos hormônios, de forma principal no climatério, podem gerar rarefação.

Calvície tem cura e o tratamento a partir da medicina pode identificar as razões e resoluções para a queda dos cabelos. A diminuição da queda dos fios capilares pode ser alcançada quando realizadas as instruções mencionadas por dermatologistas.

A calvície masculina, tem manifestação em partes determinadas do couro cabeludo, em proporções com variação de organismo para organismo, e que, de forma geral, alcançam os fios que se localizam na região superior capilar, de forma rara prejudicando a nuca.

A calvície feminina tem destaque pela verificação de fios que caem de forma difusa, isto é, essa queda, ao couro cabeludo prolongado, traz a consequência de uma diminuição do volume capilar e do tamanho dos fios.

A alopecia androgênica, nas mulheres, tem uma difusão maior pelo couro cabeludo. Entretanto, tem menor intensidade. Em geral, o que acontece é que os fios ficam mais finos de forma intensa, e acometem de forma principal a região central e o ápice da cabeça. A calvície em sua completude, como acontece nos homens, é muito rara ao gênero feminino.

Calvície tratamento

A calvície tem cura, mas não é uma situação que acontece de repente. Não é um procedimento de instantes, que realiza a queda dos fios capilares. A calvície começa com uma rareficação que tem progresso e evolução até que se interrompa o crescimento dos fios, causando, de fato, a alopecia.

A calvície tem cura e, de forma científica, é intitulada alopecia. Ela acontece como um resultado de um ou demais aspectos e fatores, que podem ter relação com a genética, com a fisiologia ou critérios de emoção e sistema nervoso.

A identificação dos melhores tratamentos capilares em relação a calvície necessita da definição específica das circunstâncias que causaram a mesma. Há, ainda, diversos modos de tratamento da alopecia, sendo que, de forma geral, os tratamentos objetivam a interrupção do procedimento de queda capilar, e o prolongamento da vida útil dos folículos dos fios de cabelos.

Em sua diversidade de tratamentos estão a utilidade de remédios e elementos vitamínicos, mesoterapia, shampoos específicos, algumas soluções correspondentes aos cabelos, e até a implantação de cabelos.

O tratamento mais comum é realizado através de elementos que são aplicados de forma direta ao couro cabeludo ou com remédios orais.

A utilização do remédio finasterida foi uma evolução gigantesca para tratar a alopecia, porque ele consegue bloquear a ação correspondente a enzima diidrotestosterona (DHT), que tem relação pelos folículos dos cabelos, causando o afinamento desses fios. Esse remédio é eficaz para controlar a queda capilar em grande parte dos pacientes em tratamento.

Estudos procedidos pelos finlandeses confirmam um elemento potencial que desengordura, chamado polisorbate 60 e polisorbate 80, auxiliando a combater a alopecia. Esse elemento pretende reduzir a ação hormonal de testosterona e diidrotestosterona que demonstram estar em grande quantitativo no couro cabeludo, de forma ativar a secreção do sebo, o que disponibiliza um agravamento da queda capilar.

Para especificar o tratamento que melhor se adequa a calvície, recomenda-se uma consulta com um profissional da medicina. Ele conseguirá identificar a razão, e, por conseguinte, o melhor tratamento para determinado caso.

A alopecia masculina tem tratamento por meio da utilização de duas substâncias. A calvície tem cura a partir dos seguintes tratamentos:

Minoxidil em solução tópica – com aprovação tanto para homens quanto para mulheres;

Finasterida – uso oral, com aprovação somente para homens;

Características dos medicamentos:

Minoxidil funciona?

A solução de minoxidil para aplicar de forma direta no couro cabeludo traz benefícios relacionados a queda dos fios capilares por disponibilizar o aumento do tempo da etapa anágena e o estímulo do crescimento dos folículos miniaturizados. A consequência do uso resulta em, posteriormente a quatro meses, num maior aumento no ápice do couro cabeludo e um pouco menores na região da frente. Este é um tratamento a ser realizado para vida toda. Quando interrompido, a perda capilar volta a acontecer.

Finasterida funciona?

A finasterida é um remédio utilizado de forma original na hipertrofia prostática, mas que, ao passar do tempo, percebeu-se que disponibilizava como efeito colateral uma diminuição na queda de fios capilares.

A finasterida tem característica bloqueadora da enzima 5 alfa-redutase, que promove o impedimento da modificação da testosterona em dihidrotestosterona (DHT), que é responsável pelos efeitos ruins nos folículos pilosos.

De forma geral, recomenda-se a utilização de comprimidos de 1 mg por dia, ao menos, doze meses. Com a utilização da Finasterida acontece o crescimento da quantidade de fios capilares, que também acabam se tornando maiores em espessura e muito mais fortes. Logo que a substância é interrompida, dentro de seis a nove meses, os cabelos novos que tinham crescido se perdem.

A finasterida no organismo feminino não trouxe melhoras ou resultados eficazes. Além disso, é comprovado a consequência de más formações de fetos. Por isso, não é uma droga com indicação para a calvície das mulheres.

Não há fatores que evidenciam tratamentos à laser ou outros modos de luzes, muito publicados pela mídia, tenham de fato uma eficácia para o impedimento da queda dos fios capilares. É importante resistir às tentações de experimentar tônicos de cabelos que fazem milagres. Além de não terem funcionamento eficaz, promovem o aceleramento do procedimento da queda dos fios.

 

Cetoconazol? Cura a Calvície?

Cientificamente, ainda não há relação correta ao seu procedimento ou funcionamento. Entretanto, cetoconazol é uma das opções tópicas, geralmente utilizado para combater micoses, caspas e ainda dermatites seborreicas, e usado off-label para tratar a calvície. Ele tem possibilidade de inibição da ação determinada do DHT nos folículos dos cabelos, sem prejudicar a ação hormonal do resto do corpo. Diversas pesquisas já destacam efeitos muito positivos na diminuição do avanço da calvície androgenética, e ainda o aumento da densidade e da grossura dos cabelos, com contribuição para recuperar as regiões prejudicadas.

Calvície é curada com Cirurgias?

Existem diversos métodos cirúrgicos que promovem o crescimento dos fios capilares, na intenção de amenizar a alteração dos sinais da alopecia. Todos dependem do tipo da calvície e circunstâncias viáveis do paciente.

Transplante capilar

O processo em que os folículos dos cabelos têm eliminação de uma região doada do próprio paciente, de forma geral, na nuca ou dos lados da cabeça, e seguem em transplantes para as regiões calvas. O benefício é que como esses folículos possuem tendência a ter menores sensibilidades naturais ao DHT, a possibilidade de sofrimento de miniaturização correspondente à ação hormonal posterior ao transplante é muito pequena. Dentro de algumas semanas, duas ou três, os cabelos da região em transplante costumam a cair, e em média de 3 meses começam a nascer definitivamente.

Diminuição do couro cabeludo

Outro tratamento muito usado juntamente dos implantes de cabelos é a diminuição do couro cabeludo, sendo que uma parte da região calva tem remoção e a pele do couro cabeludo que circunda é arrancado para a cobertura de espaço, ampliando a região da cabeça permanentemente coberta pelos fios capilares. O processo também depende de aspectos como as situações gerais de saúde da pessoa calva e a mobilidade de sua pele.

Próteses de cabelos

Em situações em que a região doadora não é suficiente para proceder o implante de maneira satisfatória, ou que o usuário não tenha como se sujeitar a um processo de cirurgia, as próteses de cabelos podem ser uma ótima opção. Realizadas, de forma geral, com cabelos de outras pessoas, com implantação em um material hipoalergênico fino e dotado de flexibilidade, elas têm aderência ao couro do cabelo com ação adesiva especial, que disponibilizam ao paciente a realização de seus exercícios normais, como atividades corriqueiras, nadar numa piscina, higienizar a cabeça, dormir, etc, sem que precisem retirá-las.

Como viver bem com a calvície?

A calvície das mulheres promove um impacto de extrema importância na autoestima de milhões de pessoas prejudicadas mundialmente, porém com todas as escolhas de tratamentos e resoluções pensadas esteticamente, disponibilizados hoje, é muito natural a conversão do problema, levando a uma vida de normalidade. É importante ressaltar que a ciência permanece investigando a calvície androgenética de forma contínua. Por isso, há chances de encontrarmos ainda diversas novas opções e tratamentos mais destacáveis futuramente.

Meios para prevenir a calvície

A calvície tem cura, mas o melhor jeito de lidar com a patologia é a prevenção, procurando por ajuda médica logo em primeiros momentos em que há suspeita do surgimento da alopecia. É importante notar os seguintes critérios:

  • a forma acelerada e perceptível da queda dos cabelos nos últimos meses;
  • fios capilares caem em maior quantitativo ou em tufos;
  • a oleosidade do couro cabeludo cada vez mais excedido;
  • frequente prurido, ardência ou vermelhidão no couro cabeludo;
  • uma aparente caspa notável nos fios e roupas.

É muito importante dizer a relevância de não se automedicar frente a suspeita da alopecia. Os remédios para esse tipo de patologia possuem compostos fortíssimos e podem ter reações agressivas ao seu organismo, caso não tenha indicação avaliada por um médico. A utilização indiscriminada de tais remédios, pode, não apenas acarretar ainda mais a alopecia, como prejudicar em aspectos mais sérios como infecções locais e ainda irritações com alergias.

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