Como deve ser a alimentação dos idosos?

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Manter bons hábitos alimentares é importante em qualquer momento da vida. Afinal, o consumo de alimentos mais saudáveis ajuda a prolongar a longevidade e ainda previne o aparecimento de doenças como colesterol alto, hipertensão e sobrepeso. Mas, uma dúvida muito recorrente é a respeito da alimentação do idoso. Quais alimentos devem ser introduzidos no cardápio? O que não deve ser consumido?

Pois bem, primeiramente é importante deixar claro que após a faixa etária dos 50 anos é comum apresentar uma elevação do peso por causa da diminuição dos níveis de estrógeno, testosterona e do hormônio do crescimento no organismo que colabora para a perda de massa muscular. Diante desse fator, o corpo passa a queimar menos calorias do que o normal, pois entende que é necessário acumular gordura no corpo para ter energia.

Quais atitudes evitar na alimentação?

Sendo assim, algumas atitudes devem ser evitadas por quem passou dessa idade. Uma delas é pular as refeições porque pode trazer malefícios à saúde e fazer com que o corpo estoque gordura, o que colabora para o aumento do peso. O ideal é que as refeições sejam fracionadas em intervalos de três em três horas e que sejam pequenas porções.

Evite também consumir alimentos que sejam industrializados, pois são ricos em gorduras, conservantes, corantes, açúcares e sódio, pois diminuem a absorção de nutrientes pelo corpo, o que acaba dificultando o bom funcionamento do metabolismo, que passa a trabalhar mais lentamente e, dessa forma, acaba não conseguindo queimar toda a energia.

       

As bebidas alcoólicas também não são recomendadas para idosos por dois motivos: o primeiro é porque o álcool interage com o medicamento e, dessa forma, pode diminuir o seu efeito no tratamento de determinada doença, além de reduzir os reflexos. Já o segundo é porque o álcool possui uma grande quantidade de calorias que colabora para o aumento do peso, além de causar uma mudança no metabolismo que passa a trabalhar mais devagar.

Alimentos refinados, produzidos com a farinha branca como biscoitos, pão francês e até mesmo o arroz branco não são indicados, pois atrapalham a digestão e podem causar flatulências. O açúcar é outro vilão da saúde do idoso, pois em excesso pode causar diabete.

Escolhendo o cardápio

O cardápio de quem está na terceira precisa ser variado, colorido e saudável. Para isso, invista em alimentos que tenha ferro, como o feijão, rúcula, agrião e carne vermelha, pois ele previne a anemia. Para aumentar a absorção do ferro presente nos vegetais, inclua alimentos ricos em vitamina C no menu, como a laranja, a acerola e a cenoura. Inclua o cálcio (presente no leite e derivados), porque ele ajuda a manter os ossos fortes e saudáveis. A vitamina A também é importante, pois protege o sistema imunológico do idoso.

Vale ressaltar que as necessidades proteicas, calóricas e de lipídios diárias para quem está na terceira idade não são muito diferentes das de pessoas mais jovens. Por isso, deve-se buscar ajuda de um nutricionista para que ele indique o cardápio mais adequado de acordo com as necessidades de cada indivíduo e, claro, respeitando as restrições dietéticas em casos em que o indivíduo apresenta doenças como diabetes mellitus, cardiovasculares e outras decorrentes do envelhecimento.

 

       

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