Ai, que medo!!!

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Medo. Palavrinha pequena, de 4 letras apenas mas de uma força incrível! Quem é que não tem esse sentimento? Preciso conhecer, pois o medo anda de mãos dadas com todos aqueles que não conhecem a si mesmo.

Na terceira idade podemos identificar vários tipos de “medos”: medo de cair, medo de morrer, medo de adoecer, medo da solidão, medo de ser mal cuidado, medo das consequências dos pecados não perdoados (é verdade! me disseram isso!), medo de perder a memória, medo de perder os parentes… E então? Honestamente falando, se identificou com algum desses?

Vamos compreender um pouco mais o que podemos fazer para acabar ou aliviar esse terrível sentimento. Falando melhor, tem gente até que gosta. Gosta tanto que é fã de filmes de terror ou adora aventuras de montanha russa só pra sentir o friozinho na barriga. A adrenalina tem lá seus prazeres físicos e o “medo previsível” é fácil de ser vencido né? Pois sabemos que ele acaba rapidinho. Mas estamos falando daquele medo que nos tira o prazer de viver, que nos “persegue a cada dia”, que é uma “cola” no pensamento podendo até nos paralisar.

Filosofando a questão: costumamos sentir medo por algo que ainda nem aconteceu e que talvez nem aconteça, mesmo já havendo uma experiência prévia. Por exemplo: posso saber o que é um tombo doloroso devido uma experiência no passado que pode ter me deixado por meses de repouso. Isso não significa que vou cair daqui a pouco e ter complicações. Não se eu desenvolver atenção e cuidados necessários para tal e, se mesmo que eu sofra um tombo grave com toda a atenção que tenho ao caminhar, ainda tenho muitas chances de ser feliz, o que dependerá da minha maturidade, segurança pessoal e espiritual ao passar pelo processo de cura e reabilitação. E o que tem felicidade a ver com isso?

Ora… sentimos medo por justamente termos medo de perder nossa felicidade. Pensa bem: por medo de doer tenho medo de adoecer. Logo… doer não é bom pois não dá felicidade (e nem dinheiro!). Por medo de morrer ou perder parentes tenho medo de sofrer. Na verdade tenho medo de ficar muito triste o que significa… não ser feliz! Por medo da solidão tenho na verdade medo de rejeição, de não ser amado… e quem não é amado é feliz por acaso?

Você pode seguir esse raciocínio pra todos os medos. Verá que o medo é sempre construído por ilusões. Vamos aprofundar um pouco mais:
– medo de morrer porquê…
tenho medo de doer…
tenho medo de sofrer…
tenho medo de ser enterrado vivo ( isso também me disseram!)
medo de ir para um lugar ruim…

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Nada dessas coisas são boas e eu não quero pra mim. Não dentro de uma “normalidade, não é?”

E quem disse que morrer dói, que você vai ficar sofrendo muito antes de morrer, que você vai ser enterrado vivo e que você vai para um lugar ruim? Preciso conhecer a pessoa que te disse isso pois tenho umas perguntas pessoais ainda sem explicação. Se eu fosse milionária, daria minha fortuna!

Agora vamos mais ainda a fundo. Preparados? Se não… é melhor reler o texto todo de novo até aqui.
Tenho percebido uma fórmula mágica para vencer o medo:

Primeiro de tudo compreenda que o medo é formado por ilusões ou fantasias. Então… tchã tchã tchã tchã… retire a máscara das fantasias! Gente, é só isso!
SEM MÁSCARA = SEM FANTASIA = SEM MEDO = REALIDADE

Se você não gostou dessa fórmula posso também explicar: o medo é vencido com a verdade consciente, ou seja, preciso conhecer mais sobre o assunto e tirar conclusões lógicas e sensatas sobre aquilo. Usar minha inteligência para perceber que sou maior e verdadeiro que qualquer medo ou ilusão.

Existem pessoas que não conseguem fazer isso sozinhas e precisam de uma ajuda seja do psiquiatra, seja do psicólogo. Mas todos nós temos capacidades e habilidades suficientes para vencer qualquer tipo de medo. Conhecer-se cada vez mais, reconhecer-se mais ainda, praticar uma vida saudável e segura, respeitar seus limites, viver o momento presente, cuidar da saúde e de seus relacionamentos, ampliar a consciência sobre sua existência, praticar sua espiritualidade são atitudes muito valiosas para esta conquista. Ah! E lembre-se de iluminar cada vez a alma pra ter certeza de que tudo foi sempre bom, tudo está sendo bom e tudo será melhor ainda com todos os “altos e baixos”!

(gratidão à aluna Mariza de Carvalho por ter me inspirado a escrever este texto)

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