Cisto no Ovário: Principais Sintomas e Tratamentos

Cistos nem sempre trazem consequências, mas é preciso cuidado quando ocorrem sintomas.

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O sistema reprodutor feminino é formado por órgãos como o útero, as trompas de falópio e os ovários. Cada estrutura deste conjunto é vital para a capacidade da mulher em gerar filhos. Mas assim como qualquer parte do corpo de um indivíduo, este sistema está sujeito a problemas, que dificultam seu funcionamento correto. Um destes problemas é o cisto de ovário, que afeta um grande número de mulheres.

O que é cisto de ovário?

A medicina define como cisto uma bolha de ar ou líquido envolta em uma fina membrana. A lesão é semelhante, portanto, a uma bolha de sabão: com capa fina, e neste caso com algo em seu interior. Um cisto pode ocorrer em diversas partes do corpo, incluindo a pele, rins, pâncreas, mamas, cordas vocais e vários outros.

De forma geral, a formação de um cisto é o reflexo da acumulação de líquido em um tecido. Normalmente, as lesões são benignas, e eliminadas pelo próprio corpo. Assim, não costuma ser necessário tratamento.

O mesmo pode, então, ocorrer no ovário. Na mulher afetada, uma pequena bolsa de líquido é formada dentro do ovário ou ao seu redor. A formação destas bolsas de líquido é mais recorrente no processo de ovulação, quando acontecem falhas na liberação do óvulo. Mudanças hormonais são outras causas da alteração.

Mulheres com idade entre 20 e 35 anos são as mais afetadas por esta condição. Entretanto, aquelas que já entraram na menopausa também podem sofrer com este tipo de lesão.

O transtorno pode ocorrer por diversas vezes durante a vida, e não trazer nenhum problema. Isso significa que o cisto ovariano, quando benigno, não oferece malefícios para o corpo. Entretanto, há situações em que ele pode trazer complicações. Isso depende, inclusive, do tipo de cisto formado.

Tipos de cistos no ovário

Os cistos ovarianos mais comuns são chamados funcionais. Isso porque eles ocorrem durante a idade fértil da mulher, e são reflexo do processo de liberação do óvulo mensalmente.

Há, primeiro, o cisto folicular. A cada ciclo menstrual, a mulher desenvolve em seu ovário folículos, espaços onde os óvulos se desenvolve. Na ovulação, um ou mais óvulos são liberados por estes folículos, localizados no ovário, e então ficam disponíveis para a fecundação no útero.

Existem situações, no entanto, em que o folículo não consegue se romper para a liberação da célula reprodutora. Neste caso, então, ele passa a acumular líquidos, cresce e forma o cisto folicular. Normalmente, esta “bolsa” atinge pelo menos 2,5 centímetros. O cisto costuma desaparecer sozinho após algumas semanas.

O segundo cisto ovariano mais comum é chamado de lúteo. Ele ocorre após o óvulo ser liberado pelo folículo. Desta vez, o folículo, após cumprir seu papel, volta a se fechar a acumular líquido em seu interior, por vezes com fios de sangue. Estes cistos em diâmetro maior que 3 centímetros.

Cistos mais graves

Os problemas começam, entretanto, quando são formados cistos hemorrágicos, endometriomas e o cistadenoma. Estes tipos de bolsas podem causar fortes sintomas, e requerem tratamento. Afinal, dificilmente desaparecem sozinhos.

O cisto hemorrágico, por exemplo, ocorre quando a parede do cisto sangra e leva o conteúdo para o interior da bolsa de líquido. A mulher afetada por esta condição geralmente percebe dor pélvica.

Já o endometrioma ovariano é um reflexo da endometriose. A endometriose é um distúrbio em que o tecido que reveste o útero cresce fora do órgão. A doença tem como consequências a diminuição da fertilidade da mulher, pois baixa a produção de óvulos e cria um ambiente de difícil crescimento de um feto.

O cisto endometrioma apresenta bolsa com conteúdo escuro e cheio de sangue. A dor desta situação é bastante intensa na região da barriga, e habitualmente ocorre durante o ato sexual ou o período menstrual da paciente.

Por último, o cistoadenoma se desenvolve a partir do tecido que envolve os ovários. Ele pode chegar a até 20 centímetros de diâmetro Apesar de benigno, não desaparece sozinho, e por isso deve ser retirado cirurgicamente.

Cisto no ovário versus Síndrome do Ovário Policístico

Não é incomum que as condições de cisto no ovário e síndrome do ovário policístico sejam confundidas. Afinal, os nomes e as bases dos problemas são bastante semelhantes. No entanto, os distúrbios merecem atenção e tratamentos diferentes.

Como já exposto, os cistos no ovário são bastante comuns, e na maioria das vezes não oferecem consequências à mulher. Seu desenvolvimento, em geral, é de uma ou duas unidades por período menstrual. Eles também costumam desaparecer sozinhos, a não ser quando estão associados a condições de sangramento.

Já na Síndrome do Ovário Policístico, existe a formação de um grande número de cistos de uma só vez. Outra distinção diz respeito ao processo de formação dos cistos. Na SOP, os folículos responsáveis por liberar os óvulos para de crescer quando atingem mais ou menos 7 centímetros. Com esta característica, eles não liberam as células reprodutoras da mulher, impossibilitando a gravidez.

Com a Síndrome, os ovários também aumentam de tamanho. Outras consequências são as alterações no ciclo menstrual, dores na região pélvica e até mesmo na pele. Neste último caso, a mudança diz respeito ao aumento da oleosidade da epiderme, pois a mulher com o distúrbio policístico sofre o aumento da testosterona no corpo. Este hormônio, por sua vez, potencializa a produção do sebo na pele.

Sintomas dos cistos no ovário

O cisto ovariano é algo bastante comum e na maioria das vezes benigno. Por isso, também na maioria das situações ele não provoca sintomas, e é eliminado naturalmente pelo corpo. Por outro lado, quando maligno e associado a outro problema no sistema reprodutor feminino, sinais acontecem. Habitualmente, os incômodos são resultados do crescimento do cisto, sua ruptura ou então da torção do cisto.

Um sintoma bastante comum nestes casos é a dor no abdômen ou região pélvica, ou seja, na região da barriga. Esta dor é semelhante, por exemplo, às cólicas menstruais, só que vem em ondas mais fortes. Também é possível perceber a sensação de aperto nestas regiões.

O ciclo de uma paciente afetada por cistos no ovário também pode ter seu ciclo menstrual modificado. Isso significa que, mesmo que por toda a vida os intervalos entre menstruações tenham sido de exatamente 28 dias, os sangramentos poderão vir em intervalos maiores ou bem menores que estes.

É igualmente comum que a mulher sinta dor ao evacuar, durante o ato sexual ou então na movimentação do abdômen, por mínima que ela seja. Outros sintomas são a sensibilidade nas mamas, dor aguda nas coxas ou costas e cansaço.

Náuseas e vômitos, menos corriqueiras, podem ainda ocorrer, assim como a dificuldade em engravidar. A incontinência urinária, ou a rarefação da vontade de ir ao banheiro podem da mesma forma acontecer.

Qualquer sintoma, quando associado a outro e prolongado ou recorrente, deve ser motivo para a visita ao ginecologista. Afinal, apesar de comum, o ovário policístico pode causar problemas maiores. Os sintomas podem indicar além disso outros distúrbios, como a endometriose.

Fatores de risco

Os fatores de risco para o cisto no ovário são bastante limitados. Afinal, o problema ocorre devido a alterações hormonais, e as mais diversas situações podem desencadear esta condição. Entre as afetadas pelo problema, entretanto, é possível perceber características comuns.

A primeira delas é o histórico familiar do distúrbio. Quando a mulher tem na família parentes de primeiro ou segundo grau que já sofreram com cistos, tem maior tendência a desenvolver o distúrbio. O antecedente familiar de câncer de mama, aliás, é outro aspecto considerado de risco. Neste caso, caso a paciente já tenha sofrido com este tipo de câncer, também é mais suscetível a cistos.

O uso de medicamentos para a impulsionar a ovulação também pode desencadear o problema. Isso porque, em geral, os remédios buscam estimular a função dos folículos, para que eles liberem os óvulos. O acréscimo hormonal ao organismo é o método na busca por esta potencialização.

Cisto e câncer

Um medo comum das mulheres que descobrem ter cisto no ovário é a possibilidade de desenvolvimento do câncer. Felizmente, no entanto, a alteração e o crescimento de tumores no ovário não têm relação.

Desta forma, o cisto no ovário não é a causa de um câncer na região. Entretanto, a bolsa de líquido pode ser indicativa de um câncer. Não é preciso confusão: o que ocorre é que um tumor pode ser bastante semelhante a um cisto, quando analisado por ultrassom. Por isso, sempre que as dimensões do “saco” de líquido são maiores que 10 centímetros, o ginecologista indica uma análise mais profunda da alteração.

O mesmo ocorre quando o cisto apresenta áreas sólidas e líquidas em seu interior – o que diferente, pois normalmente só há líquido na bolsa. Apenas 1% dos cistos no ovário são indicativos de um câncer.

São quatro os sintomas que indicam a necessidade de investigação do cisto. O inchaço do abdômen, dor pélvica, dificuldade para comer e alterações urinárias frequentes são sinais de que o problema pode ser algo mais grave como um câncer.

Complicações possíveis

Os sintomas dos cistos no ovário geralmente só ocorrem quando o distúrbio vem acompanhado de doenças como a endometriose ou uma complicação. Duas complicações possíveis são as mais preocupantes: a torsão do ovário e a rotação do cisto.

Na torção do ovário, o problema ocorre quando o cisto tem pelo menos 4 centímetros de diâmetro. Com esta característica, a bolsa pode fazer com que o ovário “mude” de posição, tornam-se mais afastada do abdômen.

Este movimento pode levar, então, à rotação do parcial ou completa do ovário. Normalmente, a trompa de falópio faz o mesmo movimento. Esta alteração restringe a circulação sanguínea da região, e quase interrompe o fornecimento de sangue na área. Quando não há sangue circulando, o tecido morre, o que é chamado de necrose.

Este efeito pode causar graves consequências à fertilidade feminina. Por vezes, já foram percebidos também lesões no sistema urinário e coágulos nas veias ovarianas. Estes coágulos trazem perigo extra ao organismo, pois seu surgimento pode levar ao aparecimento de semelhantes no pulmão. Neste último caso, o transtorno é chamado embolia pulmonar, e causa o bloqueio de uma ou mais artérias do pulmão, prejudicando seu funcionamento e a respiração do indivíduo.

Quando o cisto no ovário rotua, quer dizer que ele se rompe. Em situações assim, o líquido que ficava em seu interior é liberado para fora do ovário, podendo atingir outros órgãos. Normalmente, a região afetada á o estômago, provocando problemas hemorrágicos ou sepse. Sepse é uma série de reflexos do corpo a uma infecção, reflexos estes graves e que levam a inflamação para outras áreas do organismo. A dor é bastante intensa neste evento.

Diagnóstico da doença

É preciso buscar a ajuda de um médico quando a paciente apresenta vários desses sintomas, de forma recorrente ou por um tempo maior que duas semanas. A consulta ao especialista é fundamental porque os sinais do distúrbio são muito semelhantes aos de outras doenças.

Na consulta, o profissional primeiro vai buscar entender quais os sintomas e condições do problema da mulher. Para isso, ele fará perguntas como: onde você tem sentido dor? Ela vem acompanhada de náuseas ou vômitos? Como anda a regularidade de seu período menstrual? Você percebeu algum sangramento “extra” durante o mês, nos dias em que não estava menstruada? Quando os sintomas começaram? Há algo que melhore ou dificulte os sinais?

Para determinar o tamanho e tipo de cisto, é comum ainda que o médico solicite um exame de gravidez. Caso o teste dê positivo, significará que o cisto em questão é lúteo, uma vez que o folículo terá liberado o óvulo que foi fecundado.

Já o ultrassom da região pélvica oferece imagens internas do corpo. Como ocorre no acompanhamento do desenvolvimento do feto, o profissional consegue perceber ao tamanho do cisto, sua localização e seu tipo de composição (se a bolsa é puramente líquida, se possui sólidos e outros).

Finalmente, na laparoscopia, o médico se utiliza de um endoscópio, ou seja, um tubo com uma pequena câmera na ponta. Este método garante a melhor análise da parte interna do sistema reprodutor feminino.

São ainda realizados exames de apalpação do abdômen, toque vaginal e os básicos de laboratório, como de sangue e de urina.

Tratamento do problema

Na maior parte das ocasiões, o cisto no ovário desaparece naturalmente, não sendo necessária nenhuma terapia. Entretanto, outras situações, mais graves e com sintomas incisivos, requerem a intervenção médica.

Uma das alternativas para evitar o progresso da formação de cistos é o uso de anticoncepcionais. O medicamento é indicado pelo especialista de acordo com a paciente e seu histórico fértil.

A outra opção de tratamento para cisto ovariano é a cirurgia. Este método é, entretanto, bastante ponderado antes de realizado. Isso porque, em muitos casos, o procedimento cirúrgico demanda a retirada do ovário afetado pelo cisto, assim como a trompa. Nestes casos, costuma haver infertilidade da mulher, mesmo que algumas ainda consigam engravidar depois.

Desta forma, a cirurgia leva em conta a idade da mulher. Caso ainda esteja no auge de seu período fértil, com a possibilidade de gravidez no futuro, o procedimento é realizado apenas em casos graves. Para mulheres pós-menopausa, a cirurgia pode ser a primeira opção.

De qualquer forma, caso uma mulher jovem precise passar pelo procedimento, é possível que o médico indique a conservação de óvulos in vitro, para uma gravidez assistida em laboratório.

Os tipos de operação incluem, por exemplo, a videolaparoscopia. Com esta escolha, o especialista realiza cirurgia por meio da introdução de uma pequena câmera no corpo feminino, ampliando as imagens e realizando por pequenas incisões. A operação é semelhante à cirurgia menos invasiva da apendicite.

Na laparotomia, o corte realizado na barriga é maior, e permite que o cirurgião tenha melhor visão do ovário. Esta alternativa é mais comum no caso de cistos grandes.

Tratamentos caseiros

O tratamento de cistos ovarianos pode ainda ser potencializado por métodos caseiros. Principalmente no caso dos pequenos cistos que sumirão naturalmente. A alimentação saudável, tão importante para o funcionamento correto do organismo, deve ser adotada tanto como tratamento, quanto como prevenção. O melhor é prezar o consumo de frutas, verduras e salmão, alimentos anti-inflamatórios. Fundamental ainda evitar alimentos com colesterol alto.

Outra alternativa utilizada para tratamento e prevenção é a redução do estresse. Como abordado anteriormente, a formação de cistos no ovário tem relação direta com alterações hormonais. E o estresse é um dos fatores que provoca este tipo de mudança.

Por isso, cuidado com a sobrecarga no trabalho, cuide bem das suas relações pessoais e pratique exercícios relaxantes, como a Yoga e o Pilates. Aliás, a prática contínua de exercícios físicos, mesmo que sejam outros os esportes, é também essencial à manutenção da boa saúde.

É preciso ainda equilibrar os níveis de progesterona e estrogênio no corpo. Em geral, a alteração hormonal aumenta a quantidade de estrógeno no organismo. Para isso, é possível utilizar remédios – apenas se receitados pelo médico – e opções naturais.

Entre as opções naturais estão a raiz de Maca, que promove a fertilidade e auxilia na produção da progesterona. Já o inhame promove um ciclo menstrual saudável, assim como a Erva-de-são-cristóvão. A Erva também alivia a dor provocada ocasionalmente pelos cistos.

Para igual alívio da dor, é interessante utilizar compressas de água quente. Beber infusões de camomila, hortelã e framboesa, que são produtos relaxantes, também é interessante.

De qualquer forma, o uso de tratamentos caseiros não elimina a necessidade de consulta ao médico. Apenas o especialista poderá indicar o melhor meio de cura do distúrbio, e verificar sua real causa. No entanto, quando associadas, as terapias médicas e caseiras podem melhorar o tempo de melhora.

Quem tem cisto no ovário pode engravidar?

A dúvida deste subtítulo é bastante comum entre as mulheres. Afinal, sempre que há problema no sistema reprodutor da mulher, a insegurança quanto à fertilidade surge. No entanto, o surgimento de cisto no ovário não provoca infertilidade.

A presença de um cisto ovariano pode apenas dificultar a gravidez. Isso uma vez que há alterações hormonais no corpo da mulher, estas mudanças sim as responsáveis pela dificuldade de gestação.

Os cistos tornam-se um problema maior para a infertilidade nos casos de Síndrome do Ovário policístico. Afinal, neste caso há vários cistos presentes no ovário, o que dificulta a ovulação. Com óvulos “menos disponíveis”, a paciente encontra mais obstáculos. As alterações hormonais nestas ocorrências ainda aumentam o risco de abortos espontâneos. O tratamento da SOP é realizado por meio do controle dos hormônios e estimulação da ovulação. O mesmo ocorre em casos de endometriose.

Se já durante a gravidez houver a ocorrência de um cisto, o cuidado com a gestante deve ser ainda maior. Isso dado que há riscos do aborto. Com o pré-natal correto, porém, o desenvolvimento do feto ocorrerá de forma tranquila.

A cirurgia de retirada dos cistos, por vezes, ainda requer a retirada total do ovário. Nestes casos, a probabilidade de infertilidade é maior. Apesar disso, o médico pode indicar a recolha de óvulos para uma gravidez assistida no futuro.

Cisto no ovário engorda?

Não há nenhuma relação entre a presença de cistos no ovário e o ganho de peso. O que ocorre, principalmente nos casos de Ovários Policísticos, é o inchaço do abdômen, graças à alteração hormonal. O efeito é semelhante ao que acontece no período pré-menstrual, quando a mulher se acha “inchada”.

Prevenção do cisto de ovário

Não há formas realmente eficazes de prevenir o cisto no ovário. Afinal, a formação das bolsas é comum, e em geral não causa mal à mulher. No entanto, manter hábitos saudáveis no dia a dia pode evitar a intensificação da formação e gravidade do distúrbio. Assim, o ideal é que você mantenha uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos regulares.

Também é importante manter a regularidade de visita ao ginecologista. Com exames periódicos, o médico poderá analisar a saúde completa do corpo feminino, e acompanhar o desenvolvimento de cistos.

Se um cisto for percebido, o especialista conseguirá ainda acompanhar seu desenvolvimento, ou seja, verificar se ele cresceu ou sumiu naturalmente, como normalmente ocorre. Caso ele permaneça no ovário por mais tempo que o previsto, será mais fácil verificar a gravidade do problema e sua real causa. Assim, o tratamento poderá ser realizado o quanto antes, melhorando o tempo de cura.

Em indivíduos em que os cistos acontecem com frequência, o médico pode ainda indicar o uso de hormônios, como por meio de pílulas anticoncepcionais. Os medicamentos habitualmente têm o efeito de estabilização dos hormônios. Assim, eles podem prevenir o crescimento de folículos que dão origem ao cisto.

       

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