Caxumba: sintomas, transmissão e prevenção

Transmitida de um indivíduo a outro, problema causa dor e inchaços.

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Quando chegam as estações mais frias, como o outono ou o inverno, é mais comum a aglomeração de pessoas. Afinal, todos buscam um local mais aconchegante para manter a temperatura do corpo. Este aconchego, porém, também torna mais comum a incidência de incidências virais, como a gripe e a caxumba.

O que é a caxumba?

A saliva é um fluído muito importante para o organismo do indivíduo. Além de proteger a boca contra bactérias e umedece-la, o componente facilita a mastigação e deglutição dos alimentos. Aos mesmo tempo, a saliva auxilia na digestão da comida, pois contém enzimas para tal.

Para a produção deste fluído, o corpo humano conta com três tipos de glândulas, chamadas glândulas parótidas, submaxilares e sublinguais. Estas estruturas localizam-se próximas às orelhas, na lateral do rosto. A glândula parótida é a maior entre as três responsáveis pela saliva e, quando atingida pelo vírus Paramyxovirus, sofre com a caxumba.

O resultado desta condição é o inchaço da parótida, o que provoca o inchaço visual da lateral do rosto. A mesma área ainda torna-se dolorosa.

As glândulas submandibulares ou sublinguais também podem ser afetadas, em alguns casos, e tornam-se também inchadas.

Caxumba pega?

Se você conhece alguém se já sofreu com a caxumba, provavelmente também ouviu falar que não deveria manter contato enquanto ela estivesse doente. Afinal, “caxumba pega!”.

O conhecimento popular está mais que correto: a caxumba é transmitida pelo contato direto com a saliva de um infectado. Conhecida também como papeira ou parotidite, a enfermidade se assemelha à gripe na propagação: se mantém contato com um doente, o indivíduo provavelmente será infectado.

O contato, no entanto, não precisa ser “ao vivo”. É comum, por exemplo, que as pessoas espirrem também a boca com a mão. No ônibus, o indivíduo que realiza este ato pode tocar um dos bancos e, caso toque o mesmo objeto, o indivíduo fica sujeito ao contato com os vírus do primeiro sujeito. Assim, a contaminação também é possível

Conversar de forma muito próxima com um enfermo, beijá-lo ou compartilhar utensílios domésticos, como copos, também são fatores de riscos. Assim como o contato com saliva de espirros, fala ou tosse.

O vírus da papeira é altamente contagioso, e antes mesmo de apresentar sintomas (cinco dias antes), o sujeito contaminado pode transmitir a doença. O período de maior risco desta transmissão está compreendido entre dois dias antes e dois dias depois do surgimento dos sinais do problema.

Um indivíduo contaminado pelo Paramyxovirus pode demorar até 25 dias para apresentar qualquer sinal. O tempo é relativo ao período de incubação da doença.

Uma doença “infantil”

A caxumba é uma clássica “doença de crianças”. Assim como a catapora, por exemplo, a enfermidade acontece mais frequentemente em bebês e jovens até a pré-adolescência. Neste grupo, os sintomas são mais brandos.

Quando ocorre em adultos, entretanto, a infecção viral tende a ser mais nociva. Os sinais tornam-se mais fortes e podem gerar complicações. Segundo especialistas, esta característica ocorre porque na idade adulta o indivíduo apresenta um sistema imunológico mais maduro, o que leva o corpo a oferecer uma resposta mais potente ao vírus, combatendo-o. Assim, ao invés da melhora gradual, o organismo busca derrotar o infectante rapidamente, levando a sintomas mais fortes.

A boa notícia é que, uma vez contaminado, o sujeito torna-se imune à doença. No entanto, se a papeira afetar apenas a glândula parótida, as submaxilares e sublinguais podem acabar sendo afetadas em outras ocasiões pela mesma doença. Os casos destas ocorrências, entretanto, são pouco comuns.

Sintomas da doença

O aparecimento dos sintomas da caxumba tem dois estágios clássicos. No primeiro, cerca de três dias antes do surgimento dos sinais da própria doença, o indivíduo costuma perceber indícios comuns a doenças virais como a gripe. Neste caso, há dor de cabeça, perda do apetite, cansaço, dor muscular, mal estar e febre baixa.

Em seguida, vem os sintomas da parotidite propriamente dita. Além da febre e dor de cabeças já percebidas após o período de incubação, o paciente afetado percebe febre mais alta, calafrios, dor e incômodo ao mastigar e engolir, e fraqueza do corpo. Logo, então, surge a característica principal da enfermidade: o inchaço do rosto, resultado do aumento das glândulas salivares.

Este inchaço apresenta consistência gelatinosa ao toque, e costuma atingir seu tamanho máximo no sétimo dia a partir do início dos sintomas. Depois, ele diminui gradualmente.

Apesar de comum parotidite, entretanto, inchaços do tipo também podem ser sinais de vírus como o citomegalovírus (do herpes), vírus parainfluenza 1 e 3 e influenza A (da gripe) e HIV (da Aids). Reações a medicamentos e distúrbios no metabolismo podem igualmente causar a deformação. Por isso, a visita ao médico é fundamental.

Há casos em que o indivíduo não apresenta sintomas, ou sofrem de forma mais branda. Por isso, a persistência de fatores como a dor de cabeça ou mais estar merece atenção medida, pois pode indicar caxumba ou outro problema.

Para crianças mais novas, menores de cinco anos de idade, é preciso cuidado ainda maior. Neste público, a caxumba pode se manifestar também por meio de sintomas nas vias respiratórias (dificuldade em respirar) e também pela dificuldade em ouvir. A criança também pode se apresentar mais irritadiça que comum, perder o apetite e chorar de forma mais frequente.

Possíveis complicações

Quando não acompanhado por um médico, o quadro de parotidite pode evoluir a outros problemas. As complicações podem ocorrer em diversas regiões do corpo, não se limitando às glândulas salivares ou a área do rosto, o que torna o problema pouco mais preocupante.

As complicações da caxumba envolvem a inflamação e inchaço de outras áreas do corpo. No caso da meningite, por exemplo, o vírus se espalha pela corrente sanguínea do infectado e atinge o sistema nervosa central. Quando ocorre, a meningite é chama asséptica, pois ocorre devido à inflamação das camadas que revestem o cérebro. O Distúrbio não deixa sequelas, mas pode causar muita dor na cabeça.

Em casos mais graves, problemas cardíacos podem se desenvolver, tal qual a pancreatite. A inflamação no pâncreas é possível porque a estrutura é uma glândula, como a salivar, só localizada atrás do estômago. A região é responsável pela digestão de gorduras e carboidratos.

Por sua vez, a neurite óptica causa a inflamação do nervo óptico, estrutura responsável por levar a informação visual ao cérebro e “transformá-la” numa imagem possível de ser percebida. O problema pode causar perda temporária de visão, e a caxumba é um fator de risco para sua ocorrência.

Em situações mais preocupantes, o paciente também fica suscetível à surdez. A papeira, há algumas décadas, era causa comum da perda da audição.

De forma geral, é preciso atenção quando a pessoa apresenta sintomas específicos, principalmente após o diagnóstico já realizado de caxumba. São eles a dor e inchaço nos testículos, nos homens, ou dor na região uterina, na mulher; náuseas, vômitos, rigidez na coluna e dor de cabeça forte.

Caxumba nos testículos

Após a puberdade, o homem atingido pela papeira pode acabar sendo acometido por uma complicação preocupante. Chamada orquite, a condição afeta entre 20% e 30% dos infectados pelo Paramyxovirus.

Quando a caxumba atinge os testículos, é comum ouvir que a doença “desceu”. Neste cenário, o homem sente desconforto, inchaço, dor e sensação de calor nos órgãos masculinos. Também é possível ocorrer febre alta

O intervalo de “evolução” entre a caxumba e a orquite é de mais ou menos dez dias. A eventualidade da papeira na região genital é possível devido às semelhanças fisiológicas da área com a glândula salivar. A inflamação, então, destrói o epitélio responsável pela produção de espermatozóides, o que acaba por prejudicar a fertilidade do homem.

Os problemas podem acontecer ainda devido à atrofia dos testículos. De forma geral, a produção dos espermatozóides se torna menor, ou as células reprodutoras desenvolvem-se com “qualidade menor”

Apesar das alterações na fertilidade serem comuns, no entanto, a esterilidade completa é rara. De toda forma, é importante que aquele já cometido pela caxumba acompanhe as consequências para sua infertilidade. Isso ao longo dos anos seguintes à cura.

Caso o homem apresente dificuldade para engravidar a parceira, a visita ao médico torna-se ainda mais importante. Neste caso, são realizados exames como o espermograma, que analisará a quantidade e qualidade dos espermatozóides produzidos.

Caxumba e infertilidade feminina

Assim como acontece nos homens, as mulheres podem sofrer com a “descida” da parotidite . Desta vez, porém, as complicações atingem os ovários, responsáveis pela produção dos óvulos, célula reprodutora feminina.

Chamada ooforite, ou ovarite, a complicação no corpo femeal é um pouco mais rara que a orquite masculina. Apenas 7% das mulheres em idade pós puberdade sofrem do problema como reflexo da doença.

Os sintomas da inflamação nos ovários incluem dor abdominal e sangramentos vaginais fora do período menstrual. Febre alta, enjoo, vômito, dor ao urinar e corrimento em excesso são outros sinais comuns.

Os sintomas, entretanto, são muito semelhantes a casos de endometriose ou inflamação das trompas. Por isso, a consulta ao ginecologista é fundamental, pois somente este especialista poderá fazer o diagnóstico correto e indicar o tratamento mais adequado ao problema da mulher. No caso da ooforite, a terapia é realizada por meio de analgésicos e anti-inflamatórios.

Diagnóstico do distúrbio

De início, a caxumba tem sintomas bastante semelhantes a uma gripe. Quando, porém, estes sinais se agravam, e o característico inchaço da face aparece, é hora de visitar um médico. Isso porque, além de poder indicar os passos para a cura, o especialista poderá avaliar se há complicações da doença instalada no paciente.

No consultório, o diagnóstico costuma ser realizado pelo exame clínico. Antes disso, porém, o médico irá utilizar-se da conversa com o paciente – ou com os pais ou responsáveis por ele, nos casos das crianças. Neste bate-papo, surgirão questões referentes aos sintomas e outras percepções.

Quais os sinais percebidos até o momento da consulta? Houve febre ou dor? O paciente foi exposto recentemente a alguém infectado pelo vírus? Quais os locais ele frequenta diariamente? O indivíduo sofre de algum outro problema de saúde? Á algum medicamento ou suplemento sendo utilizado? Quando os sintomas começaram? Há dores ou incômodos em outras partes do corpo, como no abdômen ou testículos? O indivíduo está imunizado contra a caxumba?

Em seguida, há a análise dos sinais visíveis, como o inchaço. O especialista pode, por último, requisitar a realização do exame de sangue. O teste ajuda a perceber a presença de anticorpos, produzido pelo corpo para o combate do vírus da papeira.

Antes do diagnóstico preciso, é importante evitar o uso medicamentos, pois eles poderão mascarar os sintomas. Em crianças e adolescentes, a administração da aspirina sem supervisão pode aumentar o risco de ocorrência da Síndrome de Reye. O distúrbio causa inchaço no cérebro, confusão mental e deterioração do fígado.

A doença na gravidez

A ocorrência da caxumba na gravidez é uma situação perigosa. Isso porque, além de debilitar a futura mamãe, a doença pode levar ao aborto espontâneo nos primeiros três meses de gestação.

Apesar deste perigo, no entanto, o feto que consegue manter-se após este período não sofre com malformações causadas pela doença.

Mulheres que nunca sofreram caxumba ou não se vacinaram ficam suscetíveis à papeira, uma vez que a imunidade do corpo costuma ser mais baixa neste período. A imunização pela vacina durante a gestação não é indicada, pois pode afetar o bebê.

Por isso, antes da gravidez é essencial consultar um ginecologista e verificar também a completude da carteira de vacinação. Tomando o componente antes desta data, mãe e feto adquirem proteção contra o vírus da caxumba.

Tratamento da doença

Tal como diversas infecções causadas por vírus, como uma “simples” gripe, a caxumba é tratada pelo próprio corpo. Ao longo dos dias, o organismo produz anticorpos, combate o agente e recupera suas forças. Desta forma, as medidas de tratamento para a doença referem-se apenas ao método paliativo, de abrandar os sintomas.

O tempo de recuperação, habitualmente, é de duas semanas. Neste período, o repouso é o principal meio para tratamento, além do isolamento do paciente infectado. Impedir que o indivíduo tenha contato com outros sujeitos, principalmente o que nunca sofreu com a parotidite, é importante para evitar a transmissão do vírus. A “quarentena” deve durar pelo menos nove dias a partir da manifestação dos primeiros sintomas da enfermidade.

Em caso de dor, é possível utilizar analgésicos indicados pelo médico. Compressas de água fria podem também auxiliar no combate a dor, assim como diminuir a febre característica da inflamação.

“Proteger” o inchaço causado pela doença é igualmente essencial. Com textura gelatinosa, a região pode provocar dor maior caso sofra impactos, mesmo que eles sejam mínimos. Por isso, caso você esteja sofrendo do problema, evite deitar o lado afetado do rosto no travesseiro. Enrolar um pano frio, ou mesmo com gelo, em volta da cabeça também pode ser boa pedida. Manter a região resfriada poderá aliviar a dor.

Em alguns casos de dor pelo corpo, a compressa quente pode ser mais eficiente. Por isso, faça teste com as duas alternativas, e verifique qual tem melhor efeito ao seu corpo.

Cura é caseira

Na hora de comer, é interessante fugir de alimentos que exijam muita mastigação. O impacto de movimento do maxilar costuma agravar a sensação de incômodo. Por isso, o paciente que sofre de caxumba deve preferir o consumo de alimentos macios, como purê de batatas, e sopas. Caso esteja infectado pelo vírus, é fundamental ainda manter-se hidratado.

Ao mesmo tempo, alimentos que estimulem a produção de saliva, como frutas e sucos ácidos, devem ser evitados. Afinal, a inflamação pela papeira ocorre justamente nas glândulas salivares, e estimulá-las não trará bons efeitos no momento.

Um remédio caseiro eficaz que pode ser igualmente realizado é o gargarejo com água morna e sal. O método alivia o inchaço e a dor, pois ajuda a diminuir a inflamação das glândulas.

Caso haja complicações nos testículos, o médico também pode indicar o uso de um suspensório escrotal. Semelhante a um protetor genital – como eram comuns, por exemplo, na prática do Ultimate Fighting Championship (UFC), a peça diminui o movimento do órgão, e assim reduz impactos na região e dor.

Vacinação: a melhor arma para prevenção

A melhor e principal maneira de realizar a prevenção contra a caxumba é a vacinação. Para isto, estão disponíveis as vacinas tríplice viral (que protege contra a caxumba, rubéola e sarampo) e a tetraviral (responsável também pela imunização das três doenças mais a catapora).

A vacinação contra as doenças está disponível no serviço público de saúde brasileiro. As vacinas entraram para o calendário de imunização da população em 1996, e desde então os casos das infecções diminuíram drasticamente no país. Entretanto, ainda podem ocorrer épocas de surto da doença, o que torna manter o cartão de vacinas em dia um ato fundamental a todos.

Uma vacina funciona com o princípio básico de estimular o organismo a produzir anticorpos sem que ele precise ficar doente. Afinal, as células “brancas” são as responsáveis a combater os corpos estranhos que o corpo recebe ao longo da vida.

Assim, o organismo recebe a vacina e produz combatentes contra o vírus da caxumba. Esta produção fica na “memória” do corpo, e quando há um verdadeiro ataque pelo causador da doença, o corpo reativa a produção das células, contra um vírus que já conhece, e assim impede que o indivíduo fique doente.

A imunização do indivíduo recomendada logo na infância. A primeira fase desta proteção deve ser realizada por meio da tríplice viral, com uma dose aplicada aos 12 meses de vida do bebê. Em seguida, aos quinze meses, o paciente deve então receber uma dose da tetra viral, que irá completar a imunização contra os vírus.

Caso a aplicação das doses não tenha ocorrido neste período, o indivíduo deve procurar o serviço de saúde. Até os 19 anos de idade, ainda serão ministradas duas doses. Já para sujeitos entre 20 e 49 anos, a aplicação é realizada em apenas uma dose de tetraviral.

De que é feita a vacina?

Quando há situação de perda do cartão de vacinação ou falha no registro da vacinação, é importante realizar nova vacinação. Se não tem certeza de sua proteção, a pessoa pode realmente não ter sido imunizada, o que a deixa vulnerável ao vírus. Em caso de boa saúde, é possível até mesmo refazer todo o cartão de uma só vez, atualizando as vacinas necessárias. Na dúvida, é indispensável consultar um profissional da Saúde.

A aplicação da tríplice e tetraviral é realizada de forma subcutânea, ou seja, pela inserção de uma agulha no braço. Após a imunização, apesar de raras, pode haver reações adversas do corpo. Geralmente elas incluem ardência, vermelhidão, formação de um nódulo e dor na região picada.

As vacinas contra a caxumba têm em sua composição versões “enfraquecidas” dos vírus da papeira, rubéola, sarampo e catapora (esta última, apenas na tetra). Somado a isto, há componentes como aminoácidos, sorbitol, gelatina e traços de proteína do ovo da galinha.

Os componentes são então armazenados em ampolas únicas, das quais é retirado o líquido para cada aplicação da imunização. A proteção contra os agentes causadores das doenças torna-se eficaz cerca de duas semanas após o uso da vacina.

A utilização dos componentes é contraindicada para gestantes, pessoas com imunidade baixa devido ao uso de medicação e aqueles que já tiveram experiências de reações adversas com aplicação de vacinas semelhantes. Apesar de conter a proteína do ovo, alérgicos não precisam evitar a vacina, pois a porção do componente é muito pequena. Após a vacinação, é importante também que a mulher em período fértil aguarde ao menos um mês para engravidar.

Outras formas de prevenção

Assim que vacinado, o usuário torna-se resistente ao vírus da caxumba. Caso ele também já tenha sofrido com a doença, dificilmente será afetado novamente pelo mal. No entanto, em 4% das pessoas, a imunização por estas duas vias pode não ser suficiente. Por isso, são necessários outros cuidados.

Assim, caso perceba situações de caxumba em casa, no trabalho ou qualquer outro lugar que freqüente, o indivíduo precisa logo verificar seu cartão de vacina. Na circunstância de não ter sido imunizado contra a doença anteriormente, ele pode se dirigir ao posto de saúde e solicitar uma vacinação de bloqueio. A alternativa é realizada com o objetivo de imunizar rapidamente quem teve contato com pessoas doentes.

É preciso também desinfetar objetos contaminados pelo vírus, principalmente em casa. Secreções do nariz e boca são as formas de transmissão, então copos, objetos que possam ter sido “cuspidos” e outros devem ser lavados com água e sabão e limpos com álcool e/ou cloro.

Por último, é fundamental evitar aglomerações e espaços fechados, principalmente nas épocas mais frias do ano, em que o vírus tem facilidade em se espalhar. Mantenha ainda boas condições de higiene, e evite utilizar utensílios compartilhados.

Com todo este conhecimento e prevenção, a caxumba deve passar bem longe do seu organismo!

       

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