Saiba o que é e como Tratar a Candidíase vaginal

Terapia da doença passa principalmente pela mudança de hábitos de higiene e alimentação.

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Cerca de 80% das mulheres no mundo sofrerão de candidíase vaginal ao menos uma vez na vida. A doença é bastante comum pois o corpo feminino já conta com seu fungo causador. Apesar de parecer estranho, esta característica é mais normal do que você imagina.

Bactérias e fungos estão presentes no corpo de todo indivíduo, numa quantidade que auxiliam no funcionamento do organismo. O problema ocorre quando o nível destes seres ultrapassa o recomendado. Eles se proliferam e podem, então, trazer mal-estar e distúrbios diversos. Descubra logo mais o fungo e os agentes desencadeadores da candidíase vaginal!

O que é candidíase vaginal?

A candidíase vaginal é uma doença causada pelo fungo Candida Albicans. O Candida é um microrganismo que vive na flora vaginal de qualquer mulher, seja ela uma criança ou adulta. Este fungo vive em equilíbrio no organismo feminino, em pequenas quantidades. No entanto, há situações em que o germe passa a se reproduzir mais do que deveria, e assim se propaga e leva à cândida.

Também conhecida como Monoliase Vaginal, a cândida é desencadeada por fatores como a relação sexual. Principalmente no início da vida sexual da paciente, o pH da vagina da mulher sofre grande “impacto”, e tem seus princípios modificados.

O pH vaginal é um mecanismo natural de defesa do corpo. A camada protetora fica localizada na região íntima externa, e bastante ácida previne infecções, irritações e odores. Com o ato sexual e as condições propícias ao fungo, como a área quente e úmida da vagina, o Candida consegue se proliferar de forma indiscriminada.

Outra causa comum do problema é a morte das bactérias também presentes na vagina. As bactérias são outros germes que auxiliam na manutenção do pH vaginal, e caso diminuam drasticamente facilitam a multiplicação da Candida. Quando se prolifera, então, os fungos criam o desequilíbrio do pH vaginal, e dão origem à candidíase vaginal.

Além da irritação da área íntima, o problema causa um corrimento esbranquiçado e espesso. Por isso, a mulher deve sempre observar a secreção liberada por seu corpo. O corrimento de aspecto transparente e quase sem odor é comum, pois protege o canal vaginal. Modificações nesta secreção podem ser indicativas da candidíase ou outras doenças, e são motivo suficiente para uma visita ao ginecologista.

Fatores de risco

De forma geral, os fatores de risco para o desenvolvimento vaginal dizem respeito a condições que modificam o pH da região íntima. Fatores que diminuem o sistema imunológico fazem o mesmo. Isso significa que as situações que promovem a proliferação dos fungos são as responsáveis pelo desencadeamento do problema.

O primeiro aspecto a ser observado é o uso de antibióticos. Estes medicamentos são os responsáveis pela eliminação de bactérias em casos de infecções, por exemplo. No entanto, a automedicação com o composto, ou o uso prolongado da droga pode afetar a flora vaginal. Afinal, na vagina existem algumas “bactérias boas”, que auxiliam o organismo no combate a fungos e outros germes nocivos.

Se o uso indistinto do antibiótico acontece, o remédio poderá matar mais do que as bactérias causadoras de uma infecção – poderá eliminar as que auxiliam o corpo. Assim, a flora vaginal fica suscetível à proliferação de fungos, inclusive geradores da candidíase vaginal.

O aumento dos níveis de estrogênio é outro agente facilitador da cândida. Por isso, mulheres grávidas costumam conviver com o problema durante a gestação. Da mesma forma, aquelas que fazem terapia hormonal, utilizam anticoncepcional ou pílulas de estrógeno são mais suscetíveis à doença.

Um ato bastante comum principalmente no verão também traz perigo: o uso do biquíni molhado. Quando a região vaginal recebe umidade em excesso, como ocorre nessas situações, o fungo encontra um ambiente propício à reprodução. Assim, ele pode levar à candidíase.

Quando a mulher também permanece muito tempo na piscina, ou ainda não seca a área íntima antes de vestir a roupa, as condições perigosas são semelhantes. O mesmo para o uso de roupas, principalmente calças muito apertadas. Peças do tipo promovem o aquecimento da região íntima, criando iguais circunstâncias aos germes.

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Alimentação e outras causas

Outro fator de risco comum, e provavelmente imaginado, é a má alimentação. Principalmente quando o indivíduo faz grande consumo de doces e carboidratos. Isso ocorre porque os carboidratos promovem a alteração do pH vaginal, tornando-o mais ácido e mais propício ao crescimento do Candida.

Por sua vez, a glicose serve como alimento para os fungos, e assim dá energia aos microrganismos. Com o excesso de glicose no sangue, os germes consomem o nutriente e se multiplicam com maior facilidade. Por este motivo, mulheres com diabetes costumam ter mais crises de candidíase vaginal.

Elementos que afetam o sistema imunológico são igualmente perigosos. Assim sendo, o estresse do dia a dia, alimentação pouco saudável, sedentarismo, uso de drogas e maus hábitos de sono são situações que ajudam o Candida a se proliferar.

Por último, os maus hábitos de higiene são causas comuns do aparecimento da infecção. Especialmente durante o período menstrual da mulher, em que é preciso manter a utilização de absorventes higiênicos.

Neste caso, especialistas indicam grande atenção à troca contínua do produto. Afinal, o uso do absorvente propicia um ambiente abafado na área íntima, condição ideal para o crescimento de fungos e bactérias. O coletor menstrual se mostra uma ótima alternativa deste caso, pois não causa tanto abafamento quanto o absorvente.

Cuidados semelhantes devem ser tomados no uso do protetor diário, que promovem o aquecimento da área vaginal por todos os dias e tempo prolongado.

Existe transmissão sexual?

Apesar do que muitos acreditam, a candidíase vaginal não é considerada uma DST. Isso porque, mesmo que seu desenvolvimento seja possível após relações sexuais, seu princípio de surgimento já está presente no corpo.

O que pode ocorrer é o “compartilhamento” do Candida Albicans entre parceiros. Deste modo, quando o sexo é realizado sem preservativo, a mulher ou o homem – que também tem em seu organismo o fungo – podem transmitir certa quantidade do fungo ao outro.

Após a relação, o corpo então realizará o mesmo princípio de combate ao fungo, tentando controlar sua proliferação. Caso isso não seja possível devido aos fatores de risco já citados, a mulher poderá desenvolve a candidíase vaginal.

A candidíase também pode ocorrer no homem, mas com outros sintomas e “princípios”. É importante destacar ainda que também existe risco de que a cândida afeta boca e ânus. Por

Sintomas da doença

A cândida vaginal traz inúmeros incômodos à mulher. Muitas vezes, além de afetar o dia a dia, os sinais acabam atrapalhando o desempenho sexual da paciente, pois é comum haver dor durante o ato sexual.

O principal sintoma da doença, no entanto, diz respeito ao corrimento vaginal. O corrimento é algo normal para a mulher, pois a partir dessa secreção a área íntima permanece protegida no dia a dia. Porém, quando há contaminação pelo fungo Candida, o corrimento passa a ser percebido de forma esbranquiçada ou amarelada. A secreção é semelhante à nata de leitem, e pode apresentar odor ou não.

Outro sinal nos casos de candidíase vaginal é a vermelhidão da região íntima, assim como a coceira, sensação de secura vaginal e irritação da vulva. É habitual também que a mulher afetada tenha vontade frequente de urinar, e sinta queimação ao fazê-lo.

A percepção destes indicativos é fácil, e deve ser realizado diariamente pela própria mulher. Caso perceba a associação de pelo menos dois sinais, é importante procurar auxílio médico. Desta forma, a candidíase vaginal poderá ser logo eliminada.

Candidíase vaginal recorrente

Para a maioria das mulheres, a candidíase é algo percebido apenas algumas vezes durante toda a vida. Para outras, contudo, a doença é recorrente, e ocorre por mais de quatro vezes ao ano. As pacientes afetadas, neste caso, correspondem a apenas 5% da população, e sofrem com os sintomas por várias vezes.

Pesquisas sugerem que estas pacientes têm predisposição genética à repetição do distúrbio. Segundo os estudos, a defesa da região vaginal tem características diferentes do restante das mulheres.

De qualquer forma, a recorrência da candidíase geralmente ocorre pela ineficácia do tratamento da candidíase anterior. Seja por insuficiência do medicamento, descuido do indivíduo ou mesmo resistência do organismo à droga utilizada. Assim, raramente a candidíase vaginal ocorre por uma nova infecção.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da candidíase vaginal começa em casa. Observando a região íntima no dia a dia, a mulher precisa verificar a presença dos sintomas comuns da doença, e enumerá-los para a apresentação ao médico. A associação de sinais é bastante importante na definição do problema, e caso haja algo imprevisto, pode indicar outro distúrbio.

Com suas percepções em mãos, a mulher deve, preferencialmente, comparecer diretamente ao ginecologista. Na consulta, o médico irá fazer perguntas como: quais sintomas você percebeu? Quando eles começaram? Você sofreu com algum tipo de infecção vaginal? Há algo que intensifique ou melhore os sinais? Você realizou relações sexuais recentemente? Ocorreu algo em sua rotina que possa ter causado a queda da imunidade do organismo?

Com estas informações, o médico especialista consegue traçar um histórico de saúde do paciente e perceber possíveis causas do problema. Em seguida, ele realizará um exame físico, chamado Papanicolau.

Este teste ocorre da seguinte forma: com um instrumento específico, o médico segura as paredes vaginais. Desta forma, ele pode analisar a vagina e o colo do útero, percebendo as alterações narradas anteriormente e qualquer outra existente.

Também é comum que o profissional faça a recolha da secreção vaginal. Levada ao laboratório, a matéria é analisada e permite verificar a presença dos fungos. Caso estejam presentes em grandes quantidades, os germes indicarão a real ocorrência da candidíase. Este exame também permite a definição do tipo de cândida sofrida pela mulher. Isso pois nem sempre a doença será vaginal.

Tratamento do problema

O tratamento da cândida vaginal só pode ser realizado após a consulta médica. Afinal, apenas o especialista poderá indicar o remédio adequado e seu tempo de uso. É fundamental ainda não interromper o uso do medicamento, pois mesmo que os sintomas diminuam ao longo do dia, os fungos ainda não terão sido eliminados.

Na maioria dos casos, o médico indica a utilização de pomadas antifúngicas. Entre os mais recomendados estão o cetoconazol, miconazol e o itraconazol. Estas pomadas são aplicadas diretamente na vagina, e o melhor é que a mulher se deite para a aplicação. A terapia costuma durar ao menos 10 dias.

Normalmente o remédio tem aplicação indicada por duas vezes ao dia. Durante o tratamento, é importante evitar relações sexuais, principalmente sem preservativo. O ato pode dificultar a cura, provocar dor e ainda facilitar a transmissão dos fungos para o parceiro da paciente.

Em alguns casos, a mulher também pode utilizar comprimido antifúngico, como o Fluconazol. Os medicamentos podem possuir dose única, ou três doses.

Para a candidíase recorrente, a terapia tem tempo maior. Neste caso, a mulher consome comprimido uma vez por semana, ou conforme indicação médica, por pelo menos seis meses.

Durante o tratamento, e também no dia a dia, a mulher ainda precisa evitar roupas apertadas e tecidos que aumentem a temperatura da área íntima. Por vezes, fazer a troca do anticoncepcional também é importante no tratamento, pois pode garantir a estabilização dos hormônios e pH da área íntima.

Tratamentos caseiros para a candidíase

Basta fazer uma busca rápida no Google e você facilmente encontrará remédios caseiros para a candidíase. Muitos deles, porém, são veementemente contraindicados pelos médicos, pois podem piorar os sintomas e gravidade da doença.

Uma sugestão comum, por exemplo, é a aplicação do iogurte natural como uma pomada, diretamente na vagina. O iogurte natural, entretanto, é indicado apenas para a alimentação. Caso a infecção, ao invés de fungicida, for bacteriana então, a paciente que realizar o método poderá inserir mais bactérias na área íntima, agravando o distúrbio.

Outro meio, porém, podem ajudar. A mulher com candidíase pode, como alternativa, realizar banhos de assento com substâncias calmantes e que controlam o pH. As mais indicadas são o bicabornato e a camomila. Basta diluiu uma colher de bicabornato em um litro de água morna, ou preparar um chá bem forte de camomila. Com água ainda morna, a mulher pode lavar a região íntima com as soluções.

A higiene íntima é ainda mais interessante quando realizada por meio de sabonetes próprios. Por isso, escolha gel vaginal com pH entre 3,8 e 4,5 para o banho. Sabonetes comuns, como os utilizados para o corpo, podem prejudicar o pH da área vaginal, e não são muito indicados.

Após o banho, é fundamental secar a região íntima com zelo. Caso se vista com a área molhada, a mulher pode criar as condições perfeitas para a proliferação do Candida Albicans. Dormir sem calcinha é uma medida também interessante, pois permite e respiração da vagina e evita o abafamento da área.

Todas estas medidas, além de realizadas durante o tratamento, são formas eficazes de prevenção da doença.

Alimentação e saúde da região íntima

Outro meio essencial é uma boa alimentação. É importante evitar o consumo de açúcares, carboidratos e gorduras, que alimentam o fungo e potencializam sua capacidade de multiplicação. Consumir alimentos antifúngicos, como o iogurte, alho, cebola, alecrim e orégano é igualmente vantajoso. A alimentação ainda pode garantir a manutenção do sistema imunológico, o que evitará a cândida ou seu agravamento.

Há ainda outros alimentos importantes para a prevenção e tratamento da enfermidade. O óleo de coco, por exemplo, é um antifúngico potente. Ele possui ácido láurico e caprílico, que impedem a multiplicação do fungo e fortalecem o sistema imunológico.

Quando consumidas, algas marinhas também são eficientes no combate à doença, assim como a desintoxicação do corpo de elementos ruins. Amêndoas e gengibre ainda melhoram a desintoxicação dos órgãos e auxiliam na reprodução das “bactérias boas” do corpo. Os indivíduos podem da mesma forma realizar o consumo contínuo do azeite de oliva, suco de limão, sementes de abóbora e pimenta caiana, todos com resultados semelhantes aos dos alimentos já citados.

Prevenção do problema

Existem ainda outras formas de prevenção do desenvolvimento da candidíase vaginal. A primeira é a manutenção de hábitos saudáveis: não fume, maneire no consumo de bebidas alcoólicas e mantenha-se sempre hidratado. Também é eficaz realizar a prática regular de exercícios físicos, pois os esportes auxiliam na manutenção da boa saúde e do sistema imunológico.

A higiene vaginal, além de realizada com produtos próprios, também merece cuidado sem sua constância. A limpeza de menos, ou por várias vezes durante um dia podem trazer problemas semelhantes. Afinal, algumas bactérias e fungos da região íntima são importantes para a proteção e funcionamento do organismo. Caso retiradas em excesso, ou mantidas mais do que deveriam, as bactérias podem favorecer o desenvolvimento dos fungos causadores da doença.

A prevenção durante a relação sexual é igualmente importante. O preservativo masculino é o mais utilizado, mas o feminino é da mesma forma eficaz na prevenção da candidíase. Este cuidado é importante, inclusive, para a prevenção de outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), como a AIDS. Lembre-se de utilizar preservativo em todo tipo de relação sexual: de penetração vaginal, anal ou oral.

Cuidados no dia a dia

Não utilize ainda produtos que alterem o pH vaginal, como desodorantes íntimos. Na dúvida, procure seu ginecologista e analise a possibilidade de uma opção caseira ou remédios que eliminem o odor incômodo.

Por último, prefira sempre vestuários íntimos de algodão ou com tecido não sintético. Estes produtos permitem melhor arejamento da vagina, melhorando a saúde da região.

Finalmente, é importante cuidado ao visitar a praia, ou clube ou mesmo utilizar uma banheira. Manter as roupas íntimas ou o biquíni molhado no corpo oferecem condições bastante propícias ao desenvolvimento do fungo, e devem ser evitadas. Por isso, escolha sempre retirar a roupa molhada assim que possível.

Se for o caso, secar a peça ao sol é uma boa opção – mas não deve destacar a retirada do acessório. Após o dia de lazer, tenha ainda maior cuidado na limpeza da região íntima, e prefira não utilizar calcinha para dormir. Assim, a vagina poderá “respirar” e terá maior facilidade em retomar seu pH adequado.

Outros tipos de candidíase

Ainda que seja mais comum na vagina, a candidíase pode ocorrer em outras partes do corpo. As infecções pelo fungo Candida atingem, por exemplo, a pele, boca, estômago e vias urinárias. O homem também pode sofrer com a doença.

A candidíase no pênis é menos comum do que a que acontece nas mulheres. Os fatores de risco são bastante semelhantes aos do problema feminino, e incluem ainda a má higiene do órgão masculino e o uso de fraldas geriátricas.

Como sintomas, a candidíase peniana apresenta placas brancas no pênis, vermelhidão da região, inchaço e dor na glande. O incômodo costuma aumentar ao urinar. Coceira e ardência durante ou após o ato sexual são outros sinais.

Já a candidíase oral tem como fatores de risco o diabetes e diminuição da salivação, uma vez que a saliva tem papel essencial na proteção da boca. Distúrbios na flora de germes natural da boca pode também levar à doença, assim como a queda brusca da capacidade imunológica do organismo.

Neste caso, os sintomas da enfermidade incluem dor de garganta, dificuldade para engolir e diminuição do paladar. O indício mais marcante da incidência do problema, no entanto, são lesões brancas na parte interna da boca, lesões estas que apresentam aspecto cremoso.

Já a candidíase no esôfago é um sinal claro de problemas imunológicos, e tem como principal causa a infecção por HIV/AIDS. Além da dor ao engolir, o paciente afetado por este quadro pode sentir dor no peito e no tórax.

Condições mais graves

Na candidíase na pele, conhecida como intertrigo, o paciente percebe inflamação nas áreas que duas partes de pele se encontram. Isso significa que o problema ocorre, por exemplo, na virilha, nas axilas ou na região entre os dedos. Estas áreas são afetadas pela infecção pois são quentes e úmidas, o que favorece a proliferação do Candida. Os sintomas nesta situação são placas avermelhadas na pele, que coçam ou doem.

Por último, há a chamada candidíase disseminada. A enfermidade é bem mais grave neste caso, e é caracterizada pelo aumento exponencial do fungo no corpo. Proliferado, o Candida pode invadir o sangue e órgãos como rins, coração e ossos. Até mesmo o cérebro pode sofrer infecção, levanto a uma meningite por Candida.

A ocorrência deste problema é comum entre pessoas com imunodeficiência, ou seja, que possuem o sistema imunológico extremamente abalados. Como é o caso de afetados pelo vírus HIV. De qualquer forma, é sempre importante que o paciente com qualquer dos sintomas descritos, em qualquer tipo de cândida, visite um médico e verifique a gravidade dos sinais.

       

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